quinta-feira, 16 de julho de 2020

Daddy Grey - Capítulo 34


ANASTASIA

— Se você for uma boa menina, eu te fodo depois – meu pai disse e eu dei um meio sorriso safado.

— Só eu e o senhor? Bem gostoso e sem a Kate? – perguntei, pois não queria ver ele fodendo minha melhor amiga.

— Do jeito que a minha princesa quiser.

— Tudo bem, Daddy – falei e mordi o canto do lábio inferior, já passando por meu pai, saindo do banheiro.

Assim que apareci no quarto, me aproximei de Kate, que se encontrava levantando da cama.

— Ana, eu...

Não deixei que ela continuasse a falar, já a beijando, derrubando nós duas sobre o colchão. Quando olhei para o lado, minutos depois, vi meu pai sentado na beirada da outra cama, nos observando. Achei que ele não tivesse esse fetiche de ver duas mulheres se pegando, como a maioria dos homens, mas acabei me enganando com relação a isso. Contanto que o mesmo não tocasse na Kate, eu poderia realizar o fetiche dele de boa.

Depois que ajudei ela a tirar a roupa, fiz com que a mesma se deitasse novamente, então subi em cima dela, beijando sua boca, já descendo para o seu queixo e o seu pescoço.
Todavia, em um movimento rápido, Kate mudou nossa posição, ficando por cima de mim.

— Eu vou te chupar até ficar você gozar na minha boca, sua safadinha – ela sussurrou em meu ouvido, mordendo-o em seguida.

Kate começou a descer seus lábios ao longo do meu corpo, parando um pouco nos meus seios, mamando forte e mordendo os bicos, me fazendo gemer bem alto. Ela continuou a descer, beijando toda a minha barriga, até chegar em minha boceta, que se encontrava já completamente melada com todas aquelas carícias dela. Kate então me fez abrir as pernas, ficando toda exposta para ela e a mesma logo começou a me lamber, chupando-me mais forte segundos depois.
— Oh... – gemi de olhos fechados, totalmente entregue à boca da Kate.

Ela sabia fazer um excelente sexo oral, e não demorou muito para eu gozar intensamente. A safada só sorriu, me encarando, antes de subir novamente em cima de mim, beijando-me.
— Agora é a minha vez – murmurei, já a empurrando, fazendo a mesma se deitar na cama.

Então, me ajeitei melhor entre suas pernas, e comecei a chupá-la, pincelando minha língua contra o seu clítoris, ora rápido, ora bem devagar.
Depois de maltratá-la com minha língua, abocanhei sua bocetinha com gosto, sugando-a fortemente, levando Kate a um orgasmo em poucos minutos.
“Pronto! Agora posso ter o meu Daddy só para mim” pensei à medida que sentava e encarava meu pai com um sorrisinho safado nos lábios.

— Ei, tio Delícia? Vem brincar com a gente, vem? – escutei Kate falar e eu a encarei, fechando logo a cara.

Todavia, o que me deixou mais chocada, foi que ele aceitou o convite dela, pois o mesmo sorriu e começou a se despir na nossa frente. Minha boca ainda se encontrava entreaberta pelo choque, pois eu não estava acreditando no que via, quando meu pai se aproximou e começou a me beijar.

No início do beijo, eu permaneci meio imóvel, enquanto a raiva e o desejo brigavam para assumir o controle do meu corpo. Entretanto, o desejo venceu e acabei me entregando ao beijo dele. Quando dei por mim, já me encontrava massageando os seus testículos à medida que Kate o chupava.
— Fica de quatro, Princesa – ele ordenou.

Então, meio que inebriada de desejo, me posicionei na cama, já ouvindo o mesmo mandar a Kate colocar o pau dele na entrada da minha boceta, e assim ela o fez, dando-me um tapa na bunda, falando “Fode sem pena essa gostosa, tio Delícia”.
Meu pai me penetrou de uma só vez, fazendo-me arfar e logo passou a me comer avidamente enquanto Kate se divertia com meus seios, chupando-os e acariciando eles, me deixando louca de tesão.
Minutos depois, ele saiu de dentro de mim e se deitou, já mandando que eu sentasse sobre seu pau e cavalgasse bem gostoso à medida que o mesmo iria chupar a Kate. Mesmo eu não gostando nada daquela ideia, eu fiz o que meu pai ordenou e sentei sobre o seu quadril, já vendo-o começar a chupá-la.
Não demorou muito e nós três atingirmos o clímax, quase ao mesmo tempo. Após gozarmos, Kate se levantou da cama, dizendo que iria banhar, então me limpei com a toalha e fui deitar na outra cama, que eu dividia com meu pai. O mesmo logo vestiu uma cueca e veio se deitar ao meu lado, abraçando-me. Eu apenas fiquei quieta, deitada de ladinho, fingindo está dormindo.

— Princesa? O que você tem? Eu sei que você não está dormindo, meu amor – escutei ele perguntar enquanto acariciava meu cabelo.

— Nada, Daddy. Só estou cansada. Vamos dormir – falei com a voz meio embargada, pois me encontrava com raiva, frustrada, triste, decepcionada e magoada com meu pai, mas eu não queria demonstrar isso a ninguém, principalmente a ele.





CHRISTIAN

Voltar para casa, meio que quebrou aquele encantamento todo em que eu e a Ana estávamos vivendo em San Francisco, mesmo com ela passando o domingo todo meio distante de mim, enquanto nos arrumávamos para voltarmos para Seattle.

Até tentei conversar com a Anastasia, mas ela não quis, dizendo que estava tudo bem, então eu preferi não insistir nisso, ficando no pé dela, para depois a mesma não ficar com raiva de mim. Chegamos em Seattle era por volta das sete da noite. Deixamos Kate na casa dela, depois seguimos para a mansão Grey. Mal adentramos a casa, Elena desceu as escadas correndo e veio me abraçar.

— Oi, pai! Trouxe presente para sua filha favorita? – ela indagou, se desvencilhando de mim, com um mega sorriso no rosto – Estou falando de mim. Sem ofensa, coisinha que eu chamo de irmã.

— Elena... – a repreendi, bem sério.

— Não se preocupe, pai. O que vem debaixo, não me atinge – Ana murmurou, já saindo de perto de nós.

— É o que, sua coisa?

— Loiras são burras e não surdas. Sei que você me ouviu muito bem.

— Pai! O senhor não vai fazer nada não? Olha o jeito que essa pirralha está falando comigo!

— Deixe sua irmã em paz, meu anjo. Ela só está cansada da viagem – falei, vendo Anastasia subir as escadas com a mala dela – Desfaça sua mala, depois desça para jantar, filha.

— Estou sem fome. Boa noite para vocês – ela disse, adentrando o corredor, sumindo das nossas vistas.

— Deixa essa pirralha para lá, pai. E aí? Trouxe algum presente para mim?

— Desculpa, filha. Acabei esquecendo.

— Poxa, pai – Elena murmurou, fazendo bico.

— Depois eu te levo para fazer compras, ok?

— Combinado! Te amo, pai! – ela exclamou, feliz de novo, me dando um beijo estalado na bochecha.

— Cadê a sua mãe?

— Foi jantar com aquele cara que ela disse que era o nosso pai. O que o senhor vai fazer sobre isso? Aquele homem é estranho, pai.

— Não se preocupe, filha. Isso é tudo mentira da sua mãe. Ela está com raiva de mim, e descontou em você e no seu irmão. E por falar nele, onde está o Elliot?

— Enfurnado no quarto, com os fones de ouvidos, escrevendo como sempre – Elena informou, rolando os olhos.

— Ok, filha. Eu vou deixar essas malas lá no quarto, depois eu desço para irmos jantar.

— O senhor vai ter que jantar sozinho, pai, porque eu vou sair com minhas amigas e o Elliot já comeu antes de se trancar no quarto para escrever.

— Tudo bem, meu anjo. Não volte muito tarde.

— Sim, senhor.

Subi, levando comigo as malas e após desfazê-las, tomei um banho e desci, a fim de comer algo e para esperar Carla voltar desse jantarzinho dela, pois iríamos ter uma conversa bem séria sobre o que ela disse para os gêmeos.

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