ANASTASIA
Estava com um pouco de medo, porque segundo os relatos da Kate, aquilo que íamos fazer iria doer muito e eu não queria sentir dor, porém confiava muito no meu pai e se o mesmo disse que a dor ia passar logo, então iria passar mesmo.
— Não fique tensa, minha princesa. Hoje eu te farei ir até as nuvens – ele sussurrou a centímetros da minha boca antes de tomá-la para si, num beijo que logo correspondi, à medida que sentia a mão dele percorrer minha cintura, rumo ao meu seio.
Meu pai apertou o bico do meu mamilo entre as pontas de seus dedos, fazendo-me jogar a cabeça para trás em um gemido de prazer. Ele então distribuiu beijinhos em meu pescoço indo até o seio, que o mesmo apertara segundos antes, envolvendo-o em sua boca.
— Daddy, deixa eu brincar de cavalinho primeiro, antes do senhor me levar às nuvens? – pedi com um sorrisinho safado nos lábios.
Ele assentiu, sorrindo também. Então, num movimento fiquei por cima dele, sentando encaixada sobre seu quadril. Aproveitando que minha bocetinha ficou bem em cima do pau dele, passei a mexer meu quadril para frente e para trás, friccionando meu clitóris de encontro a extensão do seu pau, masturbando nós dois ao mesmo tempo e deixando meu pai louco de tesão com isso.
— Que gostoso, Princesa... – ele gemeu.
Levantei um pouco o quadril e meu pai segurou seu pau, guiando a cabeça para a porta da minha entradinha e eu desci de uma só vez, deixando escapar um gemido. Comecei a cavalgar sobre ele, então me inclinei um pouco e beijei o canto de sua boca, provocando-o.
Em resposta, meu pai segurou minhas nádegas, apertando-as bem forte, fazendo-me gemer no pequeno espaço entre nossos rostos. O encarei nos olhos e o mesmo me envolveu com seus braços, puxando-me para mais um beijo gostoso.
— Minha princesa é muito gostosa... – meu pai sussurrou e eu contrai minha bocetinha ao redor dele de propósito – ...e gosta muito de provocar o Daddy, né sua safadinha?
Sorri bem marota, então me apoiei em seu peito quando ele ordenou. Com ajuda do apoio de seus pés, meu pai se ergueu um pouco e depois desceu fortemente seu corpo contra o colchão. Seu movimento criou um ritmo consecutivo, fazendo meu quadril se chocar contra o dele a cada segundo. Com isso, seu pau ia mais fundo em mim.
— Daddy! – gritei cravando minhas unhas em sua pele, explodimos em um orgasmo, em questão de segundos.
— Vou te dar outro orgasmo incrível, Princesa – ele anunciou enquanto eu me recuperava – Apoia seus pés na cama e fica sentadinha de cócoras. Quer ver essa bocetinha maravilhosa engolindo o meu pau.
Respirando fundo, me inclinei um pouco para trás, apoiando minhas mãos sobre as pernas dele, que o mesmo havia afastado para facilitar a minha futura posição. Então, ficando de cócoras, abri bem minhas pernas e comecei, lentamente, a subir e a descer, encarando meu pai que me observava com um brilho de prazer no olhar.
Logo o mesmo mandou eu virar e cavalgar de costas para ele, e assim o fiz, porém meu pai nem me deixou rebolar direto e já me empurrou para frente, colocando-me de quatro, socando forte em mim.
— Mais que droga! Não vou conseguir me segurar até o anal. Vou gozar junto com você, Princesa – ele murmurou, ofegante, entre gemidos e puxou forte o meu cabelo, fazendo-me soltar o lençol e apoiar as mãos sobre o colchão, enquanto meu pai não parava de investir contra o meu quadril.
Mais algumas estocadas fortes e logo ele estava me preenchendo com o seu gozo, à medida que eu me desmanchava em outro orgasmo. Meu pai beijou meu pescoço e apertou meu seio antes de tirar seu pau do meu interior, provavelmente ensopado com nossos gozos.
Me deitei, de bruços mesmo, bem cansada e segundos depois, senti beijos sendo distribuídos em minha costa. Então, de repente, dedos me invadiram, fazendo-me arfar.
— Outro orgasmo não, Daddy – implorei para ele, pois eu sabia que se gozasse mais uma vez, eu desmaiaria, com certeza.
— Não se preocupe, minha princesa. Acho que você já está pronta para a última parte da nossa brincadeira, mas antes a Princesa vai ter que da uma ajudinha para o Daddy dela – meu pai sussurrou no meu ouvido antes de se sentar, recostado à cabeceira da cama, e me chamar para chupá-lo.
Com muita calma, fiquei masturbando-o até que o mesmo estivesse bem duro novamente, então ele ordenou que eu ficasse de quatro, e enquanto me posicionava, o vi sair da cama, ir até a gaveta da cômoda existente no quarto e pegar um pacote que reconheci logo sendo de uma camisinha.
— Que bundinha mais tesuda – escutei meu pai comentar à medida que o mesmo subia na cama, atrás de mim – Em outro caso, eu usaria muito lubrificante e alguns plugs anais para alargar esse cuzinho antes de meter nele, mas você já tá muito relaxada e melada com nossos gozos, que acabarei usando eles como lubrificante natural.
— Me fode devagar, Daddy – pedi quando senti o mesmo lubrificar um dedo e começar a bolinar meu cu, introduzindo-o, posteriormente.
— Claro, minha princesa.
Ele tirou seu dedo e segundos se passaram quando novamente senti uma pressão, mas agora era a cabeça do pau dele pedindo passagem, porém minhas preguinhas anais eram resistentes demais e não se renderiam tão facilmente.
— Seu Daddy não vai te machucar – meu pai falou e se inclinou para frente, forçando meu quadril para baixo, fazendo-me deitar de bruços – Relaxe, meu anjo – ele sussurrou em meu ouvido, depois beijou meu ombro, carinhosamente.
Fechei os olhos e segurei firme o lençol quando novamente ele forçou a cabeça contra a entrada do meu cuzinho. Acabei dando um grito, abafado pelo colchão, quando meu pai conseguiu finalmente se enfiar em mim, porém minha alegria foi embora ao descobrir que apenas a cabeça tinha entrado.
“Ah merda! Bem que ele podia meter logo tudo de uma só vez” pensei tentando relaxar, mas era meio impossível.
A cada centímetro que meu pai continuava enfiando seu pau, era um gemido de dor que eu dava contra o colchão. Todavia, quando ele informou que estava quase no final, eu suspirei aliviada. Principalmente, no momento que senti as bolas dele tocar na minha bocetinha.
Meu pai ficou imóvel por um tempinho e eu o agradeci mentalmente por isso, porque com o passar dos minutos eu notava que minhas preguinhas iam se acostumando com aquele pau grosso que me preenchia. Então, ele começou a se movimentar, bem lentamente, arrancando pequenos gemidos de prazer de mim.
A dor ainda não tinha passado totalmente, mas eu só sentia um leve desconforto, principalmente quando papai abria mais minha bunda com as mãos.
— Está doendo, Princesa?
— Não muito, Daddy. Tá ardendo um pouquinho, mas isso é bem gostoso – confidenciei empinando um pouco mais minha bundinha para ele.
— Com o tempo, você vai se acostumando e quando perceber, nem vai está mais sentindo esse desconforto, como agora – meu pai disse se deitando sobre mim, distribuindo beijos em meus ombros, nuca e pescoço – Princesa, eu tô perto de explodir, então vou ter que ir um pouquinho mais forte.
— Vai doer muito?
— Não vou mentir para você, minha princesa. Provavelmente, vai doer um pouco sim, mas se quiser eu paro por aqui e você me chupa até eu lambuzar esse rostinho lindo de porra.
— Não, Daddy. Pode fazer. Eu aguento – falei meio corajosa.
— Tem certeza?
— Tenho, Daddy. Pode fuder esse cuzinho do jeito que o senhor gosta. A sua princesinha aguenta tudo.
Meu pai sorriu enquanto saía de cima de mim. Logo me mandou empinar mais a minha bundinha, então fiquei parcialmente de quatro para ele. Quando as estocadas começaram, eu praticamente fui em outra dimensão e voltei. A dor que me acertava era muito forte, então não tive outra escolha do que morder o lençol, rezando para meu pai gozasse logo.
— Pronto, meu amor. Acabou – ele sussurrou tirando seu pau de mim, deitando-se ao lado, já me puxando para um abraço – Me desculpe, Princesa – escutei meu pai murmurar enquanto eu ainda choramingava baixinho contra seu peito – Prometo nunca mais fazer isso em você.
Ergui o rosto, o encarando.
— Não fale isso, Daddy. Na próxima vez, o senhor só precisa ir com mais calma – ressaltei dando um sorriso para ele quando o mesmo secou meu rosto com os dedos.
— Prometo ir mais devagar na próxima vez, o que só vai acontecer daqui a algumas semanas.
— Porque? – inquiri, já franzindo o cenho, confusa.
— Porque além de você ficar dolorida por dias, sua primeira missão como minha submissa vai ser começar a usar plugs anais o dia todo para se acostumar. Não se preocupe que os primeiros serão pequenos, mas depois virão os maiores.
Aquilo, por algum motivo, me excitou.
— Ansiosa para começar a minha missão, Daddy – sussurrei aproximando meus lábios do dele, beijando-o intensamente, porém meu pai cortou nosso beijo logo em seguida – O que foi?
— Precisamos voltar para os nossos quartos antes do amanhecer, Princesa – ele comentou, lembrando-me, enquanto acariciava minha bochecha.
— Tudo bem – retruquei meio triste, pois eu queria aproveitar ao máximo esse tempo com ele.
Meu pai se desvencilhou de mim e levantou da cama indo buscar meu robe e sua calça, retornando minutos depois ao quarto. Assim que terminamos de nos vestir, ele pegou algo na gaveta e me entregou. Era uma caixinha contendo um plug pequeno preto.
— Quando poderemos ficar sozinhos de novo, Daddy? – inquiri, o enlaçando pelo pescoço, colando nossos corpos.
— Mais tarde, vou te levar numa ginecologista de minha confiança e depois... Que tal, passarmos o dia juntos. Faz tempo que não fazemos nada juntos como pai e filha.
— Eu estava pensando mais em passar o dia como Daddy e Princesa... – murmurei beijando seu pescoço – ...aconchegados numa cama de hotel, em Olympia.
Ele riu e eu o encarei.
— Você está muito tarada, Princesa.
— Eu já era tarada antes do senhor me fazer ficar mais tarada – rebati sorrindo à medida que eu sentia seus braços ao redor da minha cintura, se apertarem mais um pouco – Por favor, Daddy. Vamos passar o dia em Olympia?
— Porque tão longe, minha princesa?
— Porque eu quero fazer o que eu não posso fazer aqui em Seattle, onde praticamente todos nos conhece – falei, mas meu pai fez uma cara confusa – Quero andar de mãos dadas com o senhor. Quero poder sentir o gosto dos seus lábios na hora e no lugar que eu quiser, sem medo de que alguém nos reconheça. Por favor, Daddy?
O vi hesitar um pouco, mas logo um sorriso se formou em seus lábios, antes do mesmo segurar meu rosto entre suas mãos.
— Eu não consigo negar nada para minha princesinha. Nós vamos sim. Depois da consulta, nós pegaremos o jatinho e iremos para Olympia com a desculpa de você fazer compras, se alguém chegar a perguntar, ok?
Assenti mega feliz, e pulei nele, o abraçando bem forte.
— Obrigada, Daddy. Te amo muito, muito, muito, muito, muito – falei dando vários selinhos nele, que sorriu.
— Também te amo, Princesa. Agora vamos subir.
— Guarde o plug num lugar bem seguro, para nenhuma empregada ou sua mãe achar – ele pediu quando paramos em frente da porta do meu quarto.
Assenti, então ele me deu um selinho.
— Vou contar os minutos até o nosso reencontro – sussurrei, fazendo o mesmo sorrir e beijar minha testa, sussurrando um “Eu também”.
Nos despedimos e assim que entrei no meu quarto, fui direto para o chuveiro. Depois de tomar um banho para me limpar, me deitei na cama, pelada mesmo, e fiquei imaginando como iria ser o nosso dia juntos. Acabei me masturbando e gozando bem gostoso, mas não tão gostoso quanto gozar com o pau do meu pai todo enterrado em mim.
Estava com um pouco de medo, porque segundo os relatos da Kate, aquilo que íamos fazer iria doer muito e eu não queria sentir dor, porém confiava muito no meu pai e se o mesmo disse que a dor ia passar logo, então iria passar mesmo.
— Não fique tensa, minha princesa. Hoje eu te farei ir até as nuvens – ele sussurrou a centímetros da minha boca antes de tomá-la para si, num beijo que logo correspondi, à medida que sentia a mão dele percorrer minha cintura, rumo ao meu seio.
— Daddy, deixa eu brincar de cavalinho primeiro, antes do senhor me levar às nuvens? – pedi com um sorrisinho safado nos lábios.
Ele assentiu, sorrindo também. Então, num movimento fiquei por cima dele, sentando encaixada sobre seu quadril. Aproveitando que minha bocetinha ficou bem em cima do pau dele, passei a mexer meu quadril para frente e para trás, friccionando meu clitóris de encontro a extensão do seu pau, masturbando nós dois ao mesmo tempo e deixando meu pai louco de tesão com isso.
Levantei um pouco o quadril e meu pai segurou seu pau, guiando a cabeça para a porta da minha entradinha e eu desci de uma só vez, deixando escapar um gemido. Comecei a cavalgar sobre ele, então me inclinei um pouco e beijei o canto de sua boca, provocando-o.
Em resposta, meu pai segurou minhas nádegas, apertando-as bem forte, fazendo-me gemer no pequeno espaço entre nossos rostos. O encarei nos olhos e o mesmo me envolveu com seus braços, puxando-me para mais um beijo gostoso.
Sorri bem marota, então me apoiei em seu peito quando ele ordenou. Com ajuda do apoio de seus pés, meu pai se ergueu um pouco e depois desceu fortemente seu corpo contra o colchão. Seu movimento criou um ritmo consecutivo, fazendo meu quadril se chocar contra o dele a cada segundo. Com isso, seu pau ia mais fundo em mim.
— Vou te dar outro orgasmo incrível, Princesa – ele anunciou enquanto eu me recuperava – Apoia seus pés na cama e fica sentadinha de cócoras. Quer ver essa bocetinha maravilhosa engolindo o meu pau.
Respirando fundo, me inclinei um pouco para trás, apoiando minhas mãos sobre as pernas dele, que o mesmo havia afastado para facilitar a minha futura posição. Então, ficando de cócoras, abri bem minhas pernas e comecei, lentamente, a subir e a descer, encarando meu pai que me observava com um brilho de prazer no olhar.
— Não se preocupe, minha princesa. Acho que você já está pronta para a última parte da nossa brincadeira, mas antes a Princesa vai ter que da uma ajudinha para o Daddy dela – meu pai sussurrou no meu ouvido antes de se sentar, recostado à cabeceira da cama, e me chamar para chupá-lo.
Com muita calma, fiquei masturbando-o até que o mesmo estivesse bem duro novamente, então ele ordenou que eu ficasse de quatro, e enquanto me posicionava, o vi sair da cama, ir até a gaveta da cômoda existente no quarto e pegar um pacote que reconheci logo sendo de uma camisinha.
— Me fode devagar, Daddy – pedi quando senti o mesmo lubrificar um dedo e começar a bolinar meu cu, introduzindo-o, posteriormente.
— Claro, minha princesa.
Ele tirou seu dedo e segundos se passaram quando novamente senti uma pressão, mas agora era a cabeça do pau dele pedindo passagem, porém minhas preguinhas anais eram resistentes demais e não se renderiam tão facilmente.
— Seu Daddy não vai te machucar – meu pai falou e se inclinou para frente, forçando meu quadril para baixo, fazendo-me deitar de bruços – Relaxe, meu anjo – ele sussurrou em meu ouvido, depois beijou meu ombro, carinhosamente.
Fechei os olhos e segurei firme o lençol quando novamente ele forçou a cabeça contra a entrada do meu cuzinho. Acabei dando um grito, abafado pelo colchão, quando meu pai conseguiu finalmente se enfiar em mim, porém minha alegria foi embora ao descobrir que apenas a cabeça tinha entrado.
“Ah merda! Bem que ele podia meter logo tudo de uma só vez” pensei tentando relaxar, mas era meio impossível.
A cada centímetro que meu pai continuava enfiando seu pau, era um gemido de dor que eu dava contra o colchão. Todavia, quando ele informou que estava quase no final, eu suspirei aliviada. Principalmente, no momento que senti as bolas dele tocar na minha bocetinha.
Meu pai ficou imóvel por um tempinho e eu o agradeci mentalmente por isso, porque com o passar dos minutos eu notava que minhas preguinhas iam se acostumando com aquele pau grosso que me preenchia. Então, ele começou a se movimentar, bem lentamente, arrancando pequenos gemidos de prazer de mim.
— Está doendo, Princesa?
— Não muito, Daddy. Tá ardendo um pouquinho, mas isso é bem gostoso – confidenciei empinando um pouco mais minha bundinha para ele.
— Com o tempo, você vai se acostumando e quando perceber, nem vai está mais sentindo esse desconforto, como agora – meu pai disse se deitando sobre mim, distribuindo beijos em meus ombros, nuca e pescoço – Princesa, eu tô perto de explodir, então vou ter que ir um pouquinho mais forte.
— Vai doer muito?
— Não vou mentir para você, minha princesa. Provavelmente, vai doer um pouco sim, mas se quiser eu paro por aqui e você me chupa até eu lambuzar esse rostinho lindo de porra.
— Não, Daddy. Pode fazer. Eu aguento – falei meio corajosa.
— Tem certeza?
— Tenho, Daddy. Pode fuder esse cuzinho do jeito que o senhor gosta. A sua princesinha aguenta tudo.
Meu pai sorriu enquanto saía de cima de mim. Logo me mandou empinar mais a minha bundinha, então fiquei parcialmente de quatro para ele. Quando as estocadas começaram, eu praticamente fui em outra dimensão e voltei. A dor que me acertava era muito forte, então não tive outra escolha do que morder o lençol, rezando para meu pai gozasse logo.
Ergui o rosto, o encarando.
— Não fale isso, Daddy. Na próxima vez, o senhor só precisa ir com mais calma – ressaltei dando um sorriso para ele quando o mesmo secou meu rosto com os dedos.
— Prometo ir mais devagar na próxima vez, o que só vai acontecer daqui a algumas semanas.
— Porque? – inquiri, já franzindo o cenho, confusa.
— Porque além de você ficar dolorida por dias, sua primeira missão como minha submissa vai ser começar a usar plugs anais o dia todo para se acostumar. Não se preocupe que os primeiros serão pequenos, mas depois virão os maiores.
Aquilo, por algum motivo, me excitou.
— Ansiosa para começar a minha missão, Daddy – sussurrei aproximando meus lábios do dele, beijando-o intensamente, porém meu pai cortou nosso beijo logo em seguida – O que foi?
— Precisamos voltar para os nossos quartos antes do amanhecer, Princesa – ele comentou, lembrando-me, enquanto acariciava minha bochecha.
— Tudo bem – retruquei meio triste, pois eu queria aproveitar ao máximo esse tempo com ele.
Meu pai se desvencilhou de mim e levantou da cama indo buscar meu robe e sua calça, retornando minutos depois ao quarto. Assim que terminamos de nos vestir, ele pegou algo na gaveta e me entregou. Era uma caixinha contendo um plug pequeno preto.
— Mais tarde, vou te levar numa ginecologista de minha confiança e depois... Que tal, passarmos o dia juntos. Faz tempo que não fazemos nada juntos como pai e filha.
— Eu estava pensando mais em passar o dia como Daddy e Princesa... – murmurei beijando seu pescoço – ...aconchegados numa cama de hotel, em Olympia.
Ele riu e eu o encarei.
— Você está muito tarada, Princesa.
— Eu já era tarada antes do senhor me fazer ficar mais tarada – rebati sorrindo à medida que eu sentia seus braços ao redor da minha cintura, se apertarem mais um pouco – Por favor, Daddy. Vamos passar o dia em Olympia?
— Porque tão longe, minha princesa?
— Porque eu quero fazer o que eu não posso fazer aqui em Seattle, onde praticamente todos nos conhece – falei, mas meu pai fez uma cara confusa – Quero andar de mãos dadas com o senhor. Quero poder sentir o gosto dos seus lábios na hora e no lugar que eu quiser, sem medo de que alguém nos reconheça. Por favor, Daddy?
O vi hesitar um pouco, mas logo um sorriso se formou em seus lábios, antes do mesmo segurar meu rosto entre suas mãos.
— Eu não consigo negar nada para minha princesinha. Nós vamos sim. Depois da consulta, nós pegaremos o jatinho e iremos para Olympia com a desculpa de você fazer compras, se alguém chegar a perguntar, ok?
Assenti mega feliz, e pulei nele, o abraçando bem forte.
— Obrigada, Daddy. Te amo muito, muito, muito, muito, muito – falei dando vários selinhos nele, que sorriu.
— Também te amo, Princesa. Agora vamos subir.
★ ★ ★ ★ ★
— Guarde o plug num lugar bem seguro, para nenhuma empregada ou sua mãe achar – ele pediu quando paramos em frente da porta do meu quarto.
Assenti, então ele me deu um selinho.
— Vou contar os minutos até o nosso reencontro – sussurrei, fazendo o mesmo sorrir e beijar minha testa, sussurrando um “Eu também”.
Nos despedimos e assim que entrei no meu quarto, fui direto para o chuveiro. Depois de tomar um banho para me limpar, me deitei na cama, pelada mesmo, e fiquei imaginando como iria ser o nosso dia juntos. Acabei me masturbando e gozando bem gostoso, mas não tão gostoso quanto gozar com o pau do meu pai todo enterrado em mim.

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