ANASTASIA
Era por volta das dez e meia da noite, quando o taxista nos deixou no local onde seria o show do Maroon 5.
À tarde, um amigo do meu pai tinha ido ao hotel para deixar os nossos ingressos Vips e tanto eu quanto Kate ficamos surpresas e enlouquecidas ao descobrir que os mesmos nos davam acesso ao camarim da banda e aos bastidores.
Todavia, à medida que seguíamos pela recepção do hotel até o táxi, meu pai acabou sussurrando em meu ouvido que ele não queria assistir o show pela lateral do palco e sim de frente, no meio da multidão, porque era mais gostoso, segundo o mesmo informou. Então, após conhecermos pessoalmente a banda e tirarmos várias fotos com eles, chamei Kate para um canto e perguntei se a mesma se incomodaria em assistir o show sozinha, na lateral do palco.
Ela não se importou, pois a mesma se encontrava mais interessada nos membros da banda do que em qualquer outra coisa. Nós então combinamos com a Kate de que quando o show estivesse para terminar, nós dois iríamos retornar para os bastidores, a fim de podermos voltar juntos para o hotel.
De onde estávamos, ficava um pouco distante e assistíamos o show com ajuda de um dos telões, dispostos ao lado do palco. Em compensação, não tinha aquela multidão de gente colada um no outro, sem ter espaço para se mexer ou para dançar, como se encontrava mais à frente de nós.
Meu pai ficou o tempo todo atrás de mim, ora segurando minha cintura, ora abraçando a mesma. Então, quando começou a tocar a música “Animals”, ele me apertou mais em seus braços, colocando meu corpo ao dele e passou a sussurrar o refrão da música em meu ouvido. A letra em si já dava um tesão enorme, mas cantada na voz rouca e sexy do meu pai, me fez molhar a calcinha totalmente. Nem esperei a música terminar, para me virar de frente para ele e o beijar intensamente.
— Essa música me deixou com muito tesão, Daddy. Se desse, eu dava para o senhor aqui mesmo – comentei no ouvido dele e o mesmo logo me olhou com uma cara bem safada.
— Topa ir para o estacionamento e voltar para assistir o resto do show, toda melada de gozo, Princesa? – meu pai murmurou em meu ouvido à medida que apertava minhas nádegas, pressionando mais meu quadril ao dele, me fazendo sentir seu pau meio duro sob sua calça.
— Só se for agora – falei, o encarando, mordendo o canto do meu lábio inferior, de um jeito bem sexy.
Ele me conduziu para a saída do local e eu fiquei um pouco preocupada se iríamos conseguir voltar a entrar, mas meu pai me tranquilizou dizendo que as pulseirinhas que tinham vindo com nossos ingressos, nos dava o privilégio de entrar e sair do local quantas vezes quiséssemos. Fomos para a parte mais afastada e deserta do estacionamento, e a mesma se encontrava parcialmente na penumbra, devido a fonte de luz mais próxima está a no máximo quinze metros de nós.
De um jeito inesperado, fui puxada pela cintura e prensada contra a traseira de um carro, o que me fez dá um risinho travesso. Logo os lábios dele desceram contra os meus e nossas mãos começaram a passear por nossos corpos, arrancando-nos gemidos e rosnados de luxúria. Como se ansiasse loucamente por meu corpo, meu pai desfez o nó da minha jaqueta, amarrada em minha cintura e a repousou sobre o teto do carro. Depois subiu meu vestido até acima do busto, erguendo o sutiã justo.
— Oh, Daddy! – exclamei, num gemido, quando ele se curvou um pouco e abocanhou meu seio, chupando-o de um jeito rude, porém prazeroso.
Meu pai parecia que queria sugar toda a minha essência através do bicos dos meus seios, pois suas chupadas eram tão fortes que ás vezes chegava a doer.
— Daddy, para. Já está ficando difícil para mim ignorar a dor – reclamei, apertando seu cabelo em minha mão, então ele se aprumou e me encarou.
— Desculpe, minha princesa. Não quis te machucar – meu pai disse, ajeitando o sutiã no lugar, cobrindo meus seios, que provavelmente iriam ficar com marcas feias daquelas chupadas nível hard.
— Eu só desculpo, se me deixar te chupar bem gostoso, antes do senhor arrombar minha bocetinha, que está aqui toda melada, pronta para sentir o pau favorito e exclusivo dela – murmurei, mordendo a lateral do queixo dele, que se encontrava liso, pois o mesmo havia tirado a barba que tanto o envelhecia.
— Hum... Quer dizer que o meu pau é exclusivamente seu? – ele indagou em meu ouvido, com a voz rouca, já beijando meu pescoço em seguida.
— Sim, Daddy... Só meu... – gemi e o ouvi sorrir contra a minha pele, antes de me olhar e segurar meu queixo com os dedos.
— Tudo bem, Princesa. Você pode me chupar, mas não me faça gozar em sua boca, pois você vai voltar preenchida de gozo – meu pai falou, cinicamente, dando-me um selinho antes de se desvencilhar de mim.
Ele tirou a jaqueta que estava amarrada na cintura dele e a depositou sobre a minha, já recostando-se ao meu lado. Então me posicionei a sua frente, com um sorriso travesso nos lábios, e quando eu ia me agachar, tive uma ideia melhor. Eu sabia que meu pai estava muito excitado, com o pau mega duro, mas eu iria provocá-lo ainda mais.
O beijei intensamente à medida que eu descia minhas mãos e abria sua calça. Mal enfiei uma das mãos dentro de sua cueca, segurando fortemente seu pau, que ele gemeu contra minha boca, já enfiando a mão em meu cabelo, puxando-o, fazendo com que desgrudássemos nossos lábios.
— Não me provoca, Princesa – meu pai alertou num rosnado e eu sorri, começando a masturbá-lo lentamente por alguns segundos.
Então, tirei minha mão de dentro de sua cueca e subi sua camisa, já beijando o seu tórax definido. À medida que eu ia me agachando a sua frente, ia distribuindo lambidas e beijos pela sua barriga, até chegar em seu pau, que logo tratei de o libertar, abaixando um pouco a calça e a cueca.
Assim como ele havia feito com meus seios, eu o abocanhei, bem sedenta de tesão, e comecei a chupá-lo com força, fazendo meu pai gemer loucamente por apenas alguns segundos, pois o mesmo gozou bem rápido com a intensidade das minhas chupadas. Mal tive tempo de terminar de engolir seu gozo, que ele já estava me puxando para cima, ordenando seriamente que eu tirasse minha calcinha e assim o fiz, colocando-a sobre nossas jaquetas.
De um jeito brusco, meu pai me puxou pela cintura, fazendo-me chocar-se contra seu corpo e o mesmo já foi logo levantando uma das minhas pernas. O som de um tapa ecoou ao nosso redor e minha nádega esquerda passou a arder levemente.
— Você foi uma princesa muito má agora – ele falou, posicionando seu pau na minha entrada, já me penetrando de uma só vez, deixando-me sem ar.
— Sim, Daddy... – gemi, o abraçando, repousando minha cabeça em seu ombro.
— Eu queria poder te foder bem forte até você implorar para eu parar, mas não vou fazer isso, porque eu quero me divertir mais tarde com essa boceta gostosa. Mas pode apostar que quando estiver totalmente sarada, eu vou abrir fissuras novas em você, Princesa.
Apenas sorri, antes de morder o lábio, gemendo contra o ombro dele, à medida que o mesmo segurava minhas nádegas e começava a me foder. Eu sentia minha bocetinha envolvendo o pau dele, apertando-o a todo instante, delirando com a sensação de preenchimento que isso me dava.
Minutos depois, eu comecei a tremer, então meu pai passou a meter um pouco mais força e quando gritei contra seu ombro, gozando intensamente, o mesmo gozou também, misturando nossos gozos dentro de mim, fazendo brotar um sorriso em meus lábios.
Era por volta das dez e meia da noite, quando o taxista nos deixou no local onde seria o show do Maroon 5.
Todavia, à medida que seguíamos pela recepção do hotel até o táxi, meu pai acabou sussurrando em meu ouvido que ele não queria assistir o show pela lateral do palco e sim de frente, no meio da multidão, porque era mais gostoso, segundo o mesmo informou. Então, após conhecermos pessoalmente a banda e tirarmos várias fotos com eles, chamei Kate para um canto e perguntei se a mesma se incomodaria em assistir o show sozinha, na lateral do palco.
Ela não se importou, pois a mesma se encontrava mais interessada nos membros da banda do que em qualquer outra coisa. Nós então combinamos com a Kate de que quando o show estivesse para terminar, nós dois iríamos retornar para os bastidores, a fim de podermos voltar juntos para o hotel.
De onde estávamos, ficava um pouco distante e assistíamos o show com ajuda de um dos telões, dispostos ao lado do palco. Em compensação, não tinha aquela multidão de gente colada um no outro, sem ter espaço para se mexer ou para dançar, como se encontrava mais à frente de nós.
— Essa música me deixou com muito tesão, Daddy. Se desse, eu dava para o senhor aqui mesmo – comentei no ouvido dele e o mesmo logo me olhou com uma cara bem safada.
— Topa ir para o estacionamento e voltar para assistir o resto do show, toda melada de gozo, Princesa? – meu pai murmurou em meu ouvido à medida que apertava minhas nádegas, pressionando mais meu quadril ao dele, me fazendo sentir seu pau meio duro sob sua calça.
— Só se for agora – falei, o encarando, mordendo o canto do meu lábio inferior, de um jeito bem sexy.
Ele me conduziu para a saída do local e eu fiquei um pouco preocupada se iríamos conseguir voltar a entrar, mas meu pai me tranquilizou dizendo que as pulseirinhas que tinham vindo com nossos ingressos, nos dava o privilégio de entrar e sair do local quantas vezes quiséssemos. Fomos para a parte mais afastada e deserta do estacionamento, e a mesma se encontrava parcialmente na penumbra, devido a fonte de luz mais próxima está a no máximo quinze metros de nós.
De um jeito inesperado, fui puxada pela cintura e prensada contra a traseira de um carro, o que me fez dá um risinho travesso. Logo os lábios dele desceram contra os meus e nossas mãos começaram a passear por nossos corpos, arrancando-nos gemidos e rosnados de luxúria. Como se ansiasse loucamente por meu corpo, meu pai desfez o nó da minha jaqueta, amarrada em minha cintura e a repousou sobre o teto do carro. Depois subiu meu vestido até acima do busto, erguendo o sutiã justo.
— Oh, Daddy! – exclamei, num gemido, quando ele se curvou um pouco e abocanhou meu seio, chupando-o de um jeito rude, porém prazeroso.
Meu pai parecia que queria sugar toda a minha essência através do bicos dos meus seios, pois suas chupadas eram tão fortes que ás vezes chegava a doer.
— Daddy, para. Já está ficando difícil para mim ignorar a dor – reclamei, apertando seu cabelo em minha mão, então ele se aprumou e me encarou.
— Desculpe, minha princesa. Não quis te machucar – meu pai disse, ajeitando o sutiã no lugar, cobrindo meus seios, que provavelmente iriam ficar com marcas feias daquelas chupadas nível hard.
— Eu só desculpo, se me deixar te chupar bem gostoso, antes do senhor arrombar minha bocetinha, que está aqui toda melada, pronta para sentir o pau favorito e exclusivo dela – murmurei, mordendo a lateral do queixo dele, que se encontrava liso, pois o mesmo havia tirado a barba que tanto o envelhecia.
— Hum... Quer dizer que o meu pau é exclusivamente seu? – ele indagou em meu ouvido, com a voz rouca, já beijando meu pescoço em seguida.
— Sim, Daddy... Só meu... – gemi e o ouvi sorrir contra a minha pele, antes de me olhar e segurar meu queixo com os dedos.
— Tudo bem, Princesa. Você pode me chupar, mas não me faça gozar em sua boca, pois você vai voltar preenchida de gozo – meu pai falou, cinicamente, dando-me um selinho antes de se desvencilhar de mim.
Ele tirou a jaqueta que estava amarrada na cintura dele e a depositou sobre a minha, já recostando-se ao meu lado. Então me posicionei a sua frente, com um sorriso travesso nos lábios, e quando eu ia me agachar, tive uma ideia melhor. Eu sabia que meu pai estava muito excitado, com o pau mega duro, mas eu iria provocá-lo ainda mais.
O beijei intensamente à medida que eu descia minhas mãos e abria sua calça. Mal enfiei uma das mãos dentro de sua cueca, segurando fortemente seu pau, que ele gemeu contra minha boca, já enfiando a mão em meu cabelo, puxando-o, fazendo com que desgrudássemos nossos lábios.
— Não me provoca, Princesa – meu pai alertou num rosnado e eu sorri, começando a masturbá-lo lentamente por alguns segundos.
Então, tirei minha mão de dentro de sua cueca e subi sua camisa, já beijando o seu tórax definido. À medida que eu ia me agachando a sua frente, ia distribuindo lambidas e beijos pela sua barriga, até chegar em seu pau, que logo tratei de o libertar, abaixando um pouco a calça e a cueca.
Assim como ele havia feito com meus seios, eu o abocanhei, bem sedenta de tesão, e comecei a chupá-lo com força, fazendo meu pai gemer loucamente por apenas alguns segundos, pois o mesmo gozou bem rápido com a intensidade das minhas chupadas. Mal tive tempo de terminar de engolir seu gozo, que ele já estava me puxando para cima, ordenando seriamente que eu tirasse minha calcinha e assim o fiz, colocando-a sobre nossas jaquetas.
De um jeito brusco, meu pai me puxou pela cintura, fazendo-me chocar-se contra seu corpo e o mesmo já foi logo levantando uma das minhas pernas. O som de um tapa ecoou ao nosso redor e minha nádega esquerda passou a arder levemente.
— Você foi uma princesa muito má agora – ele falou, posicionando seu pau na minha entrada, já me penetrando de uma só vez, deixando-me sem ar.
— Sim, Daddy... – gemi, o abraçando, repousando minha cabeça em seu ombro.
— Eu queria poder te foder bem forte até você implorar para eu parar, mas não vou fazer isso, porque eu quero me divertir mais tarde com essa boceta gostosa. Mas pode apostar que quando estiver totalmente sarada, eu vou abrir fissuras novas em você, Princesa.
Apenas sorri, antes de morder o lábio, gemendo contra o ombro dele, à medida que o mesmo segurava minhas nádegas e começava a me foder. Eu sentia minha bocetinha envolvendo o pau dele, apertando-o a todo instante, delirando com a sensação de preenchimento que isso me dava.

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