ANASTASIA
Provocar o meu pai com aqueles nudes havia sido maravilhoso e eu esperava que desse resultado quando ele voltasse para o hotel. Depois que me masturbei, liguei para Kate para saber como ela estava e tudo mais.
A mesma então me contou que teria um show do Maroon 5 em Las Vegas e que ela estava tentando fazer a cabeça do pai dela para poder conseguir a permissão para a viagem. Kate até perguntou se o meu pai não poderia ajudar com isso, falando com o pai dela.
Disse que poderia perguntar para ele assim que o mesmo voltasse para o hotel. E se isso desse tudo certo, Kate viria para San Francisco e daqui nós iríamos para Las Vegas, com meu pai no nosso encalço, com toda a certeza do mundo. Entre um assunto bobo e outro, acabei contando à ela sobre eu e o meu pai, e a safada ficou logo assanhada, tirando onda com a minha cara, soltando umas como “Se não conseguir aguentar o rojão do Sr. Delícia, eu aguento de boa”.
Apenas ignorei seus comentários e piadinhas. Então, ficamos conversando por mais uma hora até que Kate teve que desligar. Para passar o tempo e matar o tédio que crescia dentro de mim, fui pesquisar sobre as baladas existentes na cidade. Queria encontrar uma onde fosse legal de ir, pois estava a fim de estrear um vestido que eu tinha colocado na minha mala. Além, é claro, que eu queria curtir muito com o meu pai e no escurinho de uma balada pode se acontecer de tudo.
Após eu encontrar a boate perfeita para irmos mais tarde, me levantei da cama e fui tomar um banho rápido. Depois que saí do banheiro e me enxuguei, vesti uma das camisas do meu pai, apenas para ficar sentindo o cheirinho dele, e fui me deitar para tirar um cochilo, pois eu não queria que o sono viesse tão cedo essa noite.
Passava um pouco das sete da noite, quando despertei do meu cochilo, mas assim que levantei, percebi que meu pai ainda não tinha chegado, então liguei para o mesmo, todavia a ligação caiu na caixa postal. Mandei uma mensagem perguntando que horas ele iria voltar e meu pai respondeu que logo estaria de volta, pois o mesmo se encontrava no enterro do sócio dele. Aproveitei então e fui tomar uma ducha rápida, devido eu ter ficado um pouco suada.
Assim que saí do banheiro, minutos depois, me dirigi até o guarda-roupa existente no quarto, ao qual eu havia guardado nossas roupas e malas, peguei o vestido e o coloquei, sem por nenhuma lingerie por baixo. Eu ainda me encontrava com o plug enfiado no meu rabinho e até tinha pensando em tirá-lo para que meu pai ficasse bravo e me desce um gostoso castigo, mas resolvi deixá-lo ali mesmo e mostrar ao meu pai que eu era uma menina muito obediente.
Meia hora depois, me encontrava sentada na beirada da cama, calçando os sapatos de salto alto, quando escutei o click da fechadura eletrônica, indicando que meu pai adentrava a suíte.
— Princesa?
— Aqui no quarto, Daddy! – exclamei, já me levantando da cama.
Assim que meu pai passou pela porta, o vi me encarar totalmente boquiaberto, então para atiçá-lo um pouco, girei dando uma volta em torno de mim mesma, para que ele pudesse admirar melhor o meu visual.
— Gostou da minha roupa nova, Daddy? – inquiri, aproximando-me lentamente do mesmo, o enlaçando pelo pescoço, colando meu corpo ao dele à medida que eu sentia suas mãos tocarem em minha cintura.
— Adorei, minha princesa. Está muito linda – ele disse, então lhe dei um selinho em agradecimento, limpando seus lábios depois com a ponta do dedo, tirando o vermelho do batom – Você saiu para fazer compras, foi?
— Não. Eu já tinha esse vestido e na hora de fazer a mala, acabei colocando ele dentro, pois queria que o senhor me visse vestida nele – comentei, roçando meu nariz ao dele, dando um beijinho de urso, depois me desvencilhei do meu pai – Vai tomar banho, Daddy. E coloca uma roupa bem despojada, pois nós vamos para uma balada.
— Ah, minha princesa. Vamos deixar para amanhã, vamos? – ele perguntou já tirando o paletó do seu terno.
— Porque?
— Porque o seu Daddy está muito cansado – meu pai disse e eu fiz um bico quando ele se virou para me olhar – Princesa, não faz essa carinha... Está bem, nós vamos.
Um sorriso de vitória logo se formou em meus lábios e eu o abracei.
— Obrigada, Daddy.
— Mas não vamos ficar até tarde por lá, ok?
Assenti com a cabeça, mesmo sabendo que se desse eu iria fazer o meu pai ficar na balada até de madrugada.
CHRISTIAN
Tinha acabado de me arrumar quando meu celular começou a tocar sobre a mesinha de cabeceira. Era minha filha Elena e estranhei ela está me ligando, provavelmente era só para pedir algum mimo caro de alguma loja de marca.
— Boa noite, filha – falei, já ouvindo o que parecia ser um soluço do outro lado da linha.
— Papi...
— O que foi, Elena? Porque está chorando?
— A mamãe...
— O que ela fez, filha?
— Não tem o namorado da tia Mia?
— Tem. É o Jack. Jack Hyde – murmurei, indo para a varanda da suíte.
— Ela levou eu e o Elliot... para jantarmos com esse homem... e depois eles conversaram com a gente... A mamãe disse que ele era o nosso pai... Isso é verdade, papi? O senhor não é o nosso pai?
— Ei, Princesa. É claro que isso é mentira. Eu sou o pai de vocês sim, ok? – informei, ainda não acreditando no que Carla havia feito.
— Ok.
— E não chore. Sua mãe está com raiva de mim e deve ter inventado isso só para se vingar. Não acredite nela, filha.
— Tudo bem. Quando o senhor volta para casa?
— No sábado de manhã, se a sua irmã não piorar, porque ela está aqui com muita febre e talvez eu precise interná-la.
— Ok, papi. E não esquece de trazer um presente para mim.
Me despedi de Elena, desligando o celular e o colocando já no bolso. Assim que me virei, dei de cara com a Ana que sustentava uma expressão emburrada enquanto seus braços estavam cruzados sobre o seu busto.
— Porque o senhor chamou a Elena de “Princesa” também? – ela resmungou, fazendo-me sorrir.
— Está com ciúmes, minha princesa? – perguntei, me aproximando dela, porém a mesma se afastou.
— Sim. Estou. Com muito ciúmes, aliás. Eu que sou a sua Princesa e não a Elena, Daddy.
— Me desculpe, Princesa. Saiu sem querer. Nunca mais vou chamar sua irmã de “Princesa”, ok? – comentei, conseguindo puxá-la para os meus braços, rodeando sua cintura com eles.
— Promete?
— Eu prometo. Só você que é a princesinha do Daddy.
A vi sorrir, dando-me em seguida um beijinho de urso, roçando nossos narizes um no outro, então ela perguntou se eu já me encontrava pronto para irmos, pois o táxi que a mesma havia pedido tinha chegado. Apenas assenti, antes de nos dirigirmos para fora da suíte.
Provocar o meu pai com aqueles nudes havia sido maravilhoso e eu esperava que desse resultado quando ele voltasse para o hotel. Depois que me masturbei, liguei para Kate para saber como ela estava e tudo mais.
A mesma então me contou que teria um show do Maroon 5 em Las Vegas e que ela estava tentando fazer a cabeça do pai dela para poder conseguir a permissão para a viagem. Kate até perguntou se o meu pai não poderia ajudar com isso, falando com o pai dela.
Disse que poderia perguntar para ele assim que o mesmo voltasse para o hotel. E se isso desse tudo certo, Kate viria para San Francisco e daqui nós iríamos para Las Vegas, com meu pai no nosso encalço, com toda a certeza do mundo. Entre um assunto bobo e outro, acabei contando à ela sobre eu e o meu pai, e a safada ficou logo assanhada, tirando onda com a minha cara, soltando umas como “Se não conseguir aguentar o rojão do Sr. Delícia, eu aguento de boa”.
Apenas ignorei seus comentários e piadinhas. Então, ficamos conversando por mais uma hora até que Kate teve que desligar. Para passar o tempo e matar o tédio que crescia dentro de mim, fui pesquisar sobre as baladas existentes na cidade. Queria encontrar uma onde fosse legal de ir, pois estava a fim de estrear um vestido que eu tinha colocado na minha mala. Além, é claro, que eu queria curtir muito com o meu pai e no escurinho de uma balada pode se acontecer de tudo.
Após eu encontrar a boate perfeita para irmos mais tarde, me levantei da cama e fui tomar um banho rápido. Depois que saí do banheiro e me enxuguei, vesti uma das camisas do meu pai, apenas para ficar sentindo o cheirinho dele, e fui me deitar para tirar um cochilo, pois eu não queria que o sono viesse tão cedo essa noite.
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Passava um pouco das sete da noite, quando despertei do meu cochilo, mas assim que levantei, percebi que meu pai ainda não tinha chegado, então liguei para o mesmo, todavia a ligação caiu na caixa postal. Mandei uma mensagem perguntando que horas ele iria voltar e meu pai respondeu que logo estaria de volta, pois o mesmo se encontrava no enterro do sócio dele. Aproveitei então e fui tomar uma ducha rápida, devido eu ter ficado um pouco suada.
Assim que saí do banheiro, minutos depois, me dirigi até o guarda-roupa existente no quarto, ao qual eu havia guardado nossas roupas e malas, peguei o vestido e o coloquei, sem por nenhuma lingerie por baixo. Eu ainda me encontrava com o plug enfiado no meu rabinho e até tinha pensando em tirá-lo para que meu pai ficasse bravo e me desce um gostoso castigo, mas resolvi deixá-lo ali mesmo e mostrar ao meu pai que eu era uma menina muito obediente.
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Meia hora depois, me encontrava sentada na beirada da cama, calçando os sapatos de salto alto, quando escutei o click da fechadura eletrônica, indicando que meu pai adentrava a suíte.
— Princesa?
— Aqui no quarto, Daddy! – exclamei, já me levantando da cama.
Assim que meu pai passou pela porta, o vi me encarar totalmente boquiaberto, então para atiçá-lo um pouco, girei dando uma volta em torno de mim mesma, para que ele pudesse admirar melhor o meu visual.
— Adorei, minha princesa. Está muito linda – ele disse, então lhe dei um selinho em agradecimento, limpando seus lábios depois com a ponta do dedo, tirando o vermelho do batom – Você saiu para fazer compras, foi?
— Não. Eu já tinha esse vestido e na hora de fazer a mala, acabei colocando ele dentro, pois queria que o senhor me visse vestida nele – comentei, roçando meu nariz ao dele, dando um beijinho de urso, depois me desvencilhei do meu pai – Vai tomar banho, Daddy. E coloca uma roupa bem despojada, pois nós vamos para uma balada.
— Ah, minha princesa. Vamos deixar para amanhã, vamos? – ele perguntou já tirando o paletó do seu terno.
— Porque?
— Porque o seu Daddy está muito cansado – meu pai disse e eu fiz um bico quando ele se virou para me olhar – Princesa, não faz essa carinha... Está bem, nós vamos.
Um sorriso de vitória logo se formou em meus lábios e eu o abracei.
— Obrigada, Daddy.
— Mas não vamos ficar até tarde por lá, ok?
Assenti com a cabeça, mesmo sabendo que se desse eu iria fazer o meu pai ficar na balada até de madrugada.
CHRISTIAN
Tinha acabado de me arrumar quando meu celular começou a tocar sobre a mesinha de cabeceira. Era minha filha Elena e estranhei ela está me ligando, provavelmente era só para pedir algum mimo caro de alguma loja de marca.
— Papi...
— O que foi, Elena? Porque está chorando?
— A mamãe...
— O que ela fez, filha?
— Não tem o namorado da tia Mia?
— Tem. É o Jack. Jack Hyde – murmurei, indo para a varanda da suíte.
— Ela levou eu e o Elliot... para jantarmos com esse homem... e depois eles conversaram com a gente... A mamãe disse que ele era o nosso pai... Isso é verdade, papi? O senhor não é o nosso pai?
— Ei, Princesa. É claro que isso é mentira. Eu sou o pai de vocês sim, ok? – informei, ainda não acreditando no que Carla havia feito.
— Ok.
— E não chore. Sua mãe está com raiva de mim e deve ter inventado isso só para se vingar. Não acredite nela, filha.
— Tudo bem. Quando o senhor volta para casa?
— No sábado de manhã, se a sua irmã não piorar, porque ela está aqui com muita febre e talvez eu precise interná-la.
— Ok, papi. E não esquece de trazer um presente para mim.
Me despedi de Elena, desligando o celular e o colocando já no bolso. Assim que me virei, dei de cara com a Ana que sustentava uma expressão emburrada enquanto seus braços estavam cruzados sobre o seu busto.
— Porque o senhor chamou a Elena de “Princesa” também? – ela resmungou, fazendo-me sorrir.
— Está com ciúmes, minha princesa? – perguntei, me aproximando dela, porém a mesma se afastou.
— Sim. Estou. Com muito ciúmes, aliás. Eu que sou a sua Princesa e não a Elena, Daddy.
— Me desculpe, Princesa. Saiu sem querer. Nunca mais vou chamar sua irmã de “Princesa”, ok? – comentei, conseguindo puxá-la para os meus braços, rodeando sua cintura com eles.
— Promete?
— Eu prometo. Só você que é a princesinha do Daddy.
A vi sorrir, dando-me em seguida um beijinho de urso, roçando nossos narizes um no outro, então ela perguntou se eu já me encontrava pronto para irmos, pois o táxi que a mesma havia pedido tinha chegado. Apenas assenti, antes de nos dirigirmos para fora da suíte.

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