ANASTASIA
Estava tão cansada, pois o Haras Roly proporcionava aos seus visitantes: trilha até uma belíssima cachoeira, almoço e passeio a cavalo. Minha bunda tava doendo até agora por causa do passeio a cavalo que fui obrigada, pelo Christian, a fazer.
Depois de sairmos do Haras, Christian disse que tinha uma surpresa para mim então ele me levou até o pequeno porto da cidade onde passamos o finalzinho de tarde passeando em uma lancha pela baía.
E por mais estranho que poderia parecer, toda vez que nossos olhares se encontravam eu percebia que algo estava mudando entre nós. No fundo eu sabia exatamente o que era, mas ignorava a possibilidade daquela ideia.
Após um banho demorado e relaxante, eu queria mesmo era deitar numa cama bem macia e dormir então vesti uma camisola e fui para o quarto do meu primo, devido o colchão da cama dele ser mais confortável do que o meu.
— Posso dormir aqui – perguntei assim que Christian abriu a porta.
— Pode – ele disse meio confuso enquanto me dava passagem para entrar – Tem algum bicho no seu quarto por acaso?
— Não.
— Então porque você quer dormir aqui?
— Será porque você pegou a suíte principal da casa onde há o colchão mais macio? – indaguei me jogando de bruços sobre a cama.
Escutei Christian fechar a porta então fiz o mesmo com meus olhos, mas de repente senti uma sensação estranha, era como se estivesse sendo observada.
— Sei que você está olhando para minha bunda, eu sinto isso e se você continuar, eu te mato, Christian – sussurrei e ouvi um riso abafado.
— Então não seria melhor trocar de camisola?
— Todas minhas camisolas são desse jeito, se conforme.
— Ok então, boa noite Ana – ele falou ajeitando o lençol em cima de mim e beijando meu cabelo.
— Tá Christian, boa noite para você também, agora ver se vai dormir – falei tentando fazer o mesmo.
As horas se passaram e por mais que estivesse cansada não conseguia dormir então me levantei, fui até a sacada do quarto e fiquei ali observando o céu límpido cheio de estrelas e o luar brilhante.
Os flashes da minha noite com o Christian, os momentos divertidos que tive com ele aqui e o rosto do tio Carrick com raiva surgiram novamente só para me atormentar.
Era como se fosse um auto castigo ou coisa parecida e quando dei por mim, as lágrimas já estavam descendo pelo meu rosto e os soluços sacudiam-me involuntariamente.
— Anastasia? – escutei a voz de Christian atrás de mim, mas não respondi – Ana, o que houve? Você está sentindo dor no ombro? – ele perguntou segurando meu rosto entre suas mãos.
Apenas o abracei fortemente e permanecei ali em seus braços por alguns minutos enquanto minha cabeça fervia de pensamentos. Pensamentos os quais eu não deveria pensar.
— Me desculpe, Christian – murmurei me desvencilhando dele e limpando meu rosto.
— Por que está se desculpando?
Ele tentou se aproximar de mim, mas me afastei para longe.
— Fique longe de mim, por favor.
— Anastasia, o que está acontecendo?
— Não podemos mais continuar com isso. Eu não posso mais continuar com isso.
— Do que você está falando?
— Eu vim para este lugar para esquecer de vez o que eu um dia senti pelo seu pai. Eu queria tirar esse sentimento de mim, mas acabei me tornando mais impura ainda.
— Ana, se acalma. Você não está falando coisa com coisa.
— Eu me apaixonei por você! – gritei o mais alto que pude como se aquilo fosse me dá um pouco de alívio – E pelas nossas trocas de olhares de horas atrás no barco eu deduzo que você sinta o mesmo por mim.
— Você conseguiu perceber?
— Só uma árvore não perceberia, Christian – debochei e ele ficou andando pelo quarto meio pensativo – Vou ver se consigo dormir, mas farei isso no meu quarto.
— Não, Anastasia. Você não vai sair desse quarto, não antes de eu fazer isso...
Christian deu dois longos passos em minha direção e logo seus lábios desceram sobre os meus, num beijo urgente e desesperado. Eu me encontrava em guerra com meu próprio interior para decidir se aquilo era certo ou não, mas desisti da luta e me entreguei aos beijos do meu primo.
Suas mãos desceram para minhas nádegas enquanto sua boca explorava avidamente meu pescoço. Num instante meus pés tocavam o piso, no outro as minhas pernas circulavam a cintura de Christian que havia me erguido do chão.
Nos despimos em meio à carícias e beijos então ele me jogou na cama e subiu em cima de mim. Meu pescoço novamente foi o alvo de sua boca depois, vagarosamente, ele desceu levando carícias e lambidas aos meus mamilos que se encontravam durinhos pelo tesão que eu sentia.
Christian então desceu mais, seguindo em direção ao meio das minhas pernas onde ele começou a me explorar, levando-me ao delírio total em questão de segundos.
Nunca tinha reparado em como o corpo dele era lindo, mas agora enquanto ele se posicionava entre minhas pernas, eu pude admirar aquele deus grego à minha frente.
— O que foi, gatinha? Se espantou com o tamanho do brinquedo? – Christian disse safadamente enquanto esfregava seu pênis em meu clitóris, já inchado e mega sensível pelo orgasmo de minutos atrás, mas minha pequena tortura durou apenas alguns segundos e logo ele me penetrou.
— Oh... Nossa, Christian... Eu não lembrava que você era tão...
— Gostoso?
Sorri assentindo então o puxei para um beijo enquanto começávamos a nos movimentar e depois de alguns minutos, em meios à gemidos e arranhões, nossos orgasmos vieram simultaneamente.
Christian se deitou completamente exausto e permanecemos ali com nossas respirações ofegantes olhando para o teto.
— Ana? Será que fizemos a coisa certa?
Me virei de lado e ficamos de frente um para o outro.
— Não sei, Christian. Eu só sei que foi muito bom – murmurei dando um sorriso que acabou chegando nos lábios dele também.
Acordamos no outro dia por volta das dez da manhã e por mais que estivéssemos passado a noite juntos, o clima tava meio esquisito entre nós. Mal demos bom dia um para o outro então decidimos arrumar nossas malas para voltarmos para Evanston.
Estava terminando de fechar o zíper da minha última mala, quando escutei a campainha tocar e o Christian dizer que ia ver quem era. Minutos depois, estranhei que ele não havia retornado então desci para ver o motivo e me deparei com meu primo sendo espancado por quatro homens.
— O que está acontecendo aqui? – perguntei e corri para tentar ajudar o Christian caído no chão, seu rosto já se encontrava todo ensanguentado.
— Ele nos deve um dinheiro e estamos aqui para receber.
— Anastasia, sai daqui, por favor – Christian pediu num sussurro.
— Não – disse firme e me virei para os homens – Quanto ele deve para vocês?
— Um milhão de dólares. Por que, gatinha? Você vai pagar a dívida dele? – um deles disse.
Eu tinha minhas economias, mas não passavam de uns quinhentos mil então tentei arriscar um acordo, pois lutar com eles seria burrice.
— Tenho quase quinhentos mil na minha conta e...
Eles riram em deboche.
— Acha que com quinhentos mil vai conseguir pagar a dívida dele? – um deles falou então eles se entreolharam e sorriram maliciosamente – Talvez a gatinha possa nos pagar de outra maneira.
— Não! – Christian falou com raiva e se levantou indo de encontro com um deles tentando acertar um soco, mas foi em vão então eles retornaram a espanca-lo.
— Esperem! Parem, por favor! – gritei chamando a atenção dos quatro – Façam o que quiser comigo, mas deixe-o em paz, por favor.
— Não, Ana – escutei o sussurro da voz do Christian.
Eles nos levaram para um dos quartos, amarraram meu primo em uma cadeira em frente à cama depois o amordaçaram então três deles começaram a me violentar enquanto que o outro segurava o rosto do Christian para que ele fosse obrigado a assistir tudo aquilo.
Estava tão cansada, pois o Haras Roly proporcionava aos seus visitantes: trilha até uma belíssima cachoeira, almoço e passeio a cavalo. Minha bunda tava doendo até agora por causa do passeio a cavalo que fui obrigada, pelo Christian, a fazer.
Depois de sairmos do Haras, Christian disse que tinha uma surpresa para mim então ele me levou até o pequeno porto da cidade onde passamos o finalzinho de tarde passeando em uma lancha pela baía.
E por mais estranho que poderia parecer, toda vez que nossos olhares se encontravam eu percebia que algo estava mudando entre nós. No fundo eu sabia exatamente o que era, mas ignorava a possibilidade daquela ideia.
Após um banho demorado e relaxante, eu queria mesmo era deitar numa cama bem macia e dormir então vesti uma camisola e fui para o quarto do meu primo, devido o colchão da cama dele ser mais confortável do que o meu.
— Posso dormir aqui – perguntei assim que Christian abriu a porta.
— Pode – ele disse meio confuso enquanto me dava passagem para entrar – Tem algum bicho no seu quarto por acaso?
— Não.
— Então porque você quer dormir aqui?
— Será porque você pegou a suíte principal da casa onde há o colchão mais macio? – indaguei me jogando de bruços sobre a cama.
Escutei Christian fechar a porta então fiz o mesmo com meus olhos, mas de repente senti uma sensação estranha, era como se estivesse sendo observada.
— Sei que você está olhando para minha bunda, eu sinto isso e se você continuar, eu te mato, Christian – sussurrei e ouvi um riso abafado.
— Então não seria melhor trocar de camisola?
— Todas minhas camisolas são desse jeito, se conforme.
— Ok então, boa noite Ana – ele falou ajeitando o lençol em cima de mim e beijando meu cabelo.
— Tá Christian, boa noite para você também, agora ver se vai dormir – falei tentando fazer o mesmo.
As horas se passaram e por mais que estivesse cansada não conseguia dormir então me levantei, fui até a sacada do quarto e fiquei ali observando o céu límpido cheio de estrelas e o luar brilhante.
Os flashes da minha noite com o Christian, os momentos divertidos que tive com ele aqui e o rosto do tio Carrick com raiva surgiram novamente só para me atormentar.
Era como se fosse um auto castigo ou coisa parecida e quando dei por mim, as lágrimas já estavam descendo pelo meu rosto e os soluços sacudiam-me involuntariamente.
— Anastasia? – escutei a voz de Christian atrás de mim, mas não respondi – Ana, o que houve? Você está sentindo dor no ombro? – ele perguntou segurando meu rosto entre suas mãos.
Apenas o abracei fortemente e permanecei ali em seus braços por alguns minutos enquanto minha cabeça fervia de pensamentos. Pensamentos os quais eu não deveria pensar.
— Me desculpe, Christian – murmurei me desvencilhando dele e limpando meu rosto.
— Por que está se desculpando?
Ele tentou se aproximar de mim, mas me afastei para longe.
— Fique longe de mim, por favor.
— Anastasia, o que está acontecendo?
— Não podemos mais continuar com isso. Eu não posso mais continuar com isso.
— Do que você está falando?
— Eu vim para este lugar para esquecer de vez o que eu um dia senti pelo seu pai. Eu queria tirar esse sentimento de mim, mas acabei me tornando mais impura ainda.
— Ana, se acalma. Você não está falando coisa com coisa.
— Eu me apaixonei por você! – gritei o mais alto que pude como se aquilo fosse me dá um pouco de alívio – E pelas nossas trocas de olhares de horas atrás no barco eu deduzo que você sinta o mesmo por mim.
— Você conseguiu perceber?
— Só uma árvore não perceberia, Christian – debochei e ele ficou andando pelo quarto meio pensativo – Vou ver se consigo dormir, mas farei isso no meu quarto.
— Não, Anastasia. Você não vai sair desse quarto, não antes de eu fazer isso...
Christian deu dois longos passos em minha direção e logo seus lábios desceram sobre os meus, num beijo urgente e desesperado. Eu me encontrava em guerra com meu próprio interior para decidir se aquilo era certo ou não, mas desisti da luta e me entreguei aos beijos do meu primo.
Suas mãos desceram para minhas nádegas enquanto sua boca explorava avidamente meu pescoço. Num instante meus pés tocavam o piso, no outro as minhas pernas circulavam a cintura de Christian que havia me erguido do chão.
Nos despimos em meio à carícias e beijos então ele me jogou na cama e subiu em cima de mim. Meu pescoço novamente foi o alvo de sua boca depois, vagarosamente, ele desceu levando carícias e lambidas aos meus mamilos que se encontravam durinhos pelo tesão que eu sentia.
Christian então desceu mais, seguindo em direção ao meio das minhas pernas onde ele começou a me explorar, levando-me ao delírio total em questão de segundos.
Nunca tinha reparado em como o corpo dele era lindo, mas agora enquanto ele se posicionava entre minhas pernas, eu pude admirar aquele deus grego à minha frente.
— O que foi, gatinha? Se espantou com o tamanho do brinquedo? – Christian disse safadamente enquanto esfregava seu pênis em meu clitóris, já inchado e mega sensível pelo orgasmo de minutos atrás, mas minha pequena tortura durou apenas alguns segundos e logo ele me penetrou.
— Oh... Nossa, Christian... Eu não lembrava que você era tão...
— Gostoso?
Sorri assentindo então o puxei para um beijo enquanto começávamos a nos movimentar e depois de alguns minutos, em meios à gemidos e arranhões, nossos orgasmos vieram simultaneamente.
Christian se deitou completamente exausto e permanecemos ali com nossas respirações ofegantes olhando para o teto.
— Ana? Será que fizemos a coisa certa?
Me virei de lado e ficamos de frente um para o outro.
— Não sei, Christian. Eu só sei que foi muito bom – murmurei dando um sorriso que acabou chegando nos lábios dele também.
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Acordamos no outro dia por volta das dez da manhã e por mais que estivéssemos passado a noite juntos, o clima tava meio esquisito entre nós. Mal demos bom dia um para o outro então decidimos arrumar nossas malas para voltarmos para Evanston.
Estava terminando de fechar o zíper da minha última mala, quando escutei a campainha tocar e o Christian dizer que ia ver quem era. Minutos depois, estranhei que ele não havia retornado então desci para ver o motivo e me deparei com meu primo sendo espancado por quatro homens.
— O que está acontecendo aqui? – perguntei e corri para tentar ajudar o Christian caído no chão, seu rosto já se encontrava todo ensanguentado.
— Ele nos deve um dinheiro e estamos aqui para receber.
— Anastasia, sai daqui, por favor – Christian pediu num sussurro.
— Não – disse firme e me virei para os homens – Quanto ele deve para vocês?
— Um milhão de dólares. Por que, gatinha? Você vai pagar a dívida dele? – um deles disse.
Eu tinha minhas economias, mas não passavam de uns quinhentos mil então tentei arriscar um acordo, pois lutar com eles seria burrice.
— Tenho quase quinhentos mil na minha conta e...
Eles riram em deboche.
— Acha que com quinhentos mil vai conseguir pagar a dívida dele? – um deles falou então eles se entreolharam e sorriram maliciosamente – Talvez a gatinha possa nos pagar de outra maneira.
— Não! – Christian falou com raiva e se levantou indo de encontro com um deles tentando acertar um soco, mas foi em vão então eles retornaram a espanca-lo.
— Esperem! Parem, por favor! – gritei chamando a atenção dos quatro – Façam o que quiser comigo, mas deixe-o em paz, por favor.
— Não, Ana – escutei o sussurro da voz do Christian.
Eles nos levaram para um dos quartos, amarraram meu primo em uma cadeira em frente à cama depois o amordaçaram então três deles começaram a me violentar enquanto que o outro segurava o rosto do Christian para que ele fosse obrigado a assistir tudo aquilo.

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