DAKOTA
— Mais paparazzis – Jamie resmungou, assim que ele virou a esquina e vimos mais gente instalada na porta do nosso prédio.
— Porque vocês não chamam a polícia? – ouvi Emily perguntar.
— Mesmo sendo irritantes, Millie, eles estão na calçada, que é um lugar público então não podemos fazer nada – Jay a respondeu, após eu ignorá-la – Abaixem a cabeça, vocês.
Apenas coloquei a mão no rosto à medida que vários flashes iluminavam o interior do carro. Logo adentramos a garagem subterrânea do prédio e Jamie estacionou na vaga dele. Saímos do Mercedes e fomos em direção ao elevador, já chegando na nossa cobertura, minutos depois.
— Quem é vivo, sempre aparece, não é Nina? – indaguei, bem irônica, assim que a vi deitada no sofá da sala, lendo.
— Não me enche o saco, Dak – ela disse, se sentando, já encarando a filha do Jay, que logo fez as apresentações – Sua filha é muito linda, cunhadinho. Você está muito fodido quando ela começar a namorar – minha irmã falou, rindo.
— Olha a boca suja perto da Coqui, Nina – alertou Jamie, bem sério.
— Eu vi os tweets de vocês dois. Você está grávida, maninha? Ou eu entendi errado o que vocês postaram?
— Precisamos confirmar com um ultrassom, mas tudo indica que estou grávida sim – menti para Nina, que veio me abraçar, me parabenizando.
— Vai ser outra menina, só para foder com a cabeça do Jamie – minha irmã comentou, rindo novamente.
Após jantarmos, Jay subiu com sua filha para pôr ela para dormir. Enquanto a mim, me dirigi até o nosso quarto e fui tomar um banho.
Me encontrava lendo, recostada na cabeceira da cama, quando Jamie entrou na suíte, fechando a porta.
— Você deveria ser mais legal com a sua irmã, Dak.
— E você deveria cuidar apenas do que lhe diz a respeito, querido – murmurei, relendo o último parágrafo da página do livro.
— Olha, eu sei que sua mãe traiu seu pai e o trocou pelo pai da Emily, mas ela não tem culpa de nada. Millie não pediu para nascer naquela família, Dakota.
Parei de ler, fechando o livro, e o encarei.
— Eu odeio tanto ela quanto o pai dela e a minha mãe por fazerem o meu pai sofrer. Eu era pequena quando isso aconteceu, mas já entendia perfeitamente o que estava acontecendo.
— Seu pai amava muito a sua mãe?
— Demais. Ela era o amor da vida dele, mas depois do que houve ele não acreditou mais no amor. E nos ensinou que não precisamos disso para sermos felizes.
— Não é questão de precisar e sim completar, Dak – ele disse, se sentando na beirada da cama.
— Quando você mistura “Amor” em qualquer coisa, o desastre é iminente – ressaltei, o encarando bem séria.
— Será? Existem pessoas no planeta que discordariam de você, querida. Eu acho que “Amor” é sorte. Sua mãe não prestava. Ela não deu valor ao amor que o seu pai tinha para dar, mas isso não quer dizer que o “Amor” seja algo destrutivo. Pode dar merda, se as duas pessoas fizerem merda.
— Como você fazia? – rebati e Jay rolou os olhos.
Ele pegou uma das minhas mãos entre as suas e me olhou, profundamente.
— Olha, Dakota... Eu não estava, e nunca estive, de caso com a sua irmã, ok? A Emily é lésbica e devido a isso, ela sofre horrores na mão da mãe escrota de vocês. Millie é uma vítima assim como você e a Nina. Então tente ter mais amável e mais irmã dela. Não vai cair a mão ou o seu braço se fizer isso. Eu te garanto.
— Tudo bem – murmurei, após respirar fundo.
— Ótimo. Agora eu vou banhar. Já eu volto para a gente se divertir – Jamie comentou, sorrindo, já se inclinando e me dando um selinho, antes de se levantar e ir rumo ao banheiro.
— Você usa suas redes sociais com muita frequência, Dak? – ouvi Jay falar, então ergui o olhar do meu celular e o encarei, vendo o mesmo só de toalha e com os cabelos meio úmidos.
— Não muito. Porquê?
— Posta uma foto minha assim, só de toalha, no seu Instagram – ele disse, já se virando de costa, pegando o controle da televisão e ligando a mesma, fingindo caçar algum canal para assistir.
— Pronto – anunciei após eu tirar a foto, já a publicando em seguida – Postei com a legenda “Sou sortuda, não sou?”.
Jamie sorriu, desligando a TV, depois subiu na cama, puxando o edredom até ao final do colchão. Jay se aproximou de mim, já me beijando à medida que eu ia sentindo ele descendo sua mão pelo meu corpo.
Jamie tocou no meu seio, ainda protegido pela camisola, mas logo o mesmo a afastou, segurando e apertando o bico do meu mamilo entre seus dedos. Apenas arfei, ofegante, contra a boca dele, que libertou meu seio e desceu sua mão para a minha coxa, exposta pela fenda da camisola.
— Quer que eu tire a camisola? – perguntei, olhando nos seus olhos.
— Quero.
Saí da cama e tirei a camisola, depois minha calcinha, colocando ambas no divã ao pé da cama. Então retornei, agora deitando-me, ao invés de ficar sentada como estava antes.
Jay, que se encontrava parcialmente deitado, apoiando-se em um dos antebraços, começou a alisar minha coxa. Ele então pegou minha mão mais próxima ao seu corpo e a colocou em seu pau, ainda sob a toalha, fazendo-me sentir aquele negócio duro.
— Já pegou, alguma vez na vida, em um pau? – Jamie indagou, me encarando e eu neguei com a cabeça.
— Não. Eu tinha coisas mais interessantes para fazer, Jay.
Ele riu.
— Entendi. Mas, agora você tem isso para fazer. Quer explorar?
— Explorar? – inquiri, confusa, já vendo Jamie assentir com a cabeça enquanto se desfazia de sua toalha, revelando seu pau em riste.
— Você vai ter que aprender a fazer coisas – ele disse, colocando minha mão novamente naquele pedaço de carne duro, e segurando ela ali, foi me ensinando a masturbá-lo – Sua mão é muito gostosa – Jay murmurou com a respiração meio trêmula, me olhando fixamente.
— Obrigada.
— Você vai querer me chupar também? – Jamie perguntou à medida que fazia eu rodear meu polegar na cabeça do pau dele, fazendo com que eu sentisse o mesmo meio que babar em meus dedos.
— Pode ser. Acho que isso está incluído no quesito relação sexual, especificado no contrato.
Ele riu e se inclinou um pouco sobre mim, beijando-me. Jay então tirou sua mão de cima da minha.
— Não pare de movimentar, amor – Jamie pediu, num sussurro, e eu assenti continuando a mexer minha mão envolta do pau dele – Quero que você pare de agir no automático, Dak – Jay falou, acariciando meu rosto – Você tem que se soltar... Relaxar... Depois você volta a sua programação normal.
— Tudo bem.
— Quando estivermos transando, quero que se entregue a mim, assim como vou me entregar a você. Quero que você descubra do que gosta e do que não gosta na cama, mas para isso, você vai ter que se soltar – ele dizia enquanto descia sua mão pela parte central do meu corpo.
Logo Jamie alcançou a minha boceta, que se encontrava lisinha devido eu ter depilado ela na hora do meu banho, e começou alisá-la com seus dedos.
— Você está muito meladinha, minha querida – ele informou, sorrindo, depois me encarou, sem parar de roçar seus dedos em mim, causando-me uma sensação gostosa – Está com tesão, não é?
Apenas assenti com a cabeça.
— Vou te aliviar então, antes que eu goze em sua mão – Jay comentou, já indo para o meio das minhas pernas.
Jamie se deitou ali, apoiado nos antebraços e me olhou, fixamente.
— Vai falando se quer mais rápido ou mais lento. Mais forte ou mais devagar. Preciso saber do que gosta, ok?
— Tudo bem, Jay.
Ele começou a me lamber, chupando-me devagar, roçando sua língua no meu clítoris por alguns segundos para em seguida sugá-lo forte, arrancando-me gemidos baixos e tímidos. Fechei os olhos e me deixei levar por aquela sensação prazerosa, que se espalhava gradativamente pelo meu corpo.
— Gosta disso, hein sua safada? – ouvi Jamie falar, então me apoiei nos meus antebraços e o encarei.
Ele voltou a me chupar, mas sem deixar de me olhar. Entretanto, segundos depois, o mesmo começou a subir seus lábios pela minha barriga até chegar em meus seios, deitando-se ao meu lado de novo, voltando a me masturbar com seus dedos.
— Geme pra mim, gostosa – Jay pedia, sussurrando no meu ouvido, esfregando mais rápido meu clítoris, fazendo-me não ter outra alternativa do que gemer um pouco mais alto.
De repente, comecei a sentir meus pés meio dormentes e uma sensação de queimação dentro do meu ventre. Segurei então o braço dele, tentando pará-lo, mas Jamie continuou a movimentá-lo rápido, esfregando seus dedos com mais força contra meu clítoris.
— Deixa vir, meu amor. Goze, vai...
Mal ele acabou de dizer aquilo, eu senti algo que nunca havia sentindo em meu corpo. Era difícil de explicar o que acontecia comigo naquele momento. Era como se eu estivesse exausta e ofegante, mas ao mesmo tempo me encontrava leve, imersa em um prazer infinito.
— Mais paparazzis – Jamie resmungou, assim que ele virou a esquina e vimos mais gente instalada na porta do nosso prédio.
— Porque vocês não chamam a polícia? – ouvi Emily perguntar.
— Mesmo sendo irritantes, Millie, eles estão na calçada, que é um lugar público então não podemos fazer nada – Jay a respondeu, após eu ignorá-la – Abaixem a cabeça, vocês.
Apenas coloquei a mão no rosto à medida que vários flashes iluminavam o interior do carro. Logo adentramos a garagem subterrânea do prédio e Jamie estacionou na vaga dele. Saímos do Mercedes e fomos em direção ao elevador, já chegando na nossa cobertura, minutos depois.
— Quem é vivo, sempre aparece, não é Nina? – indaguei, bem irônica, assim que a vi deitada no sofá da sala, lendo.
— Não me enche o saco, Dak – ela disse, se sentando, já encarando a filha do Jay, que logo fez as apresentações – Sua filha é muito linda, cunhadinho. Você está muito fodido quando ela começar a namorar – minha irmã falou, rindo.
— Olha a boca suja perto da Coqui, Nina – alertou Jamie, bem sério.
— Eu vi os tweets de vocês dois. Você está grávida, maninha? Ou eu entendi errado o que vocês postaram?
— Precisamos confirmar com um ultrassom, mas tudo indica que estou grávida sim – menti para Nina, que veio me abraçar, me parabenizando.
— Vai ser outra menina, só para foder com a cabeça do Jamie – minha irmã comentou, rindo novamente.
Após jantarmos, Jay subiu com sua filha para pôr ela para dormir. Enquanto a mim, me dirigi até o nosso quarto e fui tomar um banho.
★ ★ ★ ★ ★
Me encontrava lendo, recostada na cabeceira da cama, quando Jamie entrou na suíte, fechando a porta.
— E você deveria cuidar apenas do que lhe diz a respeito, querido – murmurei, relendo o último parágrafo da página do livro.
— Olha, eu sei que sua mãe traiu seu pai e o trocou pelo pai da Emily, mas ela não tem culpa de nada. Millie não pediu para nascer naquela família, Dakota.
Parei de ler, fechando o livro, e o encarei.
— Eu odeio tanto ela quanto o pai dela e a minha mãe por fazerem o meu pai sofrer. Eu era pequena quando isso aconteceu, mas já entendia perfeitamente o que estava acontecendo.
— Seu pai amava muito a sua mãe?
— Demais. Ela era o amor da vida dele, mas depois do que houve ele não acreditou mais no amor. E nos ensinou que não precisamos disso para sermos felizes.
— Não é questão de precisar e sim completar, Dak – ele disse, se sentando na beirada da cama.
— Quando você mistura “Amor” em qualquer coisa, o desastre é iminente – ressaltei, o encarando bem séria.
— Será? Existem pessoas no planeta que discordariam de você, querida. Eu acho que “Amor” é sorte. Sua mãe não prestava. Ela não deu valor ao amor que o seu pai tinha para dar, mas isso não quer dizer que o “Amor” seja algo destrutivo. Pode dar merda, se as duas pessoas fizerem merda.
— Como você fazia? – rebati e Jay rolou os olhos.
Ele pegou uma das minhas mãos entre as suas e me olhou, profundamente.
— Olha, Dakota... Eu não estava, e nunca estive, de caso com a sua irmã, ok? A Emily é lésbica e devido a isso, ela sofre horrores na mão da mãe escrota de vocês. Millie é uma vítima assim como você e a Nina. Então tente ter mais amável e mais irmã dela. Não vai cair a mão ou o seu braço se fizer isso. Eu te garanto.
— Tudo bem – murmurei, após respirar fundo.
— Ótimo. Agora eu vou banhar. Já eu volto para a gente se divertir – Jamie comentou, sorrindo, já se inclinando e me dando um selinho, antes de se levantar e ir rumo ao banheiro.
★ ★ ★ ★ ★
— Você usa suas redes sociais com muita frequência, Dak? – ouvi Jay falar, então ergui o olhar do meu celular e o encarei, vendo o mesmo só de toalha e com os cabelos meio úmidos.
— Não muito. Porquê?
— Posta uma foto minha assim, só de toalha, no seu Instagram – ele disse, já se virando de costa, pegando o controle da televisão e ligando a mesma, fingindo caçar algum canal para assistir.
— Pronto – anunciei após eu tirar a foto, já a publicando em seguida – Postei com a legenda “Sou sortuda, não sou?”.
Jamie sorriu, desligando a TV, depois subiu na cama, puxando o edredom até ao final do colchão. Jay se aproximou de mim, já me beijando à medida que eu ia sentindo ele descendo sua mão pelo meu corpo.
Jamie tocou no meu seio, ainda protegido pela camisola, mas logo o mesmo a afastou, segurando e apertando o bico do meu mamilo entre seus dedos. Apenas arfei, ofegante, contra a boca dele, que libertou meu seio e desceu sua mão para a minha coxa, exposta pela fenda da camisola.
— Quer que eu tire a camisola? – perguntei, olhando nos seus olhos.
— Quero.
Saí da cama e tirei a camisola, depois minha calcinha, colocando ambas no divã ao pé da cama. Então retornei, agora deitando-me, ao invés de ficar sentada como estava antes.
Jay, que se encontrava parcialmente deitado, apoiando-se em um dos antebraços, começou a alisar minha coxa. Ele então pegou minha mão mais próxima ao seu corpo e a colocou em seu pau, ainda sob a toalha, fazendo-me sentir aquele negócio duro.
— Já pegou, alguma vez na vida, em um pau? – Jamie indagou, me encarando e eu neguei com a cabeça.
— Não. Eu tinha coisas mais interessantes para fazer, Jay.
Ele riu.
— Entendi. Mas, agora você tem isso para fazer. Quer explorar?
— Explorar? – inquiri, confusa, já vendo Jamie assentir com a cabeça enquanto se desfazia de sua toalha, revelando seu pau em riste.
— Você vai ter que aprender a fazer coisas – ele disse, colocando minha mão novamente naquele pedaço de carne duro, e segurando ela ali, foi me ensinando a masturbá-lo – Sua mão é muito gostosa – Jay murmurou com a respiração meio trêmula, me olhando fixamente.
— Obrigada.
— Você vai querer me chupar também? – Jamie perguntou à medida que fazia eu rodear meu polegar na cabeça do pau dele, fazendo com que eu sentisse o mesmo meio que babar em meus dedos.
— Pode ser. Acho que isso está incluído no quesito relação sexual, especificado no contrato.
Ele riu e se inclinou um pouco sobre mim, beijando-me. Jay então tirou sua mão de cima da minha.
— Não pare de movimentar, amor – Jamie pediu, num sussurro, e eu assenti continuando a mexer minha mão envolta do pau dele – Quero que você pare de agir no automático, Dak – Jay falou, acariciando meu rosto – Você tem que se soltar... Relaxar... Depois você volta a sua programação normal.
— Tudo bem.
— Quando estivermos transando, quero que se entregue a mim, assim como vou me entregar a você. Quero que você descubra do que gosta e do que não gosta na cama, mas para isso, você vai ter que se soltar – ele dizia enquanto descia sua mão pela parte central do meu corpo.
Logo Jamie alcançou a minha boceta, que se encontrava lisinha devido eu ter depilado ela na hora do meu banho, e começou alisá-la com seus dedos.
Apenas assenti com a cabeça.
— Vou te aliviar então, antes que eu goze em sua mão – Jay comentou, já indo para o meio das minhas pernas.
Jamie se deitou ali, apoiado nos antebraços e me olhou, fixamente.
— Vai falando se quer mais rápido ou mais lento. Mais forte ou mais devagar. Preciso saber do que gosta, ok?
— Tudo bem, Jay.
Ele começou a me lamber, chupando-me devagar, roçando sua língua no meu clítoris por alguns segundos para em seguida sugá-lo forte, arrancando-me gemidos baixos e tímidos. Fechei os olhos e me deixei levar por aquela sensação prazerosa, que se espalhava gradativamente pelo meu corpo.
Ele voltou a me chupar, mas sem deixar de me olhar. Entretanto, segundos depois, o mesmo começou a subir seus lábios pela minha barriga até chegar em meus seios, deitando-se ao meu lado de novo, voltando a me masturbar com seus dedos.
De repente, comecei a sentir meus pés meio dormentes e uma sensação de queimação dentro do meu ventre. Segurei então o braço dele, tentando pará-lo, mas Jamie continuou a movimentá-lo rápido, esfregando seus dedos com mais força contra meu clítoris.
— Deixa vir, meu amor. Goze, vai...
Mal ele acabou de dizer aquilo, eu senti algo que nunca havia sentindo em meu corpo. Era difícil de explicar o que acontecia comigo naquele momento. Era como se eu estivesse exausta e ofegante, mas ao mesmo tempo me encontrava leve, imersa em um prazer infinito.

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