quinta-feira, 16 de julho de 2020

Daddy Grey - Capítulo 39


ANASTASIA

Senti as mãos dele irem para a minha bunda, apertando-a, fazendo-me arfar e sorrir contra sua boca, à medida que eu ia sentindo o seu pau endurecer entre nossos corpos.

— Quer ir para a cama ou quer começar a se divertir aqui mesmo, Princesa? – meu pai perguntou, me encarando com um sorriso safado nos lábios.

Em resposta, apenas dei um pequeno impulso com as pontas dos pés, já enlaçando a cintura dele com minhas pernas, beijando-o intensamente. Foi impossível não arfar assim que minha costa tocou na fria parede da piscina, quando meu pai me prensou ali.

Rebolei um pouco o meu quadril, encaixando a cabeça do pau dele em minha entradinha enquanto nossas bocas travavam uma luta cheia de luxúria. Ele então me penetrou lentamente, já começando um vai e vem gostoso, indo fundo em mim.

— Isso, Daddy... Me fode gostoso... Enche essa bocetinha de porra, vai... – eu gemia, totalmente entregue aquilo, me agarrando ao meu pai, quando ele intensificou suas estocadas, passando a me foder ferozmente.
— Tão gostosa essa minha princesa... – o mesmo rosnou, já atacando minha boca e não demorou muito para eu começar a sentir o meu orgasmo se aproximando, me envolvendo devagar.

Meu pai continuou a me foder bem forte, até que eu não consegui mais me segurar e explodi ao redor dele, ficando em êxtase à medida que ele ia diminuindo o ritmo de suas investidas e beijava o meu pescoço.
Meu pai saiu de mim, me deixado com um vazio entre minhas pernas. Logo ele me chamou para a cama, então assenti, já sendo ajudada pelo mesmo, pois ainda me encontrava meia mole pelo meu recente orgasmo.

Assim que saímos da piscina, meu pai pegou uma toalha, se secou um pouco, depois me enxugou, já me enrolando nela e me pegando no colo. Quando paramos ao lado da cama, ele me colocou sentada na beirada e abriu a toalha, revelando novamente o meu corpo nu. Meu pai deu um sorriso safado e se inclinou, dando-me um beijo lento e carinhoso, fazendo-me gemer contra seus lábios quando o mesmo introduziu um dedo em mim, movendo-o em vai e vem delicioso.
Segundos depois, ele me mandou deitar e abrir bem minhas pernas, e assim o fiz, já vendo-o meter dois dedos em minha bocetinha, fodendo ela, usando as pontas dos seus dedos para atingir o meu ponto G e me fazer enlouquecer de tesão, me proporcionando um orgasmo em questão de poucos segundos.
Mesmo com a vista turva pelo orgasmo, o vi se ajoelhar entre minhas pernas, começando a passar sua língua em minha boceta, me fazendo dar gemidos a cada vez que sentia a ponta da língua dele tocar no meu clítoris, que meu pai logo passou a sugar forte, me levando a loucura.
Ele repousou uma das mãos sobre meu ventre para que eu não escapasse de sua boca faminta, que me devorava avidamente.
— Daddy... – choraminguei, tendo outro orgasmo enlouquecedor.
Estava totalmente exausta depois de ter gozado pela terceira vez, mas meu pai queria mais, pois o mesmo se posicionou sobre mim, pincelando seu pau em minha boceta, antes de se enfiar de uma só vez, já começando a me foder, ora lento, ora rápido.
— Oh, meu Deus! Daddy! – gritei, tempo depois, arranhando as costas dele à medida que explodia em um novo orgasmo avassalador.

De olhos fechados, quase que perdendo os sentidos, o senti ofegar contra o meu pescoço, pulsando forte dentro de mim, soltando rapidamente um tipo de rosnado, indicando-me que o mesmo havia acabado de gozar também.


★ ★ ★ ★ ★


Acordei e vi meu pai, parcialmente deitado ao meu lado, ao telefone, que logo percebi que o mesmo se encontrava pedindo algo para nós comermos, pois ele estava com um papel nas mãos ao qual olhava atentamente.

Me arrastei então até o mesmo, dando um sorrisinho cínico à medida que me ajeitava, ficando de quatro entre as pernas do meu pai, já o tomando em minhas mãos, depois em minha boca, chupando-o e vendo ele tentar se controlar enquanto falava o sabor da nossa pizza.
Meu pai logo colocou o telefone no gancho e começou a gemer, pegando em meu cabelo, forçando mais minha cabeça contra o pau dele, fodendo minha boca. Todavia, minutos depois, parei de chupá-lo e me ajeitei em seu colo, a fim de poder sentar sobre seu pau. O provoquei um pouquinho, pincelando a cabeça daquele pedaço de carne duro e pulsante ao longo de minha bocetinha.
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— Não me maltrata assim, Princesa – meu pai murmurou, em meio a um gemido.

Dei um sorriso safado e comecei a descer, preenchendo-me toda, já passando a cavalgar naquele pau que tanto amava. Então, alguns segundos depois, me inclinou para frente, deixando meus seios à centímetros do seu rosto, que logo abocanhou um dos mamilos.
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— Oh... Que delícia... O senhor é muito gostoso, Daddy! – exclamei à medida que meu corpo se movimentava freneticamente sobre o dele, que me ajudava segurando meus quadris.
Não conseguindo mais segurar, nós dois deixamos nossos orgasmos virem, misturando nossos gozos em meu interior, então desabei sobre o peito dele, exausta e bastante ofegante.

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