ANASTASIA
Me levantei e dei alguns passos à frente.
— Não deixa ele nos levar, por favor – Lindsey sussurrou baixinho após ela e a irmã terem se escondido atrás de mim.
O cara se apresentou como sendo o psicólogo do orfanato, mas eu senti que havia algo de estranho no comportamento dele e minhas suspeitas foram confirmadas quando ele tentou puxar à força as meninas detrás de mim.
— Elas não irão com o senhor – falei firmemente então ele veio para cima de mim segurando meu pulso, num aperto forte.
— Larga ela – disse Christian aparecendo do nada e pegando no antebraço do homem – Se você não largar o pulso da minha esposa agora, eu não vou me responsabilizar pelo que vai acontecer com a sua cara.
O psicólogo me olhou com raiva e se afastou alguns passos.
— Sua mulher é louca, sabia senhor?
— Quem é você? – Christian perguntou.
— Dr. Aclkem, sou o psicólogo desse lugar e quando eu vim buscar as meninas para a consulta delas, sua esposa me impediu.
Christian me olhou pedindo alguma explicação.
— Elas não querem ir com ele, Christian. Olha o estado das meninas.
Baixei meu olhar para as garotinhas que estava agarrada fortemente a mim, como se eu fosse o bote salva-vidas delas. Ambas pareciam que tinham visto um fantasma de tão pálidas e assustadas que se encontravam.
— Amor, infelizmente você não pode interferir na rotina do orfanato – ouvi Christian dizer então o encarei com um olhar de súplica.
— Posso saber o que está havendo aqui? – Ellie questionou enquanto se aproximava de nós.
— Este casal está atrapalhando o meu trabalho.
— Ellie gostaria de pedir permissão...
— Ana! – interrompeu Christian, repreendendo-me.
— Cala a boca, Christian – falei e olhei novamente para a diretora – Gostaria de pedir sua permissão para levar Layla e Lindsey para passar a tarde comigo? – indaguei falando minha inesperada ideia.
— Tia, deixa a gente ir com ela, por favor! – Lindsey pediu e tanto a diretora quanto a Eleonor, o psicólogo e o Christian ficaram assustados quando viram a menina falar.
— Como você conseguiu fazer com que ela falasse?
— Sou a mais velha de três irmãs então tenho um jeitinho especial com as crianças, Eleonor. Então Ellie, você deixa eu levar as meninas para um passeio. Prometo trazê-las ao pôr-do-sol.
— Diretora, as Srtas. Thorne possuem atendimento comigo agora.
— Não está vendo Dr. Aclkem que a nossa pequena Lindsey teve um melhoramento significativo hoje, marque o atendimento das meninas para amanhã.
Assim que Ellie deu a permissão Layla e Lindsey a abraçaram, mas logo voltaram correndo para o meu lado.
Suspirei voltando à realidade. Se não fosse pelo desmaio e a febre que deu na Lindsey durante o nosso passeio no parque, eu e Christian nunca teríamos ido parar no hospital, nem descoberto que as meninas vinham sofrendo abuso sexual desde que chegaram aquele orfanato e é claro que suspeitamos do psicólogo e o denunciamos.
Entrei para dar um beijo em cada uma delas, depois fechei a porta lentamente e retornei ao meu quarto.
Despertei com uma sensação deliciosa e percebi que era Christian me acordando com beijos na nuca enquanto sua mão passeava carinhosamente sobre minha barriga.
— Bom dia, meu amor – ele sussurrou no meu ouvido.
— Oi, querido. Bom dia – murmurei meio sonolenta e virei para olhá-lo notando que ele ainda estava usando a roupa que tinha ido para o hospital – Acabou de chegar?
— Sim. Seu sorvete e a torta desse rapazinho estão na geladeira.
O agradeci dando-lhe um gostoso beijo e Christian quis aprofundar mais então me desvencilhei dele gentilmente.
— Amor, eu preciso levantar para ir ao trabalho.
— Ainda bem que hoje é seu último dia – ele resmungou me seguindo até o banheiro – Que tal um banho, juntos?
Sorri assentindo já me despindo então Christian me abraçou beijando-me e enlacei sua cintura com minhas pernas assim que ele me ergueu do chão. Estranhei quando ele ao invés de entrar no box, me colocou sentada sobre a enorme bancada da pia.
— Christian, a gente não ia banhar?
— Depois, amor – murmurou contra a pele do meu pescoço enquanto uma das suas mãos massageava meu mamilo.
Comecei a me sentir extremamente úmida então calculei mentalmente o tempo que eu tinha e dava para me divertir um pouquinho antes de ir para o trabalho. Em meio às carícias do Christian, minha mente vagou para a primeira vez que fiz sexo com ele depois de todos os acontecimentos.
— Terra chamando Ana, câmbio.
— Desculpe. Estava falando algo?
— Não – Christian disse sorrindo e seu sorriso acabou me contagiando também – Você não deve ficar pensando no que vai acontecer mais tarde.
— Não estava pensando nisso, querido – o encarei séria depois virei o rosto alguns centímetros para o lado observando a cama atrás dele – Mas graças a você, agora estou.
Ele riu e segurou carinhosamente minha mão por cima da mesa de jantar localizada no canto do quarto.
— Eu quero que essa noite seja perfeita para você, meu amor.
Assenti dando um meio sorriso então seguimos com o nosso jantar romântico em um luxuoso quarto de hotel, conversamos sobre nossa infância e relembrando algumas situações engraçadas.
Quando terminamos de jantar, Christian acendeu os abajures, apagou a luz do quarto depois colocou uma bela música e nós começamos a dançar até que o clima foi esquentando e beijos e carícias foram implementados a nossa dança.
Minhas mãos começaram a percorrer lentamente pelos botões da camisa, abrindo-os. Estava um pouco nervosa, pois aquela era a primeira vez que eu ia fazer sexo depois de ter sido violentada a um ano, mas Christian tentava me deixar relaxada com pequenas ações.
Ele havia sido tão paciente comigo e com minha bagagem de medo que adquiri e no fundo eu queria mostrar a ele que estava pronta para ser dele novamente, para finalmente podermos consumar o nosso casamento.
Assim que terminamos de nos despir, ele se aproximou de mim então fiz menção que ia me ajoelhar, mas Christian impediu-me.
— Não precisa fazer isso, Ana.
— Tudo bem, Christian. Eu quero fazer. Só não interfira, por favor – pedi e o empurrei para o pequeno divã ao pé da cama.
Me ajoelhei entre suas pernas e comecei a explorá-lo com a minha boca de um jeito, inicialmente tímido, mas depois bem atrevido e sensual.
Christian gemia enquanto apertava os lados do divã tentando atender ao meu pedido de não interferência, mas ele não conseguiu aguentar e acabou agarrando meu cabelo fazendo com que o coque se desfizesse.
— Pare, por favor, eu não quero...
Tarde demais. Ele já havia gozado dentro da minha boca. Christian se deitou na cama enquanto eu me dirigi até o banheiro para lavar a boca.
— Me desculpe, meu amor – ele pediu assim que retornei ao quarto.
— Não se preocupe. Eu estou bem, querido – falei me deitando ao seu lado.
Estranhei quando Christian se levantou da cama e foi até onde havia deixado a calça. O vi tirar do bolso um pequeno aparelho de som e começar a mexer nele.
— Coloque isto e aperte o play – ele pediu enquanto se encaminhava para a cama novamente.
— O que está fazendo com o meu Ipod?
— Acha que não percebi que passou o dia todo nervosa? Então resolvi pegar isto porque pensei que seria uma boa ideia você se concentrar em algo que não seja o que nós estamos fazendo.
— Obrigada, amor – falei colocando os fones.
Fechei os olhos e me ajeitei na cama ficando de bruços. A suave melodia que tocava parecia ter o poder de relaxar, era como se eu estivesse flutuando no céu.
De repente senti o deslizar da mão do Christian pela minha costa, o que me fez arrepiar. Lentamente ele abriu minhas pernas e se posicionou entre elas e vagarosamente começou a me penetrar. Um tímido gemido escapou por entre meus lábios enquanto o apertava inconscientemente.
— Vou me mover – ele cochichou deitando parcialmente sobre mim e eu balancei a cabeça em confirmação.
Foi impossível não conseguir evitar que as imagens do meu estupro viessem à mente, mas Christian estava sendo calmo e respeitoso com relação ao meu limite, que consegui espantar as lembranças para longe.
Comecei então a ter a necessidade de querer mais, tirei os fones do ouvido e ergui sugestivamente minha bunda de encontro ao seu quadril.
— Amor, tem certeza disso? Você é muito gostosa e talvez eu não consiga me manter calmo – ele indagou.
— Sim, eu tenho. Confio totalmente em você, querido, e sei que nunca vai me machucar.
Com isso ele começou a se movimentar mais rápido e deixei me entregar pela sensação de prazer que me consumia violentamente.
Mudamos de posição e ficamos de lado, Christian me abraçou trazendo-me para perto dele enquanto se enfiava em mim. Não demorou muito e logo chegamos ao clímax, primeiro foi ele e segundos depois foi a minha vez.
Os gemidos de Christian me trouxeram a realidade e notei que ele havia me penetrado ali mesmo sobre a pia e o mesmo estava perto de gozar então comecei a contrair os músculos internos da minha boceta, um ótimo exercício para grávidas, mas também um ótimo jeito de fazer seu parceiro sentir prazer e gozar loucamente.
— Você estava muito gostosa hoje, amor – ele disse ofegante com a testa colada à minha.
Sorri.
— Você que me deixa com muito tesão. Agora vamos banhar, por que as crianças vão acordar a qualquer momento.
Me levantei e dei alguns passos à frente.
— Não deixa ele nos levar, por favor – Lindsey sussurrou baixinho após ela e a irmã terem se escondido atrás de mim.
O cara se apresentou como sendo o psicólogo do orfanato, mas eu senti que havia algo de estranho no comportamento dele e minhas suspeitas foram confirmadas quando ele tentou puxar à força as meninas detrás de mim.
— Elas não irão com o senhor – falei firmemente então ele veio para cima de mim segurando meu pulso, num aperto forte.
— Larga ela – disse Christian aparecendo do nada e pegando no antebraço do homem – Se você não largar o pulso da minha esposa agora, eu não vou me responsabilizar pelo que vai acontecer com a sua cara.
O psicólogo me olhou com raiva e se afastou alguns passos.
— Sua mulher é louca, sabia senhor?
— Quem é você? – Christian perguntou.
— Dr. Aclkem, sou o psicólogo desse lugar e quando eu vim buscar as meninas para a consulta delas, sua esposa me impediu.
Christian me olhou pedindo alguma explicação.
— Elas não querem ir com ele, Christian. Olha o estado das meninas.
Baixei meu olhar para as garotinhas que estava agarrada fortemente a mim, como se eu fosse o bote salva-vidas delas. Ambas pareciam que tinham visto um fantasma de tão pálidas e assustadas que se encontravam.
— Amor, infelizmente você não pode interferir na rotina do orfanato – ouvi Christian dizer então o encarei com um olhar de súplica.
— Posso saber o que está havendo aqui? – Ellie questionou enquanto se aproximava de nós.
— Este casal está atrapalhando o meu trabalho.
— Ellie gostaria de pedir permissão...
— Ana! – interrompeu Christian, repreendendo-me.
— Cala a boca, Christian – falei e olhei novamente para a diretora – Gostaria de pedir sua permissão para levar Layla e Lindsey para passar a tarde comigo? – indaguei falando minha inesperada ideia.
— Tia, deixa a gente ir com ela, por favor! – Lindsey pediu e tanto a diretora quanto a Eleonor, o psicólogo e o Christian ficaram assustados quando viram a menina falar.
— Como você conseguiu fazer com que ela falasse?
— Sou a mais velha de três irmãs então tenho um jeitinho especial com as crianças, Eleonor. Então Ellie, você deixa eu levar as meninas para um passeio. Prometo trazê-las ao pôr-do-sol.
— Diretora, as Srtas. Thorne possuem atendimento comigo agora.
— Não está vendo Dr. Aclkem que a nossa pequena Lindsey teve um melhoramento significativo hoje, marque o atendimento das meninas para amanhã.
Assim que Ellie deu a permissão Layla e Lindsey a abraçaram, mas logo voltaram correndo para o meu lado.
Suspirei voltando à realidade. Se não fosse pelo desmaio e a febre que deu na Lindsey durante o nosso passeio no parque, eu e Christian nunca teríamos ido parar no hospital, nem descoberto que as meninas vinham sofrendo abuso sexual desde que chegaram aquele orfanato e é claro que suspeitamos do psicólogo e o denunciamos.
Entrei para dar um beijo em cada uma delas, depois fechei a porta lentamente e retornei ao meu quarto.
★ ★ ★ ★ ★
Despertei com uma sensação deliciosa e percebi que era Christian me acordando com beijos na nuca enquanto sua mão passeava carinhosamente sobre minha barriga.
— Bom dia, meu amor – ele sussurrou no meu ouvido.
— Oi, querido. Bom dia – murmurei meio sonolenta e virei para olhá-lo notando que ele ainda estava usando a roupa que tinha ido para o hospital – Acabou de chegar?
— Sim. Seu sorvete e a torta desse rapazinho estão na geladeira.
O agradeci dando-lhe um gostoso beijo e Christian quis aprofundar mais então me desvencilhei dele gentilmente.
— Amor, eu preciso levantar para ir ao trabalho.
— Ainda bem que hoje é seu último dia – ele resmungou me seguindo até o banheiro – Que tal um banho, juntos?
Sorri assentindo já me despindo então Christian me abraçou beijando-me e enlacei sua cintura com minhas pernas assim que ele me ergueu do chão. Estranhei quando ele ao invés de entrar no box, me colocou sentada sobre a enorme bancada da pia.
— Christian, a gente não ia banhar?
— Depois, amor – murmurou contra a pele do meu pescoço enquanto uma das suas mãos massageava meu mamilo.
Comecei a me sentir extremamente úmida então calculei mentalmente o tempo que eu tinha e dava para me divertir um pouquinho antes de ir para o trabalho. Em meio às carícias do Christian, minha mente vagou para a primeira vez que fiz sexo com ele depois de todos os acontecimentos.
— Terra chamando Ana, câmbio.
— Desculpe. Estava falando algo?
— Não – Christian disse sorrindo e seu sorriso acabou me contagiando também – Você não deve ficar pensando no que vai acontecer mais tarde.
— Não estava pensando nisso, querido – o encarei séria depois virei o rosto alguns centímetros para o lado observando a cama atrás dele – Mas graças a você, agora estou.
Ele riu e segurou carinhosamente minha mão por cima da mesa de jantar localizada no canto do quarto.
— Eu quero que essa noite seja perfeita para você, meu amor.
Assenti dando um meio sorriso então seguimos com o nosso jantar romântico em um luxuoso quarto de hotel, conversamos sobre nossa infância e relembrando algumas situações engraçadas.
Quando terminamos de jantar, Christian acendeu os abajures, apagou a luz do quarto depois colocou uma bela música e nós começamos a dançar até que o clima foi esquentando e beijos e carícias foram implementados a nossa dança.
Minhas mãos começaram a percorrer lentamente pelos botões da camisa, abrindo-os. Estava um pouco nervosa, pois aquela era a primeira vez que eu ia fazer sexo depois de ter sido violentada a um ano, mas Christian tentava me deixar relaxada com pequenas ações.
Ele havia sido tão paciente comigo e com minha bagagem de medo que adquiri e no fundo eu queria mostrar a ele que estava pronta para ser dele novamente, para finalmente podermos consumar o nosso casamento.
Assim que terminamos de nos despir, ele se aproximou de mim então fiz menção que ia me ajoelhar, mas Christian impediu-me.
— Não precisa fazer isso, Ana.
— Tudo bem, Christian. Eu quero fazer. Só não interfira, por favor – pedi e o empurrei para o pequeno divã ao pé da cama.
Me ajoelhei entre suas pernas e comecei a explorá-lo com a minha boca de um jeito, inicialmente tímido, mas depois bem atrevido e sensual.
Christian gemia enquanto apertava os lados do divã tentando atender ao meu pedido de não interferência, mas ele não conseguiu aguentar e acabou agarrando meu cabelo fazendo com que o coque se desfizesse.
— Pare, por favor, eu não quero...
Tarde demais. Ele já havia gozado dentro da minha boca. Christian se deitou na cama enquanto eu me dirigi até o banheiro para lavar a boca.
— Me desculpe, meu amor – ele pediu assim que retornei ao quarto.
— Não se preocupe. Eu estou bem, querido – falei me deitando ao seu lado.
Estranhei quando Christian se levantou da cama e foi até onde havia deixado a calça. O vi tirar do bolso um pequeno aparelho de som e começar a mexer nele.
— Coloque isto e aperte o play – ele pediu enquanto se encaminhava para a cama novamente.
— O que está fazendo com o meu Ipod?
— Acha que não percebi que passou o dia todo nervosa? Então resolvi pegar isto porque pensei que seria uma boa ideia você se concentrar em algo que não seja o que nós estamos fazendo.
— Obrigada, amor – falei colocando os fones.
Fechei os olhos e me ajeitei na cama ficando de bruços. A suave melodia que tocava parecia ter o poder de relaxar, era como se eu estivesse flutuando no céu.
De repente senti o deslizar da mão do Christian pela minha costa, o que me fez arrepiar. Lentamente ele abriu minhas pernas e se posicionou entre elas e vagarosamente começou a me penetrar. Um tímido gemido escapou por entre meus lábios enquanto o apertava inconscientemente.
— Vou me mover – ele cochichou deitando parcialmente sobre mim e eu balancei a cabeça em confirmação.
Foi impossível não conseguir evitar que as imagens do meu estupro viessem à mente, mas Christian estava sendo calmo e respeitoso com relação ao meu limite, que consegui espantar as lembranças para longe.
Comecei então a ter a necessidade de querer mais, tirei os fones do ouvido e ergui sugestivamente minha bunda de encontro ao seu quadril.
— Amor, tem certeza disso? Você é muito gostosa e talvez eu não consiga me manter calmo – ele indagou.
— Sim, eu tenho. Confio totalmente em você, querido, e sei que nunca vai me machucar.
Com isso ele começou a se movimentar mais rápido e deixei me entregar pela sensação de prazer que me consumia violentamente.
Mudamos de posição e ficamos de lado, Christian me abraçou trazendo-me para perto dele enquanto se enfiava em mim. Não demorou muito e logo chegamos ao clímax, primeiro foi ele e segundos depois foi a minha vez.
Os gemidos de Christian me trouxeram a realidade e notei que ele havia me penetrado ali mesmo sobre a pia e o mesmo estava perto de gozar então comecei a contrair os músculos internos da minha boceta, um ótimo exercício para grávidas, mas também um ótimo jeito de fazer seu parceiro sentir prazer e gozar loucamente.
— Você estava muito gostosa hoje, amor – ele disse ofegante com a testa colada à minha.
Sorri.
— Você que me deixa com muito tesão. Agora vamos banhar, por que as crianças vão acordar a qualquer momento.

Nenhum comentário:
Postar um comentário