quinta-feira, 16 de julho de 2020

Daddy Grey - Capítulo 27


ANASTASIA

Assim que chegamos em casa, eu me joguei no sofá da sala de estar, pois me encontrava um pouco cansada por causa do nosso passeio. Pela manhã, fomos para o Fisherman’s Wharf, onde nos encontramos com o grupo e com o guia que ia fazer o passeio juntos conosco.
A excursão começou ali mesmo. Passeamos alguns minutos pelo píer e paramos para tomarmos café da manhã em uma das várias lanchonetes existentes no lugar, onde eu me deliciei com um monstruoso sanduíche de caranguejo que eu nunca tinha comido.
Depois fomos ver o local onde as focas ficavam tomando sol durante o dia e foi muito legal vê-las ali. Logo o guia nos chamou e nos dirigimos até onde alugamos bicicletas para o nosso passeio. Seguimos pedalando pela ciclovia ao longo da costa e nossa primeira parada foi o Fort Mason, que ficava numa pequena colina, onde se dava até para fazer piqueniques no vasto gramado.
Nossa segunda parada foi no Crissy Field, um parque bem bonito, que segundo o guia, os san franciscanos amavam passar os domingos ali. Seguimos então para nossa terceira parada, que foi o Mirante da Ponte Golden Gate, onde paramos para descansar um pouco, beber água, ir ao banheiro e tirar fotos da paisagem.
Eu estava entupindo o meu celular de selfies com o meu pai e fotos dele sozinho, pois assim eu poderia reviver esse momento sempre que quisesse. Finalmente saímos do mirante e começamos a pedalar pela ponte, atravessando-a até o outro lado.

Durante o trajeto, o guia nos fez parar duas vezes, para o caso se alguém quisesse tirar fotos da vista ou descansar um pouco, já que havia algumas pessoas no nosso grupo um pouco sedentárias, incluindo eu mesma. Alguns minutos depois, chegamos ao Mirante de Sausalito, nossa quarta parada do roteiro.
Depois de mais uma leva de fotos, fomos para a cidade de Sausalito e eu dei graças a Deus por ser quase dez minutos pedalando em meio à descidas, pegando muito vento na cara e descansando um pouco as pernas. A cidade era linda, cheia de casas fofas e com uma vista espetacular.
Nossa última parada foi o pequeno Parque Vina Del Mar, que ficava em frente ao estacionamento do terminal de balsas, onde o guia nos informou que deveríamos ir comprar nossos bilhetes, pois voltaríamos para San Francisco de Ferry (balsa).
Como ainda era onze e cinco da manhã e a balsa só sairia às doze e quinze, o guia nos liberou para andarmos pela cidade e exploramos as lojinhas, galerias de artes e restaurantes, que segundo ele, existiam em Sausalito.

Então eu e meu pai fomos passear pela cidade e foi maravilhoso, porque andamos de mãos dadas o tempo todo, mas infelizmente, quando deu meio-dia, retornamos para o ponto de encontro e embarcamos. Durante o percurso da balsa, podemos ver um pouco de perto a tal famosa Ilha de Alcatraz.
Meia horas depois, chegamos ao porto de San Francisco e tivemos que andar até o píer ao lado, onde ficava o Fisherman’s Wharf, para deixarmos as bicicletas e pegar o nosso carro para podermos vir para casa.

— Está com fome? Quer que eu prepare um sanduíche? – escutei meu pai perguntar, então abri os olhos e virei o rosto para o lado, encarando-o.

— Faz uma hora que eu comi aquele mega hambúrguer em Sausalito, Daddy. Comer é a última coisa que eu quero fazer agora – falei abraçando minha barriga, fazendo ele rir e vir até mim, já se agachando ao meu lado.

— Porque você não descansar um pouco, minha princesa? Eu vou arrumar nossas coisas, porque assim que o jatinho chegar com a Kate, a gente só embarca e já vai dormir hoje mesmo em Las Vegas, que tal?

— E que tal a gente fazer coisinhas primeiro, antes de eu ir descansar? – rebati, acariciando seu rosto à medida que eu mordia o canto do lábio, fazendo uma carinha safada que meu pai não resistiu, pois logo capturou minha boca para si.

— Não, Princesa – ele disse segundos depois, se afastando um pouco, já sentando-se sobre as pernas, então virei de lado no sofá, apoiando-me pelo cotovelo.

— Mas porque, Daddy?

Fiz um bico, que o fez ele sorrir e apertar meu lábio com os dedos.

— Porque, como eu disse hoje de manhã cedo, a senhorita não está ainda cem por cento sarada e a cada foda que a gente der, suas fissuras ao invés de se curar, só aumentarão.

— É só meter devagarinho, bem gostosinho – cantarolei e segurei sua camiseta, puxando-o para um beijo – Por favor, Daddy! – exclamei em súplica – Só uma rapidinha... aqui mesmo no sofá... prometo que só peço mais só amanhã a noite, depois do show.

O vi me olhar rindo enquanto eu me sentava, então meu pai se ajeitou entre minhas pernas, ajoelhado, já me puxando pelo quadril, fazendo com que eu ficasse parcialmente deitada no assento. Ele me ordenou que eu tirasse apenas o sutiã e permanecesse só com a regata, e assim o fiz.

Suas mãos foram rapidamente para os meus seios, apertando-os, me fazendo arquear um pouco o corpo, gemendo de tesão, e logo meus mamilos se encontravam durinhos, bem evidentes sob o leve pano da blusa. Descendo suas mãos pela minha barriga, meu pai segurou as laterais do cós da minha legging e a puxou para baixo, juntamente com a calcinha, tirando-as.

Ele então sorriu safadamente e se inclinou sobre mim, já começando a chupar um dos meus seios, puxando o biquinho, fazendo-me gemer de olhos fechados.
— Geme, Princesa. Geme bem alto. Estamos na nossa casa. Você pode até gritar se quiser – ouvi meu pai dizer então me soltei e passei a gemer alto à medida que ele ia intercalando suas chupadas entre um mamilo e o outro.

— Oh, Daddy! – gritei, segundos depois, quando o mesmo mordeu o biquinho de um dos meus seios ao mesmo tempo que apertava o outro entre seus dedos.

Logo ele cessou aquela deliciosa tortura e foi descendo seus lábios ao longo da minha barriga, beijando-a todinha, então meu pai levantou minhas pernas, deixando-me na posição de franguinho assado e caiu de boca na minha bocetinha que estava muito melada.
Em poucos segundos de chupada e eu já me encontrava tremendo na boca dele, gritando em meio à um orgasmo alucinante. Fiquei meio mole pelo gozo, mas eu queria mais, então pedi, de um jeito bem manhoso e sexy, para que o meu pai me comesse bem gostoso e o mesmo logo atendeu ao meu pedido.

O vi abaixar seu short, juntamente com a cueca, e o seu pau saltou, ficando apontado direto para a minha boceta. Meu pai então se inclinou novamente sobre meu corpo, beijando-me, e lentamente foi se enfiando em mim, fazendo-me arfar um pouco contra a sua boca.
Ficamos ali, com ele me fodendo devagarinho e nós dois sussurrando coisas safadas um para o outro, até que meu pai anunciou que estava perto de gozar, então o mesmo intensificou suas estocadas e gozamos juntos, bem gostoso, à medida que nos beijávamos.

— Te amo, Daddy – murmurei com um sorriso bobo nos lábios, abraçando-o, enquanto ele ainda permanecia com o rosto afundado em meu pescoço.

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