quinta-feira, 16 de julho de 2020

Daddy Grey - Capítulo 04


ANASTASIA

O colo do meu pai estava tão gostoso que acabei me aconchegando ainda mais, deitando minha cabeça na curva do pescoço dele, já sentindo seus braços ao redor da minha cintura se apertarem um pouco mais. O show até que se encontrava bom, mas depois que o Queen saiu do palco, o mesmo entrou numa fase tão chata de performances que a Kate caiu no sono e começou a ressonar, enquanto que a mim, passei a brincar com a barba do meu pai.

— Não vai assistir o show? – ele indagou, então fiz um sinal de silêncio e apontei por cima do ombro, indicando a poltrona da minha amiga.

— Ela está dormindo – sussurrei bem baixinho e aproximei minha boca de seu ouvido – E respondendo a sua pergunta... o show está chato demais, então estou me entretendo com algo mais interessante, ou seja, sua barba... porém eu queria brincar com outra coisa, algo duro que está encostado na minha coxa.

Ele virou o rosto de repente, encarando-me meio surpreso, então dei um selinho nele, depois outro e mais outro, e acabamos por nos beijar. Eu nunca tinha beijado nenhum homem, só um menino do colégio em um jogo de verdade ou desafio, e a Kate, é claro, mas nada se comparou aos lábios do meu pai. O beijo dele não era nem muito bruto e nem calmo demais, era na medida certa.

Ele puxou meu rosto e respiramos fundo a procura de ar. Pela pouca claridade na sala, não conseguia ver direito sua expressão e seus olhos, mas o pouco que vi me mostrou que meu pai estava com aquele mesmo olhar de hoje de manhã. Sinal de que o mesmo me desejava e com certeza, esse desejo era recíproco da minha parte. Naquele momento, eu estava tocando o foda-se se aquilo era certo ou errado. Apenas queria ficar com ele e ponto final.

Com muito cuidado para não acordar a Kate, me ajeitei no colo do meu pai, sentando agora de frente para ele. Voltei então a beijá-lo quando o mesmo tentou falar algo, porém ele tentava resistir, mas logo isso passou e meu pai começou a me acariciar enquanto nossos lábios se saboreavam mutuamente.
Suas mãos foram para os meus seios e os apertaram, fazendo-me jogar a cabeça para trás e soltar um gemido baixinho. Quando voltei minha atenção para baixo, meu pai afastava o decote do meu vestido, abaixando o bojo do sutiã, já capturando meu mamilo meio rosadinho.
Ele intercalava entre meu seio e minha boca, chupando e puxando o bico do mamilo, levando-me a um estado de total êxtase, que me fazia querer perder minha virgindade ali mesmo, pois eu sentia que a minha boceta estava mais que pronta, assim como ele se encontrava pronto também.
— Não podemos continuar com isso – ele sussurrou segundos depois, quebrando o clima.

— O senhor quer e eu quero também... – gemi contra sua boca, mas meu pai me empurrou um pouco, afastando-me.

— Chega, Anastasia. Você é minha filha, é errado e ponto final. Isso aqui nunca mais vai se repetir, estamos entendido?

Assenti emburrada e me levantei bruscamente de seu colo, ajeitando a parte de cima do meu vestido, então me aproximei da poltrona da Kate.

— Acorda! – exclamei, dando um tapa na testa dela, que acordou assustada e me xingando.

— O que foi que eu perdi?

— A Rihanna cantando – comentei, voltando a me sentar no sofá, porém bem distante do meu pai, que se encontrava com uma almofada sobre o colo para poder cobrir sua ereção.

O show seguiu tranquilo, mas quando o Cobra Starship e a Leighton Meester entraram no palco e começou a cantar Good Girls Go Bad, a perturbada da Kate me puxou para dançar, mas não por muito tempo, porque a televisão foi logo desligada pelo meu pai.

— Acho melhor vocês duas irem dormir – ele falou e evitou olhar para mim.

— Mais o show ainda não terminou, tio Christian.

— Estou com dor de cabeça e preciso descansar.

— Oxi, e seu quarto tá pôdi?

— Kate, por favor. Não teste a minha paciência. Prometo que levo vocês em um show para compensar esse, mas agora, por favor, subam as duas para o quarto.

— Sim, pai. Vamos, Kate.

— Olha que eu vou cobrar, hein?

Tive que puxar o braço dela para ver se a mesma saía do lugar, então fomos rapidamente para o meu quarto.


★ ★ ★ ★ ★


— Poxa, acabei nem trazendo os meus brinquedinhos hoje – Kate comentou à medida que terminava de colocar uma das minhas camisolas que eu havia emprestado a ela.
camisolas ava e phoebe.jpg
— Não se preocupe. Eu consegui um – informei indo até a gaveta e pegando uma caixa mediana, jogando-a para ela em seguida.

— Onde tu conseguiu isso?

— No esconderijo da bruxa da minha mãe.

— Para que diabos aquela velha tem uma cinta peniana?

— E eu que vou saber? Só vi e peguei, apenas isso – comentei dando de ombros.

— Será que ela usa no tio Christian? Poxa! Um gostoso daquele dando a bunda é até um desperdício.

Rolei os olhos.

— A caixa estava lacrada antes de eu abrir, mulher. Deixa de doideira. E não chama o meu pai de gostoso não.

— Ui, ciumenta – Kate zombou e eu dei dedo à ela – Se você não pegar, eu pego aquele gostoso e faço o arregaço, ou melhor, eu deixo ele me arregaçar todinha. E nem me importo se ele gosta de um fio-terra básico.

— Cala a boca. O meu pai é muito macho.

— Uhum, sei. E a bruaca da sua mãe comprou essa cinta para quê, hein? Se ela comprou é porque tinha a intenção de usar em alguém, ou seja, no tio Christian, vulgo Sr. Delícia.

Dei dedo à ela novamente, pois não gostava quando falavam mal do meu pai ou insinuavam coisas que eu tinha quase certeza que eram mentiras.





CHRISTIAN

“O que estava acontecendo comigo? Porque estou desejando minha própria filha?” pensei adentrando meu quarto indo logo para o banheiro.

Me escorei na pia e observei o reflexo no espelho daquele homem que eu não conseguia identificar. Aquele não era eu. Eu amava minha esposa, mesmo com os defeitos dela, e eu não tinha olhos para nenhuma outra mulher, mas já fazia semanas desde a nossa última foda, então o meu tesão era justificável, ou talvez não.

Precisava me aliviar um pouco, então tirei a roupa de dormir e fui para debaixo do chuveiro, tomar uma ducha fria para poder me acalmar. Entretanto, acabei por me masturbar pensando naquela boceta lisinha e meio carnuda, imaginando como seria meter nela.





ANASTASIA

— Então, como ficou? – perguntei erguendo a camisola e Kate logo fez uma careta.

— Cara, você de pênis é muito broxante. Tira isso.

— Ah, já sei. Acho que eu vi um vibrador lá no esconderijo da bruxa. Vou lá buscar.

— E seu pai?

— Deve estar no escritório, eu acho – falei dando de ombros, já tirando a cinta peniana.

Sai do meu quarto e entrei furtivamente no dos meus pais, indo até o closet e abrindo a pequena gaveta de acessórios sexuais que tinha lá. Entretanto, quando eu saí, comecei a ouvir um som estranho, parecido com gemidos, então me aproximei do banheiro.

A porta estava meio entreaberta e assim que olhei pela brecha, vi pelo reflexo do espelho meu pai no chuveiro, se masturbando. Fiquei ali, completamente estática, vendo ele, mesmo meio embaçado pelo vidro do box. De repente, senti meu ventre se contrair e logo minha bocetinha deu sinal de que estava ficando melada.

Foi então que, entre um gemido e outro, escutei meu pai falar meu nome. Por um momento, pensei que ele soubesse que eu me encontrava ali, mas rapidamente entendi a verdade. Meu pai estava batendo uma enquanto pensava em mim.

Uma incontrolável vontade de invadir aquele banheiro e satisfazê-lo me atingiu, mas meu corpo fez o contrário e eu fugi dali, entrando no meu quarto apressadamente.

— Kate do céu!

— O que foi? – ouvi ela perguntar se levantando da minha cama – Seu pai te pegou no flagra?

— Não.

— Então, o que foi que houve?

— Acabei de ver meu pai se masturbando enquanto tomava banho – comentei ainda meio em choque, mas mordi o lábio e fechei os olhos, relembrando a cena.

— Que safada! Ele tem pau grande, né?

Encarei Kate, assustada.

— Como é que eu vou saber, porra?

— Você que viu Sr. Delícia pelado e não eu.

— Não consegui ver direito, mas acho que era grande – ressaltei.

— Eita, cacete! Era tipo o Kid Bengala?

— Kate, pelo amor de Deus! Eu já disse que não deu para ver direito.

— Então vai lá de novo, entra no supetão, no famoso “sem querer, querendo” e dá uma boa olhada no brinquedo do tio Christian, depois corre pra cá de novo e me conta tudinho.

— Não – falei firme e ela deu de ombros.

— Ok. Então eu mesma vou.

— Você não vai a lugar nenhum – ressaltei, já impedindo-a de abrir a porta, fechando a mesma, trancando-a com a chave, tirando a mesma da porta – E para de ser vadia, querendo saber o tamanho do pau do meu pai – falei, já bastante aborrecida.

— Ui! Tá morrendo de ciúmes, neném? – ela inquiriu, em um tom de zombaria.

— É claro que não. E vamos dormir.

Kate tentou me beijar quando nos deitamos, mas eu não quis, pois me encontrava bastante aborrecida com ela.

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