ANASTASIA
Não demoramos muito no shopping, pois meu pai queria que eu descansasse, para que de tardezinha nós pudéssemos ir tomar sorvete, então voltamos para o hotel, com o porta-malas do carro lotado de sacolas e mais duas malas novas para guardar tudo aquilo. Eu não me encontrava cansada, nem nada do tipo, mas foi só eu cair na cama que minutos depois apaguei totalmente, acordando horas mais tarde, com meu pai me chamando para levantar.
— Vamos, sua dorminhoca. Vá tomar um banho e se trocar para sairmos – ele disse enquanto eu me espreguiçava sentada na cama, mas logo notei que nossas malas já se encontravam prontas em um dos cantos do quarto.
— Nós já vamos voltar, Daddy? – indaguei meio triste.
— Não, minha princesa. nós vamos para nossa casa que eu comprei agora a tarde – meu pai murmurou e eu franzi logo o cenho, sem entender nada do que o mesmo falava – Enquanto você dormia que nem uma linda pedrinha, resolvi procurar em alguns sites, uma casa para passarmos o resto da nossa viagem e eventualmente ser um lugar para ficarmos sempre que viermos para San Francisco, só nós dois.
Eu simplesmente não estava acreditando naquilo.
— É sério, Daddy? – inquiri, com um mega sorriso no rosto, já saindo da cama e indo até ele, o abraçando forte à medida que o mesmo concordava com a cabeça – Mas vamos agora? Assim tão rápido? A casa já está mobiliada?
— Sim, Princesa. Eu fiz questão de achar uma casa já com mobílias e bem decorada. E como ela só ficava há vinte minutos daqui, eu fui ver pessoalmente e tenho certeza que você vai adorar ela, mas se quiser redecorar a casa ao seu gosto, você pode, minha princesa.
Fiquei tão feliz que soltei a cintura dele e o enlacei pelo pescoço, beijando-o bem intensamente.
— Te amo, Daddy! E eu fiquei muito feliz que vamos ter um lugarzinho só nosso aqui.
— Será o nosso refúgio. Agora vai tomar banho e se trocar enquanto eu fecho a nossa conta.
Assenti e lhe dei um selinho antes de sair correndo para o banheiro.
Depois de um banho mega rápido, voltei para o quarto tirei uma roupa e um calçado da minha mala e me arrumei. Não demorou muito para que o cara das bagagens viesse buscar nossas malas, então nós deixarmos o quarto, juntamente com o rapaz.
Adentrei o táxi que meu pai havia chamado e fiquei esperando por ele enquanto o mesmo se encontrava na recepção do hotel, terminando de acertar os últimos detalhes sobre o pagamento da conta.
— Prontinho, Princesa. Vamos embora – meu pai disse ao se sentar ao meu lado no banco, já passando seu braço em volta dos meus ombros, fazendo-me recostar à ele.
— Para onde, senhor?
— Bernal Heights, Avenida Precita, número 264.
Assim que chegamos no tal lugar que meu pai havia falado ao taxista, eu logo me apaixonei pela fachada casa. Era simplesmente linda e perfeita.
— Princesa, eu vou aproveitar o táxi e ir até a uma locadora de carros para eu poder alugar um para nós – ele me informou assim que o mesmo depositou, com ajuda do motorista, nossas malas na sala de estar – É bem rápido, eu prometo.
— Tudo bem, Daddy. Eu consigo ficar bem, sozinha por um tempo.
Meu pai então segurou meu rosto entre suas mãos e me beijou na boca. Fiquei meio em choque no momento, porque o taxista ainda estava ali esperando por ele.
— Aqui não precisamos fingir, Princesa – meu pai sussurrou me dando mais um beijo, porém mais curto que o primeiro, depois se dirigiu para a varanda da frente, juntamente com o motorista, orientando-me a trancar a porta assim que eles saíssem.
Mal fiquei sozinha na casa e já fui explorá-la de cima a baixo. Ela era bem pequena, porém bem espaçosa e possuía dois quartos no andar de cima. Um que a janela dava para a rua e outro que a janela ficava para os fundos. Acabei escolhendo o quarto dos fundos, principalmente, porque eu havia amado o quintal da casa.
Após levar as malas para o nosso novo quarto, desci e me joguei no sofá da sala, mexendo no celular enquanto esperava o meu pai retornar. Acabei vendo que tinha várias mensagens não lidas da Kate, então fui colocar o nosso papo em dia.
Logo que comecei a ler o que ela havia me mandado, lembrei que tinha esquecido de perguntar para o meu pai se ele poderia ajudar a convencer o pai da Kate em liberá-la para que nós duas pudéssemos ir ao show do Maroon 5 em Las Vegas neste sábado.
Todavia, eu mandei para ela um “Meu pai vai mandar o seu te liberar. Então arrume uma mini-mala e aguarde uma mensagem minha informando a hora para você ir para o aeroporto para pegar o jatinho e vir para cá”. Kate surtou na hora e começou a me mandar vários áudios, gritando em comemoração.
Eu estava escutando um deles, quando meu pai chegou buzinando. Então me despedi rapidamente dela e enfiei o celular na minha bolsinha, já saindo até a varanda da casa, vendo meu pai se aproximar, subindo os degraus da escada.
— E aí, minha princesa? Gostou da casa? – ele me perguntou à medida que me enlaçava a cintura, trazendo-me para mais perto de seu corpo.
— Eu amei, Daddy. Ah, eu coloquei nossas malas no quarto que dá para os fundos.
— Tudo bem, Princesa. Agora vai para o carro, que eu vou fechar a casa para a gente visitar outras casas.
— O senhor vai comprar mais casas? – inquiri, franzindo o cenho, e ele riu.
— Não, não. Vamos visitar umas casas que são bem famosas aqui na cidade, Princesa. E de lá podemos ir em alguma sorveteria e também temos que passar no supermercado, para comprarmos alguma comida para fazermos no jantar.
Assenti com a cabeça, então nos desvencilhamos e eu desci a escada, me dirigindo e adentrando o BMW azul, estacionado na frente da porta da garagem da casa.
Meu pai logo apareceu adentrando o veículo, já colocando-o em movimento. O lugar onde ele me levou foi um parque chamado Alamo Square, que ficava em frente às famosas Painted Ladies, que eram umas casinhas no estilo eduardiano, um dos símbolos da cidade de San Francisco.
Ficamos pouco tempo ali, tirando fotos, pois o tempo, de uma hora para outra, começou a fechar, resultando em uma torrencial chuva. Acabamos indo para uma sorveteria, nas proximidades do parque, a fim de esperar a chuva passar para podermos ir embora.
Não demoramos muito no shopping, pois meu pai queria que eu descansasse, para que de tardezinha nós pudéssemos ir tomar sorvete, então voltamos para o hotel, com o porta-malas do carro lotado de sacolas e mais duas malas novas para guardar tudo aquilo. Eu não me encontrava cansada, nem nada do tipo, mas foi só eu cair na cama que minutos depois apaguei totalmente, acordando horas mais tarde, com meu pai me chamando para levantar.
— Vamos, sua dorminhoca. Vá tomar um banho e se trocar para sairmos – ele disse enquanto eu me espreguiçava sentada na cama, mas logo notei que nossas malas já se encontravam prontas em um dos cantos do quarto.
— Nós já vamos voltar, Daddy? – indaguei meio triste.
— Não, minha princesa. nós vamos para nossa casa que eu comprei agora a tarde – meu pai murmurou e eu franzi logo o cenho, sem entender nada do que o mesmo falava – Enquanto você dormia que nem uma linda pedrinha, resolvi procurar em alguns sites, uma casa para passarmos o resto da nossa viagem e eventualmente ser um lugar para ficarmos sempre que viermos para San Francisco, só nós dois.
Eu simplesmente não estava acreditando naquilo.
— É sério, Daddy? – inquiri, com um mega sorriso no rosto, já saindo da cama e indo até ele, o abraçando forte à medida que o mesmo concordava com a cabeça – Mas vamos agora? Assim tão rápido? A casa já está mobiliada?
— Sim, Princesa. Eu fiz questão de achar uma casa já com mobílias e bem decorada. E como ela só ficava há vinte minutos daqui, eu fui ver pessoalmente e tenho certeza que você vai adorar ela, mas se quiser redecorar a casa ao seu gosto, você pode, minha princesa.
Fiquei tão feliz que soltei a cintura dele e o enlacei pelo pescoço, beijando-o bem intensamente.
— Te amo, Daddy! E eu fiquei muito feliz que vamos ter um lugarzinho só nosso aqui.
— Será o nosso refúgio. Agora vai tomar banho e se trocar enquanto eu fecho a nossa conta.
Assenti e lhe dei um selinho antes de sair correndo para o banheiro.
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Depois de um banho mega rápido, voltei para o quarto tirei uma roupa e um calçado da minha mala e me arrumei. Não demorou muito para que o cara das bagagens viesse buscar nossas malas, então nós deixarmos o quarto, juntamente com o rapaz.
— Prontinho, Princesa. Vamos embora – meu pai disse ao se sentar ao meu lado no banco, já passando seu braço em volta dos meus ombros, fazendo-me recostar à ele.
— Para onde, senhor?
— Bernal Heights, Avenida Precita, número 264.
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Assim que chegamos no tal lugar que meu pai havia falado ao taxista, eu logo me apaixonei pela fachada casa. Era simplesmente linda e perfeita.
Meu pai então segurou meu rosto entre suas mãos e me beijou na boca. Fiquei meio em choque no momento, porque o taxista ainda estava ali esperando por ele.
— Aqui não precisamos fingir, Princesa – meu pai sussurrou me dando mais um beijo, porém mais curto que o primeiro, depois se dirigiu para a varanda da frente, juntamente com o motorista, orientando-me a trancar a porta assim que eles saíssem.
Mal fiquei sozinha na casa e já fui explorá-la de cima a baixo. Ela era bem pequena, porém bem espaçosa e possuía dois quartos no andar de cima. Um que a janela dava para a rua e outro que a janela ficava para os fundos. Acabei escolhendo o quarto dos fundos, principalmente, porque eu havia amado o quintal da casa.
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Após levar as malas para o nosso novo quarto, desci e me joguei no sofá da sala, mexendo no celular enquanto esperava o meu pai retornar. Acabei vendo que tinha várias mensagens não lidas da Kate, então fui colocar o nosso papo em dia.
Logo que comecei a ler o que ela havia me mandado, lembrei que tinha esquecido de perguntar para o meu pai se ele poderia ajudar a convencer o pai da Kate em liberá-la para que nós duas pudéssemos ir ao show do Maroon 5 em Las Vegas neste sábado.
Todavia, eu mandei para ela um “Meu pai vai mandar o seu te liberar. Então arrume uma mini-mala e aguarde uma mensagem minha informando a hora para você ir para o aeroporto para pegar o jatinho e vir para cá”. Kate surtou na hora e começou a me mandar vários áudios, gritando em comemoração.
Eu estava escutando um deles, quando meu pai chegou buzinando. Então me despedi rapidamente dela e enfiei o celular na minha bolsinha, já saindo até a varanda da casa, vendo meu pai se aproximar, subindo os degraus da escada.
— E aí, minha princesa? Gostou da casa? – ele me perguntou à medida que me enlaçava a cintura, trazendo-me para mais perto de seu corpo.
— Eu amei, Daddy. Ah, eu coloquei nossas malas no quarto que dá para os fundos.
— Tudo bem, Princesa. Agora vai para o carro, que eu vou fechar a casa para a gente visitar outras casas.
— O senhor vai comprar mais casas? – inquiri, franzindo o cenho, e ele riu.
— Não, não. Vamos visitar umas casas que são bem famosas aqui na cidade, Princesa. E de lá podemos ir em alguma sorveteria e também temos que passar no supermercado, para comprarmos alguma comida para fazermos no jantar.
Assenti com a cabeça, então nos desvencilhamos e eu desci a escada, me dirigindo e adentrando o BMW azul, estacionado na frente da porta da garagem da casa.

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