ANASTASIA
— Você me desobedeceu, não foi? – escutei meu pai dizer, segundos depois, empurrando um pouco o meu quadril para frente, já saindo de dentro de mim, deixando-me apenas com aquela sensação de vazio.
— Desculpe, Daddy.
— Nada de desculpas, mocinha. Você queria ser castigada, não era? – ele rosnou em meu ouvido.
— Não, Daddy... – arfei em dor quando o mesmo apertou o bico de um dos meus seios – Mas eu não consegui me controlar... Eu precisava gozar... – murmurei respirando um pouco aliviada quando meu pai soltou o meu seio.
— Então você precisava gozar, era? Pois agora o seu castigo vai ser gozar até não aguentar mais.
Eu não sabia se vibrava de alegria ou se ficava com medo de ter vários orgasmos em uma só noite, mas nem tive muita chance de pensar sobre isso, pois ele logo me conduziu para o sofá da salinha da suíte, já me fazendo deitar ali.
Meu pai então ergueu minhas pernas e se sentou, puxando e ajeitando posteriormente o meu quadril em cima de uma de suas coxas. Lentamente, ele alisou minhas pernas enquanto me observava ofegar, à medida que sua mão se aproximava cada vez mais da minha bocetinha.
Quando as pontas dos dedos dele tocaram em meu clitóris, me fizeram estremecer, ainda mais quando o mesmo socou, sem aviso prévio de carícias, dois dedos em mim. Enquanto meu pai fodia minha boceta com força, usando a palma da mão para friccionar o meu clitóris no processo, eu deitei, gemendo bem alto.
A sensação que sentia era que a qualquer momento eu iria explodir. Então, ele se inclinou, atacando um dos meus seios, chupando-o de uma forma bruta que me deixou completamente louca. Logo, comecei a tremer, gozando intensamente em seus dedos que não paravam de entrar e sair de mim.
— Daddy! – gritei em meio ao meu orgasmo, então ele subitamente parou de mover seus dedos, mas não os tirou de mim.
Eu fiquei ali alguns poucos segundos, amolecida e muito ofegante. Porém, logo voltei a abri os meus olhos, resmungando baixinho, quando meu pai novamente passou a mexer os seus dedos. Ele não parava de meter e parecia bem concentrado, pois não tirava os olhos da minha bocetinha.
Quando mais uma vez senti o meu orgasmo se aproximar, levantei um pouco a parte superior do meu corpo e puxei o rosto dele para um beijo, já gemendo em sua boca à medida que eu explodia em um gozo alucinante, tremendo incontrolavelmente.
Ainda me encontrava fora de mim, quando meu pai ajeitou-me sobre o assento do sofá e se deitou sobre mim, já enfiando seu pau gostoso em minha boceta, fazendo-me soltar um gritinho inesperado de dor.
Ele se apoiou em um dos mãos, erguendo-se um pouco e começou a me foder sem pena, mesmo eu murmurando para o mesmo ir mais devagar, tanto porque estava sentindo minha bocetinha doer, ou melhor, arder, quanto que sua pele friccionava o meu clitóris durante o vai e vêm que o seu corpo fazia.
Logo me esqueci da ardência incômoda, quando meu pai acelerou suas investidas, indo mais fundo em mim, e consequentemente estimulando cada vez mais o meu clitóris mega sensível. Segundos depois, segurei o seu braço, ficando minhas unhas ali, sentindo mais uma onda de tremor se aproximar violentamente, fazendo-me gritar.
Gozei, jogando minha cabeça para trás, mas ele não parou. Meu pai continuou me fodendo ferozmente, fazendo assim o meu orgasmo se prolongar ainda mais. Comecei a chorar, implorando para ele gozar logo também, então o mesmo explodiu dentro de mim, me preenchendo toda.
Acabei perdendo os sentidos, de exaustão, por ter tido vários orgasmos, mas logo recobrei a consciência e notei que me encontrava sendo tirada do sofá. Meu pai me pegou no colo, carregando-me para o quarto, já me repousando sobre a cama macia e aconchegante.
— Pronta para o 2º round, Princesa? – escutei ele perguntar e eu abri os olhos, o encarando e negando rapidamente com a cabeça.
— Já chega, Daddy. Por favor. Não aguento mais gozar hoje – supliquei à medida que eu o via subir na cama e se deitar sobre mim.
— Ainda vai flertar com mais alguma mulher na minha frente? – meu pai inquiriu bem sério, acariciando o meu rosto.
— Não, Daddy.
— Ainda vai pensar em alguma boceta? – ele indagou, chupando o meu pescoço.
— Não, Daddy. Eu só quero o seu pau agora. Não agora, neste exato momento. Eu só vou pensar no seu pau a partir de hoje. Era isso que eu quis dizer – falei apressada, com medo dele achar que eu quisesse foder de novo.
Meu pai então deu um sorriso e me beijou de um jeito muito carinhoso, que eu retribui ternamente também.
— Vamos dormir, minha princesa?
— Estou precisando mesmo – comentei sorrindo enquanto ele se deitava ao meu lado.
Ficamos deitados, um de frente para o outro. Eu fazendo um cafuné na cabeça do meu pai e ele fazendo um carinho na minha costa, retribuindo às vezes o meu cafuné com um em minha cabeça.
Não falávamos nada, apenas ficamos nos encarando nos olhos, sentindo as carícias um do outro, até que pegamos no sono.
CHRISTIAN
Acordei assustado com um grito, ou algo do tipo, então me sentei na cama, ainda meio sonolento e percebi que Anastasia não se encontrava ali. De repente, escutei o que parecia ser um choro abafado, que me fez logo levantar e chamar pela Ana.
— Daddy... – a escutei choramingar e assim que abri a porta do banheiro, a encontrei escorada, meio de lado, contra a parede perto da pia, toda encolhida.
— Princesa, o que houve? – indaguei apreensivo, pois nunca tinha visto ela chorar daquele jeito.
— Me ajuda, por favor... Tá doendo muito...
— Me diz o que você tem, meu amor – pedi, me agachando perto dela, pegando seu rosto entre as minhas mãos.
— Eu vim fazer xixi... e ardeu muito... – ela disse entre soluços, foi quando notei que Anastasia segurava uma toalhinha entre as suas pernas.
— Ardeu quando o xixi estava saindo, é isso?
— Não... Toda minha bocetinha... tá ardendo... Faz isso parar... Por favor...
— Vem, minha princesa. Eu vou dar uma olhada nela.
A abracei, fazendo a mesma se levantar e andar de volta para o quarto. Fiz com que Ana deitasse e apoiasse os pés na beirada da cama, então tirei a toalhinha que ela ainda segurava ali e comecei a examinar. A boceta dela estava muito vermelha e inchada, que me preocupou um pouco. De repente, vi um filete de sangue escorrer de sua entradinha.
— Ai ai... – Anastasia gemeu de dor quando, usando meus dedos, afastei os lábios para ver melhor.
— Você está com cortes muito inflamados ao redor da entrada da sua vagina, Princesa. Por isso que ardeu quando você foi fazer xixi – informei, pegando a toalhinha.
Fui até o banheiro, molhei o pano, espremi para tirar o excesso da água e retornei o quarto, já me ajoelhando novamente para poder limpá-la. Com extremo cuidado, comecei a pressionar levemente a ponta da toalha na entradinha dela, que chorou e pediu para eu parar, então para amenizar um pouco a dor, passei a assoprar toda vez que tirava a toalha.
— Eu deveria ter escutado a médica – ouvi ela comentar assim que eu terminei de limpá-la.
— E o que foi que a Dra. Greene disse? – inquiri, bem sério.
— Que eu e o meu “namorado” não fizéssemos sexo por uma semana para não piorar as tais fissuras que ela disse que eu tinha na vagina.
Puxei o ar profundamente, passando a mão no cabelo, várias vezes enquanto andava de um lado para o outro, tentando me acalmar e não berrar com a Anastasia. Porém, a encarei com o olhar de reprimenda e a mesma entendeu muito bem o recado, se desculpando em seguida, já pedindo que eu não ficasse bravo com ela.
Então, liguei para a recepção do hotel e pedi além do café da manhã no quarto, que eles mandassem um balde com gelo, com a desculpa de que a minha filha havia amanhecido um pouco febril e que eu iria fazer compressas geladas em seu rosto para abaixar a eventualmente febre. Também aproveitei e aluguei um dos carros que o hotel locava para os hóspedes.
— Eu vou atrás de uma farmácia e comprar algo para você tomar e passar – disse à medida que eu ia vestindo uma roupa – O café da manhã vai demorar um pouco, então fique deitada, entendeu?
— Ainda quero fazer xixi, Daddy, mas estou com muito medo.
— É só mijar de bunda pra cima.
— Quê? – ela inquiriu, já rindo.
— Ou pressiona a toalhinha contra a boceta e vai fazendo xixi aos poucos para o pano servir de absorvente e ir absorvendo o xixi antes do mesmo escorrer por toda a boceta – falei, terminando de me calçar – Eu já volto, Princesa.
Dei um beijo em sua testa, antes de pegar minha carteira e sair do quarto.
— Você me desobedeceu, não foi? – escutei meu pai dizer, segundos depois, empurrando um pouco o meu quadril para frente, já saindo de dentro de mim, deixando-me apenas com aquela sensação de vazio.
— Desculpe, Daddy.
— Nada de desculpas, mocinha. Você queria ser castigada, não era? – ele rosnou em meu ouvido.
— Não, Daddy... – arfei em dor quando o mesmo apertou o bico de um dos meus seios – Mas eu não consegui me controlar... Eu precisava gozar... – murmurei respirando um pouco aliviada quando meu pai soltou o meu seio.
— Então você precisava gozar, era? Pois agora o seu castigo vai ser gozar até não aguentar mais.
Eu não sabia se vibrava de alegria ou se ficava com medo de ter vários orgasmos em uma só noite, mas nem tive muita chance de pensar sobre isso, pois ele logo me conduziu para o sofá da salinha da suíte, já me fazendo deitar ali.
Meu pai então ergueu minhas pernas e se sentou, puxando e ajeitando posteriormente o meu quadril em cima de uma de suas coxas. Lentamente, ele alisou minhas pernas enquanto me observava ofegar, à medida que sua mão se aproximava cada vez mais da minha bocetinha.
Quando as pontas dos dedos dele tocaram em meu clitóris, me fizeram estremecer, ainda mais quando o mesmo socou, sem aviso prévio de carícias, dois dedos em mim. Enquanto meu pai fodia minha boceta com força, usando a palma da mão para friccionar o meu clitóris no processo, eu deitei, gemendo bem alto.
A sensação que sentia era que a qualquer momento eu iria explodir. Então, ele se inclinou, atacando um dos meus seios, chupando-o de uma forma bruta que me deixou completamente louca. Logo, comecei a tremer, gozando intensamente em seus dedos que não paravam de entrar e sair de mim.
Eu fiquei ali alguns poucos segundos, amolecida e muito ofegante. Porém, logo voltei a abri os meus olhos, resmungando baixinho, quando meu pai novamente passou a mexer os seus dedos. Ele não parava de meter e parecia bem concentrado, pois não tirava os olhos da minha bocetinha.
Quando mais uma vez senti o meu orgasmo se aproximar, levantei um pouco a parte superior do meu corpo e puxei o rosto dele para um beijo, já gemendo em sua boca à medida que eu explodia em um gozo alucinante, tremendo incontrolavelmente.
Ele se apoiou em um dos mãos, erguendo-se um pouco e começou a me foder sem pena, mesmo eu murmurando para o mesmo ir mais devagar, tanto porque estava sentindo minha bocetinha doer, ou melhor, arder, quanto que sua pele friccionava o meu clitóris durante o vai e vêm que o seu corpo fazia.
Logo me esqueci da ardência incômoda, quando meu pai acelerou suas investidas, indo mais fundo em mim, e consequentemente estimulando cada vez mais o meu clitóris mega sensível. Segundos depois, segurei o seu braço, ficando minhas unhas ali, sentindo mais uma onda de tremor se aproximar violentamente, fazendo-me gritar.
Acabei perdendo os sentidos, de exaustão, por ter tido vários orgasmos, mas logo recobrei a consciência e notei que me encontrava sendo tirada do sofá. Meu pai me pegou no colo, carregando-me para o quarto, já me repousando sobre a cama macia e aconchegante.
— Pronta para o 2º round, Princesa? – escutei ele perguntar e eu abri os olhos, o encarando e negando rapidamente com a cabeça.
— Já chega, Daddy. Por favor. Não aguento mais gozar hoje – supliquei à medida que eu o via subir na cama e se deitar sobre mim.
— Ainda vai flertar com mais alguma mulher na minha frente? – meu pai inquiriu bem sério, acariciando o meu rosto.
— Não, Daddy.
— Ainda vai pensar em alguma boceta? – ele indagou, chupando o meu pescoço.
— Não, Daddy. Eu só quero o seu pau agora. Não agora, neste exato momento. Eu só vou pensar no seu pau a partir de hoje. Era isso que eu quis dizer – falei apressada, com medo dele achar que eu quisesse foder de novo.
Meu pai então deu um sorriso e me beijou de um jeito muito carinhoso, que eu retribui ternamente também.
— Vamos dormir, minha princesa?
— Estou precisando mesmo – comentei sorrindo enquanto ele se deitava ao meu lado.
Ficamos deitados, um de frente para o outro. Eu fazendo um cafuné na cabeça do meu pai e ele fazendo um carinho na minha costa, retribuindo às vezes o meu cafuné com um em minha cabeça.
CHRISTIAN
Acordei assustado com um grito, ou algo do tipo, então me sentei na cama, ainda meio sonolento e percebi que Anastasia não se encontrava ali. De repente, escutei o que parecia ser um choro abafado, que me fez logo levantar e chamar pela Ana.
— Daddy... – a escutei choramingar e assim que abri a porta do banheiro, a encontrei escorada, meio de lado, contra a parede perto da pia, toda encolhida.
— Princesa, o que houve? – indaguei apreensivo, pois nunca tinha visto ela chorar daquele jeito.
— Me ajuda, por favor... Tá doendo muito...
— Me diz o que você tem, meu amor – pedi, me agachando perto dela, pegando seu rosto entre as minhas mãos.
— Eu vim fazer xixi... e ardeu muito... – ela disse entre soluços, foi quando notei que Anastasia segurava uma toalhinha entre as suas pernas.
— Ardeu quando o xixi estava saindo, é isso?
— Não... Toda minha bocetinha... tá ardendo... Faz isso parar... Por favor...
— Vem, minha princesa. Eu vou dar uma olhada nela.
A abracei, fazendo a mesma se levantar e andar de volta para o quarto. Fiz com que Ana deitasse e apoiasse os pés na beirada da cama, então tirei a toalhinha que ela ainda segurava ali e comecei a examinar. A boceta dela estava muito vermelha e inchada, que me preocupou um pouco. De repente, vi um filete de sangue escorrer de sua entradinha.
— Ai ai... – Anastasia gemeu de dor quando, usando meus dedos, afastei os lábios para ver melhor.
— Você está com cortes muito inflamados ao redor da entrada da sua vagina, Princesa. Por isso que ardeu quando você foi fazer xixi – informei, pegando a toalhinha.
Fui até o banheiro, molhei o pano, espremi para tirar o excesso da água e retornei o quarto, já me ajoelhando novamente para poder limpá-la. Com extremo cuidado, comecei a pressionar levemente a ponta da toalha na entradinha dela, que chorou e pediu para eu parar, então para amenizar um pouco a dor, passei a assoprar toda vez que tirava a toalha.
— Eu deveria ter escutado a médica – ouvi ela comentar assim que eu terminei de limpá-la.
— E o que foi que a Dra. Greene disse? – inquiri, bem sério.
— Que eu e o meu “namorado” não fizéssemos sexo por uma semana para não piorar as tais fissuras que ela disse que eu tinha na vagina.
Puxei o ar profundamente, passando a mão no cabelo, várias vezes enquanto andava de um lado para o outro, tentando me acalmar e não berrar com a Anastasia. Porém, a encarei com o olhar de reprimenda e a mesma entendeu muito bem o recado, se desculpando em seguida, já pedindo que eu não ficasse bravo com ela.
Então, liguei para a recepção do hotel e pedi além do café da manhã no quarto, que eles mandassem um balde com gelo, com a desculpa de que a minha filha havia amanhecido um pouco febril e que eu iria fazer compressas geladas em seu rosto para abaixar a eventualmente febre. Também aproveitei e aluguei um dos carros que o hotel locava para os hóspedes.
— Eu vou atrás de uma farmácia e comprar algo para você tomar e passar – disse à medida que eu ia vestindo uma roupa – O café da manhã vai demorar um pouco, então fique deitada, entendeu?
— Ainda quero fazer xixi, Daddy, mas estou com muito medo.
— É só mijar de bunda pra cima.
— Quê? – ela inquiriu, já rindo.
— Ou pressiona a toalhinha contra a boceta e vai fazendo xixi aos poucos para o pano servir de absorvente e ir absorvendo o xixi antes do mesmo escorrer por toda a boceta – falei, terminando de me calçar – Eu já volto, Princesa.
Dei um beijo em sua testa, antes de pegar minha carteira e sair do quarto.

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