CHRISTIAN
— Que noite perfeita! – Kate exclamou, se jogando na cama, assim que voltamos ao hotel.
— Concordo – Anastasia comentou, me olhando com um sorriso malicioso, fazendo-me rir baixinho.
— Mas seria mais perfeita ainda, se rolasse um ménage entre a gente, né?
Eu, que me encontrava entrando no banheiro, parei e encarei a Kate, que sorria, provavelmente da cara fechada da Ana, que lhe encarava mortalmente.
— Não vai acontecer nenhum ménage aqui.
— Ah, qual é, Aninha? Deixe de ser egoísta. Divide um pouquinho o tio Delícia comigo.
— Não! Ele é meu e eu não divido com ninguém!
Eu já me encontrava escorado na soleira da porta do banheiro, de braços cruzados, observando as duas, então comecei a rir do comentário da Anastasia, pois parecia que ambas estavam no jardim de infância e eu era o brinquedo mais legal da sala sendo disputado por elas.
— E o senhor está rindo de quê, hein? Por acaso quer transar com ela? – Ana me questionou, encarando-me com uma carranca e eu tentei me conter, em vão, o que deixou ela muito mais puta da vida.
Pensei que a mesma fosse vir para cima de mim, pois se aproximou como se fosse um furacão, mas Anastasia adentrou o banheiro e me empurrou para fora dele.
— Vou banhar para poder ir dormir e eu juro, por tudo de mais sagrado nesse mundo, que se eu abrir essa porta e não ver os dois longe um do outro e vestidos, vai acontecer um assassinato duplo aqui.
— É “duplo homicídio” que se fala – Kate disse, corrigindo-a.
— Foda-se o jeito certo de se falar! – Ana gritou, fechando a porta num baque forte.
— Você deveria pegar mais leve com as suas provocações, Kate – alertei, indo me sentar na cama que eu e a Anastasia dividíamos.
— Eu sei, mas estava falando sério. Se um ménage vai me fazer ter a Ana de novo, nem que seja pela última vez, eu aceitaria de boa.
Franzi o cenho na hora, pois eu senti um tom de voz, meio apaixonado, vindo da Kate, que se encontrava deitada, encarando o teto.
— Como assim “ter a Ana de novo”? – inquiri, curioso, e ela me olhou, virando-se de lado.
— Se eu te contar, me ajuda a convencer ela a fazer um ménage? – Kate indagou, num tom de voz baixo, e eu assenti – Eu... sou apaixonada pela Ana, desde a primeira vez que a vi no colégio.
Aquilo me pegou de surpresa, deixando-me de olhos arregalados e de boca aberta.
— Achei que a Anastasia gostasse de mim, mas é bem óbvio que ela preferi um pau do que uma boceta – Kate disse, sorrindo, meio triste – É... Foi bom enquanto durou o nosso namoro, mas eu queria uma despedida em grande estilo, antes de poder seguir em frente e deixar ela ser feliz com quem a Ana realmente gosta.
— Ela não vai deixar você chegar perto de mim. Não sei para quem a Anastasia puxou esse ciúme todo, mas puxou – comentei rindo, baixo.
— Sem ofensa, tio Delícia, mas meu foco é pegar a sua filha e não o senhor. Eu posso fazer no máximo um oral, mas só se ela deixar, porque tenho amor à minha vida.
— Nem parece, provocando a Anastasia do jeito que você provoca – a lembrei, fazendo a mesma sorrir cinicamente.
— É porque ela fica tão sexy com raiva, que aí eu não resisto.
Nós dois começamos a rir, e logo a porta do banheiro foi aberta e uma Ana enrolada numa toalha, apareceu nos encarando, bem desconfiada.
— A água está gostosa, Princesa? – inquiri e ela assentiu com a cabeça, já se aproximando do divã ao pé da cama, onde estava a sua mala, curvando-se a fim de caçar, eu acho, a sua roupa de dormir.
Então, como se eu fosse banhar também e anunciando isso as duas, me levantei da cama e comecei a me afastar, passando por trás da Anastasia, que ainda estava concentrada na mala. De repente, a abracei por trás, fazendo a mesma se sobressaltar.
— O que o senhor está fazendo? – ela perguntou, quando eu comecei a beijar seu ombro, subindo lentamente para o seu pescoço.
— Te fazendo mudar de ideia – sussurrei no ouvido dela, já mordendo o lóbulo da orelha à medida que eu tirava a toalha, deixando a mesma cair aos pés da Ana.
— Daddy... eu não quero fazer isso – ela falou, gemendo um pouco, pois eu me encontrava acariciando seus seios.
Então, a virei e segurei seu queixo, passando o meu polegar pelo lábio inferior dela.
— Porque você não quer, minha princesa?
— Porque o senhor é só meu.
— E sempre vou ser – garanti a ela.
— Eu não quero ele, Aninha. Só quero relembrar os velhos tempos com você, quando a gente se pegava gostoso na cama – Kate disse, sentada na outra cama, e pelo olhar, a mesma comia visualmente a Ana.
— Não sei não. Você disse que era para eu dividir o meu pai.
— Eu tava te provocando só, porque fica um tesão quando está puta da vida.
Anastasia ainda continuou relutante, então pedi licença à Kate e conduzi a Ana para o banheiro.
— Daddy, eu não vou fazer ménage! – ela exclamou, cruzando os braços, assim que eu fechei a porta.
— Você disse que queria ser a minha submissa naquele dia lá na masmorra, pois bem – murmurei, me aproximando dela, parando a sua frente – Eu, como seu Mestre, estou te ordenando que se entregue a Kate essa noite, para que eu possa assistir vocês duas.
— Mas... – Anastasia tentou falar, mas levantei o dedo indicador, o que a fez se calar.
— Se você for uma boa menina, eu te fodo depois.
Mal falei aquilo e um lampejo de desejo passou pelo olhar dela, fazendo a mesma dar um meio sorriso safado.
— Só eu e o senhor? Bem gostoso e sem a Kate?
— Do jeito que a minha princesa quiser.
— Tudo bem, Daddy – Ana falou e mordeu o canto do lábio inferior, já passando por mim, saindo do banheiro.
Me encaminhei para fora do mesmo, encontrando Anastasia e Kate se beijando, então me sentei na beirada da outra cama para poder assistir.
— Que noite perfeita! – Kate exclamou, se jogando na cama, assim que voltamos ao hotel.
— Concordo – Anastasia comentou, me olhando com um sorriso malicioso, fazendo-me rir baixinho.
— Mas seria mais perfeita ainda, se rolasse um ménage entre a gente, né?
Eu, que me encontrava entrando no banheiro, parei e encarei a Kate, que sorria, provavelmente da cara fechada da Ana, que lhe encarava mortalmente.
— Não vai acontecer nenhum ménage aqui.
— Ah, qual é, Aninha? Deixe de ser egoísta. Divide um pouquinho o tio Delícia comigo.
— Não! Ele é meu e eu não divido com ninguém!
Eu já me encontrava escorado na soleira da porta do banheiro, de braços cruzados, observando as duas, então comecei a rir do comentário da Anastasia, pois parecia que ambas estavam no jardim de infância e eu era o brinquedo mais legal da sala sendo disputado por elas.
— E o senhor está rindo de quê, hein? Por acaso quer transar com ela? – Ana me questionou, encarando-me com uma carranca e eu tentei me conter, em vão, o que deixou ela muito mais puta da vida.
Pensei que a mesma fosse vir para cima de mim, pois se aproximou como se fosse um furacão, mas Anastasia adentrou o banheiro e me empurrou para fora dele.
— Vou banhar para poder ir dormir e eu juro, por tudo de mais sagrado nesse mundo, que se eu abrir essa porta e não ver os dois longe um do outro e vestidos, vai acontecer um assassinato duplo aqui.
— É “duplo homicídio” que se fala – Kate disse, corrigindo-a.
— Foda-se o jeito certo de se falar! – Ana gritou, fechando a porta num baque forte.
— Você deveria pegar mais leve com as suas provocações, Kate – alertei, indo me sentar na cama que eu e a Anastasia dividíamos.
— Eu sei, mas estava falando sério. Se um ménage vai me fazer ter a Ana de novo, nem que seja pela última vez, eu aceitaria de boa.
Franzi o cenho na hora, pois eu senti um tom de voz, meio apaixonado, vindo da Kate, que se encontrava deitada, encarando o teto.
— Como assim “ter a Ana de novo”? – inquiri, curioso, e ela me olhou, virando-se de lado.
— Se eu te contar, me ajuda a convencer ela a fazer um ménage? – Kate indagou, num tom de voz baixo, e eu assenti – Eu... sou apaixonada pela Ana, desde a primeira vez que a vi no colégio.
Aquilo me pegou de surpresa, deixando-me de olhos arregalados e de boca aberta.
— Achei que a Anastasia gostasse de mim, mas é bem óbvio que ela preferi um pau do que uma boceta – Kate disse, sorrindo, meio triste – É... Foi bom enquanto durou o nosso namoro, mas eu queria uma despedida em grande estilo, antes de poder seguir em frente e deixar ela ser feliz com quem a Ana realmente gosta.
— Ela não vai deixar você chegar perto de mim. Não sei para quem a Anastasia puxou esse ciúme todo, mas puxou – comentei rindo, baixo.
— Sem ofensa, tio Delícia, mas meu foco é pegar a sua filha e não o senhor. Eu posso fazer no máximo um oral, mas só se ela deixar, porque tenho amor à minha vida.
— Nem parece, provocando a Anastasia do jeito que você provoca – a lembrei, fazendo a mesma sorrir cinicamente.
— É porque ela fica tão sexy com raiva, que aí eu não resisto.
Nós dois começamos a rir, e logo a porta do banheiro foi aberta e uma Ana enrolada numa toalha, apareceu nos encarando, bem desconfiada.
— A água está gostosa, Princesa? – inquiri e ela assentiu com a cabeça, já se aproximando do divã ao pé da cama, onde estava a sua mala, curvando-se a fim de caçar, eu acho, a sua roupa de dormir.
Então, como se eu fosse banhar também e anunciando isso as duas, me levantei da cama e comecei a me afastar, passando por trás da Anastasia, que ainda estava concentrada na mala. De repente, a abracei por trás, fazendo a mesma se sobressaltar.
— O que o senhor está fazendo? – ela perguntou, quando eu comecei a beijar seu ombro, subindo lentamente para o seu pescoço.
— Te fazendo mudar de ideia – sussurrei no ouvido dela, já mordendo o lóbulo da orelha à medida que eu tirava a toalha, deixando a mesma cair aos pés da Ana.
— Daddy... eu não quero fazer isso – ela falou, gemendo um pouco, pois eu me encontrava acariciando seus seios.
Então, a virei e segurei seu queixo, passando o meu polegar pelo lábio inferior dela.
— Porque você não quer, minha princesa?
— Porque o senhor é só meu.
— E sempre vou ser – garanti a ela.
— Eu não quero ele, Aninha. Só quero relembrar os velhos tempos com você, quando a gente se pegava gostoso na cama – Kate disse, sentada na outra cama, e pelo olhar, a mesma comia visualmente a Ana.
— Não sei não. Você disse que era para eu dividir o meu pai.
— Eu tava te provocando só, porque fica um tesão quando está puta da vida.
Anastasia ainda continuou relutante, então pedi licença à Kate e conduzi a Ana para o banheiro.
— Daddy, eu não vou fazer ménage! – ela exclamou, cruzando os braços, assim que eu fechei a porta.
— Você disse que queria ser a minha submissa naquele dia lá na masmorra, pois bem – murmurei, me aproximando dela, parando a sua frente – Eu, como seu Mestre, estou te ordenando que se entregue a Kate essa noite, para que eu possa assistir vocês duas.
— Mas... – Anastasia tentou falar, mas levantei o dedo indicador, o que a fez se calar.
— Se você for uma boa menina, eu te fodo depois.
Mal falei aquilo e um lampejo de desejo passou pelo olhar dela, fazendo a mesma dar um meio sorriso safado.
— Só eu e o senhor? Bem gostoso e sem a Kate?
— Do jeito que a minha princesa quiser.
— Tudo bem, Daddy – Ana falou e mordeu o canto do lábio inferior, já passando por mim, saindo do banheiro.
Me encaminhei para fora do mesmo, encontrando Anastasia e Kate se beijando, então me sentei na beirada da outra cama para poder assistir.

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