ANASTASIA
“Eu nem acredito que finalmente vou realizar o meu sonho. Espero que seja muito gostoso e excitante, como nos contos que eu leio” pensei, internamente muito feliz e ansiosa.
Olhei de relance para o meu pai e o vi com uma expressão meio distraída.
— Pai? – o chamei tocando em sua mão sobre o volante e ele me encarou por alguns segundos, antes de voltar sua atenção para o trânsito – Não pense sobre o que vamos fazer, por favor. Esse presente que vou lhe dar é muito importante para mim e eu não poderia escolher outra pessoa para recebê-lo que não fosse o senhor.
Aproveitei que ele tinha parado no sinal e puxei sua mão, repousando-a sobre minha coxa. O incentivei ainda mais quando subi um pouco sua mão, então meu pai continuou a subir, erguendo minha saia à medida que seus dedos se aproximavam da minha calcinha, até tocarem em minha boceta sob o fino tecido, que se encontrava mega molhado.
— O senhor deixou ela assim, Daddy – sussurrei, o olhando intensamente.
Com um sorriso malicioso se formando em seus lábios, ele afastou a calcinha para o lado e começou a dedilhar, massageando meu clitóris, fazendo-me recostar a cabeça no encosto do banco enquanto eu fechava os olhos, totalmente relaxava por alguns segundos.
Gemidos saíam de minha boca, até que ele parou e tirou a mão, então o encarei, notando que o mesmo tinha voltado a dirigir. Baixei meu olhar para sua calça e vi que seu pau estava para furar o tecido. Logo uma ideia me passou pela cabeça.
— Posso vê-lo, Daddy? – pedi manhosa, já tocando em sua calça, à medida que mordia o canto do meu lábio inferior.
Ele me olhou com uma certa malícia no rosto e assentiu, dizendo que eu é que teria que abrir a calça, já que o mesmo estava dirigindo e não poderia se distrair. Assim o fiz, arfando ao ver o tamanho do pau dele, que de comprimento deveria ter uns 19 ou 20 centímetros.
— É tão grosso e enorme – murmurei pegando gentilmente nele, sentindo toda a extensão e comprimento enquanto escutava gemidos escapar da boca do meu pai à medida que ele tentava prestar atenção no trânsito – Será que vai caber na minha bocetinha? Ela é pequena – murmurei sentindo um pouquinho de medo pelo o que estava por vir.
Ele estacionou o carro em uma vaga no meio fio e pegou no meu queixo, fazendo-me encarar aquele par de olhos azuis acinzentados.
— Princesa, sua bocetinha é na medida certa. Ela é perfeita – meu pai ressaltou antes de me beijar, mas nosso beijo não durou muito, pois ele se afastou, já fechando sua calça – Não quero que sua primeira vez seja em um motel de beira de estrada e não podemos ir para o Escala, então ficaremos naquele hotel ali por algumas horas.
Assim que saímos do carro, meu pai pegou na minha mão, entrelaçando seus dedos entre os meus e me conduziu para dentro do enorme Fairmont Hotel.
Na recepção, meu pai contou uma história de que eu e ele tínhamos acabado de desembarcar e estávamos há procura de um hotel para descansar por algumas horas, antes do nosso próximo voo.
O gerente pareceu meio desconfiado, mas quando meu pai disse que pagaria o dobro da diária do quarto, o cara fez o nosso registro e entregou a chave do quarto. Eu queria beijar ele dentro do elevador, mas havia algumas pessoas também no cubículo, então só o abracei de lado esperando para atacá-lo assim que adentrássemos o quarto. Mal ele fechou a porta, eu já fui logo o enlaçando pelo pescoço, beijando-o à medida que eu sentia meu ventre se contrair em desejo, mais e mais.
— O senhor vai ter que me ensinar.
— Não se preocupe, minha princesa... – ele acariciou meu rosto – ...seu Daddy vai te ensinar tudo que ele sabe.
Meu pai agarrou minha nuca, puxando-me para mais um beijo enquanto começava a nos conduzir rumo a cama.
— Escutei uma vez o senhor e a mamãe transando...
Ele parou de chupar meu pescoço e ergueu o rosto, encarando-me assustado.
— Quando foi isso?
— Um tempo atrás – informei, levando uma das mãos ao seu rosto, acariciando sua barba enquanto o olhava intensamente – Eu quero que me foda bem selvagem, Daddy. Fode a sua filhinha gostosa, fode?
— Tudo o que a minha princesa desejar.
— Mas tenho um pedido antes.
— Qual?
— Não quero romantismo na minha primeira vez, porém estou com um pouco de medo, porque eu sei que vai doer.
Ele pegou no meu queixo e com a ponta do seu dedo, meu pai acariciou o meu lábio inferior.
— Prometo ir devagar, princesa, mas quero fazer isso debaixo do chuveiro.
Estranhei aquilo, porém não o questionei e me despi rapidamente, já correndo para o box, sem esperar por ele, que ainda se encontrava despindo-se.
“Anastasia, você não bate bem da cabeça, criatura” pensei enquanto ligava o chuveiro.
Segundos depois, escutei quando meu pai entrou e fechou a porta de vidro. No momento seguinte, ele me abraçou por trás, fazendo-me sentir seu pau extremamente duro, cutucar meu cóccix. Meu pai logo segurou os meus seios, que eram médios e cabiam perfeitamente naquelas mãos grandes, que começaram a massagear meus mamilos, apertando os biquinhos, fazendo-me recostar contra seu no tórax musculoso.
— Você é linda, minha princesa – ele sussurrou no meu ouvido, depois que desligou o chuveiro, enquanto descia uma de suas mãos até o meio das minhas pernas.
Eu ia agradecer pelo elogio, mas a palavra foi substituída por um gemido quando ele me penetrou com um dedo.
— Doeu?
Neguei com a cabeça, então meu pai começou a movimentar lentamente seu dedo, tirando-o, massageando meu clitóris e voltando a introduzi-lo novamente, fazendo isso seguidamente.
— Agora vou enfiar o segundo para você se acostumar com o desconforto que vai sentir, ok Princesa?
— Sim, Daddy.
Assim que senti seu outro dedo me invadir, rompendo o resto do meu hímen, foi inevitável não soltar um grito, que tratei de abafar com a mão. Meu pai tirou seus dedos de dentro de mim e me virou, abraçando-me gentilmente, antes de ligar o chuveiro de novo.
— Pronto, minha princesa. O pior já passou. Agora só vem a diversão.
Ergui o rosto e ele deu um sorriso. Novamente nos beijamos e mesmo eu ainda sentindo um pouco de dor na minha bocetinha, logo a esqueci quando meu pai começou a chupar avidamente o meu pescoço. Entretanto, eu o interrompi e fui beijando seu corpo à medida que ia me abaixando até ficar de joelhos à sua frente.
— Quero que me perdoe se eu fizer errado, Daddy. Eu nunca chupei um pau antes.
“Não um de verdade”
— Tudo bem, Princesa. Faça do seu jeitinho e no seu próprio ritmo.
Assenti e o tomei em minha boca. Fui, gradativamente, chupando-o como se eu tivesse me deliciando com um grande e grosso picolé de Chocolate ao Leite.
Olhei para cima e vi que meu pai tava gostando do que eu estava fazendo, então caprichei ainda mais, massageando suas bolas à medida que a minha língua pincelava em volta da glande vermelhinha enquanto eu fazia movimentos de vai e vem com uma das mãos.
— Você está fazendo tudo certinho, Princesa – ele disse em meio a gemidos, fazendo-me ficar mais confiante ao ponto de tentar colocar todo o pau dele em minha boca.
Entretanto, ele era grande demais e acabei por engasgar quando atingiu a minha garganta. Meu pai pediu para que eu parasse, então me ergui, mas não o encarei, porque não queria ver sua cara de decepção.
— Desculpe, Daddy.
Ele ergueu meu rosto, fazendo com que eu o olhasse.
— Porque está pedindo desculpas, minha princesa?
— Porque não consegui engolir tudo, então o senhor mandou eu parar...
— Mandei, porque você estava indo tão bem que ia me fazer gozar logo e não é isso que eu quero agora – ele murmurou contra minha boca antes de pedir passagem com sua língua em um beijo quente – Vamos para a cama.
Meu pai passou sua mão na minha bocetinha, com um pouco de sabão líquido, para lavar o resto do sangue que agora escorria em filetes, depois me conduziu para fora do box. Ele então se enrolou em uma toalha, em seguida pegou um roupão atoalhado e me vestiu.
— Vem, minha princesa – meu pai falou segurando minha mão, já indo rumo a cama.
Assim que paramos ao lado dela, ele me puxou pela cintura dando-me um beijo carinhoso, depois me mandou deitar bem no meio, então ajeitei as almofadas e me acomodei nelas. Ele subiu no pequeno divã ao pé da cama e se posicionou sentando-se sobre suas pernas.
Seus movimentos eram lentos quando pegou um dos meus pés e ergueu minha perna, beijando meu tornozelo, descendo posteriormente para a batata da perna, joelho e coxa, até chegar na linha onde ficava a bainha do roupão.
Meu olhar não desgrudava do meu pai à medida que ele repetia o mesmo processo com minha outra perna. Depois as afastou, já se posicionando, sentando entre elas. Meu pai me pediu para desamarrar o laço do roupão e o abrir, e assim o fiz, sendo observada a cada movimento que eu fazia.
Ele repousou uma das mãos sobre meu ventre, que interiormente queimava de tesão naquela altura do campeonato, e acariciou ao longo da minha barriga, subindo até chegar em minha boca, onde me fez chupar seu dedo.
O primeiro alvo de sua boca foram meus seios. Meu pai os chupava tão forte que chegava a doer um pouco e eu pedia para o mesmo ir devagar, então ele passou a intercalar entre chupadas e mordidinhas nos biquinhos dos mamilos.
“Provavelmente vou ficar toda marcada” pensei à medida que ia fechando os olhos, saboreando a sensação gostosa daquela boca quente, misturada a aspereza da barba, que se dirigia rumo ao meu delicado pescoço.
Quando se cansou de explorar aquele local, meu pai dirigiu seus lábios até a minha bocetinha e me puxou de encontro a ele, erguendo e abrindo minhas pernas ao máximo, deixando-me totalmente a mercê de sua boca que logo desceu avidamente em mim.
Já tinha sido chupada pela Kate, mas meu pai possuía a melhor chupada de todas.
“Não que eu tenha sido chupada por várias pessoas para dizer isso, todavia acho que ninguém o supera”
Sua língua percorria toda a extensão da minha boceta e pincelava sobre meu clitóris, intercalando com sua boca que me sugava e mordia meus grandes lábios vaginais. De vez em quando, ele parava um pouco de me chupar e me limpava dizendo que ainda saía um filete de sangue do que um dia eu chamei de cabaço. Minutos, que para mim foram uma eternidade, se passaram até que senti meu orgasmo vir.
Ainda estava me tremendo sutilmente pelo recém gozo quando ele subiu, distribuindo beijos, chupões e mordidas pela minha barriga até chegar em minha boca, beijando-me e fazendo sentir o gosto do meu próprio gozo ainda presente em seus lábios. Meu pai se posicionou novamente entre minhas pernas e começou a esfregar seu pau em minha bocetinha, então me preparei mentalmente para a penetração que aconteceria a qualquer momento.
Mesmo eu estando já toda meladinha, o pau dele entrou com dificuldade, forçando minhas paredes vaginais a se alargar para acomodá-lo, fazendo arfar e entrar em um estado de dormência, quase de inconsciência, mas quando papai começou o vai e vem, minha vista escureceu.
Parecia que eu estava flutuando em um mar de puro prazer.
“Eu nem acredito que finalmente vou realizar o meu sonho. Espero que seja muito gostoso e excitante, como nos contos que eu leio” pensei, internamente muito feliz e ansiosa.
Olhei de relance para o meu pai e o vi com uma expressão meio distraída.
— Pai? – o chamei tocando em sua mão sobre o volante e ele me encarou por alguns segundos, antes de voltar sua atenção para o trânsito – Não pense sobre o que vamos fazer, por favor. Esse presente que vou lhe dar é muito importante para mim e eu não poderia escolher outra pessoa para recebê-lo que não fosse o senhor.
Aproveitei que ele tinha parado no sinal e puxei sua mão, repousando-a sobre minha coxa. O incentivei ainda mais quando subi um pouco sua mão, então meu pai continuou a subir, erguendo minha saia à medida que seus dedos se aproximavam da minha calcinha, até tocarem em minha boceta sob o fino tecido, que se encontrava mega molhado.
— O senhor deixou ela assim, Daddy – sussurrei, o olhando intensamente.
Com um sorriso malicioso se formando em seus lábios, ele afastou a calcinha para o lado e começou a dedilhar, massageando meu clitóris, fazendo-me recostar a cabeça no encosto do banco enquanto eu fechava os olhos, totalmente relaxava por alguns segundos.
Gemidos saíam de minha boca, até que ele parou e tirou a mão, então o encarei, notando que o mesmo tinha voltado a dirigir. Baixei meu olhar para sua calça e vi que seu pau estava para furar o tecido. Logo uma ideia me passou pela cabeça.
— Posso vê-lo, Daddy? – pedi manhosa, já tocando em sua calça, à medida que mordia o canto do meu lábio inferior.
Ele me olhou com uma certa malícia no rosto e assentiu, dizendo que eu é que teria que abrir a calça, já que o mesmo estava dirigindo e não poderia se distrair. Assim o fiz, arfando ao ver o tamanho do pau dele, que de comprimento deveria ter uns 19 ou 20 centímetros.
— É tão grosso e enorme – murmurei pegando gentilmente nele, sentindo toda a extensão e comprimento enquanto escutava gemidos escapar da boca do meu pai à medida que ele tentava prestar atenção no trânsito – Será que vai caber na minha bocetinha? Ela é pequena – murmurei sentindo um pouquinho de medo pelo o que estava por vir.
Ele estacionou o carro em uma vaga no meio fio e pegou no meu queixo, fazendo-me encarar aquele par de olhos azuis acinzentados.
— Princesa, sua bocetinha é na medida certa. Ela é perfeita – meu pai ressaltou antes de me beijar, mas nosso beijo não durou muito, pois ele se afastou, já fechando sua calça – Não quero que sua primeira vez seja em um motel de beira de estrada e não podemos ir para o Escala, então ficaremos naquele hotel ali por algumas horas.
Assim que saímos do carro, meu pai pegou na minha mão, entrelaçando seus dedos entre os meus e me conduziu para dentro do enorme Fairmont Hotel.
O gerente pareceu meio desconfiado, mas quando meu pai disse que pagaria o dobro da diária do quarto, o cara fez o nosso registro e entregou a chave do quarto. Eu queria beijar ele dentro do elevador, mas havia algumas pessoas também no cubículo, então só o abracei de lado esperando para atacá-lo assim que adentrássemos o quarto. Mal ele fechou a porta, eu já fui logo o enlaçando pelo pescoço, beijando-o à medida que eu sentia meu ventre se contrair em desejo, mais e mais.
— Não se preocupe, minha princesa... – ele acariciou meu rosto – ...seu Daddy vai te ensinar tudo que ele sabe.
Meu pai agarrou minha nuca, puxando-me para mais um beijo enquanto começava a nos conduzir rumo a cama.
— Escutei uma vez o senhor e a mamãe transando...
Ele parou de chupar meu pescoço e ergueu o rosto, encarando-me assustado.
— Quando foi isso?
— Um tempo atrás – informei, levando uma das mãos ao seu rosto, acariciando sua barba enquanto o olhava intensamente – Eu quero que me foda bem selvagem, Daddy. Fode a sua filhinha gostosa, fode?
— Tudo o que a minha princesa desejar.
— Mas tenho um pedido antes.
— Qual?
— Não quero romantismo na minha primeira vez, porém estou com um pouco de medo, porque eu sei que vai doer.
Ele pegou no meu queixo e com a ponta do seu dedo, meu pai acariciou o meu lábio inferior.
— Prometo ir devagar, princesa, mas quero fazer isso debaixo do chuveiro.
Estranhei aquilo, porém não o questionei e me despi rapidamente, já correndo para o box, sem esperar por ele, que ainda se encontrava despindo-se.
“Anastasia, você não bate bem da cabeça, criatura” pensei enquanto ligava o chuveiro.
Segundos depois, escutei quando meu pai entrou e fechou a porta de vidro. No momento seguinte, ele me abraçou por trás, fazendo-me sentir seu pau extremamente duro, cutucar meu cóccix. Meu pai logo segurou os meus seios, que eram médios e cabiam perfeitamente naquelas mãos grandes, que começaram a massagear meus mamilos, apertando os biquinhos, fazendo-me recostar contra seu no tórax musculoso.
— Você é linda, minha princesa – ele sussurrou no meu ouvido, depois que desligou o chuveiro, enquanto descia uma de suas mãos até o meio das minhas pernas.
Eu ia agradecer pelo elogio, mas a palavra foi substituída por um gemido quando ele me penetrou com um dedo.
— Doeu?
Neguei com a cabeça, então meu pai começou a movimentar lentamente seu dedo, tirando-o, massageando meu clitóris e voltando a introduzi-lo novamente, fazendo isso seguidamente.
— Agora vou enfiar o segundo para você se acostumar com o desconforto que vai sentir, ok Princesa?
— Sim, Daddy.
Assim que senti seu outro dedo me invadir, rompendo o resto do meu hímen, foi inevitável não soltar um grito, que tratei de abafar com a mão. Meu pai tirou seus dedos de dentro de mim e me virou, abraçando-me gentilmente, antes de ligar o chuveiro de novo.
Ergui o rosto e ele deu um sorriso. Novamente nos beijamos e mesmo eu ainda sentindo um pouco de dor na minha bocetinha, logo a esqueci quando meu pai começou a chupar avidamente o meu pescoço. Entretanto, eu o interrompi e fui beijando seu corpo à medida que ia me abaixando até ficar de joelhos à sua frente.
“Não um de verdade”
— Tudo bem, Princesa. Faça do seu jeitinho e no seu próprio ritmo.
Assenti e o tomei em minha boca. Fui, gradativamente, chupando-o como se eu tivesse me deliciando com um grande e grosso picolé de Chocolate ao Leite.
— Você está fazendo tudo certinho, Princesa – ele disse em meio a gemidos, fazendo-me ficar mais confiante ao ponto de tentar colocar todo o pau dele em minha boca.
Entretanto, ele era grande demais e acabei por engasgar quando atingiu a minha garganta. Meu pai pediu para que eu parasse, então me ergui, mas não o encarei, porque não queria ver sua cara de decepção.
— Desculpe, Daddy.
Ele ergueu meu rosto, fazendo com que eu o olhasse.
— Porque está pedindo desculpas, minha princesa?
— Porque não consegui engolir tudo, então o senhor mandou eu parar...
— Mandei, porque você estava indo tão bem que ia me fazer gozar logo e não é isso que eu quero agora – ele murmurou contra minha boca antes de pedir passagem com sua língua em um beijo quente – Vamos para a cama.
Meu pai passou sua mão na minha bocetinha, com um pouco de sabão líquido, para lavar o resto do sangue que agora escorria em filetes, depois me conduziu para fora do box. Ele então se enrolou em uma toalha, em seguida pegou um roupão atoalhado e me vestiu.
— Vem, minha princesa – meu pai falou segurando minha mão, já indo rumo a cama.
Assim que paramos ao lado dela, ele me puxou pela cintura dando-me um beijo carinhoso, depois me mandou deitar bem no meio, então ajeitei as almofadas e me acomodei nelas. Ele subiu no pequeno divã ao pé da cama e se posicionou sentando-se sobre suas pernas.
Seus movimentos eram lentos quando pegou um dos meus pés e ergueu minha perna, beijando meu tornozelo, descendo posteriormente para a batata da perna, joelho e coxa, até chegar na linha onde ficava a bainha do roupão.
Meu olhar não desgrudava do meu pai à medida que ele repetia o mesmo processo com minha outra perna. Depois as afastou, já se posicionando, sentando entre elas. Meu pai me pediu para desamarrar o laço do roupão e o abrir, e assim o fiz, sendo observada a cada movimento que eu fazia.
Ele repousou uma das mãos sobre meu ventre, que interiormente queimava de tesão naquela altura do campeonato, e acariciou ao longo da minha barriga, subindo até chegar em minha boca, onde me fez chupar seu dedo.
Quando se cansou de explorar aquele local, meu pai dirigiu seus lábios até a minha bocetinha e me puxou de encontro a ele, erguendo e abrindo minhas pernas ao máximo, deixando-me totalmente a mercê de sua boca que logo desceu avidamente em mim.
“Não que eu tenha sido chupada por várias pessoas para dizer isso, todavia acho que ninguém o supera”
Sua língua percorria toda a extensão da minha boceta e pincelava sobre meu clitóris, intercalando com sua boca que me sugava e mordia meus grandes lábios vaginais. De vez em quando, ele parava um pouco de me chupar e me limpava dizendo que ainda saía um filete de sangue do que um dia eu chamei de cabaço. Minutos, que para mim foram uma eternidade, se passaram até que senti meu orgasmo vir.
Ainda estava me tremendo sutilmente pelo recém gozo quando ele subiu, distribuindo beijos, chupões e mordidas pela minha barriga até chegar em minha boca, beijando-me e fazendo sentir o gosto do meu próprio gozo ainda presente em seus lábios. Meu pai se posicionou novamente entre minhas pernas e começou a esfregar seu pau em minha bocetinha, então me preparei mentalmente para a penetração que aconteceria a qualquer momento.

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