CHRISTIAN
Com todo carinho, eu a banhei, lavando seus cabelos e cada parte de aquele lindo corpo.
— Posso te chupar de novo, Daddy? – Anastasia perguntou, fazendo um beicinho.
“Como eu amo esse beicinho dela” pensei sorrindo.
— Claro, minha princesa.
Me sentei na beirada da banheira, então ela se posicionou entre minhas pernas e começou a distribuir beijos no meu pau, principalmente na cabecinha dele.
De vez em quando, Anastasia parava de me chupar, me direcionava aqueles olhos azuis complementando com um sorriso e beijava meu tórax antes de voltar a me lamber, circulando toda a cabeça do meu pau, sempre tentando engolir tudo.
Então, pedi para a mesma ir com calma, que com o passar do tempo ela iria ter mais experiência e se acostumaria com o tamanho. Anastasia ficou intercalando entre lamber toda a extensão dele e me masturbar com sua mão, enquanto chupava só a glande. Aquela boquinha macia e quentinha estava me levando a loucura total, que só bastou pouco minutos para sentir que eu ia gozar.
— Pare princesa, senão vou acabar gozando na sua boca – falei, então ela pediu para eu gozar nos seus seios e se ajeitou melhor entre minhas pernas, continuando o vai e vem com a mão.
— Goza, Daddy. Goza na sua princesa – Anastasia pediu num tom de voz extremamente sexy e que foi a gota d’água para mim fazer gozar intensamente.
— Uau! – exclamei segundos depois, sentando novamente dentro da banheira.
— Gostou?
— O que a minha princesa faz, que eu não gosto? – indaguei e a chamei para deitar sobre meu colo, de costas para mim, então limpei toda a minha porra que se encontrava em seus seios, brincando às vezes com os mamilos, fazendo Anastasia sorrir e gemer ao mesmo.
— Esse está sendo o melhor dia da minha vida, quer dizer, a melhor tarde da minha vida – ela confidenciou se virando um pouquinho de lado para me beijar.
— A minha também, Princesa – complementei quando desvencilhamos nossos lábios.
CARLA
Estava furiosa com o Christian, porque todos esses anos o jantar para comemorar o Dia dos Pais sempre acontecia na mansão dos meus sogros, oferecido e organizado por nós dois, mas esse ano, ele tinha tido a brilhante ideia de ser na nossa casa. Entretanto, o desgraçado simplesmente foi atrás daquela fedelha e sumiu, me deixando sozinha para organizar as coisas tudo em cima da hora.
As empregadas tinham ganhado folga, como de costume nos feriados, e eu não iria para a cozinha preparar o tal banquete sozinha, então liguei para Travis, um amigo que era chef, e implorei que me ajudasse naquele jantar. Me encontrava à porta, supervisionando os auxiliares de Travis que terminavam de pegar os restos dos ingredientes para fazerem o banquete, quando vi o carro do meu marido se aproximar da entrada vindo pela alameda de árvores.
O carro mal parou e a fedelha saiu do carro, batendo a porta bruscamente.
— Vai direto para o seu quarto, Anastasia!
— Aff! Eu te odeio! – ela gritou para Christian, já correndo porta a dentro e por um instante eu senti meus lábios curvarem em um sorriso ao ver aquela cena.
— O que foi que houve? – perguntei apenas por perguntar, já que estávamos na frente de estranhos.
— Fiquei dando voltas para achar essa menina e quando descobri onde ela se encontrava, a flagrei se pegando com um moleque – Christian informou, parando a minha frente.
— Até que enfim você viu que a “filhinha do papai” não é tão inocente assim.
— Da Anastasia cuido eu, já que a própria mãe não liga para ela. E que porra é essa que está acontecendo aqui? – ele inquiriu com raiva apontando para o último rapaz que adentrava a mansão com uma cesta de compras.
“É sério isso?” pensei com uma expressão incrédula e pedi a ele que fossemos conversar no meu escritório.
— O que aqueles homens fazem aqui, Carla? – Christian inquiriu assim que fechei a porta.
— Você deu folga para os empregados e sumiu por horas. O que queria que eu fizesse, Christian? Que fosse para cozinha, esquentar a barriga no pé do fogão enquanto você ficava zanzando pela cidade de boa?
— Eu fui atrás da minha filha.
— Ok, mas isso não importa mais, porque já contratei Travis e sua equipe para fazer o jantar. Agora, vamos falar sobre minutos atrás. O que você quis insinuar com aquilo, Christian?
— Vamos parar de fingir, ok? Eu sei que dos nossos filhos, os seus preferidos são os gêmeos. Você praticamente move o céu e a terra por eles, já pela nossa caçula, você não está nem aí. Nunca sequer pegou ela no colo, ou levou para passear, ou no primeiro dia de aula, ou comprou um presente à ela. Tudo fui eu. A verdade é que a Anastasia só nasceu porque eu te internei em uma clínica com vigilância extrema de 24 horas por dia, os 07 dias da semana.
Comecei a ficar com muita raiva por ele está tocando naquele assunto.
— Eu deveria ter fugido de lá e ido em uma clínica de aborto. Você pode até ter me ameaçado, me internado contra a minha vontade e me obrigado a ter aquela garota... – falei me aproximando lentamente dele, parando a sua frente – ...mas você não pode me obrigar a gostar dela – declarei e logo notei uma pequena mancha avermelhada em seu pescoço, um pouco abaixo da linha da sua barba, que parecia com um chupão.
— Não se preocupe, eu a amo e a amarei por nós dois.
— Você anda me traindo, Christian? – inquiri de repente, o encarando nos olhos.
— Pelo amor de Deus! Já vai começar com a loucura, Carla?
Por impulso da raiva, dei um tapa no rosto dele. Apenas vi seus olhos azuis se escurecerem antes de eu levar um tapa bem forte que me desequilibrou fazendo-me cair no chão. Enquanto eu sentia o local arder sob a palma da minha mão, notei que Christian se abaixou ao lado.
— Vai me espancar agora? – o provoquei possessa de raiva e fiquei mais ainda quando o vi dá um sorrisinho meio debochado.
— Não, mas venho de uma educação onde aprendi que se você leva um tapa, revida-se com um tapa e assim por diante. Ao invés de ficar fazendo teorias malucas sobre traição, coloque-se no seu lugar de esposa, querida... – ele se levantou e me estendeu a mão para mim – ...e vá pôr algo gelado no rosto para não inchar.
— Porque!? Está com medo de todos saibam que você me bateu!? – gritei, ignorando sua mão e me levantando sozinha.
— Ah por favor, tenha dó da minha paciência que já está pouca! Hoje vou dormir em um dos quartos de hóspedes, mas...
— Vamos fingir que somos o casal perfeito quando nossas famílias estiverem aqui, como sempre vem acontecendo nos últimos anos e meses. Meu Deus! O que deu na gente, Christian!?
— Eu que pergunto, o que deu em você!? Você que mudou muito desde que nos conhecemos e não eu! Você que diz que me ama, mas é incapaz de amar um pedaço de mim que existe na sua própria filha! Você que não tem mais tempo para nós, vive apenas para o seu trabalho e para os gêmeos! Você que está arruinando esse casamento! Você que precisa mudar para salvar o que ainda resta de nós! – ele gritou e saiu do escritório, deixando-me sozinha.
Me sentei ainda sem acreditar em suas palavras. Nós nunca tínhamos tido uma discussão como aquela antes. Tudo aconteceu por causa daquela fedelha que eu odiava tanto. Toda vez que eu olhava para o rosto dela, me lembrava daquela noite horrível. Eu podia ter dito logo a verdade para o Christian, de que aquela menina não era filha dele, mas isso, além de me expor em uma situação vergonhosa, provavelmente ele não acreditaria em mim e sim naquele desgraçado do Taylor.
Quando me dei conta, foi de estar chorando e ouvindo alguém falar comigo, então olhei para o lado e vi meus filhos ajoelhado ali perto de mim, com uma expressão de preocupação em seus rostos.
— Escutamos os gritos de vocês. O que houve, mãe? O que foi esse vermelho no seu rosto? O papai te bateu? Ele não pode fazer isso com a senhora – Elliot falava sem parar, então toquei em seu rosto.
— Está tudo bem, querido.
— Não está nada bem, mãezinha. O papai não pode agredir a senhora – disse Elena me abraçando.
De repente, tive uma ideia.
— Filhos, eu e o seu pai brigamos por causa da sua irmã. Foi por isso que ele me bateu.
— Tinha que ser – resmungou Elliot, rolando os olhos.
— Eu queria que vocês me ajudasse a deixar o seu pai contra ela. Precisamos tirar a Anastasia dessa casa antes que eu e o seu pai acabe nos divorciando por causa dela. Vocês não querem isso, querem?
— Não.
— Então posso contar com vocês, meus bebês? – inquiri, já sorrindo internamente quando vi meus filhos assentir com as cabeças, concordando em me ajudar.
Com todo carinho, eu a banhei, lavando seus cabelos e cada parte de aquele lindo corpo.
“Como eu amo esse beicinho dela” pensei sorrindo.
— Claro, minha princesa.
Me sentei na beirada da banheira, então ela se posicionou entre minhas pernas e começou a distribuir beijos no meu pau, principalmente na cabecinha dele.
— Goza, Daddy. Goza na sua princesa – Anastasia pediu num tom de voz extremamente sexy e que foi a gota d’água para mim fazer gozar intensamente.
— Uau! – exclamei segundos depois, sentando novamente dentro da banheira.
— Gostou?
— O que a minha princesa faz, que eu não gosto? – indaguei e a chamei para deitar sobre meu colo, de costas para mim, então limpei toda a minha porra que se encontrava em seus seios, brincando às vezes com os mamilos, fazendo Anastasia sorrir e gemer ao mesmo.
— A minha também, Princesa – complementei quando desvencilhamos nossos lábios.
CARLA
Estava furiosa com o Christian, porque todos esses anos o jantar para comemorar o Dia dos Pais sempre acontecia na mansão dos meus sogros, oferecido e organizado por nós dois, mas esse ano, ele tinha tido a brilhante ideia de ser na nossa casa. Entretanto, o desgraçado simplesmente foi atrás daquela fedelha e sumiu, me deixando sozinha para organizar as coisas tudo em cima da hora.
As empregadas tinham ganhado folga, como de costume nos feriados, e eu não iria para a cozinha preparar o tal banquete sozinha, então liguei para Travis, um amigo que era chef, e implorei que me ajudasse naquele jantar. Me encontrava à porta, supervisionando os auxiliares de Travis que terminavam de pegar os restos dos ingredientes para fazerem o banquete, quando vi o carro do meu marido se aproximar da entrada vindo pela alameda de árvores.
O carro mal parou e a fedelha saiu do carro, batendo a porta bruscamente.
— Vai direto para o seu quarto, Anastasia!
— Aff! Eu te odeio! – ela gritou para Christian, já correndo porta a dentro e por um instante eu senti meus lábios curvarem em um sorriso ao ver aquela cena.
— O que foi que houve? – perguntei apenas por perguntar, já que estávamos na frente de estranhos.
— Fiquei dando voltas para achar essa menina e quando descobri onde ela se encontrava, a flagrei se pegando com um moleque – Christian informou, parando a minha frente.
— Até que enfim você viu que a “filhinha do papai” não é tão inocente assim.
— Da Anastasia cuido eu, já que a própria mãe não liga para ela. E que porra é essa que está acontecendo aqui? – ele inquiriu com raiva apontando para o último rapaz que adentrava a mansão com uma cesta de compras.
“É sério isso?” pensei com uma expressão incrédula e pedi a ele que fossemos conversar no meu escritório.
— O que aqueles homens fazem aqui, Carla? – Christian inquiriu assim que fechei a porta.
— Você deu folga para os empregados e sumiu por horas. O que queria que eu fizesse, Christian? Que fosse para cozinha, esquentar a barriga no pé do fogão enquanto você ficava zanzando pela cidade de boa?
— Eu fui atrás da minha filha.
— Ok, mas isso não importa mais, porque já contratei Travis e sua equipe para fazer o jantar. Agora, vamos falar sobre minutos atrás. O que você quis insinuar com aquilo, Christian?
— Vamos parar de fingir, ok? Eu sei que dos nossos filhos, os seus preferidos são os gêmeos. Você praticamente move o céu e a terra por eles, já pela nossa caçula, você não está nem aí. Nunca sequer pegou ela no colo, ou levou para passear, ou no primeiro dia de aula, ou comprou um presente à ela. Tudo fui eu. A verdade é que a Anastasia só nasceu porque eu te internei em uma clínica com vigilância extrema de 24 horas por dia, os 07 dias da semana.
Comecei a ficar com muita raiva por ele está tocando naquele assunto.
— Eu deveria ter fugido de lá e ido em uma clínica de aborto. Você pode até ter me ameaçado, me internado contra a minha vontade e me obrigado a ter aquela garota... – falei me aproximando lentamente dele, parando a sua frente – ...mas você não pode me obrigar a gostar dela – declarei e logo notei uma pequena mancha avermelhada em seu pescoço, um pouco abaixo da linha da sua barba, que parecia com um chupão.
— Não se preocupe, eu a amo e a amarei por nós dois.
— Você anda me traindo, Christian? – inquiri de repente, o encarando nos olhos.
— Pelo amor de Deus! Já vai começar com a loucura, Carla?
Por impulso da raiva, dei um tapa no rosto dele. Apenas vi seus olhos azuis se escurecerem antes de eu levar um tapa bem forte que me desequilibrou fazendo-me cair no chão. Enquanto eu sentia o local arder sob a palma da minha mão, notei que Christian se abaixou ao lado.
— Vai me espancar agora? – o provoquei possessa de raiva e fiquei mais ainda quando o vi dá um sorrisinho meio debochado.
— Não, mas venho de uma educação onde aprendi que se você leva um tapa, revida-se com um tapa e assim por diante. Ao invés de ficar fazendo teorias malucas sobre traição, coloque-se no seu lugar de esposa, querida... – ele se levantou e me estendeu a mão para mim – ...e vá pôr algo gelado no rosto para não inchar.
— Porque!? Está com medo de todos saibam que você me bateu!? – gritei, ignorando sua mão e me levantando sozinha.
— Ah por favor, tenha dó da minha paciência que já está pouca! Hoje vou dormir em um dos quartos de hóspedes, mas...
— Vamos fingir que somos o casal perfeito quando nossas famílias estiverem aqui, como sempre vem acontecendo nos últimos anos e meses. Meu Deus! O que deu na gente, Christian!?
— Eu que pergunto, o que deu em você!? Você que mudou muito desde que nos conhecemos e não eu! Você que diz que me ama, mas é incapaz de amar um pedaço de mim que existe na sua própria filha! Você que não tem mais tempo para nós, vive apenas para o seu trabalho e para os gêmeos! Você que está arruinando esse casamento! Você que precisa mudar para salvar o que ainda resta de nós! – ele gritou e saiu do escritório, deixando-me sozinha.
Me sentei ainda sem acreditar em suas palavras. Nós nunca tínhamos tido uma discussão como aquela antes. Tudo aconteceu por causa daquela fedelha que eu odiava tanto. Toda vez que eu olhava para o rosto dela, me lembrava daquela noite horrível. Eu podia ter dito logo a verdade para o Christian, de que aquela menina não era filha dele, mas isso, além de me expor em uma situação vergonhosa, provavelmente ele não acreditaria em mim e sim naquele desgraçado do Taylor.
Quando me dei conta, foi de estar chorando e ouvindo alguém falar comigo, então olhei para o lado e vi meus filhos ajoelhado ali perto de mim, com uma expressão de preocupação em seus rostos.
— Escutamos os gritos de vocês. O que houve, mãe? O que foi esse vermelho no seu rosto? O papai te bateu? Ele não pode fazer isso com a senhora – Elliot falava sem parar, então toquei em seu rosto.
— Está tudo bem, querido.
— Não está nada bem, mãezinha. O papai não pode agredir a senhora – disse Elena me abraçando.
De repente, tive uma ideia.
— Filhos, eu e o seu pai brigamos por causa da sua irmã. Foi por isso que ele me bateu.
— Tinha que ser – resmungou Elliot, rolando os olhos.
— Eu queria que vocês me ajudasse a deixar o seu pai contra ela. Precisamos tirar a Anastasia dessa casa antes que eu e o seu pai acabe nos divorciando por causa dela. Vocês não querem isso, querem?
— Não.
— Então posso contar com vocês, meus bebês? – inquiri, já sorrindo internamente quando vi meus filhos assentir com as cabeças, concordando em me ajudar.

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