CHRISTIAN
Assim que acabei minha reunião, fui todo ansioso para minha sala, achando que Anastasia já se encontrava ali me esperando. Todavia, ela ainda não havia chegado. Fiquei um pouco preocupado, pois aquela hora, Ana já não estaria mais no colégio.
Tentei ligar para o celular da mesma, mas logo caía na caixa postal, indicando-me de que o telefone estava desligado. Um misto de preocupação e aborrecimento passou a me consumir, então resolvi que iria atrás da Anastasia, seja lá onde a mesma se encontrava.
Entretanto, assim que passei pela porta giratória do prédio, rumo ao carro que eu havia pedido ao motorista que trouxesse para mim, vi ela descendo de um conversível vermelho, já sendo abraçada por um cara que logo o identifique sendo Jack Hyde. Me aproximei rapidamente deles à medida que ambos se desvencilhavam.
— Tchau, tio Jack. E obrigado pela carona – ouvi Ana dizer, segundos antes de eu pigarrear e chamar a atenção dos dois – Oi, pai.
— Olá, Christian. Prazer em revê-lo – Jack falou, estendendo a mão para me cumprimentar, mas mantive as minhas dentro dos bolsos da calça, fazendo o mesmo recolher a sua segundos depois.
— Onde você estava? – inquiri, olhando para Anastasia.
— Eu a levei para tomar sorvete, pois queria conversar com ela sobre uma coisa.
Meu olhar se recaiu em Jack e depois em Ana, novamente.
— Eu não te pedi para pegar um táxi?
— Eu...
— Como eu disse...
— Eu ouvi o que você disse, mas eu perguntei a minha filha e não a você – comentei, o interrompendo, já voltando a encarar a Anastasia – Então?
— Ah... O tio Jack apareceu lá na escola quando eu estava saindo, daí como aceitei ir tomar sorvete com ele...
— Com que permissão, Ana?
— Qual é, Christian? Deixa de ser esses pais caretas e superprotetores. Anastasia não estava com nenhum estranho. Eu já sou da família praticamente.
— Não se eu puder impedir – rebati, o encarando bem sério.
— Pai!
— Vá para o Audi, Ana.
— Mas...
— Agora! – exclamei, irritado, fazendo a mesma sair logo de perto de nós enquanto eu ouvi Jack dizer “Tchau, pequena. E pensa na minha proposta”, então o encarei – E você, fique longe da minha família, principalmente dos meus filhos, está me ouvindo? Ou...
— Ou o quê? – ele indagou, dando um passo à frente, ficando cara a cara comigo.
— Ou eu acabo com a sua raça e com os seus negócios.
Jack deu um risinho de canto de boca.
— Aceito o risco, Grey.
Semicerrei os olhos e sai, bufando de raiva, rumo ao meu Audi, já entrando e saindo cantando pneu dali.
— Daddy? – escutei Anastasia me chamar à medida que eu parava em um sinal, então a encarei.
Eu me encontrava já mais calmo, porém ainda permanecia sério e bem aborrecido.
— O que foi, Princesa?
— O senhor está com muita raiva de mim? – ela me perguntou, olhando-me com uma carinha triste.
— Estou apenas um pouco chateado, pois não quero você perto do Jack Hyde. Eu não confio nele.
— Então, o senhor não me deixaria ser a babá da filha dele, não é?
— O que!? Não! De jeito nenhum! Jamais!
— Porque, Daddy?
— Você não precisa desse tipo de trabalho, Princesa – ressaltei e complementei segundos depois, já colocando o carro para andar – Se está precisando de mais dinheiro, eu triplico a sua mesada.
— Não estou, Daddy. É que ele me perguntou se eu gostaria de ser, daí disse que iria pensar.
— Pois recuse.
— Sim, senhor.
Continuamos o resto do caminho em silêncio, até que manobrei o Audi, adentrando o luxuoso motel, parando na portaria onde desci e fui pegar as chaves do nosso quarto. Depois de retornar para o carro, o guiei para a garagem do quarto, já fechando a porta à medida que Ana saia do Audi.
— Uau! – Anastasia exclamou, admirada com o lugar, olhando tudo ao redor – Aqui é tão lindo, Daddy! E tem piscina também! Posso entrar nela, Daddy? – ela inquiriu, me encarando com um enorme sorriso.
— Claro, minha princesa – murmurei, já vendo-a se despir afoitamente e ir para a piscina.
— Vem pra cá, Daddy. A água tá ótima – Ana disse, segundos depois.
Sorri e comecei a tirar a minha roupa, despindo-me completamente, antes de entrar também nu na piscina. Então me aproximei dela, que logo me abraçou, enlaçando o meu pescoço e colocando nossos corpos.
— Daddy, me perdoa por eu ter saído com o tio Jack sem sua permissão?
— Eu perdoo, se me prometer nunca mais falar com ele, Princesa – falei, acariciando gentilmente a sua bochecha, dando um sorriso que logo chegou aos lábios dela.
— Eu prometo, Daddy – Anastasia murmurou, antes de me dar um selinho.
Logo depois a mesma me deu outro selinho e mais outro, sorrindo para mim, então a puxei, beijando-a com vontade.
Assim que acabei minha reunião, fui todo ansioso para minha sala, achando que Anastasia já se encontrava ali me esperando. Todavia, ela ainda não havia chegado. Fiquei um pouco preocupado, pois aquela hora, Ana já não estaria mais no colégio.
Tentei ligar para o celular da mesma, mas logo caía na caixa postal, indicando-me de que o telefone estava desligado. Um misto de preocupação e aborrecimento passou a me consumir, então resolvi que iria atrás da Anastasia, seja lá onde a mesma se encontrava.
Entretanto, assim que passei pela porta giratória do prédio, rumo ao carro que eu havia pedido ao motorista que trouxesse para mim, vi ela descendo de um conversível vermelho, já sendo abraçada por um cara que logo o identifique sendo Jack Hyde. Me aproximei rapidamente deles à medida que ambos se desvencilhavam.
— Tchau, tio Jack. E obrigado pela carona – ouvi Ana dizer, segundos antes de eu pigarrear e chamar a atenção dos dois – Oi, pai.
— Olá, Christian. Prazer em revê-lo – Jack falou, estendendo a mão para me cumprimentar, mas mantive as minhas dentro dos bolsos da calça, fazendo o mesmo recolher a sua segundos depois.
— Onde você estava? – inquiri, olhando para Anastasia.
— Eu a levei para tomar sorvete, pois queria conversar com ela sobre uma coisa.
Meu olhar se recaiu em Jack e depois em Ana, novamente.
— Eu não te pedi para pegar um táxi?
— Eu...
— Como eu disse...
— Eu ouvi o que você disse, mas eu perguntei a minha filha e não a você – comentei, o interrompendo, já voltando a encarar a Anastasia – Então?
— Ah... O tio Jack apareceu lá na escola quando eu estava saindo, daí como aceitei ir tomar sorvete com ele...
— Com que permissão, Ana?
— Qual é, Christian? Deixa de ser esses pais caretas e superprotetores. Anastasia não estava com nenhum estranho. Eu já sou da família praticamente.
— Não se eu puder impedir – rebati, o encarando bem sério.
— Pai!
— Vá para o Audi, Ana.
— Mas...
— Agora! – exclamei, irritado, fazendo a mesma sair logo de perto de nós enquanto eu ouvi Jack dizer “Tchau, pequena. E pensa na minha proposta”, então o encarei – E você, fique longe da minha família, principalmente dos meus filhos, está me ouvindo? Ou...
— Ou o quê? – ele indagou, dando um passo à frente, ficando cara a cara comigo.
— Ou eu acabo com a sua raça e com os seus negócios.
Jack deu um risinho de canto de boca.
— Aceito o risco, Grey.
Semicerrei os olhos e sai, bufando de raiva, rumo ao meu Audi, já entrando e saindo cantando pneu dali.
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— Daddy? – escutei Anastasia me chamar à medida que eu parava em um sinal, então a encarei.
Eu me encontrava já mais calmo, porém ainda permanecia sério e bem aborrecido.
— O que foi, Princesa?
— O senhor está com muita raiva de mim? – ela me perguntou, olhando-me com uma carinha triste.
— Estou apenas um pouco chateado, pois não quero você perto do Jack Hyde. Eu não confio nele.
— Então, o senhor não me deixaria ser a babá da filha dele, não é?
— O que!? Não! De jeito nenhum! Jamais!
— Porque, Daddy?
— Você não precisa desse tipo de trabalho, Princesa – ressaltei e complementei segundos depois, já colocando o carro para andar – Se está precisando de mais dinheiro, eu triplico a sua mesada.
— Não estou, Daddy. É que ele me perguntou se eu gostaria de ser, daí disse que iria pensar.
— Pois recuse.
— Sim, senhor.
Continuamos o resto do caminho em silêncio, até que manobrei o Audi, adentrando o luxuoso motel, parando na portaria onde desci e fui pegar as chaves do nosso quarto. Depois de retornar para o carro, o guiei para a garagem do quarto, já fechando a porta à medida que Ana saia do Audi.
— Uau! – Anastasia exclamou, admirada com o lugar, olhando tudo ao redor – Aqui é tão lindo, Daddy! E tem piscina também! Posso entrar nela, Daddy? – ela inquiriu, me encarando com um enorme sorriso.
— Vem pra cá, Daddy. A água tá ótima – Ana disse, segundos depois.
Sorri e comecei a tirar a minha roupa, despindo-me completamente, antes de entrar também nu na piscina. Então me aproximei dela, que logo me abraçou, enlaçando o meu pescoço e colocando nossos corpos.
— Daddy, me perdoa por eu ter saído com o tio Jack sem sua permissão?
— Eu perdoo, se me prometer nunca mais falar com ele, Princesa – falei, acariciando gentilmente a sua bochecha, dando um sorriso que logo chegou aos lábios dela.
— Eu prometo, Daddy – Anastasia murmurou, antes de me dar um selinho.
Logo depois a mesma me deu outro selinho e mais outro, sorrindo para mim, então a puxei, beijando-a com vontade.

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