CHRISTIAN
— Então, Princesa... Você ainda não respondeu a minha pergunta? – inquiri à medida que seguíamos de carro para o hotel, onde eu tinha me hospedado, mas que amanhã mesmo fecharia a conta e iria para a nossa nova casa.
— Que pergunta, Daddy? – Anastasia inquiriu, olhando para mim.
— Se você está feliz com a descoberta da gravidez?
— Eu estou feliz, mas também estou com medo.
— Medo de quê, minha princesa? – indaguei, voltando a prestar atenção na rua, mesmo que não tivesse praticamente ninguém no trânsito, a não ser nós.
— Da dor e de como vai ser o meu futuro, sabe? Várias perguntas me passaram pela cabeça desde que eu descobri isso. Vai doer muito quando eu for para ter o bebê? Como vai ser minha vida depois dele nascer? Como vai ficar meus estudos agora? Essas coisas, Daddy.
A olhei de relance e a vi com um semblante meio triste.
— Ei, Princesa... – murmurei, repousando uma das minhas mãos na coxa dela, afagando a mesma – Não se preocupa com isso, ok? Eu estou aqui com você para te ajudar no que for preciso.
— Eu sei...
— Olha, seus estudos vão continuar normais. Você vai concluir eles e se quiser fazer faculdade em algum lugar que não seja aqui, nos mudamos sem hesitação. Enquanto você estuda eu ficarei cuidando do nosso bebê.
Ana sorriu, então peguei em sua mão e a puxei para mim, beijando o dorso.
— Já com relação a dor, eu sinceramente não sei bem o que te dizer, Princesa. Mas eles te darão um remédio de dor na hora do parto, com certeza. Não fica preocupada com isso não – falei e ela assentiu – Agora me diz uma coisa. Aquele menino lá é mesmo da KGB? Ou o pai dele é e ele está só se gabando por isso?
Anastasia me encarou, surpresa, mas logo caiu na risada.
— Não acredito que o Sven teve coragem mesmo de dizer isso para você.
— Enquanto você pegava duas coisas, ele se aproximou de mim e disse que se eu te fizesse sofrer ou chorar, ele e o pai dele iria me sequestrar, me torturar e me dá um “chá de sumiço” da face da terra. Devo me preocupar com isso, Princesa? – perguntei, fazendo careta, enquanto Ana ainda ria.
— Não, Daddy. Nem o Sven e nem o pai dele são da KGB. Ele nem da Rússia é. Sven só estava brincando com você mesmo.
— Vocês tiveram algo ou essa super proteção com direito a ameaça de morte é por outra razão?
Ela me olhou de relance, com um semblante que transparecia indecisão.
— Você não vai ficar com raiva se eu disser que eu transei com ele, vai Daddy?
— Você está namorando esse tal de Sven?
— Não, não. Depois que a gente se aproximou, porque ele estava me ensinando alemão, nós dois começamos a agir como namorados. Ele cuidava de mim. A gente andava abraçados e trocava alguns selinhos, mas Sven sempre deixou claro que não queria namorar.
— Hum... Entendi – murmurei, balançando a cabeça.
— Foi só curtição mesmo, Daddy. A gente transou só uma vez e foi por esses dias mesmo. Isso porque eu tava para subir pelas paredes de tanto tesão acumulado que me encontrava e você também estava longe de mim, daí achei que seria uma boa ideia. Não fica com raiva de mim por isso, Daddy. Eu não queria ter te traído não.
— Me trair? Não, Princesa. Você não me traiu. Nós demos um tempo um do outro, lembra? E eu estava ciente de que você iria ter alguma ou algumas paixões juvenis enquanto estivesse aqui por dois anos. Fiquei com medo de que você parasse de me amar? Fiquei. Mas, eu confio no seu amor por mim. Não estou com raiva de você não, minha princesa. Relaxe. Chegamos – anunciei, parando o carro em frente ao hotel.
Descemos então Anastasia pegou sua mochila, deixando o resto das malas dela no porta-malas do carro, e subimos para o meu quarto.
— Você ficou com alguém lá em Seattle? – ela inquiriu à medida que eu abria a porta.
— Sim, Princesa – informei, entrando e dando passagem para a mesma entrar também – Quando o tesão batia forte e eu não me satisfazia com a masturbação, eu contratava alguma prostituta.
— Hum...
— Tinha uma que se parecia muito com você, de corpo, que acabou virando a minha oficial. Eu passei a chamar só a Wendy para me satisfazer – comentei, colocando a mochila dela em cima da poltrona existente no quarto, já me virando – E esse bico aí, Princesa? Ficou com ciúmes foi?
— Fiquei um pouco. Essa tal de Wendy é mais bonita que eu?
Sorri, me aproximando dela.
— Não. Ninguém chega aos pés da minha princesa linda e gostosa.
A abracei pela cintura, erguendo-a do chão, girando nós dois, o que fez Ana rir e se inclinar para frente, descendo seus lábios contra os meus, beijando-me intensamente.
— Agora vamos aproveitar nossa siesta? Com esse intervalo todo dia nesse horário, vamos poder transar muito de tarde – comentei, segundos depois a colocando novamente no chão, mas sem tirar meus braços ao redor de sua cintura.
— E de noite e de manhã cedo também, Daddy – Anastasia ressaltou, sorrindo, meio safadinha, e eu ri.
— Assim eu vou viver em você, Princesa.
— Seria um sonho passar várias semanas na cama, com você me fodendo e me fazendo gozar horrores. Minha bocetinha até deu uma contraída agora, de tão delicioso que seria isso.
— Ah, pode deixar que eu vou cuidar muito bem dessa boceta – garanti, já a beijando ferozmente, conduzindo-a para perto da cama, à medida que tirava o seu vestido, deixando-a apenas de calcinha.
A fiz se deitar sobre o colchão e subi sobre Ana, tomando aqueles lábios novamente para mim, mas não por muito tempo, pois logo fui descendo minha boca pelo seu corpo, distribuindo beijos pelo seu pescoço, seus seios e ao longo de sua barriga, rumo ao seu ventre.
Depositei vários beijinhos naquele local, onde crescia o fruto do nosso amor, mas meu foco mesmo era a sua boceta.
— Então, Princesa... Você ainda não respondeu a minha pergunta? – inquiri à medida que seguíamos de carro para o hotel, onde eu tinha me hospedado, mas que amanhã mesmo fecharia a conta e iria para a nossa nova casa.
— Que pergunta, Daddy? – Anastasia inquiriu, olhando para mim.
— Se você está feliz com a descoberta da gravidez?
— Eu estou feliz, mas também estou com medo.
— Medo de quê, minha princesa? – indaguei, voltando a prestar atenção na rua, mesmo que não tivesse praticamente ninguém no trânsito, a não ser nós.
— Da dor e de como vai ser o meu futuro, sabe? Várias perguntas me passaram pela cabeça desde que eu descobri isso. Vai doer muito quando eu for para ter o bebê? Como vai ser minha vida depois dele nascer? Como vai ficar meus estudos agora? Essas coisas, Daddy.
A olhei de relance e a vi com um semblante meio triste.
— Ei, Princesa... – murmurei, repousando uma das minhas mãos na coxa dela, afagando a mesma – Não se preocupa com isso, ok? Eu estou aqui com você para te ajudar no que for preciso.
— Eu sei...
— Olha, seus estudos vão continuar normais. Você vai concluir eles e se quiser fazer faculdade em algum lugar que não seja aqui, nos mudamos sem hesitação. Enquanto você estuda eu ficarei cuidando do nosso bebê.
Ana sorriu, então peguei em sua mão e a puxei para mim, beijando o dorso.
— Já com relação a dor, eu sinceramente não sei bem o que te dizer, Princesa. Mas eles te darão um remédio de dor na hora do parto, com certeza. Não fica preocupada com isso não – falei e ela assentiu – Agora me diz uma coisa. Aquele menino lá é mesmo da KGB? Ou o pai dele é e ele está só se gabando por isso?
Anastasia me encarou, surpresa, mas logo caiu na risada.
— Não acredito que o Sven teve coragem mesmo de dizer isso para você.
— Enquanto você pegava duas coisas, ele se aproximou de mim e disse que se eu te fizesse sofrer ou chorar, ele e o pai dele iria me sequestrar, me torturar e me dá um “chá de sumiço” da face da terra. Devo me preocupar com isso, Princesa? – perguntei, fazendo careta, enquanto Ana ainda ria.
— Não, Daddy. Nem o Sven e nem o pai dele são da KGB. Ele nem da Rússia é. Sven só estava brincando com você mesmo.
— Vocês tiveram algo ou essa super proteção com direito a ameaça de morte é por outra razão?
Ela me olhou de relance, com um semblante que transparecia indecisão.
— Você não vai ficar com raiva se eu disser que eu transei com ele, vai Daddy?
— Você está namorando esse tal de Sven?
— Não, não. Depois que a gente se aproximou, porque ele estava me ensinando alemão, nós dois começamos a agir como namorados. Ele cuidava de mim. A gente andava abraçados e trocava alguns selinhos, mas Sven sempre deixou claro que não queria namorar.
— Hum... Entendi – murmurei, balançando a cabeça.
— Foi só curtição mesmo, Daddy. A gente transou só uma vez e foi por esses dias mesmo. Isso porque eu tava para subir pelas paredes de tanto tesão acumulado que me encontrava e você também estava longe de mim, daí achei que seria uma boa ideia. Não fica com raiva de mim por isso, Daddy. Eu não queria ter te traído não.
— Me trair? Não, Princesa. Você não me traiu. Nós demos um tempo um do outro, lembra? E eu estava ciente de que você iria ter alguma ou algumas paixões juvenis enquanto estivesse aqui por dois anos. Fiquei com medo de que você parasse de me amar? Fiquei. Mas, eu confio no seu amor por mim. Não estou com raiva de você não, minha princesa. Relaxe. Chegamos – anunciei, parando o carro em frente ao hotel.
Descemos então Anastasia pegou sua mochila, deixando o resto das malas dela no porta-malas do carro, e subimos para o meu quarto.
— Você ficou com alguém lá em Seattle? – ela inquiriu à medida que eu abria a porta.
— Sim, Princesa – informei, entrando e dando passagem para a mesma entrar também – Quando o tesão batia forte e eu não me satisfazia com a masturbação, eu contratava alguma prostituta.
— Hum...
— Tinha uma que se parecia muito com você, de corpo, que acabou virando a minha oficial. Eu passei a chamar só a Wendy para me satisfazer – comentei, colocando a mochila dela em cima da poltrona existente no quarto, já me virando – E esse bico aí, Princesa? Ficou com ciúmes foi?
— Fiquei um pouco. Essa tal de Wendy é mais bonita que eu?
Sorri, me aproximando dela.
— Não. Ninguém chega aos pés da minha princesa linda e gostosa.
A abracei pela cintura, erguendo-a do chão, girando nós dois, o que fez Ana rir e se inclinar para frente, descendo seus lábios contra os meus, beijando-me intensamente.
— Agora vamos aproveitar nossa siesta? Com esse intervalo todo dia nesse horário, vamos poder transar muito de tarde – comentei, segundos depois a colocando novamente no chão, mas sem tirar meus braços ao redor de sua cintura.
— E de noite e de manhã cedo também, Daddy – Anastasia ressaltou, sorrindo, meio safadinha, e eu ri.
— Assim eu vou viver em você, Princesa.
— Seria um sonho passar várias semanas na cama, com você me fodendo e me fazendo gozar horrores. Minha bocetinha até deu uma contraída agora, de tão delicioso que seria isso.
— Ah, pode deixar que eu vou cuidar muito bem dessa boceta – garanti, já a beijando ferozmente, conduzindo-a para perto da cama, à medida que tirava o seu vestido, deixando-a apenas de calcinha.
A fiz se deitar sobre o colchão e subi sobre Ana, tomando aqueles lábios novamente para mim, mas não por muito tempo, pois logo fui descendo minha boca pelo seu corpo, distribuindo beijos pelo seu pescoço, seus seios e ao longo de sua barriga, rumo ao seu ventre.

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