CHRISTIAN
Anastasia se encontrava super sexy naquele vestido que ela escolhera, mas eu tinha a leve impressão de que a mesma havia feito aquilo de propósito, para me deixar como estou agora, louco de tesão por ela, fazendo o impossível para não ficar duro na frente das pessoas enquanto saiamos do hotel e adentrávamos no táxi.
Assim que o carro começou a andar, Ana se aproximou mais de mim, acomodando-se melhor ao meu lado, fazendo com que eu passasse meu braço direito por sobre os ombros dela, trazendo consequentemente a mesma para mais perto, deixando seu corpo se recostar parcialmente sobre o meu peito.
Parecíamos até um casal de namorados sentados daquele jeito. De mãos entrelaçadas, com Ana acariciando minha perna e eu o seu braço, com nossas outras mãos livres. Então, afastei o seu cabelo e aproximei minha boca de seu ouvido, praticamente colando ela ali.
— Se eu dissesse que não estou pensando em te comer agora mesmo, estaria mentindo, minha princesa – sussurrei, fazendo Anastasia morder o lábio e virar o rosto para mim.
Com um sorriso travesso nos lábios, ela se esticou um pouco, fazendo-me virar a cabeça para escutar o que a mesma queria me dizer.
— E se eu dissesse que ainda estou com o plug enfiado no meu cuzinho e não estou usando nenhuma lingerie por baixo desse vestido. O que o meu Daddy faria a respeito?
A encarei bastante assustado. E levei alguns segundos para eu me recompor daquelas informações. Então, encostei minha boca novamente em seu ouvido.
— Não me faça perder o controle, Princesa, senão vou acabar te fodendo aqui mesmo – rosnei, mordendo sua orelha em seguida.
— Até que não seria uma má ideia – ela sussurrou de volta com um sorrisinho cínico, fazendo-me sorrir e negar sutilmente com a cabeça.
— Mas tarde, quando voltarmos ao hotel, eu vou te saciar, minha taradinha. Mas agora não dá para fazermos nada, então vamos nos controlar, por favor – pedi, já segurando a mão dela que subia pela parte interna da minha coxa.
Anastasia assentiu, meio frustrada, voltando com a mão para perto do meu joelho, à medida que eu beijava sua têmpora.
Quinze minutos depois, o motorista parou em frente a uma boate chamada Lemon Lab, onde havia dois seguranças na entrada e uma pequena fila ao qual logo fomos nos postar. A nossa frente se encontrava um travesti, que eu havia achado que era uma mulher, mas assim que paramos, percebi que era um cara usando peruca, maquiagem e roupas femininas.
— Que tipo de balada é essa, Princesa? – sussurrei no ouvido da Ana, que sorriu para mim.
— É uma balada LGBTQIA+.
— LGBT o quê? – inquiri confuso.
De repente, o cara a nossa frente se virou me encarando.
— LGBTQIA+. Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Transgêneros, Queer, Intersexuais e Assexuais. O sinal de + representa os Simpatizantes e qualquer pessoa que não esteja incluída dentro das iniciais. Entendeu, seu gostoso? Ou vou ter que te dar uma aulinha extra ali no cantinho escuro.
“Oi?”
Fiquei meio sem ação com aquela situação inusitada enquanto Anastasia parecia está se divertindo muito com tudo aquilo, então pigarreei e me aprumei, numa postura de macho.
— Desculpe, senhor...
— Senhorita, seu gostoso. Ou pode me chamar de Trisha ou do que quiser.
— Eu gosto de mulher – informei, rodeando a cintura da Ana com o meu braço, puxando-a para perto de mim – E já tenho uma bem gostosa aqui do meu lado, né amor?
Encarei Anastasia e ela me deu um selinho.
— Desculpe, gata. Mas esse boy aqui é meu – Ana disse para o cara que mandou ela ficar de olho em mim lá dentro da boate, pois até o fim da noite a mesma poderia me perder.
Quando chegamos na portaria, fiquei um pouco surpreso ao descobrir que minha filha andava com uma identidade falsa, ao qual constava que ela possuía vinte e dois anos. Vestida com suas roupas normais, até eu notaria a fraude da identidade, mas com Anastasia vestida do jeito que se encontrava, ela se passava facilmente por uma adulta. Assim que adentramos, Ana ficou mega animada e eu meio que me senti um velho naquela atmosfera vibrante e dançante daquela boate.
— Vamos até o bar tomar uns drinques? – ela perguntou em meu ouvido, em um tom de voz mais elevado devido ao som ambiente.
— Você não pode beber – murmurei perto de sua orelha e Anastasia sorriu.
— Minha identidade diz que eu posso.
Ela então saiu me puxando por entre as pessoas e assim que paramos ao balcão, já foi logo perguntando para um dos barmans, qual era o drinque mais forte que eles faziam ali.
— Temos o Long Island Iced Tea, que é a mistura de várias bebidas com...
— Pode ser esse mesmo, gato – Ana falou o interrompendo e dando descaradamente uma piscadinha para o cara, que sorriu de volta – Dois Long Island Iced Tea, por favor.
Quando o barman se afastou, agarrei a cintura de Anastasia, puxando-a para mais perto de mim e aproximei minha boca do seu ouvido.
— O que acha que está fazendo?
— Tentando fazer o senhor curtir a noite com um bom drinque.
— Não estou me referindo as bebidas com um teor elevadíssimo de álcool, e sim, ao seu flerte descarado com o barman.
Ela me encarou por alguns segundos antes de tentar ocultar um sorriso, em vão, que surgia em seus lábios.
— Não sei do que o senhor está falando, Daddy.
Ana teve a audácia de se fazer de desentendida para mim.
— Você piscou para ele e ainda o chamou de “Gato” – ressaltei a observando com os olhos semicerrados e a mesma deu de ombros.
— Mas ele é mesmo um gato, vou mentir para quê?
Eu ia rebater, mas o barman se aproximou, nos entregando os drinques, ainda cheio de sorrisos em direção a minha filha que sorria de volta, fazendo-me ficar com muito ciúme.
Ficamos um pouco perto do bar, tanto para eu poder ficar de olho quando a Anastasia fosse comprar mais drinques quanto para mostrar ao barman que ela era minha. O lugar estava um pouco lotado e as pessoas não paravam de dançar, se beijar e se pegar ao som de um DJ todo vestido de rosa.
Ana, que eu abraçava à minha frente, não parava quieta, ficava toda hora se esfregando em mim, pressionando sua bunda contra o meu quadril enquanto ouvimos a música e bebíamos. Aquilo, consequentemente, não deu outra do que meu pau ficar extremamente duro e sufocado contra a calça e a cueca.
— Depois do drinque vamos dançar? – perguntei em seu ouvido e ela me olhou por sobre o ombro.
— E porque não vamos agora, Daddy? – ela inquiriu se virando para mim, já sorvendo de uma só vez a sua bebida – O senhor não vai beber? – Anastasia me questionou, mas nem esperou por minha resposta e tomou o drinque da minha mão, bebendo-o tudo rapidamente, fazendo-me ficar surpreso com aquilo.
Depois ela foi até o bar para deixar os copos e voltou sorrindo, já me puxando pela mão, conduzindo-me para o centro da pista de dança. Ficamos dançando por alguns minutos, com nossas mãos bobas, nos acariciando em meio as pessoas, quando Ana perguntou se ela poderia tirar o plug, porque com a dança, havia começado a incomodar.
— Pode ir, minha princesa. Vou te esperar lá no bar – avisei e Anastasia assentiu, saindo de perto de mim, mas não antes de me puxar para um beijo.
Assim que me postei rente ao balcão, pedi a um outro barman um Cosmopolitan e fiquei à espera da Ana. De repente, tive a sensação estranha de ser observado e olhei para o lado, recebendo um acesso de mão de um cara à poucos metros de mim. Apenas virei o rosto e o ignorei, então segundos depois, senti que alguém sentava ao meu lado.
— Oi? – ouvi uma voz masculina dizer.
— Oi – falei apenas para ser educado com o cara e em seguida agradeci ao barman pela bebida que ele tinha acabado de colocar à minha frente.
— Sei que você não é um canudo, mas posso te colocar na minha boca e sugar bem gostoso.
Quase me engasguei com o gole que eu dei no meu drinque, bem na hora que o cara falava aquilo.
— Olha, amigo. Eu não curto isso não – disse o mais educado que pude.
— Eu sei que você gosta. Tá na cara que curte um pau bem gostoso.
“Quê? Além de me confundir com um gay, ainda diz que sou um gay passivo! Isso só pode ser brincadeira, né?”
— Cara, eu gosto é de mulher e... – parei de falar de repente, quando vi Anastasia se aproximar – ...e eu tenho namorada – comentei, puxando Ana pela cintura.
— Sem problema. Eu curto um ménage também.
— Cai fora, cara! – exclamei já com raiva e ele nos deixou em paz.
— Daddy arrasando na balada – ouvi Anastasia dizer, em meio a risos, enquanto eu terminava minha bebida, depois a encarei com os olhos semicerrados.
— Vou lá no banheiro e quando eu voltar, nós vamos embora dessa boate.
— Mas porque, Daddy? Está tão legal aqui.
— Legal porque não foi você que foi cantado duas vezes. Isso é constrangedor.
— Não é. Isso quer dizer que o senhor é tão gostoso que até os homens querem uma casquinha.
— Sem piadinhas, Anastasia – falei e saí rumo onde, segundo um dos barmans, ficava o banheiro masculino.
Anastasia se encontrava super sexy naquele vestido que ela escolhera, mas eu tinha a leve impressão de que a mesma havia feito aquilo de propósito, para me deixar como estou agora, louco de tesão por ela, fazendo o impossível para não ficar duro na frente das pessoas enquanto saiamos do hotel e adentrávamos no táxi.
Assim que o carro começou a andar, Ana se aproximou mais de mim, acomodando-se melhor ao meu lado, fazendo com que eu passasse meu braço direito por sobre os ombros dela, trazendo consequentemente a mesma para mais perto, deixando seu corpo se recostar parcialmente sobre o meu peito.
Parecíamos até um casal de namorados sentados daquele jeito. De mãos entrelaçadas, com Ana acariciando minha perna e eu o seu braço, com nossas outras mãos livres. Então, afastei o seu cabelo e aproximei minha boca de seu ouvido, praticamente colando ela ali.
— Se eu dissesse que não estou pensando em te comer agora mesmo, estaria mentindo, minha princesa – sussurrei, fazendo Anastasia morder o lábio e virar o rosto para mim.
Com um sorriso travesso nos lábios, ela se esticou um pouco, fazendo-me virar a cabeça para escutar o que a mesma queria me dizer.
— E se eu dissesse que ainda estou com o plug enfiado no meu cuzinho e não estou usando nenhuma lingerie por baixo desse vestido. O que o meu Daddy faria a respeito?
A encarei bastante assustado. E levei alguns segundos para eu me recompor daquelas informações. Então, encostei minha boca novamente em seu ouvido.
— Não me faça perder o controle, Princesa, senão vou acabar te fodendo aqui mesmo – rosnei, mordendo sua orelha em seguida.
— Até que não seria uma má ideia – ela sussurrou de volta com um sorrisinho cínico, fazendo-me sorrir e negar sutilmente com a cabeça.
— Mas tarde, quando voltarmos ao hotel, eu vou te saciar, minha taradinha. Mas agora não dá para fazermos nada, então vamos nos controlar, por favor – pedi, já segurando a mão dela que subia pela parte interna da minha coxa.
Anastasia assentiu, meio frustrada, voltando com a mão para perto do meu joelho, à medida que eu beijava sua têmpora.
★ ★ ★ ★ ★
Quinze minutos depois, o motorista parou em frente a uma boate chamada Lemon Lab, onde havia dois seguranças na entrada e uma pequena fila ao qual logo fomos nos postar. A nossa frente se encontrava um travesti, que eu havia achado que era uma mulher, mas assim que paramos, percebi que era um cara usando peruca, maquiagem e roupas femininas.
— Que tipo de balada é essa, Princesa? – sussurrei no ouvido da Ana, que sorriu para mim.
— É uma balada LGBTQIA+.
— LGBT o quê? – inquiri confuso.
De repente, o cara a nossa frente se virou me encarando.
— LGBTQIA+. Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Transgêneros, Queer, Intersexuais e Assexuais. O sinal de + representa os Simpatizantes e qualquer pessoa que não esteja incluída dentro das iniciais. Entendeu, seu gostoso? Ou vou ter que te dar uma aulinha extra ali no cantinho escuro.
“Oi?”
Fiquei meio sem ação com aquela situação inusitada enquanto Anastasia parecia está se divertindo muito com tudo aquilo, então pigarreei e me aprumei, numa postura de macho.
— Desculpe, senhor...
— Senhorita, seu gostoso. Ou pode me chamar de Trisha ou do que quiser.
— Eu gosto de mulher – informei, rodeando a cintura da Ana com o meu braço, puxando-a para perto de mim – E já tenho uma bem gostosa aqui do meu lado, né amor?
Encarei Anastasia e ela me deu um selinho.
— Desculpe, gata. Mas esse boy aqui é meu – Ana disse para o cara que mandou ela ficar de olho em mim lá dentro da boate, pois até o fim da noite a mesma poderia me perder.
Quando chegamos na portaria, fiquei um pouco surpreso ao descobrir que minha filha andava com uma identidade falsa, ao qual constava que ela possuía vinte e dois anos. Vestida com suas roupas normais, até eu notaria a fraude da identidade, mas com Anastasia vestida do jeito que se encontrava, ela se passava facilmente por uma adulta. Assim que adentramos, Ana ficou mega animada e eu meio que me senti um velho naquela atmosfera vibrante e dançante daquela boate.
— Você não pode beber – murmurei perto de sua orelha e Anastasia sorriu.
— Minha identidade diz que eu posso.
Ela então saiu me puxando por entre as pessoas e assim que paramos ao balcão, já foi logo perguntando para um dos barmans, qual era o drinque mais forte que eles faziam ali.
— Temos o Long Island Iced Tea, que é a mistura de várias bebidas com...
— Pode ser esse mesmo, gato – Ana falou o interrompendo e dando descaradamente uma piscadinha para o cara, que sorriu de volta – Dois Long Island Iced Tea, por favor.
Quando o barman se afastou, agarrei a cintura de Anastasia, puxando-a para mais perto de mim e aproximei minha boca do seu ouvido.
— O que acha que está fazendo?
— Tentando fazer o senhor curtir a noite com um bom drinque.
— Não estou me referindo as bebidas com um teor elevadíssimo de álcool, e sim, ao seu flerte descarado com o barman.
Ela me encarou por alguns segundos antes de tentar ocultar um sorriso, em vão, que surgia em seus lábios.
— Não sei do que o senhor está falando, Daddy.
Ana teve a audácia de se fazer de desentendida para mim.
— Você piscou para ele e ainda o chamou de “Gato” – ressaltei a observando com os olhos semicerrados e a mesma deu de ombros.
— Mas ele é mesmo um gato, vou mentir para quê?
Eu ia rebater, mas o barman se aproximou, nos entregando os drinques, ainda cheio de sorrisos em direção a minha filha que sorria de volta, fazendo-me ficar com muito ciúme.
★ ★ ★ ★ ★
Ficamos um pouco perto do bar, tanto para eu poder ficar de olho quando a Anastasia fosse comprar mais drinques quanto para mostrar ao barman que ela era minha. O lugar estava um pouco lotado e as pessoas não paravam de dançar, se beijar e se pegar ao som de um DJ todo vestido de rosa.
Ana, que eu abraçava à minha frente, não parava quieta, ficava toda hora se esfregando em mim, pressionando sua bunda contra o meu quadril enquanto ouvimos a música e bebíamos. Aquilo, consequentemente, não deu outra do que meu pau ficar extremamente duro e sufocado contra a calça e a cueca.
— Depois do drinque vamos dançar? – perguntei em seu ouvido e ela me olhou por sobre o ombro.
— E porque não vamos agora, Daddy? – ela inquiriu se virando para mim, já sorvendo de uma só vez a sua bebida – O senhor não vai beber? – Anastasia me questionou, mas nem esperou por minha resposta e tomou o drinque da minha mão, bebendo-o tudo rapidamente, fazendo-me ficar surpreso com aquilo.
Depois ela foi até o bar para deixar os copos e voltou sorrindo, já me puxando pela mão, conduzindo-me para o centro da pista de dança. Ficamos dançando por alguns minutos, com nossas mãos bobas, nos acariciando em meio as pessoas, quando Ana perguntou se ela poderia tirar o plug, porque com a dança, havia começado a incomodar.
— Pode ir, minha princesa. Vou te esperar lá no bar – avisei e Anastasia assentiu, saindo de perto de mim, mas não antes de me puxar para um beijo.
Assim que me postei rente ao balcão, pedi a um outro barman um Cosmopolitan e fiquei à espera da Ana. De repente, tive a sensação estranha de ser observado e olhei para o lado, recebendo um acesso de mão de um cara à poucos metros de mim. Apenas virei o rosto e o ignorei, então segundos depois, senti que alguém sentava ao meu lado.
— Oi? – ouvi uma voz masculina dizer.
— Oi – falei apenas para ser educado com o cara e em seguida agradeci ao barman pela bebida que ele tinha acabado de colocar à minha frente.
— Sei que você não é um canudo, mas posso te colocar na minha boca e sugar bem gostoso.
Quase me engasguei com o gole que eu dei no meu drinque, bem na hora que o cara falava aquilo.
— Olha, amigo. Eu não curto isso não – disse o mais educado que pude.
— Eu sei que você gosta. Tá na cara que curte um pau bem gostoso.
“Quê? Além de me confundir com um gay, ainda diz que sou um gay passivo! Isso só pode ser brincadeira, né?”
— Cara, eu gosto é de mulher e... – parei de falar de repente, quando vi Anastasia se aproximar – ...e eu tenho namorada – comentei, puxando Ana pela cintura.
— Sem problema. Eu curto um ménage também.
— Cai fora, cara! – exclamei já com raiva e ele nos deixou em paz.
— Daddy arrasando na balada – ouvi Anastasia dizer, em meio a risos, enquanto eu terminava minha bebida, depois a encarei com os olhos semicerrados.
— Vou lá no banheiro e quando eu voltar, nós vamos embora dessa boate.
— Mas porque, Daddy? Está tão legal aqui.
— Legal porque não foi você que foi cantado duas vezes. Isso é constrangedor.
— Não é. Isso quer dizer que o senhor é tão gostoso que até os homens querem uma casquinha.
— Sem piadinhas, Anastasia – falei e saí rumo onde, segundo um dos barmans, ficava o banheiro masculino.

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