quinta-feira, 16 de julho de 2020

Daddy Grey - Capítulo 30


ANASTASIA

— Sério, Daddy. Eu nunca vi a Kate ficar desse jeito – comentei, saindo do banheiro, vestida em um baby doll.
Minha amiga estava deitada na outra cama, dormindo, totalmente apagada. A mesma havia bebido horrores na boate, ao ponto do meu pai precisar carregá-la no colo de volta para o nosso quarto.

— Estou um pouco preocupado com ela, Princesa – ele falou à medida que eu apagava as luzes e dava a volta na cama.

— Kate vai ficar bem, Daddy.

Me deitei ao lado dele, aconchegando-me ao seu corpo gostoso. Meu pai logo me abraçou por trás, a fim de podermos dormir de conchinha. Porém, minutos depois, minha mente pervertida se animou com uma ideia inesperada.

— Daddy? – o chamei, num tom de voz baixo.

— O que foi, minha princesa? – ele falou contra minha nuca, fazendo-me arrepiar todinha, em resposta eu comecei a friccionar minha bunda contra o pau dele – Princesa...

— Vamos transar, Daddy? – sussurrei.

— Kate está na cama ao lado, Princesa. De frente para nós, ainda por cima. Ela pode acordar e nos ver.

Olhei para minha amiga, vendo-a ressonar baixinho.

— Ela está apagada, Daddy. Não vai acordar não – garanti e o provoquei mais um pouco com meu quadril.

— Princesa...

— Por favor, Daddy... – implorei, levando minha mão para trás, pegando no pau dele por sobre a calça de dormir, massageando-o um pouco.

Em resposta, sua mão que se encontrava em minha barriga, subiu para os meus seios, apertando-os alternadamente. Sua boca logo se apossou do meu pescoço, fazendo-me gemer.

— Tira a blusa para o seu Daddy, tira – ele rosnou no meu ouvido, então me sentei na cama e tirei a blusinha do meu baby doll, já me deitando novamente na mesma posição de antes, de ladinho.

Agora era a vez do meu pai ficar me provocando, passeando sua mão pelo meu corpo, abaixando o resto do meu baby doll à medida que meu pescoço e ombro eram alvos de seus lábios.
Ele logo ficou passando seu pau contra minha bocetinha, já toda melada de tesão, até que o mesmo se enfiou em mim, começando a me foder bem devagar, arrancando-me vários gemidos.
— Daddy... Seu pau está tão gostoso, mas eu quero mais... – eu gemia, apertando os lençóis.

— Fala o que você quer, minha princesa safadinha. Fala para o seu Daddy, fala? – meu pai rosnou em meu ouvido, mordendo-o em seguida.

— Quero mudar de posição. Quero sentir o senhor todo dentro de mim, Daddy.

Ele então atendeu ao meu pedido e tirou seu pau da minha boceta, já ficando de joelhos sobre a cama, mandando que eu me deitasse de barriga para cima, e assim o fiz. Meu pai deu uma olhada rápida para a cama ao lado, a fim de verificar se Kate ainda dormia, depois ele se posicionou entre minhas pernas.

Pensei que o mesmo fosse já se enfiar novamente em mim, mas o safado ficou esfregando a cabeça do seu pau contra meu clítoris, me masturbando, fazendo com que eu gozasse em questão de poucos minutos.
— Queria ter gozado junto com o senhor – reclamei, à medida que ele se deitava sobre mim, beijando meu pescoço, subindo seus lábios para o meu rosto e minha boca.

— Não se preocupe, Princesa. Você vai gozar junto comigo – meu pai murmurou, sorrindo safadamente.

Ele se ergueu um pouco, posicionando seu pau na minha entrada, descendo em seguida, me penetrando deliciosamente enquanto voltávamos a nos beijar.
— Oh, meu Deus... Está indo tão fundo... Mais fundo, Daddy, mais... – eu implorava entre gemidos, me agarrando à ele, que me fodia bem gostoso.
— Goza comigo, Princesa. Goza junto com seu Daddy, vai! – ele rosnou contra minha orelha, começando a movimentar seu quadril de um jeito novo, fazendo meu clítoris ser friccionado contra ele, me levando à loucura.

— Eu vou...

Nem tive tempo de falar, pois logo soltei um gemido alto à medida que meu corpo estremecia em um novo orgasmo. Abracei meu pai, arranhando-lhe as costas, enquanto o mesmo gemia também e gozava dentro de mim.

— Você é demais, Princesa. Tão gostosa... Daddy te ama muito, sabia? – ele murmurou, segundos depois, olhando-me olho no olho à medida que acariciava minha bochecha.

— Não mais do quanto eu amo você, meu Daddy lindo – falei, sorrindo, antes dos lábios dele descerem sobre os meus.

— Vamos dormir, minha princesa? Acho que já arriscamos até demais a nossa sorte hoje – meu pai comentou olhando para o lado e eu fiz o mesmo.

Encaramos Kate que ainda permanecia dormindo, então sorrimos de um jeito maroto e eu dei um selinho nele, antes do mesmo sair de cima de mim e se sentar ao meu lado, já procurando sua calça de dormir e meu baby doll debaixo do edredom. Tive que levantar da cama, por alguns minutos, a fim de poder me limpar no banheiro. Não me demorei muito ali e logo retornei para os braços do meu Daddy gostoso, onde adormeci.


★ ★ ★ ★ ★


Acordei com o barulho de pessoas conversando, então abri os olhos e me sentei na cama, espreguiçando-me.

— Bom dia, dorminhoca.

Olhei para o lado, em direção a sala de estar e vi Kate sentada à mesa, usando um dos robes atoalhados do banheiro, com os cabelos molhados, sendo servida por meu pai que também usava um robe e pela cor do cabelo, o mesmo se encontrava úmido.

“Será que eles banharam juntos? Será que transaram debaixo do chuveiro para eu não acordar e pegar os dois?” pensei, sentindo uma mistura de aflição e raiva, ao mesmo tempo.

Rapidamente, me levantei da cama e me dirigi até eles.

— Venha tomar café, Princesa.

— Você está com uma cara ótima para quem deveria estar com uma ressaca braba – comentei, parando rente à mesa.

— Tio Delícia me deu hoje cedo um excelente e revigorante remédio – ela disse, piscando para mim e minha boca abriu em choque, encarando meu pai sentado na outra cadeira, tomando seu café.

— Eu não acredito que vocês dois transaram no banheiro.

Meu pai negou na hora, mas Kate começou a rir.

— Relaxa o ciúme aí, Aninha. Não rolou nada entre a gente, ok? Eu não curto coroas não. Esse aqui é todo seu.

— Viu só, Princesa. Senta. Vamos tomar o café da manhã, depois você vai banhar também, para nos arrumamos e darmos uma volta no shopping do hotel. Quero comprar algo descolado para vestir no show de hoje a noite, porque não quero parecer um coroa, né Kate?

Ela riu e olhou para ele à medida que eu me sentava na cadeira.

— O senhor é um coroa gostoso, tio Delícia. Só não faz o meu tipo. Prefiro os novinhos e as novinhas, que tem mais pique na hora do sexo. Sem ofensa, tio Delícia – Kate comentou, fazendo meu pai rir, enquanto a mim, eu só observava os dois, desconfiada.

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