ANASTASIA
Os meses foram se passando e a cada dia minha barriga crescia um pouco mais, me trazendo sempre uma experiência nova e única. Ontem, por eu já está de 05 meses, conseguimos finalmente descobrir o sexo do nosso pimpolho.
Christian vibrou muito ao saber que seria pai de um menino, mas garantindo veemente a mim que se tivesse sido uma menina, ele também iria vibrar do mesmo modo.
— Como está a mamãe mais linda do mundo? – Christian indagou, adentrando o nosso quarto, onde eu me encontrava descansando.
— Estou bem, meu amor – informei, sorrindo, vendo-o se inclinar e me dar um beijo.
— Eu trouxe a torta de abóbora e a geléia de uva como você me pediu, amor. Deixei lá na cozinha – ele disse, se ajoelhando ao lado da cama, onde eu estava deitada de lado, usando apenas um top e um shortinho de dormir.
— Obrigada, amor.
— E esse garotão do papai? Ainda preguiçoso para se mexer? – Christian perguntou e eu confirmei com um aceno de cabeça – Pode não, filho. O papai e a mamãe querem muito sentir você mexendo aí dentro.
Eu ia falar algo, mas um súbito movimento me fez sobressaltar um pouco, já arrancando-me sorrisos e lágrimas.
— O que foi, amor?
Não o respondi, apenas peguei sua mão e a guiei, colocando-a onde nosso filho se mexia sutilmente. Christian logo se emocionou também e começou a conversar com o nosso pequeno.
— Papai vai te ensinar tanta coisa, filho... – ele sussurrou perto da minha barriga, sorrindo e limpando os olhos, já me encarando em seguida – E aí, amor? Já tem algum nome em mente para o nosso garotão?
— Sim. Eu pensei em alguns, como Adrian, Kauã, Matthew, George, Austin, Tristan e Josh. O que você acha desses, querido?
— São lindos, amor, mas eu tenho um nome em mente que eu acho perfeito.
— É. Qual?
— Luke. Em homenagem ao seu irmão que você amava tanto. Gostou, meu amor? – Christian inquiriu, acariciando o meu rosto e eu assenti, emocionada pelo lindo gesto dele.
— Nosso Luke... – murmurei, sorrindo e acariciando minha barriga, já sentindo novamente nosso pequeno se mexer, nos deixando bobos e arrancando novos sorrisos de nós dois.
Os meses foram se passando e a cada dia minha barriga crescia um pouco mais, me trazendo sempre uma experiência nova e única. Ontem, por eu já está de 05 meses, conseguimos finalmente descobrir o sexo do nosso pimpolho.
Christian vibrou muito ao saber que seria pai de um menino, mas garantindo veemente a mim que se tivesse sido uma menina, ele também iria vibrar do mesmo modo.
— Como está a mamãe mais linda do mundo? – Christian indagou, adentrando o nosso quarto, onde eu me encontrava descansando.
— Estou bem, meu amor – informei, sorrindo, vendo-o se inclinar e me dar um beijo.
— Eu trouxe a torta de abóbora e a geléia de uva como você me pediu, amor. Deixei lá na cozinha – ele disse, se ajoelhando ao lado da cama, onde eu estava deitada de lado, usando apenas um top e um shortinho de dormir.
— Obrigada, amor.
— E esse garotão do papai? Ainda preguiçoso para se mexer? – Christian perguntou e eu confirmei com um aceno de cabeça – Pode não, filho. O papai e a mamãe querem muito sentir você mexendo aí dentro.
Eu ia falar algo, mas um súbito movimento me fez sobressaltar um pouco, já arrancando-me sorrisos e lágrimas.
— O que foi, amor?
Não o respondi, apenas peguei sua mão e a guiei, colocando-a onde nosso filho se mexia sutilmente. Christian logo se emocionou também e começou a conversar com o nosso pequeno.
— Papai vai te ensinar tanta coisa, filho... – ele sussurrou perto da minha barriga, sorrindo e limpando os olhos, já me encarando em seguida – E aí, amor? Já tem algum nome em mente para o nosso garotão?
— Sim. Eu pensei em alguns, como Adrian, Kauã, Matthew, George, Austin, Tristan e Josh. O que você acha desses, querido?
— São lindos, amor, mas eu tenho um nome em mente que eu acho perfeito.
— É. Qual?
— Luke. Em homenagem ao seu irmão que você amava tanto. Gostou, meu amor? – Christian inquiriu, acariciando o meu rosto e eu assenti, emocionada pelo lindo gesto dele.
— Nosso Luke... – murmurei, sorrindo e acariciando minha barriga, já sentindo novamente nosso pequeno se mexer, nos deixando bobos e arrancando novos sorrisos de nós dois.

Nenhum comentário:
Postar um comentário