JAMIE
Vê-la de lábios meio entreabertos, ofegante com aquela carinha pós-gozo, me deixava com um puta tesão. Minha vontade era de foder a Dakota logo, mas eu tinha que me controlar e ir devagar, fazendo ela sentir como era prazeroso transar comigo.
Tirei meus dedos da sua bocetinha e os chupei, deliciando-me com seu mel enquanto era observado por ela. Então peguei a mão da Dak e a conduzi até que a mesma tocasse a própria boceta, fazendo com que Dakota sentisse o quão melada ela se encontrava.
Me inclinei, beijando-a à medida que eu movimentava a mão dela em seu clítoris, fazendo Dak arfar e gemer contra a minha boca. Logo tirei nossas mãos de sua bocetinha e limpei cada um de seus dedos, chupando-os lentamente.
Me posicionei então entre as pernas dela, deixando que suas coxas repousassem sobre as minhas. A boceta da Dakota estava tão melada que não resisti e passei novamente meus dedos nela, mas ao invés de chupá-los, lubrifiquei meu pau, melando-o bem.
— Enquanto eu te fodo, quero que você se masturbe, ok? – pedi à medida que esfregava a cabeça do meu pau na entradinha dela.
— Tudo bem – Dak falou, me olhando.
Dei um sorriso para ela e comecei a investir lentamente para frente. Pelo hímen da Dakota ser do tipo anular, não foi muito difícil da minha glande passar. A encarei e a mesma se encontrava de olhos fechados, respirando fundo.
Segurando então o seu quadril, o ergui um pouquinho, puxando-o de encontro ao meu, fazendo com que meu pau se alojasse todo dentro dela. Vi Dak soltar o ar enquanto sua bocetinha me mastigava freneticamente.
— Relaxe. Não fica contraindo sua boceta desse jeito senão vou acabar gozando – alertei, me inclinando sobre ela, a beijando – Isso, minha querida. Vai relaxando. Logo a dor vai passar – murmurei, acariciando seu rosto, vendo Dakota abrir os olhos e me encarar – Quando eu puder me mover, me diga, ok?
— Uhum...
— Você é tão apertadinha que estou lutando para não gozar, amor – sussurrei, depositando vários beijos em sua boca, em seu queixo e em seu pescoço.
— Acho que você já pode se mexer – ela informou, segundos depois.
Voltei então a atacar seus lábios, começando a fazer um vai e vem compassadamente, fazendo Dak gemendo baixinho contra minha boca.
— Está ficando gostoso? – perguntei quando passei a acelerar um pouco mais.
— Uhum...
Me desvencilhei, ficando ajoelhado entre as pernas dela, já colocando sua mão em sua boceta, mandando a mesma se masturbar.
— Me fala como você quer? – pedi e Dakota ficou me olhando, confusa.
— Eu não sei como eu quero, Jay.
— Gosta assim? – inquiri, já segurando o quadril dela, metendo mais forte, chocando nossos corpos.
— Vai mais devagar... Assim doe um pouco – ouvi Dak dizer, fazendo uma leve careta de dor, então desacelerei o ritmo das minhas investidas.
— Isso... Continue a se masturbar, meu amor – murmurei, a incentivando, à medida que a mesma explorava o próprio clítoris, massageando ele devagar, de olhos fechados – Gostosa... Estou tendo várias ideias. Você está me deixando muito inspirado – confidenciei e ela abriu os olhos, olhando-me.
Sorri e me ajeitei, deitando-me parcialmente sobre a Dakota, porém me apoiando com os braços na cama. Fiquei por um bom tempo naquele ritmo lento, intercalando às vezes com algumas investidas mais fortes e fundas, arrancando gemidos mais altos dela.
De repente, senti Dak me apertar freneticamente, indicando-me que a mesma estava perto de gozar, então parei de fodê-la, saindo-me de dentro dela, que me olhou sem entender nada.
— O que foi?
Fiquei de joelhos entre ela e logo me sentei sobre minhas pernas.
— Vem cá – falei, a puxando, fazendo Dakota se sentar em meu colo, de frente para mim, abraçando-me pelos ombros – Quero gozar assim com você – anunciei, sorrindo, a encarando olho no olho à medida que eu guiava com a mão, o meu pau para sua entrada novamente.
Segurei sua bunda e a ajudei a cavalgar em meu pau. Depois de alguns segundos, Dak voltou a me apertar, em meio a gemidos, então passei a forçar mais seu quadril contra o meu, quando ela descia.
— Goze, safada... – rosnei em seu ouvido e segundos depois, ambos estávamos explodindo em um gozo simultâneo – Gostosa demais – murmurei, ofegante, segurando seu rosto em minhas mãos, a olhando profundamente – Te machuquei?
Dakota negou com um aceno de cabeça.
— Eu estou bem.
— Certeza, Dak? – insisti e ela assentiu, então a beijei antes de fazê-la sair do meu colo, depois me deitei ao seu lado.
A vi se levantar devagar e ir para o banheiro. Decidi levantar também e me dirigi até onde a mesma estava, a encontrando pegando dois comprimidos na caixa de primeiros-socorros.
— O que houve? – inquiri, adentrando o lugar, fazendo Dakota virar o rosto e me encarar.
— Nada – ela respondeu, então indiquei os comprimidos em sua mão – Isso aqui é um analgésico e um anti-inflamatório. Amanhã é segunda e eu não quero acordar indisposta, até porque à noite temos aquele evento para irmos.
— Tudo bem, Dak. Eu acho que você deveria ficar um tempo deitada ou plantar bananeira por alguns segundos, já que estamos querendo te engravidar – ressaltei, rindo, passando por ela, indo para o box, já ligando o chuveiro sobre mim.
— Não estou no meu período fértil, Jay. Lembra? Só a partir de amanhã, creio eu – ouvi Dakota dizer enquanto eu terminava de me jogar uma água.
— Hum... – murmurei, saindo do box molhado – Preciso trabalhar um pouco, minha rainha. Aproveitar que você me deixou mega inspirado.
Ela apenas me encarou pelo reflexo do espelho, quando me aproximei e a abracei por trás.
— Vou criar algumas lingeries para você. Algo bem sexy, vulgar, quente, muito devil e nada angel – falei, sorrindo, beijando o pescoço dela – E aí? Gostou?
— De quê? Das lingeries de presente?
— Também. Mas, estava me referindo ao sexo.
— Eu gostei – Dak disse, dando um meio sorriso.
— Vai ficar melhor a cada vez – garanti, me desvencilhando dela – Podemos assistir uns filmes pornôs. Você vendo eles talvez atiçe a sua curiosidade de experimentar as coisas e descobrir o que gosta.
— Tudo bem, Jay. Eu só não quero ser tratada do mesmo jeito que você tratava os seus casinhos. Tipo, não me chame de “safada”, eu não sou isso.
— Acredite, minha querida, eu não fazia essas coisas. Fodia muito bem? Fodia até a mulher ver o universo inteiro numa gozada. Agora isso aqui, de me preocupar se você está bem ou não. Isso foi só com você, Dakota. E será sempre assim. Mas, prometo que não te chamarei mais de “safada”, ok?
— Obrigada.
Segurei seu rosto entre minhas mãos e a beijei.
— Você não cansa de me beijar não? – ela resmungou quando separei nossos lábios.
Sorri, dando outro beijo nela.
— Falei que sua boca ficaria com calo de tanto eu te beijar – a lembrei, me inclinando um pouco – E eu nunca perco um desafio, querida – sussurrei em seu ouvido, beijando sua bochecha, antes de sair do banheiro.
Fui para o closet e vesti apenas uma cueca boxer preta. Assim que retornei ao quarto, peguei meu caderno e meu lápis, que sempre os deixava guardados na gaveta da mesinha de cabeceira do meu lado, já começando a desenhar alguns esboços de lingeries.
Depois de alguns minutos, Dak saiu do banheiro enrolada numa toalha, tirando a mesma em seguida, já vestindo sua calcinha e sua camisola. Ela então veio se deitar, ficando de costas para mim.
Larguei os meus desenhos sobre a mesinha de cabeceira, e me deitei também, já me aconchegando à Dakota, a abraçando por trás.
— E então, minha rainha, quando vamos começar a viajar pelo mundo? Além do trabalho, podemos ter uma lua de mel, né?
Ela me olhou, séria, por sobre o ombro.
— Lua de mel?
— Sim. Nós não tivemos uma.
— Tivemos sim, Jamie. E aquela viagem a Paris, lembra?
— Primeiro que viajamos com a Nina a tiracolo. Segundo que lua de mel tem que ter sexo, Dak. Senão fica só na lua mesmo. O mel não tem. Nosso casamento agora não é mais falso, então precisamos...
— Falso ainda é – Dakota falou, me interrompendo – Acrescentamos apenas o sexo.
— Não é mais falso, Dak. Agora somos totalmente casados. Só não existe amor, ainda. Mas estamos casados. Dormirmos e trabalhamos juntos. E agora transamos. Podemos agir como marido e mulher tanto intimamente quanto publicamente. Nosso casamento pode ser o melhor dos casamentos.
— Se você está dizendo... Mas, a gente não precisa dormir grudado desse jeito, não né? – ouvi ela perguntar, fazendo-me sorrir.
— Precisa claro. Tô com frio e você vai ter que me esquentar – anunciei, bem sério, para Dakota acreditar.
— Entendi.
Não me aguentei e comecei a rir, a encarando.
— Estou brincando, Dak.
— Eu gostaria de dormir como a gente sempre dormiu, cada um no seu lado da cama.
— Ok, minha rainha. Mas quando quiser dormir agarradinha comigo, nem precisa pedir. É só se aconchegar a mim – informei, dando um selinho nela, já a soltando e me afastando.
Dakota se ajeitou, puxando o edredom no lado dela, então me acomodei melhor no meu lado e fechei os olhos, esperando o sono chegar, o que não demorou muito.
Vê-la de lábios meio entreabertos, ofegante com aquela carinha pós-gozo, me deixava com um puta tesão. Minha vontade era de foder a Dakota logo, mas eu tinha que me controlar e ir devagar, fazendo ela sentir como era prazeroso transar comigo.
Tirei meus dedos da sua bocetinha e os chupei, deliciando-me com seu mel enquanto era observado por ela. Então peguei a mão da Dak e a conduzi até que a mesma tocasse a própria boceta, fazendo com que Dakota sentisse o quão melada ela se encontrava.
Me inclinei, beijando-a à medida que eu movimentava a mão dela em seu clítoris, fazendo Dak arfar e gemer contra a minha boca. Logo tirei nossas mãos de sua bocetinha e limpei cada um de seus dedos, chupando-os lentamente.
— Enquanto eu te fodo, quero que você se masturbe, ok? – pedi à medida que esfregava a cabeça do meu pau na entradinha dela.
— Tudo bem – Dak falou, me olhando.
Dei um sorriso para ela e comecei a investir lentamente para frente. Pelo hímen da Dakota ser do tipo anular, não foi muito difícil da minha glande passar. A encarei e a mesma se encontrava de olhos fechados, respirando fundo.
Segurando então o seu quadril, o ergui um pouquinho, puxando-o de encontro ao meu, fazendo com que meu pau se alojasse todo dentro dela. Vi Dak soltar o ar enquanto sua bocetinha me mastigava freneticamente.
— Relaxe. Não fica contraindo sua boceta desse jeito senão vou acabar gozando – alertei, me inclinando sobre ela, a beijando – Isso, minha querida. Vai relaxando. Logo a dor vai passar – murmurei, acariciando seu rosto, vendo Dakota abrir os olhos e me encarar – Quando eu puder me mover, me diga, ok?
— Uhum...
— Você é tão apertadinha que estou lutando para não gozar, amor – sussurrei, depositando vários beijos em sua boca, em seu queixo e em seu pescoço.
— Acho que você já pode se mexer – ela informou, segundos depois.
Voltei então a atacar seus lábios, começando a fazer um vai e vem compassadamente, fazendo Dak gemendo baixinho contra minha boca.
— Está ficando gostoso? – perguntei quando passei a acelerar um pouco mais.
— Uhum...
Me desvencilhei, ficando ajoelhado entre as pernas dela, já colocando sua mão em sua boceta, mandando a mesma se masturbar.
— Me fala como você quer? – pedi e Dakota ficou me olhando, confusa.
— Eu não sei como eu quero, Jay.
— Gosta assim? – inquiri, já segurando o quadril dela, metendo mais forte, chocando nossos corpos.
— Isso... Continue a se masturbar, meu amor – murmurei, a incentivando, à medida que a mesma explorava o próprio clítoris, massageando ele devagar, de olhos fechados – Gostosa... Estou tendo várias ideias. Você está me deixando muito inspirado – confidenciei e ela abriu os olhos, olhando-me.
Sorri e me ajeitei, deitando-me parcialmente sobre a Dakota, porém me apoiando com os braços na cama. Fiquei por um bom tempo naquele ritmo lento, intercalando às vezes com algumas investidas mais fortes e fundas, arrancando gemidos mais altos dela.
— O que foi?
Fiquei de joelhos entre ela e logo me sentei sobre minhas pernas.
— Vem cá – falei, a puxando, fazendo Dakota se sentar em meu colo, de frente para mim, abraçando-me pelos ombros – Quero gozar assim com você – anunciei, sorrindo, a encarando olho no olho à medida que eu guiava com a mão, o meu pau para sua entrada novamente.
Segurei sua bunda e a ajudei a cavalgar em meu pau. Depois de alguns segundos, Dak voltou a me apertar, em meio a gemidos, então passei a forçar mais seu quadril contra o meu, quando ela descia.
Dakota negou com um aceno de cabeça.
— Eu estou bem.
— Certeza, Dak? – insisti e ela assentiu, então a beijei antes de fazê-la sair do meu colo, depois me deitei ao seu lado.
A vi se levantar devagar e ir para o banheiro. Decidi levantar também e me dirigi até onde a mesma estava, a encontrando pegando dois comprimidos na caixa de primeiros-socorros.
— O que houve? – inquiri, adentrando o lugar, fazendo Dakota virar o rosto e me encarar.
— Nada – ela respondeu, então indiquei os comprimidos em sua mão – Isso aqui é um analgésico e um anti-inflamatório. Amanhã é segunda e eu não quero acordar indisposta, até porque à noite temos aquele evento para irmos.
— Tudo bem, Dak. Eu acho que você deveria ficar um tempo deitada ou plantar bananeira por alguns segundos, já que estamos querendo te engravidar – ressaltei, rindo, passando por ela, indo para o box, já ligando o chuveiro sobre mim.
— Não estou no meu período fértil, Jay. Lembra? Só a partir de amanhã, creio eu – ouvi Dakota dizer enquanto eu terminava de me jogar uma água.
— Hum... – murmurei, saindo do box molhado – Preciso trabalhar um pouco, minha rainha. Aproveitar que você me deixou mega inspirado.
Ela apenas me encarou pelo reflexo do espelho, quando me aproximei e a abracei por trás.
— Vou criar algumas lingeries para você. Algo bem sexy, vulgar, quente, muito devil e nada angel – falei, sorrindo, beijando o pescoço dela – E aí? Gostou?
— De quê? Das lingeries de presente?
— Também. Mas, estava me referindo ao sexo.
— Eu gostei – Dak disse, dando um meio sorriso.
— Vai ficar melhor a cada vez – garanti, me desvencilhando dela – Podemos assistir uns filmes pornôs. Você vendo eles talvez atiçe a sua curiosidade de experimentar as coisas e descobrir o que gosta.
— Tudo bem, Jay. Eu só não quero ser tratada do mesmo jeito que você tratava os seus casinhos. Tipo, não me chame de “safada”, eu não sou isso.
— Acredite, minha querida, eu não fazia essas coisas. Fodia muito bem? Fodia até a mulher ver o universo inteiro numa gozada. Agora isso aqui, de me preocupar se você está bem ou não. Isso foi só com você, Dakota. E será sempre assim. Mas, prometo que não te chamarei mais de “safada”, ok?
— Obrigada.
Segurei seu rosto entre minhas mãos e a beijei.
— Você não cansa de me beijar não? – ela resmungou quando separei nossos lábios.
Sorri, dando outro beijo nela.
— Falei que sua boca ficaria com calo de tanto eu te beijar – a lembrei, me inclinando um pouco – E eu nunca perco um desafio, querida – sussurrei em seu ouvido, beijando sua bochecha, antes de sair do banheiro.
Fui para o closet e vesti apenas uma cueca boxer preta. Assim que retornei ao quarto, peguei meu caderno e meu lápis, que sempre os deixava guardados na gaveta da mesinha de cabeceira do meu lado, já começando a desenhar alguns esboços de lingeries.
★ ★ ★ ★ ★
Depois de alguns minutos, Dak saiu do banheiro enrolada numa toalha, tirando a mesma em seguida, já vestindo sua calcinha e sua camisola. Ela então veio se deitar, ficando de costas para mim.
Larguei os meus desenhos sobre a mesinha de cabeceira, e me deitei também, já me aconchegando à Dakota, a abraçando por trás.
— E então, minha rainha, quando vamos começar a viajar pelo mundo? Além do trabalho, podemos ter uma lua de mel, né?
Ela me olhou, séria, por sobre o ombro.
— Lua de mel?
— Sim. Nós não tivemos uma.
— Tivemos sim, Jamie. E aquela viagem a Paris, lembra?
— Primeiro que viajamos com a Nina a tiracolo. Segundo que lua de mel tem que ter sexo, Dak. Senão fica só na lua mesmo. O mel não tem. Nosso casamento agora não é mais falso, então precisamos...
— Falso ainda é – Dakota falou, me interrompendo – Acrescentamos apenas o sexo.
— Não é mais falso, Dak. Agora somos totalmente casados. Só não existe amor, ainda. Mas estamos casados. Dormirmos e trabalhamos juntos. E agora transamos. Podemos agir como marido e mulher tanto intimamente quanto publicamente. Nosso casamento pode ser o melhor dos casamentos.
— Se você está dizendo... Mas, a gente não precisa dormir grudado desse jeito, não né? – ouvi ela perguntar, fazendo-me sorrir.
— Precisa claro. Tô com frio e você vai ter que me esquentar – anunciei, bem sério, para Dakota acreditar.
— Entendi.
Não me aguentei e comecei a rir, a encarando.
— Estou brincando, Dak.
— Eu gostaria de dormir como a gente sempre dormiu, cada um no seu lado da cama.
— Ok, minha rainha. Mas quando quiser dormir agarradinha comigo, nem precisa pedir. É só se aconchegar a mim – informei, dando um selinho nela, já a soltando e me afastando.
Dakota se ajeitou, puxando o edredom no lado dela, então me acomodei melhor no meu lado e fechei os olhos, esperando o sono chegar, o que não demorou muito.

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