ANASTASIA
Fiquei esperando pelo meu pai até a hora combinada, mas ele não apareceu, então achando que o mesmo tivesse desistido de vir aqui, me virei de lado e puxei o lençol, cobrindo minha nudez. Todavia, as lembranças dos nossos beijos, das fodas e do corpo forte dele pressionando contra o meu, me deixou muito excitada, e quando percebi, já estava com as mãos acariciando o meu corpo, masturbando-me, imaginando ele enfiando aquele pau gostoso em mim de novo.
Estava chegando ao orgasmo quando me assustei com a porta sendo aberta e meus olhos focalizaram meu pai encarando-me meio atônito. O mesmo se encontrava apenas só com a calça do seu pijama.
— Daddy... – sussurrei num tom de voz baixo, meio ofegante, e mordi o lábio assim que o vi fechar a porta e trancá-la.
Meu olhar saltou rapidamente para sua calça que, por ser cinza, dava para ver o volume hipnotizante que ia se formando naquele lugar à medida que ele se aproximava da cama, ao qual o mesmo subiu, por trás de mim.
— Então a minha princesa decidiu brincar sem mim, foi? – ele sussurrou e eu o olhei por cima do ombro, com um sorrisinho safado nos lábios, encontrando com sua expressão de malícia.
Meu pai começou a alisar minha costa, levando suas mãos rumo as minhas nádegas, apertando-as bem forte que me fez gemer contra o travesseiro. Depois passou a distribuir beijos no local e foi subindo até chegar em meu ouvido, onde o chupou de uma maneira bem sexy, fazendo-me morder o lábio para abafar os gemidos de tesão que teimavam em sair de minha boca.
— Continue a se masturbar, minha princesa. Mas agora o seu Daddy vai te ajudar também – meu pai rosnou e eu sorri.
Comigo ainda de bruços sobre a cama, ele ficou me penetrando com um dedo enquanto eu massageava bem rápido o meu clitóris, já inchado e mega sensível. Depois meu pai foi para trás de mim novamente e desceu avidamente sua língua sobre minha bocetinha.
Eu já me encontrava excitada demais e próxima a gozar, que bastou apenas algumas chupadas ferozes dele para eu me derreter sob sua boca. Ainda lesada pelo orgasmo, me deitei de costa, de olhos fechados e senti pequenos beijos serem depositados ao longo do meu corpo, causando-me leves arrepios ao roçar da barba áspera dele contra minha pele. Quando seus lábios chegaram aos meus, o abracei, entregando-me intensamente aquele beijo.
Abri os olhos e sorrimos um para o outro, antes dele me dar um selinho.
— Quero lhe mostrar algo, minha princesa. Vista apenas um robe – ele mandou saindo de cima de mim, então o obedeci rapidamente.
Depois meu pai estendeu sua mão para mim, que logo a entrelacei entre a minha. Ele me conduziu silenciosamente pela mansão até uma porta no andar térreo que dava acesso ao porão. Nem eu e nem os meus irmãos podíamos descer ali. Era um lugar proibido para nós três, mas fiquei feliz em ver que ele confiava em mim o suficiente para me deixar saber o que tinha ali embaixo.
Assim que descemos uma escada, meu pai destrancou uma outra porta e acendeu a luz. Imediatamente, meus olhos se arregalaram em total surpresa. O lugar era enorme e se tirasse todos aquelas coisas poderia até parecer uma boate com luzes LED azuis no teto acima da plataforma ao centro do salão e nas laterais das paredes, sem contar com os pequenos abajures alaranjados em torno das seis colunas que rodeavam a plataforma.
O preto dos objetos dispersos dava um belo contraste entre o ambiente todo pintado em vermelho e o piso de madeira.
— Bem-vinda a minha masmorra, Princesa. Pode olhar tudo e se tiver alguma dúvida, fique à vontade para perguntar.
— Com certeza eu vou fazer milhares de perguntas, né Daddy? – falei o encarando de lado, fazendo o mesmo rir.
A primeira coisa que fiz foi dar alguns passos à frente em direção a uma das colunas onde jazia um cabide reto em madeira com oito ganchos e em cada um deles estava pendurado o que parecia ser chicotes de couro. Segui andando para o lado direito do salão onde havia um assento que assemelhar-se a uma cadeira elétrica antiga, mas adiante tinha outra espécie de cadeira, igual à dos consultórios ginecológicos.
No meio delas possuía uma cruz preta em forma de X com braceletes em cada uma das pontas. Dei a volta na plataforma chegando ao outro lado e encarei meio confusa uma prateleira contendo vários bustos com máscaras de couro preto, aliás, tudo ali era de couro preto, com exceção de um sofá vermelho que ficava em cima do palco.
Próximo a parede, tinha uma mesa com um fino colchão de couro, mais alguns metros adiante, suspensa no ar, encontrava-se uma grande gaiola na qual caberia facilmente uma pessoa ali dentro. Do lado oposto da gaiola, em um dos cantos do palco, havia outra que parecia uma gaiola para cachorro, mas no tamanho adulto.
— Então é para cá que o senhor foge às vezes? – indaguei olhando ao redor, meio fascinada com o lugar e seus instrumentos meio estranhos.
— Mais ou menos. Faz tempo que não uso a minha masmorra.
Sorri tendo uma ideia em mente, então me aproximei dele bem devagar e o enlacei pelo pescoço, colando nossos corpos.
— Esse pode ser o nosso lugar especial, Daddy? O nosso segredinho?
— Não sei não.
— Por favor, meu Daddy lindo e gostoso – supliquei beijando seu pescoço, bem na linha onde a barba dele terminava, então o olhei fazendo o meu beicinho de sempre, antes de mordê-lo.
— Não morda o lábio, Princesa, ou vai levar umas palmadas.
— Ah, eu quero levar uma palmadinhas do meu Daddy gostoso – sussurrei contra os lábios dele dando em seguida apenas um selinho antes de me desvencilhar e ir até o sofá vermelho.
À medida que eu me dirigia até o móvel, fui desamarrado o laço do robe e o tirei lentamente, como em um show de striptease, deixando-o cair no chão. Então me sentei no sofá e abri minhas pernas ao máximo, ficando totalmente exposta para ele.
— Daddy, acho que a bocetinha da sua princesa está dodoí. Tem algo escorrendo dela – falei fingindo inocência, uma coisa que eu não tinha há séculos.
Ele sorriu pervertido e se aproximou, a passos lentos, se ajoelhando entre minhas pernas e me encarando com aqueles olhos azuis que mostravam um enorme desejo.
— Dodoí, é? Acho que preciso dá uma verificadinha nela para ter certeza.
— Verifica, Daddy. Faça um exame comple... – interrompi-me, gemendo em êxtase, ao sentir sua língua em minha, já encharcada, boceta.
CHRISTIAN
Aquela bocetinha estava tão gostosa, que eu ficaria chupando ela pelo resto da noite, mas eu tinha outros planos quando trouxe Anastasia para conhecer minha masmorra ou como eu gostava de chamá-la às vezes “meu parque particular de diversões”. Parei de saborear aquela delícia e fui subindo, distribuindo beijos em sua barriga, dando leve beijos nos hematomas que eu tinha feito na minha princesa ontem a tarde, até chegar em seus lábios.
— O Daddy quer brincar de uma coisa, mas ele não sabe se a princesinha dele vai querer experimentar – comentei encarando-a intensamente, torcendo para que Ana concordasse, pois fazia tempo que eu não dominava ninguém.
— Agora o senhor me deixou curiosa. Eu vou gostar da sua brincadeira, Daddy?
— Com certeza – falei com um sorrisinho cínico nos lábios – Vamos brincar de Dominação. Eu serei seu Senhor e você será minha submissa, ou seja, eu mando e você obedece.
— Já mudou de nome? Que eu saiba isso se chama Pais e Filhos – franzi o cenho confuso e ela riu – Os pais mandam e os filhos obedecem, entendeu a piada agora?
Sorri, rolando os olhos.
— Engraçadinha, hein? Vai querer brincar com o seu Daddy ou não?
— Sim, Daddy – Anastasia exclamou, sorrindo empolgada, e me roubou um selinho antes de eu mandá-la ficar de quatro sobre o sofá.
Fui até a porta para trancá-la, depois me dirigi ao mostruário de palmatórias, peguei uma de tamanho pequeno e com furinhos e uma máscara para os olhos, retornando em seguida para perto da minha princesa.
Meu pau, que já se encontrava bastante excitado, ficou mais duro ainda e parecia querer romper a calça do pijama para libertar-se, quando após vendá-la, Ana repousou a cabeça no encosto e empinou aquela linda bundinha em minha direção, ficando totalmente exposta para o meu deleite.
Fiquei ali parado atrás dela, observando-a por alguns minutos, como se fosse um leão observando sua presa antes de saborear a carne fresca à sua frente. Então, ergui a mão lentamente, empunhando à palmatória e a desci num movimento rápido, batendo em um dos lados de sua bunda, fazendo com que Anastasia gritasse de susto e puxasse a máscara para baixo, me encarando por cima do ombro.
— O senhor disse que eu ia gostar, Daddy. Isso doeu pra caramba – ela reclamou esfregando o local, então me inclinei e dei um beijinho naquela nádega, antes com a pele branquinha, mas que agora começava a ficar avermelhada.
— Prometo que você vai sentir prazer já já, Princesa. Confia em mim? – indaguei acariciando sua bochecha e Ana assentiu voltando a colocar a venda, então lhe deu um beijo.
Me aprumei de novo e respirei fundo antes de voltar a desferir a palmatória sobre sua bundinha gostosa, que mesmo seu corpo projetando-se para frente, como se quisesse fugir dos meus golpes, ao voltar, Anastasia empinava sua bunda em minha direção enquanto eu escutava a melodia de seus gemidos.
Nem sei quantas palmadas apliquei nela, pois queria possuí-la logo. Joguei a palmatória num canto do sofá e abrindo um pouco suas pernas, a acariciei por alguns segundos, então de repente dei-lhe um tapa sobre sua bocetinha, fazendo-a gemer um “Pai, me fode logo, por favor!”.
Como um pequeno castigo por ter me chamado de “Pai”, quando tínhamos combinado que nos trataríamos diferentes, comecei a brincar com sua deliciosa boceta e introduzi dois dedos, iniciando um divertido ritmo de estocadas enquanto a observava saborear aquele êxtase de prazer. Não demorou muito e ela logo se entregou a um orgasmo tão intenso que a fez jogar-se sobre o encosto do sofá, totalmente relaxada.
— Vou lhe proporcionar vários orgasmos iguais a esse, minha princesa – falei sorrindo à medida que tirava meus dedos de dentro dela.
Fiz apenas abaixar a calça do pijama e me lubrifiquei com o próprio gozo dela, segundos antes de subir no sofá e começar a penetrá-la, sentindo seu interior pulsar ao redor de mim quando meu pau foi totalmente engolido por ela.
Fiquei esperando pelo meu pai até a hora combinada, mas ele não apareceu, então achando que o mesmo tivesse desistido de vir aqui, me virei de lado e puxei o lençol, cobrindo minha nudez. Todavia, as lembranças dos nossos beijos, das fodas e do corpo forte dele pressionando contra o meu, me deixou muito excitada, e quando percebi, já estava com as mãos acariciando o meu corpo, masturbando-me, imaginando ele enfiando aquele pau gostoso em mim de novo.
— Daddy... – sussurrei num tom de voz baixo, meio ofegante, e mordi o lábio assim que o vi fechar a porta e trancá-la.
Meu olhar saltou rapidamente para sua calça que, por ser cinza, dava para ver o volume hipnotizante que ia se formando naquele lugar à medida que ele se aproximava da cama, ao qual o mesmo subiu, por trás de mim.
— Então a minha princesa decidiu brincar sem mim, foi? – ele sussurrou e eu o olhei por cima do ombro, com um sorrisinho safado nos lábios, encontrando com sua expressão de malícia.
Meu pai começou a alisar minha costa, levando suas mãos rumo as minhas nádegas, apertando-as bem forte que me fez gemer contra o travesseiro. Depois passou a distribuir beijos no local e foi subindo até chegar em meu ouvido, onde o chupou de uma maneira bem sexy, fazendo-me morder o lábio para abafar os gemidos de tesão que teimavam em sair de minha boca.
Comigo ainda de bruços sobre a cama, ele ficou me penetrando com um dedo enquanto eu massageava bem rápido o meu clitóris, já inchado e mega sensível. Depois meu pai foi para trás de mim novamente e desceu avidamente sua língua sobre minha bocetinha.
— Quero lhe mostrar algo, minha princesa. Vista apenas um robe – ele mandou saindo de cima de mim, então o obedeci rapidamente.
Assim que descemos uma escada, meu pai destrancou uma outra porta e acendeu a luz. Imediatamente, meus olhos se arregalaram em total surpresa. O lugar era enorme e se tirasse todos aquelas coisas poderia até parecer uma boate com luzes LED azuis no teto acima da plataforma ao centro do salão e nas laterais das paredes, sem contar com os pequenos abajures alaranjados em torno das seis colunas que rodeavam a plataforma.
— Com certeza eu vou fazer milhares de perguntas, né Daddy? – falei o encarando de lado, fazendo o mesmo rir.
A primeira coisa que fiz foi dar alguns passos à frente em direção a uma das colunas onde jazia um cabide reto em madeira com oito ganchos e em cada um deles estava pendurado o que parecia ser chicotes de couro. Segui andando para o lado direito do salão onde havia um assento que assemelhar-se a uma cadeira elétrica antiga, mas adiante tinha outra espécie de cadeira, igual à dos consultórios ginecológicos.
No meio delas possuía uma cruz preta em forma de X com braceletes em cada uma das pontas. Dei a volta na plataforma chegando ao outro lado e encarei meio confusa uma prateleira contendo vários bustos com máscaras de couro preto, aliás, tudo ali era de couro preto, com exceção de um sofá vermelho que ficava em cima do palco.
Próximo a parede, tinha uma mesa com um fino colchão de couro, mais alguns metros adiante, suspensa no ar, encontrava-se uma grande gaiola na qual caberia facilmente uma pessoa ali dentro. Do lado oposto da gaiola, em um dos cantos do palco, havia outra que parecia uma gaiola para cachorro, mas no tamanho adulto.
— Então é para cá que o senhor foge às vezes? – indaguei olhando ao redor, meio fascinada com o lugar e seus instrumentos meio estranhos.
— Mais ou menos. Faz tempo que não uso a minha masmorra.
Sorri tendo uma ideia em mente, então me aproximei dele bem devagar e o enlacei pelo pescoço, colando nossos corpos.
— Esse pode ser o nosso lugar especial, Daddy? O nosso segredinho?
— Não sei não.
— Por favor, meu Daddy lindo e gostoso – supliquei beijando seu pescoço, bem na linha onde a barba dele terminava, então o olhei fazendo o meu beicinho de sempre, antes de mordê-lo.
— Ah, eu quero levar uma palmadinhas do meu Daddy gostoso – sussurrei contra os lábios dele dando em seguida apenas um selinho antes de me desvencilhar e ir até o sofá vermelho.
À medida que eu me dirigia até o móvel, fui desamarrado o laço do robe e o tirei lentamente, como em um show de striptease, deixando-o cair no chão. Então me sentei no sofá e abri minhas pernas ao máximo, ficando totalmente exposta para ele.
— Daddy, acho que a bocetinha da sua princesa está dodoí. Tem algo escorrendo dela – falei fingindo inocência, uma coisa que eu não tinha há séculos.
Ele sorriu pervertido e se aproximou, a passos lentos, se ajoelhando entre minhas pernas e me encarando com aqueles olhos azuis que mostravam um enorme desejo.
— Dodoí, é? Acho que preciso dá uma verificadinha nela para ter certeza.
— Verifica, Daddy. Faça um exame comple... – interrompi-me, gemendo em êxtase, ao sentir sua língua em minha, já encharcada, boceta.
CHRISTIAN
Aquela bocetinha estava tão gostosa, que eu ficaria chupando ela pelo resto da noite, mas eu tinha outros planos quando trouxe Anastasia para conhecer minha masmorra ou como eu gostava de chamá-la às vezes “meu parque particular de diversões”. Parei de saborear aquela delícia e fui subindo, distribuindo beijos em sua barriga, dando leve beijos nos hematomas que eu tinha feito na minha princesa ontem a tarde, até chegar em seus lábios.
— Agora o senhor me deixou curiosa. Eu vou gostar da sua brincadeira, Daddy?
— Com certeza – falei com um sorrisinho cínico nos lábios – Vamos brincar de Dominação. Eu serei seu Senhor e você será minha submissa, ou seja, eu mando e você obedece.
— Já mudou de nome? Que eu saiba isso se chama Pais e Filhos – franzi o cenho confuso e ela riu – Os pais mandam e os filhos obedecem, entendeu a piada agora?
Sorri, rolando os olhos.
— Engraçadinha, hein? Vai querer brincar com o seu Daddy ou não?
— Sim, Daddy – Anastasia exclamou, sorrindo empolgada, e me roubou um selinho antes de eu mandá-la ficar de quatro sobre o sofá.
Fui até a porta para trancá-la, depois me dirigi ao mostruário de palmatórias, peguei uma de tamanho pequeno e com furinhos e uma máscara para os olhos, retornando em seguida para perto da minha princesa.
Meu pau, que já se encontrava bastante excitado, ficou mais duro ainda e parecia querer romper a calça do pijama para libertar-se, quando após vendá-la, Ana repousou a cabeça no encosto e empinou aquela linda bundinha em minha direção, ficando totalmente exposta para o meu deleite.
Fiquei ali parado atrás dela, observando-a por alguns minutos, como se fosse um leão observando sua presa antes de saborear a carne fresca à sua frente. Então, ergui a mão lentamente, empunhando à palmatória e a desci num movimento rápido, batendo em um dos lados de sua bunda, fazendo com que Anastasia gritasse de susto e puxasse a máscara para baixo, me encarando por cima do ombro.
— O senhor disse que eu ia gostar, Daddy. Isso doeu pra caramba – ela reclamou esfregando o local, então me inclinei e dei um beijinho naquela nádega, antes com a pele branquinha, mas que agora começava a ficar avermelhada.
— Prometo que você vai sentir prazer já já, Princesa. Confia em mim? – indaguei acariciando sua bochecha e Ana assentiu voltando a colocar a venda, então lhe deu um beijo.
Me aprumei de novo e respirei fundo antes de voltar a desferir a palmatória sobre sua bundinha gostosa, que mesmo seu corpo projetando-se para frente, como se quisesse fugir dos meus golpes, ao voltar, Anastasia empinava sua bunda em minha direção enquanto eu escutava a melodia de seus gemidos.
Nem sei quantas palmadas apliquei nela, pois queria possuí-la logo. Joguei a palmatória num canto do sofá e abrindo um pouco suas pernas, a acariciei por alguns segundos, então de repente dei-lhe um tapa sobre sua bocetinha, fazendo-a gemer um “Pai, me fode logo, por favor!”.
Como um pequeno castigo por ter me chamado de “Pai”, quando tínhamos combinado que nos trataríamos diferentes, comecei a brincar com sua deliciosa boceta e introduzi dois dedos, iniciando um divertido ritmo de estocadas enquanto a observava saborear aquele êxtase de prazer. Não demorou muito e ela logo se entregou a um orgasmo tão intenso que a fez jogar-se sobre o encosto do sofá, totalmente relaxada.
— Vou lhe proporcionar vários orgasmos iguais a esse, minha princesa – falei sorrindo à medida que tirava meus dedos de dentro dela.
Fiz apenas abaixar a calça do pijama e me lubrifiquei com o próprio gozo dela, segundos antes de subir no sofá e começar a penetrá-la, sentindo seu interior pulsar ao redor de mim quando meu pau foi totalmente engolido por ela.

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