quinta-feira, 16 de julho de 2020

Daddy Grey - Capítulo 28


CHRISTIAN

— Vamos, Princesa! – gritei enquanto colocava nossas malas na varanda para o taxista, que acabara de chegar, poder pegá-las.

Assim que Anastasia desceu e as malas já se encontravam no porta-malas do carro, fui dar uma última verificada na nossa casa, antes de fechá-la e voltar em seguida para o táxi. Logo informei o endereço do meu restaurante ao taxista, para podermos dar uma passada lá antes de irmos para o aeroporto, pois depois daquela reunião no início da semana, eu não havia mais voltado ali para ver como estavam indo as coisas.

Ana adorou o local, principalmente com a nova decoração mais jovem e acolhedora que foi escolhida pela designer de interiores que eu tinha contratado. Ficamos por uns dez minutos, depois seguimos rumo ao aeroporto.

Assim que chegamos, fomos nos informar se o meu jato particular já havia aterrissado e a moça logo me disse que o mesmo tinha acabado de receber permissão para pousar na pista 3 no setor dos hangares, ao qual poderíamos nos conduzir após a verificação de nossos documentos. Dez minutos depois, já nos encontrávamos subindo no jatinho, onde Kate pulou calorosamente em cima da Anastasia, abraçando-a. Em seguida, ela veio me dar um abraço também.

— Obrigado por convencer meu pai, tio Delícia – Kate disse se desvencilhando de mim, e logo notei, alguns passos mais adiante, Ana mirar uma cara feia em nossa direção.

— Não foi nada, Kate – comentei, então ela saiu, indo para perto da Anastasia e eu aproveitei para ir até a cabine, conversar com os pilotos.

Perguntei se poderíamos decolar logo, mas eles me informaram que a torre de controle de tráfego aéreo, só nos daria a autorização para decolarmos após os três aviões comerciais, que estavam programados para chegar, tivessem pousado primeiro.

Pude apenas assentir com a informação passada e ir esperar, sentado em uma das poltronas. Fiquei observando Kate e Ana, sentadas no sofá, conversando sobre o show de amanhã à noite e foi inevitável não pensar nelas duas de uma forma erótica, porém logo desviei esse pensamento e me levantei.

— Estou indo descansar um pouco. Me avisem quando o piloto informar que já podemos decolar, ok?

— Ok, pai – disse Anastasia e Kate só ergueu a mão fazendo o sinal de “Ok”.

Me dirigi até o pequeno quarto aos fundos do avião, encostei a porta e, tirando os sapatos, me joguei na cama. Novamente, a imagem da minha filha e de sua amiga se pegando me veio à mente. E desta vez, me permiti fantasiar um pouco, imaginando como seria assistir as duas transando, mesmo eu sendo um pouco ciumento e meio possessivo. Em meios aqueles pensamentos luxuriosos, eu acabei adormecendo.


★ ★ ★ ★ ★


— Daddy? – escutei uma voz sussurrando perto de mim, então abri os olhos e me virei, vendo Ana sentada na beirada da cama – Já vamos decolar, Daddy.

— Obrigada por vir me avisar, minha princesa – falei pegando uma das suas mãos e beijando o dorso dela – Cadê a Kate?

— Foi flertar com um dos pilotos, só porque eu terminei com ela – Anastasia murmurou, rolando os olhos, fazendo sorrir.

— Como assim você terminou com a Kate, Princesa? – inquiri, me sentando.

— Ah, eu disse que não queria mais ficar de pegação com ela. Que o quê eu tinha de experimentar com garotas, eu já experimentei. Agora eu quero ser totalmente exclusiva do meu Daddy – Ana falou, mordendo o lábio, sorrindo em seguida.

Ela então se inclinou um pouco e me deu um selinho. Entretanto, enfiei minha mão em seu cabelo e a puxei para um beijo mais intenso, que nos fez ficar ofegantes em poucos segundos.

— Assim o senhor vai me fazer querer foder aqui mesmo – ela disse, fazendo uma carinha bem safada, já pegando no meu pau por sobre a calça, apertando-o.
Aquilo me fez ficar louco, mas a contragosto tirei sua mão da minha calça.

— Mesmo eu querendo muito, não podemos, porque a sua amiga está do outro lado da porta, minha princesa.

— A Kate sabe de nós, Daddy. Ela não se importaria de ficar uns minutos sozinha – Anastasia comentou, mordendo o seu lábio novamente.

— Se comporte, Princesa.

— Não, Daddy – ela rebateu sorrindo cinicamente.

E como se tudo estivesse a favor dela, sentimos a pequena inclinação do avião decolando e isso fez com que Ana viesse para cima de mim, fazendo-nos cair sobre o colchão. Ela então aproveitou e começou a me beijar. Me deixei levar, tanto pelo momento quanto pela posição em que nos encontrávamos. Enquanto nos beijávamos, Anastasia se esfregava em mim, pressionando meu pau com seu quadril, deixando ele mais duro e eu mais louco por ela.
Num movimento bem lento, fui mudando nossa posição, fazendo Ana se deitar e eu ficar por cima dela, mas nunca parando de passear minhas mãos pelo seu corpo juvenil e delicioso. Em resposta, ela não parava de mexer o quadril, rebolando ele contra o meu.
— Daddy... me fode... por favor... – Anastasia gemeu em meu ouvido enquanto eu chupava seu pescoço, então levantei o rosto e a encarei.

— Não, Princesa – falei, tentando ser um pouco racional, lembrando que ela estava quase sarada de suas fissuras.

“Eu não posso pôr tudo a perder” pensei, já vendo Ana fazer uma carinha pidona.

— Por favor, Daddy. Eu sei que o nosso trato era só transar amanhã a noite depois do show, mas eu estou cheia, quase explodindo de tesão. Preciso me aliviar um pouco.

— Meu Deus, como uma pessoa pode ter tanto fogo? – indaguei, em tom de zombaria, o que fez ela sorrir.

— Sabe como é, né Daddy? Nós jovens temos um fogo infinito para o sexo. O senhor não sabe o que é isso, porque já é um senhor de idade – Anastasia me provocou cinicamente, então comecei a fazer cócegas nela, que passou a rir, mas logo parei e me deitei sobre seu corpo de novo.
Mal tínhamos voltado a nos beijar quando escutamos uma batida na porta, fazendo nós dois olharmos para a mesma. Comecei a sair de cima da Ana, mas ela me prendeu com as pernas.

— Não, Daddy – a mesma sussurrou bem baixinho e fez um sinal de silêncio.

— Ok, eu entendi o recado, seus tarados – Kate disse, segundos depois, fazendo Anastasia sorrir para mim.

— Prontinho, Daddy. Podemos continuar – ela comentou já me puxando para beijá-la novamente.

Fui me deixando envolver pelos beijos da Ana e quando dei por mim, já me encontrava só de calça com ela sentada no meu colo, totalmente pelada, me empurrando para deitar no colchão.
— Não vou te foder, minha princesa – anunciei e Anastasia fez uma carinha triste então complementei – Mas também não vou te deixar na mão não. Vou te fazer gozar bem gostoso, Princesa.

Pedi para ela sair de cima de mim, então me arrastei até me recostar na cabeceira da cama. Abri as pernas, chamando Ana para vir se sentar no meio delas e ela assim o fez, vindo se aconchegar de costas para mim.

Afastei seu cabelo para o lado, expondo aquele pescoço branquinho ao qual eu logo ataquei, beijando-o e chupando-o à medida que minhas mãos iam para os seus seios dela, massageando-os delicadamente, arrancando pequenos gemidos. Ajeitei melhor Anastasia entre minhas pernas e desci a mão para a sua bocetinha, que já se encontrava toda babada.

— Já está toda meladinha, né minha safada? – rosnei no ouvido dela, que soltou uma espécie de grunhido quando comecei a movimentar meus dedos sobre seu clítoris.

Continuei friccionando meus dedos, bem ali naquele ponto, enquanto que com a outra mão eu apertava, de vez em quando o biquinho do seio dela. Ana até tentava não gemer alto, mas era impossível.
— Daddy... – ela ofegou, mexendo o corpo, tentando escapar dos meus dedos, indicando-me de que a mesma estava quase gozando.

Então a puxei para mais perto e acelerei o movimento, fazendo Anastasia arquear um pouco o corpo e fechar as pernas, prendendo minha mão ali.

— Vou contar as horas para poder comer essa boceta deliciosa – murmurei no seu ouvido e ela se virou um pouco para trás, oferecendo seus lábios para mim.

— E eu vou contar as horas para ser fodida pelo meu Daddy gostoso.

— Princesa, eu estou ao ponto de explodir, preciso gozar...

— Me dá leitinho então, Daddy – Ana sugeriu, meio manhosa, fazendo-me rir.

Assenti ao seu pedido, já mandando a mesma se ajoelhar ao pé da cama. Assim que ela se posicionou, me levantei e parei na frente dela, começando a bater uma punheta. Como eu me encontrava já bastante excitado, logo sentir meu orgasmo se aproximando.

— Abre a boca, Princesa – ordenei e ela abriu, recebendo segundos depois o meu gozo.
— Humm... Que delícia, Daddy – Ana falou como se saboreasse o meu sêmen em sua boca, depois ela se levantou e me abraçou – Obrigada por me fazer gozar bem gostoso e me deixar mais aliviada do meu fogo.

— De nada, minha princesa – murmurei, sorrindo – Vamos?

Anastasia assentiu, então nos arrumamos.

— Da próxima vez, se não me convidarem para participar, eu mesma me auto convido, ouviram? – Kate, que se encontrava deitada no sofá, mexendo no celular, comentou assim que saímos do quarto.

Ana pegou uma almofada e tacou nela, que riu, enquanto a mim, só fiz rir meio sem graça e fui me sentar em uma das poltronas.

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