quinta-feira, 16 de julho de 2020

Daddy Grey - Capítulo 02


ANASTASIA

Por culpa da minha “namorada”, que ficava me pedindo nude toda hora, eu acabei levando umas palmadas do meu pai. Agora, me encontrava com a bunda toda dolorida e ardendo que nem brasa, porém algo dentro de mim me fazia sentir uma sensação bem gostosa. Sensação essa que eu só tinha quando beijava a Kate, antes da gente se pegar.

Eu e a Kate, havíamos nos conhecido há seis anos, quando ela se mudou de Chicago e começou a frequentar o colégio onde eu estudava. No início, eu nem falava muito com ela na escola, mas meses depois nós duas tínhamos virado como unha e carne, principalmente depois que o pai dela começou a trabalhar para o meu.

O que existia entre a gente não era bem um namoro, igual ao outros, estava mais para um pacto entre melhores amigas, pois nós havíamos decidido primeiro experimentar tudo com relação ao sexo, para só depois a gente decidir se éramos héteros, bissexuais ou lésbicas mesmo.

Então, há um ano, eu e ela começamos a ficar em segredo e até agora ninguém descobriu o real para tantas “Dormidas na casa da melhor amiga” e “Dupla de estudo para a prova” que a gente falava para os nossos pais. A nossa amizade/namoro/pegação, só envolvia chupadas, beijos e muita esfregação, porém nenhuma penetração, nem mesmo com o dedo.

Kate até tentou, durante uma noite que eu havia ido dormir na casa dela, mas algo dentro de mim me fez impedi-la. Então, eu descobri o motivo. Depois de ter lido diversos contos eróticos sobre pai e filha, comecei a fantasiar que a minha primeira vez seria com o meu pai.

Todavia, eu não tinha a coragem das meninas dos contos para ficar me insinuando para ele com biquínis, shorts mega curtos e blusinhas transparentes, então eu ficava apenas me masturbando enquanto imaginava como seria transar com ele. Na manhã que meu pai me pegou no flagra, inicialmente havia ficado com muita vergonha.

Entretanto, depois que voltamos para casa, comecei a ver o jeito que ele ficava perto de mim, então comecei a chamar a atenção dele ligando o som bem alto todos os dias de manhã cedo, pois eu sabia que minha mãe nunca viria aqui falar comigo e sim meu pai.

— Me desculpe – murmurei, aconchegando-me ainda mais a ele, já notando que o mesmo se encontrava de pau duro.

“Será que meu pai ficou excitado em me bater ou é porque estou só de lingerie?”

— Está doendo muito? – escutei ele perguntar enquanto ainda afagava meus cabelos e minha costa, de um jeito bem carinhoso, gentil e acolhedor, totalmente contrário do jeito raivoso e autoritário de minutos atrás.

Eu não queria que o mesmo brigasse comigo de novo, por achar que eu estava reclamando do castigo que levei, então neguei.

— Não está não.

— Você mente tão mal. Tente descansar um pouco. Logo a dor vai passar – ele disse antes de se desvencilhar de mim e me pegar no colo, levando-me até a cama.

Foram apenas alguns passos, mas o suficiente para minha mente já imaginar mil e uma perversidades. Acabei transformando todas as lembranças da minha infância e pré-adolescência em situações um tanto quanto eróticas. Principalmente, quando meu pai me colocava para dormir e a gente dava um selinho, antes dele dizer “Boa noite, minha princesa”.

— Porque que o senhor nunca mais me chamou de princesa e nem me dá mais selinho? – inquiri quando ele se afastou da cama.

— Porque você cresceu, filha. É uma moça agora.

— É mentira. O senhor que não gosta mais de mim – rebati, usando chantagem emocional.

Vi meu pai então se aproximar e se sentar na beirada da cama.

— É claro que eu gosto de você.

— Não gosta não! – exclamei, me virando de costas.

O escutei respirar fundo, segundos antes de sentir que ele havia se levantado, então o vi sair e me aconcheguei ao travesseiro, porém tive que levantar e ir tomar um banho para poder me limpar, pois sentia que me encontrava muito melada.


★ ★ ★ ★ ★


Minutos depois, estava saindo do closet, já de uniforme, quando me surpreendi com meu pai entrando no quarto novamente, fechando a porta.
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— Liguei para sua escola e avisei que você não vai hoje porque está doente – ele anunciou se aproximando de mim.

“Oh beleza. Eu não estava muito a fim de ir mesmo”

Notei que o mesmo se encontrava com uma caixa de pomada em uma das mãos e na outra, um copo com água, que ele estendeu em minha direção, já pegando uma cartelinha de comprimido de dentro do bolso de sua calça, mandando eu tomar e assim o fiz, colocando depois o copo na mesinha de cabeceira.

— Também avisei para minha secretária que chegaria só mais tarde, porque eu vou cuidar da minha filha que está meio doentinha, né princesa? – meu pai murmurou dando um sorriso que chegou aos meus lábios também, então corri me jogando em seus braços e dei um selinho nele – Isso você não pode mais fazer, filha.

— Por que?

— Porque como eu disse, você cresceu e ficar dando selinho no seu pai pode pegar mal...

— Não vejo mal nenhum. E o senhor ver?

— Para mim não tem problema, mas as outras pessoas podem achar errado.

— Tudo bem, pai – falei me desvencilhando dele – Mas o senhor deixa eu te dar os selinhos quando estivermos só nós dois, né? – pedi, bem manhosa.

— Deixo sim, minha princesa. Agora deita na cama que vou passar um gel onde eu dei as palmadas.

Me joguei de bruços e esperei meu pai passar o que ele tinha que passar. Senti quando o mesmo gentilmente ergueu minha saia e começou a puxar para cima a calcinha estilo cueca que eu estava usando.

— Tira ela, pai – falei e não notei movimento nenhum por alguns segundos, então o olhei por cima do ombro – Não tem nada aí que o senhor já não tenha visto. Ou o senhor não trocou minhas fraldas? – questionei num tom brincalhão, mas mesmo assim o vi ficar tenso.

— Agora é diferente, filha.

— Diferente nada. Só aumentou de tamanho – comentei sorrindo e vendo a hesitação dele ainda, eu mesmo puxei para baixo o pedaço de pano e voltei a posição de antes – Pronto. Se era por falta de tirar, eu já tirei. Agora aplica esse gel logo, pai.

Ele colocou um pouco do gel sobre minhas nádegas e começou a massagear, porém senti que meu pai estava bem hesitante em seus movimentos. Aos poucos, suas mãos antes leves, agora percorria mais firmes pela minha bunda, chegando a apertá-la em alguns momentos. Seus dedos logo começaram a triscar em minha bocetinha acidentalmente, ou talvez não.

Tudo ali estava me deixando muito excitada. Era como eu sempre lia nos contos. Sentia que minha boceta babava a cada segundos que se passava e acabei não conseguindo controlar um gemido que escapou de minha garganta.

Fiquei com medo dele notar e parar o que fazia, porém meu pai continuou movimentando suas mãos fortes, agora rumo as minhas coxas, depois as subia novamente para as nádegas, todavia ele de repente parou e abaixou minha saia, fazendo-me soltar um gemido baixo em frustração.

— Porque o senhor parou? Tava tão gostoso – comentei, me virando de lado.

Ele estava sério, encarando-me com suas pupilas dilatadas ao máximo, e eu nem precisei olhar para sua calça para ter certeza que o mesmo estava tão excitado quanto eu me encontrava, mas meu pai balançou sutilmente a cabeça e rapidamente se levantou, saindo do meu quarto em seguida, deixando-me ali cheia de tesão.

“O que foi isso, Senhor?” pensei, já me deitando de bruços novamente, fechando os olhos e imaginando o que poderia ter acontecido se tivéssemos continuado com aquilo.


★ ★ ★ ★ ★


Passei a manhã toda trancada no meu quarto. Acabei me masturbando um pouco, pensando no meu pai, depois tentei falar com a Kate, mas o celular dela se encontrava indisponível, então deduzi que a mesma devia está transando com alguém. Por fim, liguei para minha prima Leila e por volta das três e meia da tarde, ela apareceu aqui na mansão.

Mesmo eu e a Leila estudando na mesma sala de aula e sendo primas, a gente mal se falava no colégio, pois cada uma tinha o seu próprio grupinho de amigos, porém fora da escola, nós duas tínhamos uma relação legal, entretanto, eu não chegava a contar meus segredos para ela, como eu fazia com a Kate.

Leila me passou, meio por alto, todos os acontecimentos do colégio, o que envolvia dois alunos pegos fumando maconha no banheiro masculino e briga de duas alunas no pátio principal da escola. Depois, nos sentamos no chão do quarto e ela me passou as matérias daquele dia. Mal havíamos começado a estudar, quando minha mãe apareceu acompanhada de uma empregada que trazia em suas mãos uma bandeja, contendo um lanche para mim e para Leila.
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Eu deveria ter adivinhado que minha mãe viria fazer o showzinho dela. Sempre era assim quando a Leila, a Kate ou alguém de fora vinha aqui em casa. Minha mãe adorava se mostrar, fingindo que amava e se preocupava os filhos e o marido. Entretanto, a verdade é que ela podia até amar e se preocupar com os meus irmãos mais velhos, mas comigo a história é diferente.

Por algum motivo, que eu ainda não sei explicar, minha mãe me odiava e isso era desde quando eu era pequena. O meu pai foi que sempre cuidou de mim, todos esses anos, então ver ela fingir que gostava de mim na frente das visitas, me dava muito nojo.

— Meninas, espero que gostem dos sanduíches de patê de atum que eu fiz para vocês.

Rolei os olhos, discretamente.

— Obrigada, tia Carla. Está delicioso – Leila falou, após dar uma mordida no sanduíche.

— De nada, querida. Filha, já estou indo viajar – ela disse e se aproximou de mim, abaixando-se ao meu lado e me dando um beijo no alto da minha cabeça, como parte do showzinho dela – Seu irmão está indo me levar até o aeroporto e de lá ele vai para um evento, então só deve voltar tarde da noite. Já a sua irmãzinha, irá dormir na casa de uma amiga. E o seu pai avisou que vai chegar bem tarde do trabalho, então se comporte, mocinha.

Respirei fundo antes de responder.

— Claro... mãe.

Ela se despediu da Leila e depois foi embora, fazendo-me ficar mais aliviada.

— Você não vai comer, Ana? – minha prima perguntou, assim que ficamos a sós no quarto.

— Não, porque ela pode ter colocado veneno nesse recheio – murmurei voltando a me concentrar no dever.

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