quinta-feira, 16 de julho de 2020

Daddy Grey - Capítulo 16


ANASTASIA

— Princesa... Está na hora de acordar...

Lentamente fui abrindo os olhos, despertando, já percebendo que eu ainda me encontrava no colo do meu pai. O mesmo estava me encarando com um sorriso, então sorri de volta, meio sonolenta.

— Já chegamos, Daddy?

— Não, mas estamos nos aproximando do aeroporto – ele informou, fazendo-me sair logo de seu colo e ir me limpar no banheiro existente no avião.

Assim que retornei ao meu assento, perguntei para o meu pai se o mesmo havia trazido alguns dos acessórios que ele possuía em sua masmorra lá no porão de casa e o mesmo me informou que não havia trazido nenhum, pois nem tinha dado tempo dele descer até lá para pegar.

Todavia, meu pai disse que ele iria comprar alguns acessórios para brincarmos, então ele logo encerrou aquela conversa e nós dois ficamos apenas conversando sobre onde poderíamos ir durante os dias que iríamos ficar em San Francisco.


★ ★ ★ ★ ★


Era por volta do meio-dia quando chegamos ao hotel Fairmont. O lugar era simplesmente lindo, principalmente a área da recepção, onde fiquei esperando enquanto meu pai ia até o balcão, providenciar um quarto para nós.
Minutos depois, estava terminando de mandar uma mensagem para Kate, conversando com ela sobre minha viagem com o meu pai, quando ele se aproximou, chamando-me para subirmos. O quarto era grande e possui dois cômodos. Uma sala de estar e um quarto com uma cama de casal, ambos interligados por uma varanda com uma vista incrível da cidade e de um jardim, porém a mesma era fechada com vidro.
— Este sofá aqui é um sofá-cama, Sr. Grey – ouvi o cara das bagagens dizer, então retornei para a sala, saindo da varanda, e vi meu pai agradecendo-o à medida que o conduzia para fora do quarto, dando-lhe em seguida uma boa gorjeta.

— Então, o senhor não vai dormir comigo, naquela cama grande ali do quarto? – indaguei, após ele fechar a porta, já fazendo um beicinho.

Meu pai riu e se aproximou de mim, rodeando-me com seus braços.

— É claro que vamos dormir juntos, minha princesa. Mas eu tive que pedir um quarto com um sofá-cama, para que ninguém desconfiasse da gente – ele disse, dando uma piscadinha que me fez sorrir, então meu pai se inclinou, já tomando meus lábios para si.

O nosso beijo foi esquentando, ficando cada vez mais intenso, pois ele logo me apertou contra seu corpo, fazendo-me sentir cada contorno viril dele. Eu arfava e gemia baixinho, à medida que os lábios do meu pai se direcionaram ao meu pescoço. Lambendo-o, chupando-o e mordendo-o.

— Vamos tomar um banho enquanto o nosso almoço chega, minha princesa gostosa – ele sussurrou em meu ouvido, me fazendo arrepiar todinha com aquele hálito quente de sua respiração contra a minha orelha.

Apenas assenti com a cabeça, incapaz de emitir uma palavra coerente naquele momento. Me deixei ser despida por meu pai, que enquanto fazia aquilo, ia distribuindo beijinhos e mordidinhas ao longo do meu corpo. Depois, o ajudei a se despir e me ajoelhei aos seus pés, para enfim poder retribuir aquela bolinada gostosa no avião.
Fiquei chupando-o por alguns minutos, alternando entre punhetá-lo rapidamente com as mãos e chupá-lo bem devagar, até o mesmo dizer, entre gemidos, que ia gozar. Então, ele assumiu o meu lugar com sua mão e eu abri a boca, para receber o gozo dele, que não tardou a jorrar do seu pau enquanto meu pai soltava um rosnado.
Fiquei com a cara toda melada e logo comecei a recolher o gozo que escorria nela, o lambendo dos meus dedos à medida que eu era observada por ele. De repente, escutando algumas batidas na porta, que nos fez ficar alarmados.

Eu e meu pai nos entreolhamos, com as feições assustadas, então ouvimos a pessoa se identificar dizendo que era o serviço de quarto. Respiramos mais aliviados, porém logo a dúvida surgiu. Qual dos dois poderia abrir a porta? Eu ou o meu pai? Ambos nos encontrávamos em situações complicadas. Eu estava com o rosto todo melado de esperma, já o meu pai, mesmo tendo gozado, ainda se encontrava de pau duro.

— Já estou indo! Só um minuto!

Meu pai tomou a iniciativa e foi até o banheiro, retornando enrolado em uma toalha, que mesmo assim evidenciava sua ereção. Depois, ele me mandou ir para o banheiro, num sussurro, então peguei minha roupa e me dirigi até lá, deixando apenas a porta meio entreaberta, para que eu pudesse escutá-los.
— Boa tarde, Sr. Grey. Aqui está o almoço que o senhor solicitou – o homem disse e eu fiquei tentando imaginar como meu pai estaria escondendo a ereção dele.

— Obrigado. Entre, por favor.

— Gostaria de saber se nos próximos dias de sua estadia, o senhor vai querer que as refeições sejam encaminhadas aqui para o quarto ou irá descer para fazê-las no restaurante do hotel.

— Eu e minha filha iremos comer no restaurante a partir de hoje a noite – meu pai falou, em um tom de voz bem sério.

— Ok, senhor. Mais tarde voltarei para vir buscar o carrinho.

— Tudo bem. Obrigado novamente e... tome aqui sua gorjeta.

— Obrigado, Sr. Grey.

Passaram-se alguns segundos, quando de repente vi meu pai adentrar o quarto empunhando suas roupas. Então, abri a porta e me escorei na soleira da mesma, cruzando os braços e dando um sorriso travesso.

— Posso saber como o senhor escondeu o carinha aí de baixo? – inquiri, bem curiosa, e ele sorriu, já jogando as roupas em cima da cama, aproximando-se de mim e me beijando.

— É segredo – meu pai murmurou segundos depois, empurrando-me para dentro do banheiro, em meio a outro beijo.

Fomos para debaixo do chuveiro, ainda trocando beijos e carícias, e ali a coisa começou a pegar fogo.
Após nos ensaboarmos, meu pai me puxou para debaixo da água e enquanto nos enxaguávamos, ele ia alisando minha bunda, apertando-a de vez em quando à medida que eu tentava pegar no pau dele para masturbá-lo, porém meu pai me puxava tanto para si, que nossos corpos não possuíam espaço entre eles.
— Eu quero sentir o senhor dentro de mim, Daddy – gemi entre nossos lábios e logo o meu pedido foi atendido por ele que me virou, beijando-me o pescoço por trás enquanto se ajeitava para me penetrar, já o fazendo em seguida.
— Que boceta mais gostosa, Princesa – meu pai sussurrou em meu ouvido, à medida que suas mãos apertavam meus seios.

— Então fode ela, Daddy. Fode essa bocetinha que é toda sua – implorei num gemido, já arfando quando ele apertou meus mamilos com força.

Meu pai então ordenou que eu me apoiasse na parede do box e assim o fiz. Ele logo segurou o meu quadril e começou a estocar freneticamente, indo cada vez mais fundo e forte, chegando até a puxar meu cabelo rudemente, às vezes.
Minutos depois, eu explodi em um orgasmo, mas meu pai não parou de meter, porém o mesmo gozou em seguida, puxando-me para trás, me abraçando enquanto o sentia pulsar dentro de mim, inundando-me com seu gozo.
— É melhor terminarmos de banhar, minha princesa – ele comentou, virando-me de frente – Pois senão a nossa comida vai ficar gelada.

— Ok, Daddy – murmurei dando um selinho nele.

Meu pai se molhou mais um pouco, depois saiu do box, deixando-me sozinha ali, porém não antes de me mandar lavar bem o meu rabinho.

“Será que depois do almoço a gente vai foder de novo e fazer sexo anal? Só espero que ele vá mais devagar dessa vez” pensei enquanto me limpava debaixo do chuveiro.

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