CHRISTIAN
Estava terminando de colocar minhas coisas em uma mala sobre a cama, quando vi Carla adentrar o nosso quarto, bem mais arrumada que o normal.
— Christian, o que está fazendo em casa a essa hora? E que mala é essa? – ela inquiriu, meio confusa e com o tom de voz meio bravo.
— O dono de um restaurante em San Francisco, ao qual sou sócio, faleceu essa madrugada e eu preciso ir até lá para resolver tudo sobre o rumo do restaurante. Talvez eu fique no máximo uns cinco à seis dias. E vou levar a Anastasia comigo – informei, já entrando no closet para pegar mais um cinto.
— Como assim vai levar a Anastasia com você?
— Ela está doente e precisa de mim, já que sou o único dessa família que cuida e se preocupa com o bem estar dela – falei, fechando a gaveta de cintos, saindo do closet, passando por Carla que se encontrava na porta.
— Você acha que eu não sei o que está acontecendo, Christian? Pois eu sei. Eu vi você e aquela fedelha essa madrugada no corredor.
De repente, parei de fechar o zíper da mala e me aprumei, virando-me de frente para ela.
— Você está ficando louca, querida – falei colocando as mãos na cintura, tentando parecer calmo e confiante em minha postura.
— O único louco aqui é você, Christian. Meu Deus! Você não tem vergonha na cara não? Transar com a sua própria filha?
Na mesma hora, dei alguns passos rápidos, me aproximando dela, já pegando fortemente em seu braço.
— É melhor você parar de loucura ou vou te obrigar a se internar em uma clínica psiquiátrica – ameacei bem sério.
— Me internar, porque? Por falar a verdade?
— A verdade é que se você a amasse do jeito que ama, cuida e mima os gêmeos, eu não precisaria dar 100% da minha atenção para a nossa filha caçula. Ou seja, se está me acusando de ter um caso com a Anastasia, o que é uma acusação séria e sem fundamento algum, mas se fosse verdade, a culpa seria todinha sua, minha querida.
— Não tenta negar, Christian! Eu sei o que eu vi! – ela exclamou e eu apertei ainda mais minha mão ao redor de seu braço.
— Chega, Carla! Eu não aguento mais essa sua paranóia! – gritei com raiva, soltando-a, já indo terminar de fechar minha mala.
— Se você viajar com aquela menina, pode apostar que eu vou na polícia te denunciar! – ela gritou e eu a encarei.
— Faça isso mesmo. Eu vou adorar destruir a sua carreira, mostrando que por trás da talentosa escritora C. Adams existe apenas uma louca psicótica, além de eu pedir o nosso divórcio e te meter um belo de um processo por difamação.
— Você não pode fazer isso.
— Posso e irei fazer, se continuar testando a minha paciência com essas suas teorias malucas de traição e incesto. Agora tenho que ir. Eu sinceramente espero que quando voltarmos, você esteja com a cabeça no lugar, porque senão eu vejo o fim desse casamento logo logo – falei, já pegando a mala e empurrando a mesma para fora do quarto, encontrando Ana saindo do dela – Vamos, filha. Não podemos nos atrasar.
Ela se aproximou sorrindo, mas logo o seu sorriso se desfez quando seus olhos miraram na mãe dela, que havia parado ao meu lado na porta.
— Pegou tudo?
— Sim, senhor.
— Então, vamos – murmurei, já saindo andando pelo corredor, sendo acompanhado pela Anastasia.
— Não vai se despedir de mim, filha? – ouvimos Carla perguntar de repente, fazendo nós dois pararmos e nos entreolharmos.
Fiz um sinal para ela ir e fiquei observando enquanto Ana se aproximava da mãe dela que a abraçou e lhe deu um beijo na bochecha, porém eu notei que Anastasia havia ficado um pouco tensa quando voltava para perto de mim.
— Está tudo bem? – inquiri baixinho e ela assentiu com a cabeça, então seguimos rumo à escada, pois provavelmente o motorista já deveria está à nossa espera lá embaixo.
— Você está quieta demais, minha princesa – comentei, minutos depois que decolamos, e Ana tirou sua atenção da janela e me encarou.
— Só não estou muito a fim de falar, pai.
Franzi o cenho rapidamente, estranhando que ela não tinha me chamado de “Daddy”.
— Sua mãe lhe disse algo, não foi? – perguntei e vi Anastasia abaixar o olhar para o seu colo – Princesa? – indaguei lentamente, insistindo, então segundos depois, Ana ergueu o rosto, me olhando meio chorosa.
— Ela sabe da gente.
— Eu sei, minha princesa. Vem cá, vem – a chamei, batendo em minha perna e ela logo veio se sentar em meu colo, onde rodeei sua cintura com meus braços, ajeitando-a ali – Não se preocupe com sua mãe não, ouviu? Ela pode até saber sobre a gente, mas não fará nada contra nós dois – informei, limpando algumas lágrimas que escorriam em seu rosto – Agora me conta o que ela te disse quando vocês se abraçaram.
— Que eu não vou conseguir roubar o senhor dela. Mas eu não quero fazer isso. Quer dizer... eu não sei, Daddy. Eu me sinto muito atraída pelo senhor e amo saber que posso ser desejada por um homem bonito e gostoso como o senhor, mas eu sei que nós dois não podemos ficar juntos para sempre. Sei que os contos eróticos de pai e filha que eu leio são todos falsos, porque a sociedade não aceita esse tipo de relação, então...
— Você ler contos eróticos de incesto? – inquiri surpreso, interrompendo-a de repente e ela sorriu, meio tímida.
— Sim. São os que eu mais gosto de ler, porque o proibido é sempre mais gostoso.
Agora fora a minha vez de sorrir.
— Verdade. Mas eu quero que você não pense no futuro e sim, só no presente. Eu sei que logo logo você vai terminar o colégio, vai querer ir para uma faculdade a quilômetros de distância de casa e lá vai encontrar um cara de sorte. Vai acabar se casando com ele, construindo uma família linda e isso aqui que estamos vivendo hoje, não vai passar de uma lembrança – falei, sentindo um aperto desconfortável em meu peito.
— Vai ser difícil eu achar um homem bonito, carinhoso e gostoso igual ao senhor.
— Igual a mim? – indaguei com uma das sobrancelhas erguida, a vendo sorrir e segurar meu rosto entre suas mãos, antes de me dar um selinho.
— Sim. O senhor é o meu modelo de homem perfeito, tanto fisicamente quanto em personalidade.
Sorri, feliz pelo comentário dela.
— Oh, minha princesa. Fico muito lisonjeado pelo seu elogio.
— Elogio muito merecido.
— Ah, então devo retribuí-lo de uma forma bem gostosa – sussurrei, ajeitando-a melhor em meu colo, para que a mesma ficasse só com uma perna elevada e com a outra apoiada no chão, deixando-a assim com as pernas parcialmente abertas, dando-me acesso a sua bocetinha.
Lentamente, fui subindo minha mão pelo interior de sua coxa, enfiando-a embaixo do vestido dela, fazendo a mesma arfar um pouco. Mal trisquei as pontas dos meus dedos em sua boceta, ainda protegida pela calcinha, e Ana se sobressaltou, como se tivesse levado um choque.
— Daddy – ela murmurou baixinho, me olhando intensamente, à medida que eu afastada sua calcinha para o lado.
Eu queria chupar os seios lindos dela, mas o modelo do vestido, fechado até o pescoço, me impediam, então me foquei apenas em sua bocetinha que eu massageava devagar, arrancando de Anastasia, deliciosos gemidos, porém baixos, pois apenas uma porta nos separava da cabine dos pilotos.
— Enfia seus dedos em mim, Daddy. Enfia, por favor. Me faz gozar bem gostoso nos seus dedos – ela suplicou em meu ouvido, então atendi rapidamente ao seu desejo, enfiando dois dedos naquela grutinha levemente molhadinha – Ohh... Que delícia, Daddy.
Logo começamos a nos beijar enquanto eu a fodia com meus dedos. Ana ofegava muito entre nossas bocas e tentava rebolar, mas pela posição era um pouco difícil para ela, então segundos depois, parei de socar os dedos e os introduzi, tocando no seu ponto G, ao qual fiquei massageando até Anastasia se derreter em um orgasmo.
Meu pau estava doendo de tão duro que se encontrava, mas quando Ana se ofereceu para chupá-lo, eu recusei, pois seria arriscado demais, então apenas a ajeitando em meu colo e ela acabou cochilando, cansada pelo gozo sofrido.
Estava terminando de colocar minhas coisas em uma mala sobre a cama, quando vi Carla adentrar o nosso quarto, bem mais arrumada que o normal.
— Christian, o que está fazendo em casa a essa hora? E que mala é essa? – ela inquiriu, meio confusa e com o tom de voz meio bravo.
— O dono de um restaurante em San Francisco, ao qual sou sócio, faleceu essa madrugada e eu preciso ir até lá para resolver tudo sobre o rumo do restaurante. Talvez eu fique no máximo uns cinco à seis dias. E vou levar a Anastasia comigo – informei, já entrando no closet para pegar mais um cinto.
— Como assim vai levar a Anastasia com você?
— Ela está doente e precisa de mim, já que sou o único dessa família que cuida e se preocupa com o bem estar dela – falei, fechando a gaveta de cintos, saindo do closet, passando por Carla que se encontrava na porta.
— Você acha que eu não sei o que está acontecendo, Christian? Pois eu sei. Eu vi você e aquela fedelha essa madrugada no corredor.
De repente, parei de fechar o zíper da mala e me aprumei, virando-me de frente para ela.
— Você está ficando louca, querida – falei colocando as mãos na cintura, tentando parecer calmo e confiante em minha postura.
— O único louco aqui é você, Christian. Meu Deus! Você não tem vergonha na cara não? Transar com a sua própria filha?
Na mesma hora, dei alguns passos rápidos, me aproximando dela, já pegando fortemente em seu braço.
— É melhor você parar de loucura ou vou te obrigar a se internar em uma clínica psiquiátrica – ameacei bem sério.
— Me internar, porque? Por falar a verdade?
— A verdade é que se você a amasse do jeito que ama, cuida e mima os gêmeos, eu não precisaria dar 100% da minha atenção para a nossa filha caçula. Ou seja, se está me acusando de ter um caso com a Anastasia, o que é uma acusação séria e sem fundamento algum, mas se fosse verdade, a culpa seria todinha sua, minha querida.
— Não tenta negar, Christian! Eu sei o que eu vi! – ela exclamou e eu apertei ainda mais minha mão ao redor de seu braço.
— Chega, Carla! Eu não aguento mais essa sua paranóia! – gritei com raiva, soltando-a, já indo terminar de fechar minha mala.
— Se você viajar com aquela menina, pode apostar que eu vou na polícia te denunciar! – ela gritou e eu a encarei.
— Faça isso mesmo. Eu vou adorar destruir a sua carreira, mostrando que por trás da talentosa escritora C. Adams existe apenas uma louca psicótica, além de eu pedir o nosso divórcio e te meter um belo de um processo por difamação.
— Você não pode fazer isso.
— Posso e irei fazer, se continuar testando a minha paciência com essas suas teorias malucas de traição e incesto. Agora tenho que ir. Eu sinceramente espero que quando voltarmos, você esteja com a cabeça no lugar, porque senão eu vejo o fim desse casamento logo logo – falei, já pegando a mala e empurrando a mesma para fora do quarto, encontrando Ana saindo do dela – Vamos, filha. Não podemos nos atrasar.
Ela se aproximou sorrindo, mas logo o seu sorriso se desfez quando seus olhos miraram na mãe dela, que havia parado ao meu lado na porta.
— Pegou tudo?
— Sim, senhor.
— Então, vamos – murmurei, já saindo andando pelo corredor, sendo acompanhado pela Anastasia.
— Não vai se despedir de mim, filha? – ouvimos Carla perguntar de repente, fazendo nós dois pararmos e nos entreolharmos.
Fiz um sinal para ela ir e fiquei observando enquanto Ana se aproximava da mãe dela que a abraçou e lhe deu um beijo na bochecha, porém eu notei que Anastasia havia ficado um pouco tensa quando voltava para perto de mim.
— Está tudo bem? – inquiri baixinho e ela assentiu com a cabeça, então seguimos rumo à escada, pois provavelmente o motorista já deveria está à nossa espera lá embaixo.
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— Você está quieta demais, minha princesa – comentei, minutos depois que decolamos, e Ana tirou sua atenção da janela e me encarou.
— Só não estou muito a fim de falar, pai.
Franzi o cenho rapidamente, estranhando que ela não tinha me chamado de “Daddy”.
— Sua mãe lhe disse algo, não foi? – perguntei e vi Anastasia abaixar o olhar para o seu colo – Princesa? – indaguei lentamente, insistindo, então segundos depois, Ana ergueu o rosto, me olhando meio chorosa.
— Ela sabe da gente.
— Eu sei, minha princesa. Vem cá, vem – a chamei, batendo em minha perna e ela logo veio se sentar em meu colo, onde rodeei sua cintura com meus braços, ajeitando-a ali – Não se preocupe com sua mãe não, ouviu? Ela pode até saber sobre a gente, mas não fará nada contra nós dois – informei, limpando algumas lágrimas que escorriam em seu rosto – Agora me conta o que ela te disse quando vocês se abraçaram.
— Que eu não vou conseguir roubar o senhor dela. Mas eu não quero fazer isso. Quer dizer... eu não sei, Daddy. Eu me sinto muito atraída pelo senhor e amo saber que posso ser desejada por um homem bonito e gostoso como o senhor, mas eu sei que nós dois não podemos ficar juntos para sempre. Sei que os contos eróticos de pai e filha que eu leio são todos falsos, porque a sociedade não aceita esse tipo de relação, então...
— Você ler contos eróticos de incesto? – inquiri surpreso, interrompendo-a de repente e ela sorriu, meio tímida.
— Sim. São os que eu mais gosto de ler, porque o proibido é sempre mais gostoso.
Agora fora a minha vez de sorrir.
— Verdade. Mas eu quero que você não pense no futuro e sim, só no presente. Eu sei que logo logo você vai terminar o colégio, vai querer ir para uma faculdade a quilômetros de distância de casa e lá vai encontrar um cara de sorte. Vai acabar se casando com ele, construindo uma família linda e isso aqui que estamos vivendo hoje, não vai passar de uma lembrança – falei, sentindo um aperto desconfortável em meu peito.
— Vai ser difícil eu achar um homem bonito, carinhoso e gostoso igual ao senhor.
— Igual a mim? – indaguei com uma das sobrancelhas erguida, a vendo sorrir e segurar meu rosto entre suas mãos, antes de me dar um selinho.
— Sim. O senhor é o meu modelo de homem perfeito, tanto fisicamente quanto em personalidade.
Sorri, feliz pelo comentário dela.
— Oh, minha princesa. Fico muito lisonjeado pelo seu elogio.
— Elogio muito merecido.
— Ah, então devo retribuí-lo de uma forma bem gostosa – sussurrei, ajeitando-a melhor em meu colo, para que a mesma ficasse só com uma perna elevada e com a outra apoiada no chão, deixando-a assim com as pernas parcialmente abertas, dando-me acesso a sua bocetinha.
Lentamente, fui subindo minha mão pelo interior de sua coxa, enfiando-a embaixo do vestido dela, fazendo a mesma arfar um pouco. Mal trisquei as pontas dos meus dedos em sua boceta, ainda protegida pela calcinha, e Ana se sobressaltou, como se tivesse levado um choque.
— Daddy – ela murmurou baixinho, me olhando intensamente, à medida que eu afastada sua calcinha para o lado.
Eu queria chupar os seios lindos dela, mas o modelo do vestido, fechado até o pescoço, me impediam, então me foquei apenas em sua bocetinha que eu massageava devagar, arrancando de Anastasia, deliciosos gemidos, porém baixos, pois apenas uma porta nos separava da cabine dos pilotos.
— Enfia seus dedos em mim, Daddy. Enfia, por favor. Me faz gozar bem gostoso nos seus dedos – ela suplicou em meu ouvido, então atendi rapidamente ao seu desejo, enfiando dois dedos naquela grutinha levemente molhadinha – Ohh... Que delícia, Daddy.
Logo começamos a nos beijar enquanto eu a fodia com meus dedos. Ana ofegava muito entre nossas bocas e tentava rebolar, mas pela posição era um pouco difícil para ela, então segundos depois, parei de socar os dedos e os introduzi, tocando no seu ponto G, ao qual fiquei massageando até Anastasia se derreter em um orgasmo.
Meu pau estava doendo de tão duro que se encontrava, mas quando Ana se ofereceu para chupá-lo, eu recusei, pois seria arriscado demais, então apenas a ajeitando em meu colo e ela acabou cochilando, cansada pelo gozo sofrido.

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