ANASTASIA
Oito meses se passaram e Luke a cada dia era uma benção em nossas vidas, alegrando cada minuto dos nossos dias. Um mês depois do nascimento do Luke, Christian e eu nos casamos no cartório, apenas nós dois, os pais deles e o Sr. Taylor como nossas testemunhas.
Todavia, tivemos uma grande surpresa, dias depois do casamento, quando o Sr. Taylor veio fazer uma de suas visitas rotineiras ao seu neto do coração, e acabou por nos oferecer ajuda com as despesas para um casamento religioso, já que eu era um pouco religiosa devido ao que meu ocorreu no passado.
Aceitamos, muito agradecidos pelo gesto dele e então marcamos uma data e cá estamos nós, meses depois. Seria uma celebração religiosa íntima, realizada em nosso quintal, com a presença do padre da igreja que eu, Christian e Luke frequentávamos aos domingos pela manhã.
Como eu não tinha família, com exceção do Sr. Taylor que eu o considerava como um pai, então os convidados eram apenas a família do Christian, o que era por volta de umas 25 pessoas. Eu me encontrava terminando de colocar meu vestido.
Gia havia feito, tanto a minha maquiagem quanto o penteado do meu cabelo, e agora estava com Luke no colo, que chorava incessantemente.
— Será que é sono, Ana? – Gia pergunta me olhando, preocupada – Ele quase não dormiu hoje à tarde por causa do barulho da arrumação no quintal.
— Deve ser também, mas eu acho que esse pequeno está é com fome. Né, meu principezinho lindo da mamãe? – falei, o pegando no colo, limpando seu rostinho, já vermelho pelo choro.
Luke, como se estivesse muito agoniado, logo caçou com suas mãozinhas o meu peito, então me sentei em minha cama e o ajeitei no colo. Baixei uma das alças do vestido, revelando assim o meu seio e o ofereci ao meu pequeno faminto, que logo começou a sugar freneticamente.
Ele repousava sua mãozinha sobre o meu peito, como se segurasse uma mamadeira. E era mesmo a mamadeirinha natural dele. A única, já que devido a queimadura meu seio esquerdo não conseguiu produzir leite durante a gravidez, apenas o direito. De repente, o Sr. Taylor rompeu o quarto.
— Temos que ir, filha.
— Agora? Luke acabou de começar a mamar. Não tem como esperar uns vinte minutos até ele acabar? – indaguei, preocupada.
— Não tem, filha. O padre precisa celebrar um outro casamento daqui a pouco.
Suspirei e levantei, ajeitando melhor Luke em meus braços.
— Tudo bem. O senhor pode enlaçar esse meu braço aqui?
— Você vai assim? – tanto Gia quanto o Sr. Taylor inquiriram e eu assenti.
— É o jeito. Eu não vou tirar o meu filho do peito, nem podemos adiar a cerimônia por alguns minutos, além do que, o meu marido já deve está me esperando – murmurei, seguindo rumo a porta do quarto, logo sendo seguida pelos dois.
Gia saiu primeiro, pois ela era a minha dama de honra, segundos depois, eu saí devagar com o Sr. Taylor entrelaçado ao meu braço, como eu havia pedido a ele. A primeira coisa que vi foi Christian em pé, perto de uma mesa, onde o padre jazia atrás com o microfone em mãos.
Sob os sons de surpresa dos convidados, nos aproximamos de Christian, então o Sr. Taylor me entregou ao meu marido, que sorriu, se inclinando e beijando a cabecinha do filho, que riu gostosamente, já voltando a mamar.
De repente, me veio à mente, de que meu ato pudesse ser visto como ofensa ao líder religioso a nossa frente.
— Me desculpe, Reverendo. Não quero que se sinta ofendido com isso.
O padre sorriu de um jeito calmo e condescendente.
— Nunca se desculpe por está fazendo o que Deus lhe preparou para fazer, minha criança. Amamentar um filho é uma dádiva de Deus. O ato mais sublime de amor que pode existir entre uma mãe e um filho – ele disse, ainda sorrindo para nós, já iniciando a cerimônia.
Oito meses se passaram e Luke a cada dia era uma benção em nossas vidas, alegrando cada minuto dos nossos dias. Um mês depois do nascimento do Luke, Christian e eu nos casamos no cartório, apenas nós dois, os pais deles e o Sr. Taylor como nossas testemunhas.
Todavia, tivemos uma grande surpresa, dias depois do casamento, quando o Sr. Taylor veio fazer uma de suas visitas rotineiras ao seu neto do coração, e acabou por nos oferecer ajuda com as despesas para um casamento religioso, já que eu era um pouco religiosa devido ao que meu ocorreu no passado.
Aceitamos, muito agradecidos pelo gesto dele e então marcamos uma data e cá estamos nós, meses depois. Seria uma celebração religiosa íntima, realizada em nosso quintal, com a presença do padre da igreja que eu, Christian e Luke frequentávamos aos domingos pela manhã.
Como eu não tinha família, com exceção do Sr. Taylor que eu o considerava como um pai, então os convidados eram apenas a família do Christian, o que era por volta de umas 25 pessoas. Eu me encontrava terminando de colocar meu vestido.
— Deve ser também, mas eu acho que esse pequeno está é com fome. Né, meu principezinho lindo da mamãe? – falei, o pegando no colo, limpando seu rostinho, já vermelho pelo choro.
Luke, como se estivesse muito agoniado, logo caçou com suas mãozinhas o meu peito, então me sentei em minha cama e o ajeitei no colo. Baixei uma das alças do vestido, revelando assim o meu seio e o ofereci ao meu pequeno faminto, que logo começou a sugar freneticamente.
Ele repousava sua mãozinha sobre o meu peito, como se segurasse uma mamadeira. E era mesmo a mamadeirinha natural dele. A única, já que devido a queimadura meu seio esquerdo não conseguiu produzir leite durante a gravidez, apenas o direito. De repente, o Sr. Taylor rompeu o quarto.
— Temos que ir, filha.
— Agora? Luke acabou de começar a mamar. Não tem como esperar uns vinte minutos até ele acabar? – indaguei, preocupada.
— Não tem, filha. O padre precisa celebrar um outro casamento daqui a pouco.
Suspirei e levantei, ajeitando melhor Luke em meus braços.
— Tudo bem. O senhor pode enlaçar esse meu braço aqui?
— Você vai assim? – tanto Gia quanto o Sr. Taylor inquiriram e eu assenti.
— É o jeito. Eu não vou tirar o meu filho do peito, nem podemos adiar a cerimônia por alguns minutos, além do que, o meu marido já deve está me esperando – murmurei, seguindo rumo a porta do quarto, logo sendo seguida pelos dois.
Gia saiu primeiro, pois ela era a minha dama de honra, segundos depois, eu saí devagar com o Sr. Taylor entrelaçado ao meu braço, como eu havia pedido a ele. A primeira coisa que vi foi Christian em pé, perto de uma mesa, onde o padre jazia atrás com o microfone em mãos.
De repente, me veio à mente, de que meu ato pudesse ser visto como ofensa ao líder religioso a nossa frente.
— Me desculpe, Reverendo. Não quero que se sinta ofendido com isso.
O padre sorriu de um jeito calmo e condescendente.
— Nunca se desculpe por está fazendo o que Deus lhe preparou para fazer, minha criança. Amamentar um filho é uma dádiva de Deus. O ato mais sublime de amor que pode existir entre uma mãe e um filho – ele disse, ainda sorrindo para nós, já iniciando a cerimônia.

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