ANASTASIA
— Então, Daddy... Eu queria conversar sobre uma coisa com o senhor – falei enquanto começávamos a nos saborear com uma travessa de sorvete, que meu pai havia pedido para nós dois comermos juntos.
— Diga, minha princesa.
— Nesse sábado agora, vai ter um show do Maroon 5 em Las Vegas e eu e a Kate queríamos ir, porque adoramos essa banda, sabe?
— Sei... – ele murmurou, olhando-me meio desconfiado – E vocês duas querem saber se eu posso emprestar o jatinho para vocês irem, é isso?
— Não, não. O pai da Kate não quer deixar ela ir, então eu estava pensando se o senhor não poderia falar com ele. Tipo, convencer o Sr. Kavanagh a deixar a Kate vir para cá e daqui eu e ela poderíamos ir para o show... com o senhor nos supervisionando, é claro – falei, fazendo logo em seguida um bico e uma carinha de pidona.
Meu pai ficou me encarando por alguns segundos, então ele empurrou a travessa de sorvete para mais perto de mim e pegou o seu celular, já fazendo uma ligação. Logo percebi que o mesmo se encontrava conversando com o pai da Kate, o que me deixou mega empolgada, principalmente à medida que eu ouvia o desenrolar da conversa.
— Pronto, Princesa. Kate tem permissão para ir ao show com você e comigo – ele informou, assim que o mesmo encerrou a ligação.
— Obrigada, Daddy – agradeci sorrindo, de um jeito calmo, mas por dentro eu queria mesmo era pular em cima dele e beijá-lo milhares de vezes por ele ter feito aquilo por mim.
Comecei a conversar com a Kate enquanto meu pai fazia uma nova ligação, acho que provavelmente seria para o cara que pilotava o jatinho dele. Depois de alguns minutos, ele me mandou informar à Kate, que horas era para ela está pronta, pois um dos motoristas lá de casa iria buscá-la e levá-la para o aeroporto.
— Vocês já tem os ingressos?
— A Kate disse que sim. Porque, Daddy?
— Peça para ela vendar os dela que eu vou conseguir passes Vips para nós.
Parei de comer o sorvete, abrindo a boca em choque e logo franzi o cenho.
— Como o senhor vai conseguir isso?
— Tenho meus contatos, Princesa. Agora me dá um pouquinho desse sorvete antes que a senhorita coma tudo – ele disse sorrindo, já puxando a travessa para perto dele.
Depois que saímos da sorveteria, fomos para o carro e eu pensei que iríamos fazer nossas compras e ir para casa, mas meu pai me levou até o Twin Peaks, uma colina com a vista mais incrível que se podia ter de San Francisco.
Nos encostamos na grade, meu pai me abraçando por trás, e ficamos ali no mirante admirando o lindo pôr do sol.
— Poderíamos ficar aqui para sempre, né Daddy? – murmurei.
— Eu não me importaria de morar aqui com você, minha princesa. Só nós dois.
Ao ouvir aquilo, eu me senti muito feliz, tanto que provavelmente fiquei com um sorriso bobo nos lábios. Permanecemos no mirante por quase uma hora, depois voltamos para o centro da cidade e passamos em um supermercado, antes de nos dirigirmos para casa.
Após o jantar, nós ficamos conversando no quintal, sentados num banco perto da fogueira, envoltos em uma manta. Falamos de tudo um pouco, relembramos alguns episódios constrangedores da minha infância, mas que nos proporcionaram ótimas risadas naquela noite.
Quando o tempo esfriou um pouco mais, adentramos a casa e nos preparamos para dormir. Coloquei apenas uma confortável lingerie florida, com a calcinha parecendo um shortinho. Depois deitei na cama e esperei meu pai se deitar, para eu poder me aconchegar à ele.
Me encontrava com a cabeça apoiada no seu peito, brincando com o braço dele, à medida que eu sentia sua mão acariciar meu ombro, mas logo a mesma desceu, tocando a lateral da minha cintura, me fazendo arrepiar e sentir meus mamilos se enrijecerem por sob o pano do sutiã.
— Daddy? – o chamei, já erguendo um pouco o rosto para olhá-lo.
— O que foi, minha princesa? – ele inquiriu, encarando-me com um sorriso.
— Eu estava aqui pensando no que a mamãe me disse antes de sairmos da mansão...
— Sobre?
— Sobre eu querer tirar o senhor dela...
— Princesa, nós já conversamos sobre isso. Não precisa se preocupar – meu pai disse, interrompendo-me.
— Eu sei, Daddy. Mas nós precisamos conversar de novo, porque agora está diferente.
— Como assim está diferente? – ele me questionou, franzindo o cenho, porém notei um sutil sorriso em seus lábios.
— Eu nunca tive essa intenção de tirar o senhor da mamãe, quando comecei a desejá-lo, a querer transar com o senhor. Apenas queria uma experiência sexual nova com alguém muito experiente – murmurei, já me sentando na cama, virando de frente para o meu pai, que permaneceu ainda deitado, me olhando – Mas esses dias aqui em San Francisco, eu comecei a gostar do senhor de um jeito diferente. Eu sinto que não é mais um amor fraternal e sim algo mais. O senhor sente isso ou... eu que estou vendo coisa onde não existe?
O vi sorrir e erguer sua mão, tocando em meu rosto, afastando para o lado o meu cabelo, que se encontrava cobrindo metade da minha face.
— Você não está vendo coisa, Princesa. Eu também sinto que isso aqui se tornou algo a mais, porém eu acho melhor não deixarmos nos levar por esse amor que está crescendo entre a gente e ficarmos apenas no campo do desejo e da paixão, porque esses dois passa com o tempo, já o amor não.
— Entendi, Daddy – falei, já levando minhas mãos para trás, abrindo o fecho do sutiã – Então... se eu lhe pedisse para me foder bem gostoso agora, o senhor recusaria? – indaguei bem sexy, deixando o sutiã cair em meu colo, revelando meus seios com os mamilos bem durinhos.
Vi meu pai me encarar com um sorriso safado, antes do mesmo se erguer, aproximando nossos rostos.
— Claro que não, minha princesa. Mas infelizmente você ainda não está recuperada.
Ao ouvir aquilo, fiz um bico e uma carinha pidona, fazendo ele rir e enfiar sua mão em meu cabelo, puxando-me para um beijo, que só me fez ficar mais louca ainda de tesão.
— Por favor, Daddy... – gemi no pequeno espaço dos nossos lábios.
— Você não sabe o quanto eu estou louco, querendo enfiar nessa sua bocetinha gostosa e apertadinha, Princesa. Mas por enquanto teremos que nos contentar apenas com a masturbação.
— Tudo bem. Mas amanhã, vamos tentar um pouco de penetração, Daddy? – perguntei e meu pai ficou hesitante – Pode ser bem devagar, como se fosse a minha primeira vez. Promete que a gente vai tentar? Por favorzinho, Daddyzinho...
Ele riu, mas o vi assentir com a cabeça.
— Eu prometo, minha princesa. Agora vem cá, vem...
Nos beijamos novamente e meu pai me puxou para voltarmos a deitar, fazendo-me ficar por cima dele. Logo comecei a sentir o seu pau se endurecer sob mim, à medida que ele apertava minha bunda bem forte, me fazendo gemer entre nossas bocas.
Ele então puxou minha calcinha para baixo e desceu um tapa em uma das minhas nádegas, pegando-me de surpresa, o que me fez dar um gritinho. Com a desculpa de “Para não ficar vermelha só de um lado”, meu pai deu outro tapa, agora no lado esquerdo e eu acabei remexendo o quadril contra o seu pau, proporcionando prazer à ele.
Me sai de cima do meu pai e terminei de tirar a calcinha, ajudando-o a se despir em seguida. Depois, me deitei ao seu lado, passando minha perna sobre a dele e comecei a masturbá-lo enquanto o mesmo atacava o meu pescoço, fazendo com que eu apertasse às vezes o seu pau.
— Isso, Princesa... – ele gemia numa espécie de rosnado.
Então, parei de masturbá-lo e fui para cima do meu pai, beijando seu pescoço, subindo para sua boca, à medida que eu movimentava meu quadril para frente e para trás, fazendo fricção contra o pau dele, entre nossos corpos.
— Tá gostoso, Daddy? – indaguei, ofegante, em seu ouvido.
— Sim, Princesa – ele gemeu, apertando minha bunda.
— E que tal assim?
Ergui meu tronco, ficando sentada sobre o quadril dele, deixando seu pau bem no meio dos lábios da minha bocetinha, que logo passei a movimentá-la, masturbando nós dois ao mesmo tempo.
Meu orgasmo veio primeiro, melando mais ainda o pau do meu pai, que começou a rosnar mais forte, apertando minha coxa, então afastei um pouco para trás e comecei a punhetá-lo rapidamente, fazendo o mesmo gozar em segundos, melando tanto sua barriga quanto a minha mão.
Fiquei ali, sorrindo, ainda masturbando-o, só que bem lentamente enquanto o via ofegar de olhos fechados.
— Não vejo a hora para chegar amanhã – comentei saindo de cima dele, já lambendo sua barriga, limpando-o totalmente.
Depois dei um beijinho no alto da cabeça do seu pau, fazendo meu pai rir, antes de me deitar ao seu lado de novo, aconchegando-me em seu corpo, sendo logo abraçada por ele.
— Boa noite, Princesa.
— Boa noite, Daddy – sussurrei, sorrindo, já fechando meus olhos.
— Então, Daddy... Eu queria conversar sobre uma coisa com o senhor – falei enquanto começávamos a nos saborear com uma travessa de sorvete, que meu pai havia pedido para nós dois comermos juntos.
— Nesse sábado agora, vai ter um show do Maroon 5 em Las Vegas e eu e a Kate queríamos ir, porque adoramos essa banda, sabe?
— Sei... – ele murmurou, olhando-me meio desconfiado – E vocês duas querem saber se eu posso emprestar o jatinho para vocês irem, é isso?
— Não, não. O pai da Kate não quer deixar ela ir, então eu estava pensando se o senhor não poderia falar com ele. Tipo, convencer o Sr. Kavanagh a deixar a Kate vir para cá e daqui eu e ela poderíamos ir para o show... com o senhor nos supervisionando, é claro – falei, fazendo logo em seguida um bico e uma carinha de pidona.
Meu pai ficou me encarando por alguns segundos, então ele empurrou a travessa de sorvete para mais perto de mim e pegou o seu celular, já fazendo uma ligação. Logo percebi que o mesmo se encontrava conversando com o pai da Kate, o que me deixou mega empolgada, principalmente à medida que eu ouvia o desenrolar da conversa.
— Pronto, Princesa. Kate tem permissão para ir ao show com você e comigo – ele informou, assim que o mesmo encerrou a ligação.
— Obrigada, Daddy – agradeci sorrindo, de um jeito calmo, mas por dentro eu queria mesmo era pular em cima dele e beijá-lo milhares de vezes por ele ter feito aquilo por mim.
Comecei a conversar com a Kate enquanto meu pai fazia uma nova ligação, acho que provavelmente seria para o cara que pilotava o jatinho dele. Depois de alguns minutos, ele me mandou informar à Kate, que horas era para ela está pronta, pois um dos motoristas lá de casa iria buscá-la e levá-la para o aeroporto.
— Vocês já tem os ingressos?
— A Kate disse que sim. Porque, Daddy?
— Peça para ela vendar os dela que eu vou conseguir passes Vips para nós.
Parei de comer o sorvete, abrindo a boca em choque e logo franzi o cenho.
— Como o senhor vai conseguir isso?
— Tenho meus contatos, Princesa. Agora me dá um pouquinho desse sorvete antes que a senhorita coma tudo – ele disse sorrindo, já puxando a travessa para perto dele.
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Depois que saímos da sorveteria, fomos para o carro e eu pensei que iríamos fazer nossas compras e ir para casa, mas meu pai me levou até o Twin Peaks, uma colina com a vista mais incrível que se podia ter de San Francisco.
— Poderíamos ficar aqui para sempre, né Daddy? – murmurei.
— Eu não me importaria de morar aqui com você, minha princesa. Só nós dois.
Ao ouvir aquilo, eu me senti muito feliz, tanto que provavelmente fiquei com um sorriso bobo nos lábios. Permanecemos no mirante por quase uma hora, depois voltamos para o centro da cidade e passamos em um supermercado, antes de nos dirigirmos para casa.
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Após o jantar, nós ficamos conversando no quintal, sentados num banco perto da fogueira, envoltos em uma manta. Falamos de tudo um pouco, relembramos alguns episódios constrangedores da minha infância, mas que nos proporcionaram ótimas risadas naquela noite.
Quando o tempo esfriou um pouco mais, adentramos a casa e nos preparamos para dormir. Coloquei apenas uma confortável lingerie florida, com a calcinha parecendo um shortinho. Depois deitei na cama e esperei meu pai se deitar, para eu poder me aconchegar à ele.
Me encontrava com a cabeça apoiada no seu peito, brincando com o braço dele, à medida que eu sentia sua mão acariciar meu ombro, mas logo a mesma desceu, tocando a lateral da minha cintura, me fazendo arrepiar e sentir meus mamilos se enrijecerem por sob o pano do sutiã.
— O que foi, minha princesa? – ele inquiriu, encarando-me com um sorriso.
— Eu estava aqui pensando no que a mamãe me disse antes de sairmos da mansão...
— Sobre?
— Sobre eu querer tirar o senhor dela...
— Princesa, nós já conversamos sobre isso. Não precisa se preocupar – meu pai disse, interrompendo-me.
— Eu sei, Daddy. Mas nós precisamos conversar de novo, porque agora está diferente.
— Como assim está diferente? – ele me questionou, franzindo o cenho, porém notei um sutil sorriso em seus lábios.
— Eu nunca tive essa intenção de tirar o senhor da mamãe, quando comecei a desejá-lo, a querer transar com o senhor. Apenas queria uma experiência sexual nova com alguém muito experiente – murmurei, já me sentando na cama, virando de frente para o meu pai, que permaneceu ainda deitado, me olhando – Mas esses dias aqui em San Francisco, eu comecei a gostar do senhor de um jeito diferente. Eu sinto que não é mais um amor fraternal e sim algo mais. O senhor sente isso ou... eu que estou vendo coisa onde não existe?
O vi sorrir e erguer sua mão, tocando em meu rosto, afastando para o lado o meu cabelo, que se encontrava cobrindo metade da minha face.
— Você não está vendo coisa, Princesa. Eu também sinto que isso aqui se tornou algo a mais, porém eu acho melhor não deixarmos nos levar por esse amor que está crescendo entre a gente e ficarmos apenas no campo do desejo e da paixão, porque esses dois passa com o tempo, já o amor não.
— Entendi, Daddy – falei, já levando minhas mãos para trás, abrindo o fecho do sutiã – Então... se eu lhe pedisse para me foder bem gostoso agora, o senhor recusaria? – indaguei bem sexy, deixando o sutiã cair em meu colo, revelando meus seios com os mamilos bem durinhos.
Vi meu pai me encarar com um sorriso safado, antes do mesmo se erguer, aproximando nossos rostos.
— Claro que não, minha princesa. Mas infelizmente você ainda não está recuperada.
Ao ouvir aquilo, fiz um bico e uma carinha pidona, fazendo ele rir e enfiar sua mão em meu cabelo, puxando-me para um beijo, que só me fez ficar mais louca ainda de tesão.
— Por favor, Daddy... – gemi no pequeno espaço dos nossos lábios.
— Você não sabe o quanto eu estou louco, querendo enfiar nessa sua bocetinha gostosa e apertadinha, Princesa. Mas por enquanto teremos que nos contentar apenas com a masturbação.
— Tudo bem. Mas amanhã, vamos tentar um pouco de penetração, Daddy? – perguntei e meu pai ficou hesitante – Pode ser bem devagar, como se fosse a minha primeira vez. Promete que a gente vai tentar? Por favorzinho, Daddyzinho...
Ele riu, mas o vi assentir com a cabeça.
— Eu prometo, minha princesa. Agora vem cá, vem...
Nos beijamos novamente e meu pai me puxou para voltarmos a deitar, fazendo-me ficar por cima dele. Logo comecei a sentir o seu pau se endurecer sob mim, à medida que ele apertava minha bunda bem forte, me fazendo gemer entre nossas bocas.
Me sai de cima do meu pai e terminei de tirar a calcinha, ajudando-o a se despir em seguida. Depois, me deitei ao seu lado, passando minha perna sobre a dele e comecei a masturbá-lo enquanto o mesmo atacava o meu pescoço, fazendo com que eu apertasse às vezes o seu pau.
Então, parei de masturbá-lo e fui para cima do meu pai, beijando seu pescoço, subindo para sua boca, à medida que eu movimentava meu quadril para frente e para trás, fazendo fricção contra o pau dele, entre nossos corpos.
— Sim, Princesa – ele gemeu, apertando minha bunda.
— E que tal assim?
Ergui meu tronco, ficando sentada sobre o quadril dele, deixando seu pau bem no meio dos lábios da minha bocetinha, que logo passei a movimentá-la, masturbando nós dois ao mesmo tempo.
— Não vejo a hora para chegar amanhã – comentei saindo de cima dele, já lambendo sua barriga, limpando-o totalmente.
Depois dei um beijinho no alto da cabeça do seu pau, fazendo meu pai rir, antes de me deitar ao seu lado de novo, aconchegando-me em seu corpo, sendo logo abraçada por ele.
— Boa noite, Princesa.
— Boa noite, Daddy – sussurrei, sorrindo, já fechando meus olhos.

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