ANASTASIA
Depois que a minha prima foi embora, eu consegui falar com a Kate e pedi que a mesma viesse dormir aqui em casa hoje, pois eu tinha um babado para contar à ela. Então, meia hora depois, Kate apareceu.
— E aí, qual era o babado que você ia me contar? – ela perguntou, assim que entrou no meu quarto.
— Depois te conto, porque agora eu preciso de você – falei, já puxando-a para perto de mim, beijando sua boca.
Quando me dei conta, eu a tinha prensado contra a porta, à medida que minhas mãos se enfiavam dentro da sua regata preta, buscando seus seios redondinhos e maiores que os meus.
— O que deu em você hoje? Está mais foguenta que o normal – ela comentou rindo enquanto eu beijava seu pescoço à medida que nossos corpos se esfregavam de um jeito sexy.
— Estou para explodir de tesão! – exclamei e Kate sorriu.
— Então vem cá, que eu vou apagar esse seu fogo – ela disse, antes de voltar a me beijar.
Segundos depois, nos desvencilhamos um pouco e começamos a nos despir entre beijos, carícias e prensadas na porta.
Assim que terminamos de tirar nossas roupas, fomos para minha cama, onde voltamos a nos beijar bem gostoso.
Entretanto, Kate logo me mandou ficar sentada sobre seu rosto, bem abertinha, para que ela pudesse me chupar, então me posicionei sobre a mesma e suspirei, antes de morder o lábio para não gemer alto à medida que Kate intensificava gradativamente sua chupada.
Em poucos minutos, eu me encontrava explodindo de tesão contra a boca dela. Desabei para o lado, tremendo sutilmente enquanto os pequenos choques elétricos me acertavam.
— Eu bem que mereço uma recompensa, não é? – ouvi Kate comentar, então abri os olhos e a vi sorrindo para mim, deitada de lado, apoiada sobre o cotovelo.
Sorri de volta e fui para cima dela, beijando, chupando e mordendo o bico de um de seus seios.
— Ai, sua vaca! É para ser uma recompensa e não um castigo – Kate resmungou, me fazendo rir.
— Desculpa, miga. E assim, você gosta? – inquiri, já descendo minha mão para a sua bocetinha, metendo dois dedos dentro dela.
— Oh... Sim... – ela gemeu, fechando os olhos e mordendo o lábio.
Fiquei fodendo a Kate com meus dedos por alguns segundos e assim que percebi que a mesma se aproximava de seu orgasmo, tirei os dedos de dentro dela e passei a massagear seu clitóris, levando a loucura e ao orgasmo.
— Então... vai me contar o tal babado ou isso foi uma desculpa para eu vir aqui te chupar? – ela perguntou, minutos depois, olhando-me de relance.
— Tenho sim – falei, virando-me de lado – Eu não te contei, mas na semana retrasada, o meu pai me pegou no flagra.
— Como assim “No flagra”?
— Eu estava me masturbando pensando nele e assim que gozei, eu abri os olhos e vi ele na varanda do quarto do apartamento, me olhando.
— Sério?
— Sim.
— Oh bicha de sorte! E aí, o que vocês fizeram?
Franzi o cenho, a encarando com uma das sobrancelhas erguida.
— Não fizemos nada, sua louca! Eu fiquei com vergonha e me cobri. E ele saiu da varanda e ficou me esperando na sala de estar – informei e Kate fez uma careta.
— Não rolou nem um beijinho, ou um amasso, ou até mesmo uma mão boba de leve?
— Não.
— Que sem graça vocês, hein? – ela bufou em tédio e saiu da cama, já começando a se vestir.
— E você queria que tivesse acontecido o quê? – inquiri, sentando-me na beirada do colchão.
— Que você tivesse tomado iniciativa e gritasse “Me come, pai!” – Kate literalmente gritou, rindo, e eu joguei nela um dos meus travesseiros.
— Fala baixo, sua peste! E vamos encerrar logo esse assunto, antes que eu fique puta contigo.
— Ok. Está a fim de ir à um show de rock hoje à noite, miga? – ela inquiriu à medida que eu também ia me vestir.
— Qual cantor?
— AC/DC. Vamos? Eu descolei dois ingressos Vip para nós duas.
A encarei, rindo.
— Nem quero saber o que tu fez para conseguir esses ingressos.
— Eu não teria me beijado na boca, se fosse você.
Me virei, a olhando e fiz uma careta.
— Deixa de ser nojenta, sua vadia! – exclamei, terminando de me vestir.
— Vai pegar Herpes! – Kate dizia sem parar, rindo de mim, então dei dedo à ela – Vamos fazer o seguinte. Eu vou para casa, me arrumar, daí eu venho te pegar e vamos ao show. Aí quando terminar, a gente volta e eu durmo aqui – Kate disse e eu assenti, concordando, então nos despedimos e a vadia foi embora.
Perto das oito da noite, troquei de roupa e vesti a que eu tinha escolhido para ir ao show de rock. Já arrumada e maquiada, peguei minha identidade falsa e coloquei no bolso interno da jaqueta.
A mansão estava um silêncio total, pois meu pai não tinha chegado ainda, mas eu sabia que quando passava das oito e ele não chegava queria dizer que o mesmo só apareceria lá pelas dez da noite. Os seguranças ficavam rondando a propriedade, mas eu não estava nem um pouco preocupada com eles, pois já tinha fugido algumas vezes e nenhum deles havia me visto sair da propriedade.
Logo recebi uma mensagem da Kate, informando-me que a mesma já se encontrava perto daqui, então guardei o celular no bolso da jaqueta e desci, me encaminhando pelo hall da entrada. Entretanto, acabei me assustando quando abri a porta e dei de cara com meu pai, que também abria a porta no mesmo instante. Ele me olhou de cima a baixo, já encarando-me desconfiado.
— Onde você pensa que vai, moça?
— Eu estou indo dormir na casa da Kate. Ela está vindo me buscar – falei evasiva, mas meu pai não acreditou muito, pois não saiu do caminho e ficou que nem um muro, parado no meio da porta.
— Vestida assim? Eu creio que não. Acho que vocês duas estavam indo a um certo show de rock da banda AC/DC que vai acontecer daqui a pouco, não é?
Engoli em seco.
— É claro que não, pai. A gente nem gosta de rock.
— Tão cínica essa minha filha.
— Tão chato esse meu pai – rebati, rolando os olhos – O senhor tem que acreditar em mim. Cadê sua confiança na sua filhota linda?
— Tá lá no show que vocês não vão.
Bufei de raiva, enquanto ele sorria. De repente, meu celular começou a tocar.
— Deve ser a Kate. Acho melhor você atender, pedi para ela entrar, porque nenhuma das duas vai a lugar nenhum – meu pai disse bem sério, cruzando os braços.
Atendi a chamada fazendo uma cara de poucos amigos para ele e fiz o que o mesmo tinha falado. Kate ficou puta da vida, mas como nenhuma de nós ia a um lugar sem a companhia da outra, ela concordou. Informei ao meu pai, que tinha acabado de fechar a porta e autorizado a entrada da Kate na propriedade pelo interfone, e sai rumo a escada, notando que o mesmo me seguia.
— Para onde vai?
— Quarto – respondi curta e grossa.
— Já jantou?
— Tô sem fome.
— Volte aqui, Anastasia. Filha? – escutei ele chamar quando entrei no corredor do andar superior – Anastasia Rose Grey! Não me faça chamá-la novamente!
Parei, respirei fundo e dei meia volta, descendo a escada, já parando no último degrau, de frente para o meu pai que também sustentava uma carranca. Eu queria muito ir ao show, então tentei convencer ele com o meio jeitinho de pedir as coisas, regado ao toque de um pouco de bajulação.
— Pai, deixa a gente ir ao show, deixa? – pedi manhosa, repousando minhas mãos em seus ombros, mas ele negou e segurou minha cintura tentando se afastar de mim, porém enlacei os braços ao redor de seu pescoço, trazendo-o para mais perto – Por favor, Daddy? – dei um selinho nele.
— Não.
— Vai negar isso para sua princesinha, vai? – inquiri, beijando sua bochecha, bem na linha da barba e desci para o seu pescoço.
— Anastasia, para.
— Só se o senhor deixar eu ir ao show.
— Já falei que não.
— O senhor não me ama não, né? – perguntei, olhando para ele e fazendo um beicinho.
— É claro que eu te amo...
— Então o senhor vai deixar eu ir com a Kate? – indaguei abrindo um sorriso, mas o mesmo se desfez quando ele negou novamente.
“Que droga! Será que meu pai deixaria eu ir se o deixasse excitado e chupasse o pau dele, que aliás, eu queria muito ver como era, pois passei o dia todo imaginando como seria essa parte dele. Não que eu não tenha visto nenhum pau, mas acho que vídeo pornô e consolo, não contava muito não”
Estava pronta para o ataque quando escutamos o som de uma freada brusca de um carro no lado de fora, então meu pai rapidamente se desvencilhou de mim, afastando-se alguns passos e foi abrir a porta para a Kate, que tocava freneticamente a campainha.
— Porra, hein tio Christian? Fica embaçando os nossos esquemas aí. Pode não. O senhor era para ser o meu tio postiço mais legal, já que meus pais são chatos pra cacete, mas já vi que o senhor é da mesma laia deles – disse Kate, emburrada.
— Boa noite para você também, Kate. Acho que vou ter que conversar sério com seus pais para falar sobre sua educação, mocinha.
— Pode falar, tio Christian, mas eles nem vão ligar. Agora só querem saber de fuder o dia todo. Parece igual a leões.
— Não seria coelho? – zombei, rindo.
— Não. É leão mesmo. Ele que traça a leoa mais de 80 vezes no dia. De quinze a quinze minutos tão lá se comendo, igual aos meus pais durante a noite. Faz séculos que eu não durmo direito por causa do rangido da cama deles.
— Não se preocupe, que como hoje você vai dormir aqui, não vai escutar nada, pois minha esposa está viajando – meu pai informou, então Kate se atracou a ele num abraço e me olhou com uma cara de safada por cima do ombro dele, fazendo-me rolar os olhos.
— Obrigada, tio Christian. O senhor é o melhor tio postiço do mundo.
— Já chega de abraço, né Kate? – resmunguei, cruzando os braços sobre o busto.
Ela riu, já se desvencilhando do meu pai, que logo mandou a gente pedir pizza para jantarmos enquanto o mesmo ia subir e banhar, porque se encontrava cansado do trabalho, porém antes de sair, o mesmo ligou para o Taylor e solicitou a presença de três seguranças. Minutos depois, os seguranças apareceram no hall de entrada e meu pai mandou eles ficarem nos vigiando. Então, enquanto eu ligava para a pizzaria, Kate procurava, na TV da sala, o canal que iria transmitir o show ao vivo.
Era umas nove e quinze quando a pizza chegou, então meu pai pagou o entregador e dispensou os seguranças, depois veio se sentar no enorme sofá. Ficamos assistindo o show por um bom tempo e quando papai voltou ao sofá, após ter ido na cozinha, não perdi tempo e fui me sentar em seu colo, meio de lado.
— Eu também quero colo – disse Kate jogada numa poltrona.
— Nem inventa! O pai é meu, então tenho total direito sobre ele! – exclamei, já me virando um pouco e encarei meu pai que parecia se divertir com tudo aquilo – E se der colo para ela, eu nunca mais falo com o senhor, está me ouvindo?
— Hum... ciumenta toda. Está vendo tio Christian? O senhor está ferrado com essa daí.
— Não se preocupe, minha princesa. Esse colo é só seu e de mais ninguém – meu pai afirmou, rodeando minha cintura com seus braços.
— É bom mesmo – comentei, já me aconchegando mais a ele, meio emburradinha.
Depois que a minha prima foi embora, eu consegui falar com a Kate e pedi que a mesma viesse dormir aqui em casa hoje, pois eu tinha um babado para contar à ela. Então, meia hora depois, Kate apareceu.
— E aí, qual era o babado que você ia me contar? – ela perguntou, assim que entrou no meu quarto.
— Depois te conto, porque agora eu preciso de você – falei, já puxando-a para perto de mim, beijando sua boca.
Quando me dei conta, eu a tinha prensado contra a porta, à medida que minhas mãos se enfiavam dentro da sua regata preta, buscando seus seios redondinhos e maiores que os meus.
— O que deu em você hoje? Está mais foguenta que o normal – ela comentou rindo enquanto eu beijava seu pescoço à medida que nossos corpos se esfregavam de um jeito sexy.
— Estou para explodir de tesão! – exclamei e Kate sorriu.
— Então vem cá, que eu vou apagar esse seu fogo – ela disse, antes de voltar a me beijar.
Segundos depois, nos desvencilhamos um pouco e começamos a nos despir entre beijos, carícias e prensadas na porta.
— Eu bem que mereço uma recompensa, não é? – ouvi Kate comentar, então abri os olhos e a vi sorrindo para mim, deitada de lado, apoiada sobre o cotovelo.
Sorri de volta e fui para cima dela, beijando, chupando e mordendo o bico de um de seus seios.
— Desculpa, miga. E assim, você gosta? – inquiri, já descendo minha mão para a sua bocetinha, metendo dois dedos dentro dela.
— Oh... Sim... – ela gemeu, fechando os olhos e mordendo o lábio.
Fiquei fodendo a Kate com meus dedos por alguns segundos e assim que percebi que a mesma se aproximava de seu orgasmo, tirei os dedos de dentro dela e passei a massagear seu clitóris, levando a loucura e ao orgasmo.
— Tenho sim – falei, virando-me de lado – Eu não te contei, mas na semana retrasada, o meu pai me pegou no flagra.
— Como assim “No flagra”?
— Eu estava me masturbando pensando nele e assim que gozei, eu abri os olhos e vi ele na varanda do quarto do apartamento, me olhando.
— Sério?
— Sim.
— Oh bicha de sorte! E aí, o que vocês fizeram?
Franzi o cenho, a encarando com uma das sobrancelhas erguida.
— Não fizemos nada, sua louca! Eu fiquei com vergonha e me cobri. E ele saiu da varanda e ficou me esperando na sala de estar – informei e Kate fez uma careta.
— Não rolou nem um beijinho, ou um amasso, ou até mesmo uma mão boba de leve?
— Não.
— Que sem graça vocês, hein? – ela bufou em tédio e saiu da cama, já começando a se vestir.
— E você queria que tivesse acontecido o quê? – inquiri, sentando-me na beirada do colchão.
— Que você tivesse tomado iniciativa e gritasse “Me come, pai!” – Kate literalmente gritou, rindo, e eu joguei nela um dos meus travesseiros.
— Fala baixo, sua peste! E vamos encerrar logo esse assunto, antes que eu fique puta contigo.
— Ok. Está a fim de ir à um show de rock hoje à noite, miga? – ela inquiriu à medida que eu também ia me vestir.
— Qual cantor?
— AC/DC. Vamos? Eu descolei dois ingressos Vip para nós duas.
A encarei, rindo.
— Nem quero saber o que tu fez para conseguir esses ingressos.
— Eu não teria me beijado na boca, se fosse você.
Me virei, a olhando e fiz uma careta.
— Deixa de ser nojenta, sua vadia! – exclamei, terminando de me vestir.
— Vai pegar Herpes! – Kate dizia sem parar, rindo de mim, então dei dedo à ela – Vamos fazer o seguinte. Eu vou para casa, me arrumar, daí eu venho te pegar e vamos ao show. Aí quando terminar, a gente volta e eu durmo aqui – Kate disse e eu assenti, concordando, então nos despedimos e a vadia foi embora.
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Perto das oito da noite, troquei de roupa e vesti a que eu tinha escolhido para ir ao show de rock. Já arrumada e maquiada, peguei minha identidade falsa e coloquei no bolso interno da jaqueta.
Logo recebi uma mensagem da Kate, informando-me que a mesma já se encontrava perto daqui, então guardei o celular no bolso da jaqueta e desci, me encaminhando pelo hall da entrada. Entretanto, acabei me assustando quando abri a porta e dei de cara com meu pai, que também abria a porta no mesmo instante. Ele me olhou de cima a baixo, já encarando-me desconfiado.
— Onde você pensa que vai, moça?
— Eu estou indo dormir na casa da Kate. Ela está vindo me buscar – falei evasiva, mas meu pai não acreditou muito, pois não saiu do caminho e ficou que nem um muro, parado no meio da porta.
— Vestida assim? Eu creio que não. Acho que vocês duas estavam indo a um certo show de rock da banda AC/DC que vai acontecer daqui a pouco, não é?
Engoli em seco.
— É claro que não, pai. A gente nem gosta de rock.
— Tão cínica essa minha filha.
— Tão chato esse meu pai – rebati, rolando os olhos – O senhor tem que acreditar em mim. Cadê sua confiança na sua filhota linda?
— Tá lá no show que vocês não vão.
Bufei de raiva, enquanto ele sorria. De repente, meu celular começou a tocar.
— Deve ser a Kate. Acho melhor você atender, pedi para ela entrar, porque nenhuma das duas vai a lugar nenhum – meu pai disse bem sério, cruzando os braços.
Atendi a chamada fazendo uma cara de poucos amigos para ele e fiz o que o mesmo tinha falado. Kate ficou puta da vida, mas como nenhuma de nós ia a um lugar sem a companhia da outra, ela concordou. Informei ao meu pai, que tinha acabado de fechar a porta e autorizado a entrada da Kate na propriedade pelo interfone, e sai rumo a escada, notando que o mesmo me seguia.
— Para onde vai?
— Quarto – respondi curta e grossa.
— Já jantou?
— Tô sem fome.
— Volte aqui, Anastasia. Filha? – escutei ele chamar quando entrei no corredor do andar superior – Anastasia Rose Grey! Não me faça chamá-la novamente!
Parei, respirei fundo e dei meia volta, descendo a escada, já parando no último degrau, de frente para o meu pai que também sustentava uma carranca. Eu queria muito ir ao show, então tentei convencer ele com o meio jeitinho de pedir as coisas, regado ao toque de um pouco de bajulação.
— Pai, deixa a gente ir ao show, deixa? – pedi manhosa, repousando minhas mãos em seus ombros, mas ele negou e segurou minha cintura tentando se afastar de mim, porém enlacei os braços ao redor de seu pescoço, trazendo-o para mais perto – Por favor, Daddy? – dei um selinho nele.
— Não.
— Vai negar isso para sua princesinha, vai? – inquiri, beijando sua bochecha, bem na linha da barba e desci para o seu pescoço.
— Anastasia, para.
— Só se o senhor deixar eu ir ao show.
— Já falei que não.
— O senhor não me ama não, né? – perguntei, olhando para ele e fazendo um beicinho.
— É claro que eu te amo...
— Então o senhor vai deixar eu ir com a Kate? – indaguei abrindo um sorriso, mas o mesmo se desfez quando ele negou novamente.
“Que droga! Será que meu pai deixaria eu ir se o deixasse excitado e chupasse o pau dele, que aliás, eu queria muito ver como era, pois passei o dia todo imaginando como seria essa parte dele. Não que eu não tenha visto nenhum pau, mas acho que vídeo pornô e consolo, não contava muito não”
Estava pronta para o ataque quando escutamos o som de uma freada brusca de um carro no lado de fora, então meu pai rapidamente se desvencilhou de mim, afastando-se alguns passos e foi abrir a porta para a Kate, que tocava freneticamente a campainha.
— Porra, hein tio Christian? Fica embaçando os nossos esquemas aí. Pode não. O senhor era para ser o meu tio postiço mais legal, já que meus pais são chatos pra cacete, mas já vi que o senhor é da mesma laia deles – disse Kate, emburrada.
— Pode falar, tio Christian, mas eles nem vão ligar. Agora só querem saber de fuder o dia todo. Parece igual a leões.
— Não seria coelho? – zombei, rindo.
— Não. É leão mesmo. Ele que traça a leoa mais de 80 vezes no dia. De quinze a quinze minutos tão lá se comendo, igual aos meus pais durante a noite. Faz séculos que eu não durmo direito por causa do rangido da cama deles.
— Não se preocupe, que como hoje você vai dormir aqui, não vai escutar nada, pois minha esposa está viajando – meu pai informou, então Kate se atracou a ele num abraço e me olhou com uma cara de safada por cima do ombro dele, fazendo-me rolar os olhos.
— Obrigada, tio Christian. O senhor é o melhor tio postiço do mundo.
— Já chega de abraço, né Kate? – resmunguei, cruzando os braços sobre o busto.
Ela riu, já se desvencilhando do meu pai, que logo mandou a gente pedir pizza para jantarmos enquanto o mesmo ia subir e banhar, porque se encontrava cansado do trabalho, porém antes de sair, o mesmo ligou para o Taylor e solicitou a presença de três seguranças. Minutos depois, os seguranças apareceram no hall de entrada e meu pai mandou eles ficarem nos vigiando. Então, enquanto eu ligava para a pizzaria, Kate procurava, na TV da sala, o canal que iria transmitir o show ao vivo.
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Era umas nove e quinze quando a pizza chegou, então meu pai pagou o entregador e dispensou os seguranças, depois veio se sentar no enorme sofá. Ficamos assistindo o show por um bom tempo e quando papai voltou ao sofá, após ter ido na cozinha, não perdi tempo e fui me sentar em seu colo, meio de lado.
— Eu também quero colo – disse Kate jogada numa poltrona.
— Nem inventa! O pai é meu, então tenho total direito sobre ele! – exclamei, já me virando um pouco e encarei meu pai que parecia se divertir com tudo aquilo – E se der colo para ela, eu nunca mais falo com o senhor, está me ouvindo?
— Hum... ciumenta toda. Está vendo tio Christian? O senhor está ferrado com essa daí.
— Não se preocupe, minha princesa. Esse colo é só seu e de mais ninguém – meu pai afirmou, rodeando minha cintura com seus braços.
— É bom mesmo – comentei, já me aconchegando mais a ele, meio emburradinha.

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