JAMIE
— Quando vamos partir? – perguntei para Dak à medida que os outros se levantavam de seus lugares.
Ela então tirou a mão do rosto, erguendo a cabeça e eu pude perceber que a mesma se encontrava um pouco pálida demais.
— Partiremos daqui a dois dias. Se preparem.
— Vai descer agora, Jamie? – ouvi Mirela inquirir, então neguei, pedindo que a mesma fosse na frente e começasse a providenciar tudo para a viagem.
Mi assentiu, me deixando a sós com a Dakota.
— Você está bem, amor? – indaguei, preocupado, já arrastando minha cadeira para mais perto da dela.
— Estou com um pouco de vertigem...
— E está muito pálida também – ressaltei, interrompendo-a – Você comeu algo mais que aquelas torradas no café da manhã?
— Não. E acho que vou vomitar – Dak anunciou, mas levantou a cabeça, recostando-se mais no encosto da cadeira e ficou respirando fundo enquanto massageava a linha invisível da garganta até o vão entre os seios.
Imediatamente, levantei e fui até a porta pedindo um pouco de água para uma moça que passava perto da sala de reunião. Ela logo trouxe o copo com água bem gelada e eu ofereci para Dakota que o bebeu lentamente.
— Quer ir para o hospital, minha rainha?
— Não. O enjoo e a vertigem estão passando um pouco. Acho melhor eu ir descansar na minha sala – ela murmurou, respirando fundo e calmamente.
Assim que a moça nos deixou a sós novamente, logo uma coisa passou pela minha cabeça, fazendo-me sorrir.
— Será, amor?
— Será o quê, Jay? – Dak indagou, me encarando de lado, então repousei minha mão em sua barriga.
— Será que é o nosso filho avisando que já está aqui dentro – falei, ainda sorrindo.
— É possível, porque já se passaram duas semanas desde o meu período fértil e a gente transa toda noite então...
— Vou te levar até sua sala e depois vou correr até a primeira farmácia que eu achar e comprar um teste para você fazer, amor – anunciei, todo animado e eufórico.
— Tudo bem, querido. Mas, tenta mandar alguém no seu lugar. Os paparazzis podem desconfiar se verem você entrando numa farmácia e sair com um teste de gravidez.
— Eu dou um jeito. Não se preocupe com isso. Venha – murmurei, já a ajudando a levantar.
— Não precisa me amparar assim. Eu estou bem agora – ela resmungou.
— Certeza? – inquiri e Dakota assentiu, então apenas entrelacei seu braço ao meu e seguimos para o escritório dela.
Assim que chegamos, fiz a mesma se deitar no sofá, me ajoelhando ao seu lado.
— Fica quietinha aí que eu já volto, amor. E parabéns a nova mamãe – sussurrei, dando um selinho nela.
— Ainda não sabemos...
— Mas tudo indica que sim – ressaltei, interrompendo-a.
Dak assentiu, então dei um outro selinho, antes de me levantar e sair da sala dela, todo feliz da vida.
Não me demorei muito na farmácia e depois de quase meia hora eu retornei à RUNWAY. Encontrei Dakota sentada em sua mesa, trabalhando como se minutos atrás não tivesse acontecido nada.
— Eu mandei você ficar quietinha, Dak – briguei à medida que adentrava o escritório dela, já fechando a porta e as cortinas, para nos dar um pouco de privacidade.
— Você não manda em mim, querido – ela rebateu e eu rolei os olhos.
— Comprei dois testes de gravidez – falei um pouco mais baixo, me aproximando de sua mesa, repousando a sacola contendo além dos testes, alguns pacotes de salgadinhos que vendiam na farmácia, perto do balcão – Tive que comprar essas coisas para disfarçar e dei uma quantia generosa para o rapaz manter sigilo sobre os testes, caso os paparazzis perguntassem à ele o que eu tinha comprado ali.
— E os paparazzis não te importunaram não? – Dakota indagou, pegando a sacola e tirando as duas caixinhas dos testes de gravidez que se encontravam no fundo, bem escondidos.
— Sim. Perguntaram o que havia na sacola e eu disse “São salgadinhos para a minha Rainha. Ela começou com os desejos e eu não quero que o nosso filho nasça com cara de salgadinho”...
— Você sabe que isso não é possível, cientificamente falando – Dak retrucou, se levantando de sua cadeira.
— Eu sei, mas é o que todo mundo fala, então... – comentei, dando de ombros – Perguntaram também se já sabíamos o sexo porque eu disse “Filho”, então falei que ainda era cedo demais para sabermos o sexo. Depois me enfiei no meu carro e vim para cá o mais rápido que pude.
Ela assentiu e se dirigiu para o banheiro particular dela. Me sentei no sofá e esperei até que Dakota saísse de lá, minutos depois.
— E aí? Qual o resultado? – inquiri, me levantando à medida que ela se aproximava de mim.
Dak então me mostrou os testes. Ambos positivos. Abri o maior sorriso do mundo, a encarando e a abracei pela cintura, levantando ela e girando nós dois.
— Nosso herdeiro está vindo! – exclamei animado, porém em um tom de voz baixo, colocando Dakota no chão, mas sem tirar meus braços ao redor de sua cintura.
— Parece que sim – ela disse, dando um sorriso – Temos que nos mudar, Jay.
— Você precisa decidir qual daquelas mansões que visitamos, você quer, meu amor – falei, puxando Dakota para o sofá e fazendo que a mesma se sentasse em meu colo, mas de frente para mim.
Começamos a conversar sobre a casa que iríamos ficar e já liguei logo para a corretora perguntando se a mansão ainda estava disponível e já fechando negócio com ela em seguida.
— Prontinho, minha rainha. Temos uma nova casa – murmurei, olhando todo bobo para Dak – Vamos comemorar muito essa noite – confidenciei com um sorriso safado nos lábios.
Dakota rolou os olhos, mas deu um sorriso meio sutil.
— Está feliz com a notícia? – perguntei, colocando uma mecha de cabelo por trás da orelha dela.
— Estou, querido. Era o que queríamos, não era? – Dak indagou, sorrindo.
Assenti, alisando o pé da barriga dela, por sobre a saia plissada. De repente, meu olhar se recaiu no busto dela.
— Te olhando por esse ângulo, eles até parecem maiores já. Que peitos, hein amor! – exclamei baixo, sorrindo todo safado, já enfiando meu rosto entre eles.
— Jay, se controle. Estamos no trabalho – ouvi Dakota me advertir, mas nem liguei.
Beijei o início de seios dela, que apareciam pelo decote da sua blusa, depois subi meus beijos para o seu pescoço, sentindo sua respiração falhar às vezes, o que me deixava bem excitado.
— Jamie, pare. Não podemos fazer isso aqui. Alguém pode entrar a qualquer momento.
Mal Dak terminou de pronunciar aquelas palavras, que batidas na porta foram ouvidas, então eu encarei ela, que estava com um leve rubor no rosto. Mesmo assim, Dakota se levantou do meu colo.
De modo automático, puxei uma almofada do sofá e coloquei sobre minha ereção, que se encontrava bem visível na minha calça.
— Quando vamos partir? – perguntei para Dak à medida que os outros se levantavam de seus lugares.
Ela então tirou a mão do rosto, erguendo a cabeça e eu pude perceber que a mesma se encontrava um pouco pálida demais.
— Partiremos daqui a dois dias. Se preparem.
— Vai descer agora, Jamie? – ouvi Mirela inquirir, então neguei, pedindo que a mesma fosse na frente e começasse a providenciar tudo para a viagem.
Mi assentiu, me deixando a sós com a Dakota.
— Você está bem, amor? – indaguei, preocupado, já arrastando minha cadeira para mais perto da dela.
— Estou com um pouco de vertigem...
— E está muito pálida também – ressaltei, interrompendo-a – Você comeu algo mais que aquelas torradas no café da manhã?
— Não. E acho que vou vomitar – Dak anunciou, mas levantou a cabeça, recostando-se mais no encosto da cadeira e ficou respirando fundo enquanto massageava a linha invisível da garganta até o vão entre os seios.
Imediatamente, levantei e fui até a porta pedindo um pouco de água para uma moça que passava perto da sala de reunião. Ela logo trouxe o copo com água bem gelada e eu ofereci para Dakota que o bebeu lentamente.
— Quer ir para o hospital, minha rainha?
— Não. O enjoo e a vertigem estão passando um pouco. Acho melhor eu ir descansar na minha sala – ela murmurou, respirando fundo e calmamente.
Assim que a moça nos deixou a sós novamente, logo uma coisa passou pela minha cabeça, fazendo-me sorrir.
— Será, amor?
— Será o quê, Jay? – Dak indagou, me encarando de lado, então repousei minha mão em sua barriga.
— Será que é o nosso filho avisando que já está aqui dentro – falei, ainda sorrindo.
— É possível, porque já se passaram duas semanas desde o meu período fértil e a gente transa toda noite então...
— Vou te levar até sua sala e depois vou correr até a primeira farmácia que eu achar e comprar um teste para você fazer, amor – anunciei, todo animado e eufórico.
— Tudo bem, querido. Mas, tenta mandar alguém no seu lugar. Os paparazzis podem desconfiar se verem você entrando numa farmácia e sair com um teste de gravidez.
— Eu dou um jeito. Não se preocupe com isso. Venha – murmurei, já a ajudando a levantar.
— Não precisa me amparar assim. Eu estou bem agora – ela resmungou.
— Certeza? – inquiri e Dakota assentiu, então apenas entrelacei seu braço ao meu e seguimos para o escritório dela.
Assim que chegamos, fiz a mesma se deitar no sofá, me ajoelhando ao seu lado.
— Fica quietinha aí que eu já volto, amor. E parabéns a nova mamãe – sussurrei, dando um selinho nela.
— Ainda não sabemos...
— Mas tudo indica que sim – ressaltei, interrompendo-a.
Dak assentiu, então dei um outro selinho, antes de me levantar e sair da sala dela, todo feliz da vida.
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Não me demorei muito na farmácia e depois de quase meia hora eu retornei à RUNWAY. Encontrei Dakota sentada em sua mesa, trabalhando como se minutos atrás não tivesse acontecido nada.
— Eu mandei você ficar quietinha, Dak – briguei à medida que adentrava o escritório dela, já fechando a porta e as cortinas, para nos dar um pouco de privacidade.
— Você não manda em mim, querido – ela rebateu e eu rolei os olhos.
— Comprei dois testes de gravidez – falei um pouco mais baixo, me aproximando de sua mesa, repousando a sacola contendo além dos testes, alguns pacotes de salgadinhos que vendiam na farmácia, perto do balcão – Tive que comprar essas coisas para disfarçar e dei uma quantia generosa para o rapaz manter sigilo sobre os testes, caso os paparazzis perguntassem à ele o que eu tinha comprado ali.
— E os paparazzis não te importunaram não? – Dakota indagou, pegando a sacola e tirando as duas caixinhas dos testes de gravidez que se encontravam no fundo, bem escondidos.
— Sim. Perguntaram o que havia na sacola e eu disse “São salgadinhos para a minha Rainha. Ela começou com os desejos e eu não quero que o nosso filho nasça com cara de salgadinho”...
— Você sabe que isso não é possível, cientificamente falando – Dak retrucou, se levantando de sua cadeira.
— Eu sei, mas é o que todo mundo fala, então... – comentei, dando de ombros – Perguntaram também se já sabíamos o sexo porque eu disse “Filho”, então falei que ainda era cedo demais para sabermos o sexo. Depois me enfiei no meu carro e vim para cá o mais rápido que pude.
Ela assentiu e se dirigiu para o banheiro particular dela. Me sentei no sofá e esperei até que Dakota saísse de lá, minutos depois.
— E aí? Qual o resultado? – inquiri, me levantando à medida que ela se aproximava de mim.
Dak então me mostrou os testes. Ambos positivos. Abri o maior sorriso do mundo, a encarando e a abracei pela cintura, levantando ela e girando nós dois.
— Nosso herdeiro está vindo! – exclamei animado, porém em um tom de voz baixo, colocando Dakota no chão, mas sem tirar meus braços ao redor de sua cintura.
— Parece que sim – ela disse, dando um sorriso – Temos que nos mudar, Jay.
— Você precisa decidir qual daquelas mansões que visitamos, você quer, meu amor – falei, puxando Dakota para o sofá e fazendo que a mesma se sentasse em meu colo, mas de frente para mim.
Começamos a conversar sobre a casa que iríamos ficar e já liguei logo para a corretora perguntando se a mansão ainda estava disponível e já fechando negócio com ela em seguida.
— Prontinho, minha rainha. Temos uma nova casa – murmurei, olhando todo bobo para Dak – Vamos comemorar muito essa noite – confidenciei com um sorriso safado nos lábios.
Dakota rolou os olhos, mas deu um sorriso meio sutil.
— Está feliz com a notícia? – perguntei, colocando uma mecha de cabelo por trás da orelha dela.
— Estou, querido. Era o que queríamos, não era? – Dak indagou, sorrindo.
Assenti, alisando o pé da barriga dela, por sobre a saia plissada. De repente, meu olhar se recaiu no busto dela.
— Te olhando por esse ângulo, eles até parecem maiores já. Que peitos, hein amor! – exclamei baixo, sorrindo todo safado, já enfiando meu rosto entre eles.
— Jay, se controle. Estamos no trabalho – ouvi Dakota me advertir, mas nem liguei.
Beijei o início de seios dela, que apareciam pelo decote da sua blusa, depois subi meus beijos para o seu pescoço, sentindo sua respiração falhar às vezes, o que me deixava bem excitado.
— Jamie, pare. Não podemos fazer isso aqui. Alguém pode entrar a qualquer momento.
Mal Dak terminou de pronunciar aquelas palavras, que batidas na porta foram ouvidas, então eu encarei ela, que estava com um leve rubor no rosto. Mesmo assim, Dakota se levantou do meu colo.
De modo automático, puxei uma almofada do sofá e coloquei sobre minha ereção, que se encontrava bem visível na minha calça.

Cade suas historias de Cristian e Ana, deixei salvo pra eu conseguir ler todas mas agora mudaram os nomes ����
ResponderExcluirOi florzinha, então... eu dei uma organizada no blog, porque as postagens estavam todas fora de ordem, ou seja, tive que apagar todas as postagens que eu já tinha feito aqui e estou repostando as fics em ordem, ou seja, uma fic de cada vez.
ExcluirAqui está a lista de fics já postadas e concluídas (todas essas são com Christian e Anastasia):
- Maliciosamente Obsessivos;
https://fanficsdalyssa.blogspot.com/p/maliciosamente-obsessivos.html
- Maliciosamente Sedutores;
https://fanficsdalyssa.blogspot.com/p/maliciosamente-sedutores.html
- Meu Ogro;
https://fanficsdalyssa.blogspot.com/p/meu-ogro.html
- Minha Bela Fera;
https://fanficsdalyssa.blogspot.com/p/minha-bela-fera.html
- Paciente 69;
https://fanficsdalyssa.blogspot.com/p/paciente-69.html
- Sussurros de um Crime;
https://fanficsdalyssa.blogspot.com/p/sussurros-de-um-crime.html