quinta-feira, 16 de julho de 2020

Daddy Grey - Capítulo 11


ANASTASIA

Assim que meu pai me vendou, foi como se eu entrasse num mundo totalmente fora da realidade, então passei a ver com outros sentidos, ou melhor, com os ouvidos. Houve um silêncio. Um agonizante e sombrio silêncio, e a vontade de tirar a venda e me virar para saber o que ele fazia foi enorme, porém continuei na mesma posição que estava.

De repente, veio a primeira pancada na minha nádega direita, assustando-me e fazendo-me gritar. Reclamei, mas meu pai me convenceu de que eu ia gostar daquilo, então dei aquele voto de confiança à ele, já voltando a minha posição. Em seguida, começaram a vir os golpes, um a um.

Eu retesava o corpo para frente, como se aquilo fosse me salvar das palmadas, mas estava redondamente enganada, porém meu corpo passou a pedir por elas, mesmo que a cada golpe eu mordesse o encosto do sofá com tanta forma que parecia que eu desejasse tirar o couro com os meus próprios dentes, eu sentia meu traseiro se empinar pedindo por mais.

Uma a uma, as palmadas foram se sucedendo à medida que arrancavam-me sonoros gemidos. Silenciosas lágrimas logo estamparam meu rosto e minha pele, já em brasa, doía. Então, os golpes simplesmente cerraram-se e meu pai abriu um pouco minhas pernas, me acariciando gentilmente. Entretanto, logo senti um tapa sobre minha boceta.

— Pai, me fode logo, por favor! – supliquei entre um gemido.

Não satisfeito, ele passou a introduzir em mim, o que parecia ser dois dedos, num ritmo que intercalava entre o acelerado e o lento. Meu corpo se entregou totalmente aquela sensação tão prazerosa que fazia minhas pernas tremerem. Minutos depois, o senti segurar firme meu quadril, então meu pai intensificou o movimento de sua mão, fazendo-me contrair envolta de seus dedos.

Meu corpo começou a se enrijecer de uma forma que eu nunca havia sentindo antes e então, como um estalar de dedos, algo explodiu dentro de mim e logo uma sensação anestesiante tomou conta, vagarosamente, do meu corpo, me fazendo jogar-se sobre o encosto do sofá, relaxada.

Meu pai já tinha me feito gozar várias vezes desde ontem, mas aquele orgasmo foi o mais forte de todos. Escutei ele dizer algo, mas estava tão mole, recuperando-me as forças, para conseguir distinguir os sons à minha volta.

Tirei a venda e fechei os olhos, cansada, mas voltei a abri-los quando notei que o sofá afundou-se bem no meio das minhas pernas. Meu pai ajeitou-me melhor para que tivesse espaço para ele, então esfregou em mim a cabeça de seu pau, já bem duro, antes de começar a me penetrar.

Ele entrava um pouco depois saía, até que de repente meu pai se projetou para frente apoiando as mãos sobre o encosto, me invadindo numa só estocada, fazendo-me soltar um grito que mais pareceu um gemido.

— Shhhhh... Quietinha.

Puxando-me o cabelo para trás, meu pai fez com que eu apoiasse minhas mãos ao lado das suas sobre o alto do encosto do sofá, consequentemente meu corpo colou-se ao dele e eu acabei sorrindo quando ele lambeu minha orelha.

— Quero ser sua submissa, Daddy. Por favor, me faça sua – soltei num gemido e meu pai sorriu.

— Não irá se arrepender de ter entrado nesse mundo... Vou lhe ensinar tudo... Vou moldá-la para ser só minha...

A cada frase que ele dizia, o mesmo investia contra o meu quadril, afundando-se em meu interior, me fazendo arfar de prazer. Já estava tão excitada, com a minha bocetinha muito sensível e toda inchada que o sentia pulsar dentro de mim a cada estocada forte.
Gozei segundos antes que ele me penetrasse mais fundo, marcando-me como dele.





CHRISTIAN

Assim que nossas respirações voltaram ao normal, eu me sai de dentro dela e ainda mole do orgasmo, a mesma se sentou no sofá e me encarou com um sorriso meio débil nos lábios. Com cuidado, peguei ela no colo e levei minha princesinha para o quarto montado nos fundos da masmorra.
A repousei sobre a cama e Anastasia abriu seus olhos novamente, encarando-me. Ela sorriu para mim e logo me puxou para um beijo. Sem separar nossos lábios, subi na cama e passei por cima dela, deitando-me ao seu lado. Ficamos ali, por alguns minutos, um de frente para o outro sob as cobertas, apenas nos observando e sorrindo de vez em quando.

— Como o senhor entrou nesse negócio de masmorra, submissa e tudo mais?

— Não vamos falar nisso agora, Princesa – pedi à medida que acariciava sua bochecha.

— Porque? O senhor disse que responderia minhas perguntas, então eu tô querendo saber como o senhor começou a gostar disso tudo?

— Lembro muito bem o que eu disse, minha princesa, mas se eu começar a falar sobre isso, vou inevitavelmente tocar no nome da sua mãe e eu não quero falar nela agora.

— Tudo bem. Vamos deixar para depois então – ela disse e se apoiou em um dos cotovelos, me encarando de um jeito estranho, bem mais séria – Daddy, posso te fazer uma pergunta?

— Sim.

— O senhor deixaria eu contar para a Kate sobre nós?

Aquilo me pegou de surpresa.

— Com certeza, não.

— Por favor, Daddy? Eu e ela nunca guardamos segredos uma da outra.

Ela fez o beicinho que era o meu calcanhar de Aquiles, mas eu tinha que me manter firme em minha decisão, porque não poderíamos vacilar com o nosso segredo. Ninguém entenderia o que estamos vivendo, nem eu mesmo ainda não entendo, imagina os de fora. E ainda tinha a Carla.

“Droga! Eu não posso pensar nela agora”

— Minha resposta ainda é não, Anastasia.

— Por favorzinho?

— Ninguém pode saber sobre nós, meu amor.

— A Kate é de confiança, Daddy. Eu juro. Se ela não contou para ninguém o lance que temos, porque ela contaria sobre o meu lance com o senhor?

Franzi o cenho, desconfiado.

— Como é que é? O lance de vocês? – inquiri e Ana tentou fugir do assunto, e principalmente de mim, mas a segurei em meus braços, trazendo-a para bem perto – Pode ir logo me contando direitinho essa história de lance entre vocês duas, mocinha.

— Eu estou com vergonha – ela anunciou, afundando seu rosto em meu peito.

— Não precisa ter vergonha de mim, Princesa. E não se preocupe, eu não irem brigar com você por isso. Apenas quero saber – comentei afagando seu cabelo, então Anastasia ergueu o rosto, me encarando.

— Eu e a Kate ficamos já faz um tempo, Daddy. E fazemos isso, porque decidimos que iríamos explorar todo o campo sexual para saber do que realmente gostamos, se era de homem ou de mulher. Ela já se diz que é bi, e eu acho que sou também, porque eu gosto muito de ficar com ela e agora eu estou amando ficar com o senhor.

Mais uma vez, eu me encontrava surpreso. Nunca pela minha cabeça, iria passar a hipótese de que minha filha e sua melhor amiga se pegavam. Entretanto, isso agora explicava muita coisa, como por exemplo os vários pedidos da Ana, durante a semana, para a Kate vir dormir aqui em casa.

— Então quer dizer que a minha princesa já era uma pervertida antes de ser minha? – inquiri à medida que a puxava mais para mim.

— Só um pouquinho pervertida, Daddy – Anastasia sussurrou, me beijando em seguida.
Segundos depois, ainda em pleno beijo, mudei nossa posição, indo meio para cima dela enquanto passeava minha mão ao longo de seu corpo, puxando sua perna para cima do meu quadril.
— O Daddy não ficou com raiva por saber sobre mim e a Kate, ficou? – ela indagou, contra meus lábios, fazendo-me afastar um pouco.

— É claro que não, minha princesa. E você pode contar sobre nós para ela, mas com uma condição.

— Qual?

— Não é mais Dia dos Pais, porém ainda falta eu terminar de desembrulhar e brincar com o meu presente – comentei sorrindo.

— Não entendi, Daddy.

— Você me deu sua virgindade como presente, não foi?

— Sim.

— Então, minha princesa, ainda falta outro buraquinho para eu tirar o cabaço.

— O senhor quer comer minha bunda? – ela perguntou assustada e eu assenti – Não, Daddy. A Kate me falou que doe muito, mais muito mesmo, dar o cu. O dela saiu até sangue, ela me disse.

— Provavelmente, ela fez com alguém que não sabia o que estava fazendo. O seu Daddy tem mais experiência – ressaltei, mas mesmo assim ela estava relutante – E se eu prometer que a dor que a minha princesa vai sentir, vai ser igual aquela dorzinha que ela sentiu ontem a tarde lá no hotel?

— Vai doer, mas vai passar?

— Sim, Princesa. Eu nunca iria mentir para você, só para depois poder te machucar.

— Eu sei, Daddy. Confio no senhor. Pode foder o meu cuzinho bem gostoso.

Só foi ela falar aquela última frase com aquele ar de safada, que meu pau já se animou todo. Eu ia mostrar para a minha princesinha como o anal podia ser maravilhoso.

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