ANASTASIA
— Nós vamos sair hoje a tarde, Daddy? – perguntei assim que saí do banheiro, adentrando o quarto, vestida em um roupão, vendo o meu pai separar uma camisa e uma calça social de sua mala que se encontrava repousada sobre a cama.
— Não, minha princesa. Só eu que irei sair, para poder resolver o quanto antes as coisas que eu vim resolver aqui na cidade – ele comentou, já começando a se vestir.
— E eu vou passar a tarde toda fazendo o quê?
— Descansando enquanto realiza sua primeira missão.
— E qual vai ser essa missão, Daddy? – inquiri, já super empolgada.
— Fez o que eu te mandei lá no banheiro?
— Sim, senhor.
— Ótimo. E trouxe o plug? – meu pai perguntou e eu confirmei acenando com a cabeça – Perfeito. Vá pegá-lo, Princesa.
Me encaminhei apressada até onde minha mala se encontrava e a abri, já procurando pela caixinha do plug que ele me dera na noite passada. Assim que a encontrei, me dirigi novamente para perto do meu pai, que logo pegou a caixinha da minha mão.
— Fique de quatro sobre a cama – ele ordenou e eu o obedeci, imediatamente.
Assim que me posicionei sobre o colchão, senti o mesmo afundar um pouco atrás de mim, então olhei por sobre o ombro e vi meu pai empunhar o plug, já me entregando ele, ordenando que eu o lubrificasse com a minha saliva.
Enquanto eu chupava e lambia o pequeno plug em minha mão, meu pai levantou a bainha do meu roupão, revelando minha bundinha que ele logo caiu de boca, me lubrificando bem com suas chupadas sobre o meu anelzinho, fazendo-me sentir uma sensação diferente, porém muito deliciosa.
— Assim está bom – escutei meu pai dizer antes do mesmo me pedir o plug, que logo dei a ele.
Senti meu pai passar o plug ao redor do meu cuzinho, depois ele começou a forçar o mesmo para dentro. Por estar muito lubrificado, tanto o plug quanto a minha bundinha, ele entrou com pouca resistência.
— Você vai passar a tarde toda com esse plug enfiado aí nesse rabinho gostoso – meu pai informou enquanto eu me virava, sentando-me na beirada da cama, sentindo aquela sensação meio incômoda, porém meio prazerosa também, que o plug me proporcionava – Pela sua cara, você adorou não foi, minha princesa?
Sorri e me levantei, mordendo internamente o lábio inferior, já pulando contra o meu pai, o enlaçando pelo pescoço, beijando-o intensamente.
— Muito, Daddy.
Ele sorriu e me chamou para irmos almoçar. Mal sentei à mesa, gemi por causa do plug enfiado no meu cu, então quando me dei conta, foi de estar gemendo baixinho à medida que ia mexendo sutilmente o meu quadril para frente e para trás, às vezes até rebolando sobre o assento da cadeira.
— Não se masturbe à mesa, Princesa – meu pai disse em um tom de reprimenda e eu logo me desculpei, já voltando a comer, tentando não ceder ao impulso do meu corpo de mexer novamente o quadril.
CHRISTIAN
Fazia poucos minutos que eu havia chegado, juntamente com os advogados do falecido Bastille, ao nosso restaurante, quando senti o meu celular vibrar pela terceira vez naquela tarde.
Com certeza, deveria ser Anastasia me enviando mensagem, e eu sabia disso, pois na primeira vez que meu telefone tocara, tinha sido ela me mandando um “Já estou com saudades do meu Daddy”, que logo a respondi com um “Também estou com saudades da minha princesa”.
Aproveitando que um dos advogados havia ido chamar os funcionários para comunicarmos a nossa decisão sobre o restaurante, peguei o celular e meus olhos se arregalaram quando olhei para a tela do mesmo, então mais que rapidamente, pedi licença ao outro homem e me afastei um pouco.
Me sentei em uma das mesas vazias, mais afastadas, do recinto e novamente encarei a tela do telefone, antes de clicar na imagem. Assim que notei que se tratava de um vídeo, abaixei o volume do aparelho. Ana havia me enviado um pequeno vídeo dela se masturbando com o plug.
Desde que eu a tinha deixado no hotel, havia tentado não pensar nela, mas por alguma razão, meus pensamentos sempre voltavam para Anastasia. E aquele vídeo só atiçou ainda mais essa atração sem sentido que eu sentia por ela.
Ou talvez, não tão sem sentido assim, pois eu poderia está simplesmente projetando o amor que eu sentia pela minha esposa para uma versão mais jovem dela. Mas, infelizmente, não dá muito para entendermos as vontades do corpo humano e eu apenas estava me deixando levar pela onda do momento.
Deslizei o dedo pela tela e abaixo do vídeo, Ana havia mandado uma mensagem, que logo a respondi, iniciando uma rápida conversa com ela.
Sorri da sua última mensagem, mas quando ia respondê-la, um dos advogados me chamou, então levantei da mesa, guardando o celular no bolso e fui em direção aonde os poucos funcionários se encontravam.
Comecei a conversar com os rapazes e as moças que trabalhavam ali no restaurante, informando-os que eu iria providenciar um aumento de salário para todos, além de modernizar o local e ouvir suas sugestões ou críticas do que precisava ser mudado ali.
Estava tão concentrado ouvindo os relatos dos funcionários de como era a administração do Bastille, quando vivo, que me sobressaltei ao sentir o telefone vibrar no meu bolso. Da maneira mais sutil e desinteressada possível, peguei o aparelho e não acreditei no que via.
Anastasia tinha mandado três fotos dela nua. Os tais “nudes” que os jovens falam hoje em dia. Eu havia amado as fotos, porém a última me deixou um pouco intrigado, então lhe mandei uma mensagem, que Ana imediatamente me respondeu.
Acabei dando uma risadinha por causa da escolha dela pelo emoji de anjinho.
— Sr. Grey?
Assim que ergui o olhar, vi que todos me encaravam.
— Desculpe. Continuem, por favor – pedi enquanto inúmeros pensamentos depravados com a Anastasia se passavam em minha cabeça.
“Que isso aqui termine logo, Senhor!”
— Nós vamos sair hoje a tarde, Daddy? – perguntei assim que saí do banheiro, adentrando o quarto, vestida em um roupão, vendo o meu pai separar uma camisa e uma calça social de sua mala que se encontrava repousada sobre a cama.
— Não, minha princesa. Só eu que irei sair, para poder resolver o quanto antes as coisas que eu vim resolver aqui na cidade – ele comentou, já começando a se vestir.
— E eu vou passar a tarde toda fazendo o quê?
— Descansando enquanto realiza sua primeira missão.
— E qual vai ser essa missão, Daddy? – inquiri, já super empolgada.
— Fez o que eu te mandei lá no banheiro?
— Sim, senhor.
— Ótimo. E trouxe o plug? – meu pai perguntou e eu confirmei acenando com a cabeça – Perfeito. Vá pegá-lo, Princesa.
Me encaminhei apressada até onde minha mala se encontrava e a abri, já procurando pela caixinha do plug que ele me dera na noite passada. Assim que a encontrei, me dirigi novamente para perto do meu pai, que logo pegou a caixinha da minha mão.
— Fique de quatro sobre a cama – ele ordenou e eu o obedeci, imediatamente.
Assim que me posicionei sobre o colchão, senti o mesmo afundar um pouco atrás de mim, então olhei por sobre o ombro e vi meu pai empunhar o plug, já me entregando ele, ordenando que eu o lubrificasse com a minha saliva.
Senti meu pai passar o plug ao redor do meu cuzinho, depois ele começou a forçar o mesmo para dentro. Por estar muito lubrificado, tanto o plug quanto a minha bundinha, ele entrou com pouca resistência.
Sorri e me levantei, mordendo internamente o lábio inferior, já pulando contra o meu pai, o enlaçando pelo pescoço, beijando-o intensamente.
— Muito, Daddy.
Ele sorriu e me chamou para irmos almoçar. Mal sentei à mesa, gemi por causa do plug enfiado no meu cu, então quando me dei conta, foi de estar gemendo baixinho à medida que ia mexendo sutilmente o meu quadril para frente e para trás, às vezes até rebolando sobre o assento da cadeira.
— Não se masturbe à mesa, Princesa – meu pai disse em um tom de reprimenda e eu logo me desculpei, já voltando a comer, tentando não ceder ao impulso do meu corpo de mexer novamente o quadril.
CHRISTIAN
Fazia poucos minutos que eu havia chegado, juntamente com os advogados do falecido Bastille, ao nosso restaurante, quando senti o meu celular vibrar pela terceira vez naquela tarde.
Aproveitando que um dos advogados havia ido chamar os funcionários para comunicarmos a nossa decisão sobre o restaurante, peguei o celular e meus olhos se arregalaram quando olhei para a tela do mesmo, então mais que rapidamente, pedi licença ao outro homem e me afastei um pouco.
Ou talvez, não tão sem sentido assim, pois eu poderia está simplesmente projetando o amor que eu sentia pela minha esposa para uma versão mais jovem dela. Mas, infelizmente, não dá muito para entendermos as vontades do corpo humano e eu apenas estava me deixando levar pela onda do momento.
Deslizei o dedo pela tela e abaixo do vídeo, Ana havia mandado uma mensagem, que logo a respondi, iniciando uma rápida conversa com ela.
Comecei a conversar com os rapazes e as moças que trabalhavam ali no restaurante, informando-os que eu iria providenciar um aumento de salário para todos, além de modernizar o local e ouvir suas sugestões ou críticas do que precisava ser mudado ali.
Estava tão concentrado ouvindo os relatos dos funcionários de como era a administração do Bastille, quando vivo, que me sobressaltei ao sentir o telefone vibrar no meu bolso. Da maneira mais sutil e desinteressada possível, peguei o aparelho e não acreditei no que via.
Anastasia tinha mandado três fotos dela nua. Os tais “nudes” que os jovens falam hoje em dia. Eu havia amado as fotos, porém a última me deixou um pouco intrigado, então lhe mandei uma mensagem, que Ana imediatamente me respondeu.
— Sr. Grey?
Assim que ergui o olhar, vi que todos me encaravam.
— Desculpe. Continuem, por favor – pedi enquanto inúmeros pensamentos depravados com a Anastasia se passavam em minha cabeça.
“Que isso aqui termine logo, Senhor!”

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