quinta-feira, 16 de julho de 2020

Daddy Grey - Capítulo 07


ANASTASIA

Quando voltei a si, encontrei com aqueles lindos olhos azuis acinzentados, me olhando de um jeito preocupado e notei que meu pai tinha parado de meter em mim.

— Está tudo bem, Princesa?

Assenti com um sorriso meio débil, ainda instalado em meus lábios.

— Tive uma experiência extra-corporal a poucos segundos – comentei, fazendo o mesmo rir.

— Então matei você? – ele indagou brincalhão.

— Ainda não, mas quero morrer de prazer.

Aquela minha fala foi a deixa que meu pai precisava para voltar a estocar em minha boceta, que passou a se contrair a cada investida que o mesmo dava.
Eu nunca fui de gemer alto quando brincava com a Kate, mas agora eu entendia o motivo dela quase gritar nas vezes que eu socava o consolo nela. Sentir um pau duro e pulsante me invadir ferozmente, fazia com que gemidos altos escapasse de minha garganta, mesmo eu tentando contê-los.

— Não sinta vergonha de gemer, minha princesa. Eu quero ouvir seus gemidos deliciosos – meu pai disse enquanto mudava de posição e erguia minhas pernas, então não me contive mais.

— Mais! Mais! Mete mais forte, Daddy! – passei a gritar feito uma louca à medida que ele me fodia.
Me assustei quando meu pai me colocou de quatro e desceu um tapa na minha bunda. Automaticamente, lembrei do castigo, então pedi para ele bater em mim enquanto me comia por trás e papai atendeu ao meu pedido.
— Isso, Daddy! Fode minha bocetinha! Soca tudo nela!

— Oh... Que delícia, Princesa! Vou te encher todinha de porra!

De repente, me liguei a um detalhe.

“Estamos sem camisinha” pensei, mas logo esqueci isso quando meu pai se projetou para frente, sobre meu corpo, conseguindo ir mais fundo em mim.

Estava no meu limite quando ele intensificou suas estocadas e acabamos gozamos juntos.
Meu pai parecia uma máquina de sexo. Mal tinha gozado, já havia se deitado e mandava eu sentar sobre ele. Ficando por cima, eu controlava a penetração, cavalgando muito e podia me inclinar para beijá-lo também.
Minutos depois, outro orgasmo me acertou e eu gozei violentamente, tremendo-me toda sobre meu pai. Recostei minha testa no peito dele à medida que ele se apoiava nas próprias pernas para continuar a meter em mim. Passados alguns segundos, papai soltou um gemido, preenchendo-me com seu gozo novamente.

Ficamos quietos por um tempo, esperando que nossas respirações voltassem ao normal, então depois sai de cima dele, deitando-me ao seu lado. Meu pai puxou a coberta sobre nós e o abracei de lado, repousando minha cabeça em seu tórax.

— Foi incrível.

— Você que foi incrível, minha princesa. Foi o melhor presente do Dia dos Pais que eu poderia ter ganhado – meu pai disse, beijando minha testa, e eu sorri, me aconchegando ainda mais a ele.
— Acho que vou guardar os tacos de golfe novos para dar de presente no ano que vem.

— Tacos novos? Acho que eles é que vão ser o melhor presente – ele disse, então ergui o rosto o encarando com os olhos semicerrados – É brincadeira, Princesa. Nenhum presente vai ser melhor do que ter sido escolhido para ser o seu primeiro. Muito obrigado por ter essa confiança em mim.

— Em quem mais eu poderia confiar? Só no senhor mesmo, Daddy.





CHRISTIAN

Acordei tempo depois e logo notei que estava dormindo de conchinha com a minha filha. Era tão boa a sensação daquela posição, que me fez refletir quando foi a última vez que eu tinha feito aquilo. Talvez tivesse um ou dois anos que eu não dormia assim com a Carla.
Tentei imaginar a reação dela se descobrisse o que eu havia feito.

“Meu Deus, será que sou um monstro por ter deixado isso acontecer? Amo minha esposa, porém não consegui evitar essa atração carnal que senti pela minha própria filha. Eu não sei o que fazer. Não sei como devo seguir com essa situação. Me dê algum sinal, Senhor. Preciso saber se continuo com essa loucura ou paro por aqui” pensei numa espécie de prece.

De repente, senti Anastasia se mexer, chegando mais perto do meu corpo. Encaixando aquela bundinha contra meu quadril, fazendo meu pau começar a ganhar vida.

— Te amo, Daddy – escutei ela murmurar, porém notei quando a chamei, que a mesma ainda estava dormindo.

Aquele era o sinal que eu tinha pedido? Provavelmente sim, então decidi que continuaria com essa louca e intensa relação. Aproximei meu rosto de seu cabelo e o mesmo estava com um cheiro de pós-foda misturado a essência de gérbera e lírio. Duas flores que representavam pureza. Pureza essa que eu havia tirado e por mais estranho que parecesse, eu estava muito feliz por isso.

Não tínhamos usado camisinha, por uma parte, porque eu não gostava e por outra, porque não deu tempo para pensar nesse tipo de detalhe. Todavia, eu teria que comprar uma pílula do dia seguinte para ela tomar e depois levá-la ao ginecologista. De preferência uma médica, pois não aguentaria imaginar outro homem vendo ou tocando nas partes íntimas da minha princesa.

Comecei a mexer lentamente o quadril, friccionando meu pau contra as nádegas dela. Logo passei a escutar alguns gemidos quase inaudíveis vindo da Ana e isso me fez ir mais longe. Deslizei minha mão por sobre o lençol, massageando suavemente um de seus seios, apertando o bico que logo se endureceu ao meu toque.

— O senhor sempre acorda a mamãe assim? – ela disse sorrindo, já se virando um pouco.

Só foi Anastasia mencionar a Carla que meu tesão foi embora. Engoli em seco e me desvencilhei dela indo me sentar na beirada da cama, meio incomodado, pois não queria pensar na minha esposa naquele momento.

— Daddy? Eu falei ou fiz algo de errado? Tá bravo comigo? – escutei Ana perguntar segundos antes de eu sentir sua mão tocar no meu braço, então me virei e a encarei.

— Vamos fazer um trato, minha princesa? – indaguei e ela assentiu com a cabeça – Enquanto estivermos assim juntos, não vamos tocar no nome da sua mãe ou mencioná-la, ok?

— Isso quer dizer que vamos ficar mais vezes?

— Só se você quiser, Princesa.

Um sorriso lhe emoldurou o rosto à medida que ela balançava sutilmente a cabeça em afirmação.

— Prometo que sempre que estivermos só nós dois eu vou te dar muito carinho e amor. Vou ser uma filhinha muito obediente.

— Uma outra coisa. Quando estivermos sozinhos, me chame apenas de Daddy. Seremos só um Daddy e sua princesa curtindo momentos juntos, mas perante os outros, nos trataremos como pai e filha, tudo bem para você? – perguntei tocando seu rosto.

— Sim, Daddy.

Anastasia se levantou, vindo para cima de mim, sentando em meu colo tão rapidamente que tive que segurá-la, envolvendo sua cintura com meus braços, para ela não cair para trás, já que estávamos na beirada da cama. De repente, notei marcas meio arroxeadas e vermelhas em seu colo, seios e pescoço. Todas feitas por mim durante o sexo.
— Desculpe, Princesa. Acho que fui muito bruto com você – comentei olhando para os hematomas e ela abaixou o olhar também, antes de tocar no meu queixo por sobre a barba, fazendo-me olhá-la.

— Não foi, Daddy. O senhor apenas marcou aquilo que lhe pertence.

Sorri feliz com aquela informação.

— Minha princesa... – sussurrei acariciando seu rosto delicado enquanto não desviávamos nossos olhares um do outro.

— Meu Daddy... – ela sussurrou de volta aproximando seus lábios do meus.
Nosso beijo começou lento, como se quiséssemos que aquele momento não acabasse, que as horas parassem. Ela mexia o quadril para frente e para trás, esfregando sua bocetinha no meu pau, fazendo meu tesão voltar. Então me virei a repousando sobre os lençóis, sem interromper o beijo, que tinha se tornado mais intenso e logo a penetrei, vendo-a arfar.
Estava com tanto tesão que não fui nada devagar. Investia contra ela bem forte e seus gemidos só me incentivam a ir mais forte e mais fundo.
— Ai meu Deus! Eu vou gozar, Daddy! – ela gritou minutos depois, arranhando minhas costas.

— Eu também, Princesa! – ofeguei contra seu pescoço, depois a abracei, estocando nela até gozarmos juntos.
Nossos gemidos se entrelaçaram no minúsculo espaço entre nossas bocas e ficamos nos encarando por um tempo, ainda conectados, à medida que eu acariciava aquele corpo juvenil, maravilhosamente perfeito.
“E meu? Espero que sim, pois desde criança nunca gostei de dividir nada do que era meu e não será agora que vou mudar meus hábitos, né?”

Ergui o rosto, encarando o pequeno relógio da mesinha de cabeceira e vi que já ia dar cinco da tarde.

— Que tal um banho de banheira, minha princesa? – sussurrei encostando nossas testas e ela sorriu, já concordando com a ideia.
Saí de cima dela e me sentei na beirada da cama. Pedi que ela fosse preparar o nosso banho enquanto eu tirava o telefone do gancho, a fim de ligar para a recepção para pedir o serviço de quarto.

— Ok, Daddy – Anastasia disse e veio me dar um beijo na bochecha, o que me fez sorrir.

— Oi, aqui é do 157, pode por favor providenciar um lanche rápido e o fechamento da minha conta? – indaguei quando uma mulher atendeu.

Assim que terminei de falar com ela fui para a banheira, onde minha princesa já me esperava.

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