quinta-feira, 16 de julho de 2020

Daddy Grey - Capítulo 26


CHRISTIAN

Assim que despertei, percebi dois lindos olhos azuis me encarando fixamente.

— Bom dia, minha Princesa – murmurei, já bocejando em seguida.

— Bom dia, Daddy – ela disse com um sorriso radiante nos lábios – Que bom que o senhor acordou, porque eu já estava pronta para lhe cutucar até que acordasse – Ana comentou, fazendo-me rir.

Era tão bom o clima descontraído que existia entre nós dois, logo pela manhã, que eu iria sentir muita falta dele quando voltássemos para casa. Entretanto, por hora, eu queria apenas curtir cada segundo ao lado da Anastasia, sem pensar no amanhã ou na minha vida em Seattle.

— Ah é? E porque essa pressa toda em me acordar? – inquiri, me fazendo de desentendido, já vendo ela semicerrar os olhos para mim.

— Não vai me dizer que o senhor esqueceu do que íamos fazer hoje de manhã?

— Não me recordo de ter marcado nada para hoje, Princesa – falei, então fiz uma cara pensativa e logo depois uma fingindo que havia me lembrado de algo – Ah, deve ser o nosso roteiro de passeio para hoje, né? Mas ainda são seis da manhã e...

— Daddy! – Ana exclamou, muito emburrada, já se sentando na cama, cruzando os braços e fazendo um bico.

Foi inevitável não me recordar dela, aos quatro anos, quando a mesma, achando que eu tinha esquecido de comprar o seu presente de Natal, cruzou os bracinhos, fez um bico, emburrada, e começou a fazer birra, que acabou resultando na destruição parcial da árvore de Natal.

— Que eu saiba, não estou vendo nada de engraçado – ela resmungou, virando-se, dando-me as costas – Só vejo um idoso com Alzheimer, isso sim.

— Por acaso está me chamando de velho? – perguntei, cutucando-lhe as costelas de leve, fazendo Anastasia se esquivar e me olhar por sobre o ombro, tentando ocultar um sorriso travesso.

— É claro que não... ancião – ela me provocou, então comecei um ataque de cócegas nela, que logo caiu na gargalhada, já implorando segundos depois para que eu parasse.

A puxei para se deitar novamente ao meu lado, fazendo a camisolinha de renda, que Ana havia vestido durante a madrugada, subir até a sua cintura, revelando assim sua nudez inferior. Rapidamente, me apossei de seus lábios, saboreando-os intensamente, à medida que eu terminava de subir o resto da camisola, já deixando à mostra aqueles seios, que logo foram alvos de minha boca sedenta.
— Eu lembro muito bem do que vamos fazer, minha princesa – sussurrei no curto espaço de nossos lábios, quando voltei a beijá-la.

Anastasia sorriu e segurou minha mão, puxando-a para sua boca e chupando meus dedos de um jeito tão sexy, que me deixou duro na hora. Ela conduziu minha mão até a sua bocetinha, que já se encontrava meio melada, então misturando minha saliva ao seu caldinho, comecei a masturbá-la devagar, arrancando-lhe gemidos deliciosos.
— Me fode, Daddy... Por favor... – Ana suplicou em meio a um gemido bem profundo, assim que eu terminei de enfiar um dedo em sua boceta.

— Quer que eu te foda com meu dedo? – perguntei, sussurrando em seu ouvido, lambendo-o em seguida, à medida que eu não parava de massagear seu interior quente e úmido.

— Não, Daddy... Me fode com seu pau... Eu quero me sentir preenchida com ele de novo... Por favor, Daddy... Arromba minha bocetinha, vai... Come ela bem gostoso...

Era impossível não ceder aqueles pedidos, sussurrados em meio a gemidos, principalmente com aqueles olhos cheio de tesão mirados para os meus. Então, me deitei rapidamente, já mandando Anastasia tirar a cueca boxer que eu usava, libertando assim o meu pau que estava mais do que pronto para ser usado por ela.

De tão afoita que se encontrava, Ana nem quis me chupar e já foi logo subindo em cima de mim. A mesma ajeitou meu pau em sua entrada e começou a descer, sentando bem devagar, jogando a cabeça para trás e gemendo bem alto.

— Está doendo? – indaguei, com a voz carregada de desejo, enquanto me sentava e a envolvia em meus braços.

Ela respondeu balançando a cabeça em negativa, antes de segurar meu rosto entre suas mãos e me beijar, à medida que começava a cavalgar sobre meu colo.
— Oh, Daddy... – Anastasia gemeu, jogando a cabeça um pouco para trás, então aproveitei para abocanhar um dos seus seios, lambendo-o e chupando-o, arrancando mais gemidos dela.
Minutos depois, a sentir se contrair em volta do meu pau, mastigando-o freneticamente como se quisesse arrancá-lo com sua própria boceta. Logo ela começou a se tremer, fincando suas unhas em minha pele, arranhando-me a costa de cima a baixo, enquanto gozava.

Me inclinei para trás, deitando-me novamente, trazendo Ana comigo. Ela então ficou distribuindo beijos em meu pescoço à medida que sua respiração, meio ofegante pelo orgasmo sofrido, se acalmava um pouco mais.

— Minha princesa... – murmurei após alguns segundos, tocando no rosto de Anastasia, acariciando sua bochecha, fazendo ela sorrir.

Então enfiei minha mão em seu cabelo, puxando-a para mais um beijo e a mesma logo voltou a cavalgar sobre mim, entrelaçando nossas mãos.
— Vai, Daddy... Goza dentro da sua Princesa... Vai, meu Daddy tesudo... Enche minha bocetinha de porra... – Ana ofegou em meu ouvido, provocando-me ainda mais.

— Princesa... – rosnei segundos depois, apertando fortemente suas nádegas, já explodindo em gozo, preenchendo todo o seu interior.

Ficamos deitados ali por um bom tempo, ainda conectados, até que comentei que precisávamos levantar para poder irmos nos arrumar, pois logo daria a hora de nos encontrarmos, tanto com o guia quanto com o grupo de passeio ao qual eu tinha marcado dias atrás.

Anastasia resmungou um pouco, pedindo para ficarmos o dia todo em casa, aproveitando, mas a lembrei de que não deveríamos ficar forçando muito, pois ela não estava ainda cem por cento recuperada, então Ana se deu por vencida e levantou-se, vindo já banhar junto comigo.


★ ★ ★ ★ ★


Após o banho, começamos a vestir nossas roupas de academia e eu me encontrava pronto para colocar a camisa quando senti um beijo em minha costa.

— O que foi, Princesa? – inquiri, virando-me de frente para ela.

— Nada, Daddy. Eu só estava dando um beijinho onde lhe arranhei para poder sarar mais rápido.

Não pude deixar de sorrir daquilo, dando-lhe um selinho rápido, antes de colocar a camisa e pegar a carteira, o celular e as chaves do carro.
— Pronta?

— Prontíssima, Daddy! – Anastasia exclamou muito empolgada, já saindo do quarto, sendo seguida por mim.

Nenhum comentário:

Postar um comentário