quinta-feira, 16 de julho de 2020

Daddy Grey - Capítulo 20


CHRISTIAN

Estava saindo do banheiro quando um cara se aproximou de mim e disse que o meu zíper se encontrava aberto. Mesmo sabendo que eu havia fechado ele, olhei para baixo e verifiquei.

— Está fechado.

— Então abri aí para mim chupar um pouco – o cara disse, piscando para mim.

“Ah, não! Eu mereço!” pensei rolando os olhos.

Comecei a andar e ele ficou me seguindo, até que não aguentei mais e me virei muito puto da vida.

— Eu já disse para você cair fora, porra!

— Eu gosto de porra e a sua deve ser maravilhosa, seu tesudo.

“Ah, vá tomar no seu cu!” só pensei enquanto eu me afastava rapidamente, pois se eu dissesse em voz alta era capaz dele rebater com outra cantada escrota.

Mal passei pela pista de dança e vi Anastasia escorada contra uma das colunas que sustentavam o piso superior, em cima do bar. Ela conversava, ou melhor, flertava claramente com uma mulher que se encontrava quase a prensando contra a coluna à medida que as mãos de Ana seguravam a cintura dela. Aquilo me fez ficar ainda mais puto da vida, então me aproximei a passos rápidos.

— Você não é danoninho, mas eu adoraria enfiar minha língua em você, pequena – ouvi a mulher dizer e Anastasia dar um risinho.

— E você não é um biscoito, mas eu quero lamber o seu recheio.

— Você não vai lamber o recheio de ninguém! – exclamei parando ao lado delas, já puxando a Ana pelo braço – Vamos embora dessa merda aqui.

— Ai meu braço, Daddy – ela resmungou enquanto eu a arrastava para a entrada da boate, então soltei o seu braço, mas segurei sua mão bem firme.

Assim que saímos daquele lugar, a conduzi pela calçada, atento ao trânsito a fim de avistar logo algum táxi.

— Porque o senhor está tão bravo desse jeito? – Anastasia perguntou, então parei subitamente, encarando-a.

— É sério que você me perguntou isso? – indaguei, emburrado, e ela fez cara de desentendida – Estou possesso de raiva porque, primeiro, você me trouxe em uma balada gay onde eu fui cantado três vezes. Agora me diz. Eu tenho cara de viado, por acaso? Não. E, segundo, porque você estava flertando descaradamente com aquela mulher. Fez isso só para me provocar, não foi? – inquiri e mesmo Ana negando com a cabeça, eu vi um sutil sorriso em seus lábios – Ah você fez sim, pois agora vai ter que lidar com um Daddy bem furioso.

— Vai me dar uma surra de pau? – ouvi ela me perguntar com uma certa excitação no seu tom voz enquanto eu acenava para um táxi que se aproximava.

— Pode apostar que eu vou. Você está precisando de uma surra dessa para se decidir de uma vez por todas o que quer da vida. E acredite que depois dessa noite, você nunca mais vai pensar em nenhuma boceta.

A vi dar um risinho quando a mesma passou por mim, entrando no táxi. Apenas falei para o motorista o nome do hotel onde estávamos hospedados e me recostei ao banco.





ANASTASIA

Meu pai veio o caminho todo de cara fechada e calado, mas mal entramos na nossa suíte, ele já me empurrou contra a porta, me prensando ali mesmo. Tentei beijá-lo, mas meu pai prendeu minhas mãos atrás da minha costa e com a outra mão livre, segurou fortemente o meu queixo.

— Você está proibida de me tocar e me beijar – ele disse bem sério, antes de sua boca descer sobre o meu pescoço, maltratando-o com chupões, fazendo-me arfar descompassadamente e minha bocetinha piscar em luxúria – Apenas eu vou poder beijar você – meu pai sussurrou com seu hálito quente e incendiário em meu ouvido, depositando em seguida um beijo em minha bochecha – Apenas eu vou poder tocar em você – o mesmo murmurou, me fazendo sentir segundos depois, sua mão bem firme em minha boceta – Já está toda melada, não é sua safada?

— O senhor me deixa assim... Me beija, Daddy, por favor... – implorei em meio a um gemido profundo quando ele mordeu o lóbulo da minha orelha, lambendo a mesma em seguida.

Todavia, meu pai não me beijou e sim me soltou, afastando-se de mim.

— Tire sua roupa – ele ordenou, de um jeito tão me mandão que isso me deixou mais excitada ainda.

Fiz o que meu pai me mandou, sempre o encarando safadamente à medida que mordia o cantinho do meu lábio inferior, pois eu sabia que isso o deixava muito louco de tesão. E o resultado não foi outro do que ele diminuindo a nossa distância, já me beijando ferozmente, enfiando sua mão entre meus cabelos e o puxando com força.

Ele se encontrava tão excitado quanto eu e até pensei que o mesmo iria me foder ali mesmo, sem tirar sua própria roupa, mas meu pai se afastou de novo e ordenou que eu erguesse uma das minhas pernas e ficasse exposta para ele. Novamente, fiz o que me havia sido mandado à medida que o observava tirar sua roupa e sapatos.

Meu pai então se aproximou, ajoelhando-se a minha frente enquanto me mandava subir um pouco mais a minha perna. Mas foi impossível ficar naquela posição quando ele desceu um tapa na minha bocetinha.

— Sobe essa perna – meu pai ordenou bem sério, batendo em minha coxa.

Levantei novamente minha perna, me recostando um pouco na porta e logo senti ele massageando minha boceta, fazendo-me gemer alto. Ele não me penetrou com seus dedos em momento algum, mas começou a intercalar entre massagear o meu clitóris e dar forte tapas em cima da minha bocetinha, que babava ainda mais.
— Daddy, me fode... – gemi não aguentando mais aquela tortura dele.

Meu pai se levantou, já me virando de frente para a parede.

— Eu vou te foder tanto que você não vai conseguir sair da cama essa semana. Vou deixar essa boceta bem arrombadinha de tanto que vou comer ela. Você vai implorar para eu parar e eu vou continuar te fodendo até eu me cansar de comer ela – ele rosnava em meu ouvido à medida que pincelava seu pau, mega duro, em minha bocetinha.

— Duvido, Daddy. O senhor não vai aguentar dar duas seguidas. Logo logo vai precisar tomar o azulzinho – o provoquei, já recebendo um tapa bem forte em uma das minhas nádegas, fazendo-me morder o lábio.

— Está me chamando de velho, sua safada? – ele inquiriu com raiva, dando-me outro tapa na minha bunda, mais forte ainda que o anterior, quando eu confirmei com a cabeça – Pois vou mostrar o velho a você.

Só senti meu pai posicionando seu pau na minha entrada, segundos antes de se enfiar em mim de uma só vez, arrancando-me um gritinho, à medida que começava a me foder.
— Oh, Daddy! – gritei, quando ele passou a me comer ferozmente, socando ainda mais forte seu pau em minha boceta.
Porém, quando eu me encontrava perto de gozar, o mesmo se saiu de dentro de mim, me fazendo resmungar contrariada e receber mais tapas em minhas nádegas, que agora já deveria está bem vermelhas, pois eu sentia uma certa ardência a cada tapa recebido.

— Você só vai gozar quando eu mandar – meu pai exclamou, puxando meu corpo de encontro ao dele, segurando minhas mãos a minha frente, para eu não poder tocá-lo – E se gozar sem a minha permissão, vai ganhar um castigo.

— Ah é? – indaguei, em tom de zombaria, então ele se virou, ainda abraçado a mim e se recostou na porta, soltando-me apenas para guiar seu pau para dentro novamente da minha bocetinha e segurar minha cintura.

Meu pai parecia um animal no cio, me fodia tão avidamente que chegava a rosnar em vez de gemer. Eu não consegui me segurar por muito tempo e acabei gozando intensamente.
Minhas pernas vacilaram enquanto meu corpo estremecia sem parar, então meu pai me segurou pela cintura, abraçando-me por trás, deixando que eu me recostasse ao corpo dele.

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