ANASTASIA
Minha vida havia se tornado mais alegre, após eu ter conhecido o Christian. Ele era um cara incrível, além de amoroso e respeitoso comigo, era também muito batalhador. Com certeza, Luke aprovaria o Christian se o mesmo estivesse vivo.
Dias depois do baile, me sentido um pouco mais confiante, acompanhei Christian até o hospital para visitarmos o pai dele. Foi muito difícil ver os olhares de pena das pessoas enquanto seguíamos rumo ao quarto da enfermaria e também dos pais de Christian ao me verem.
Todavia, pela primeira vez desde o acidente, eu consegui suportar os olhares e conversar com eles, oferecendo minha casa para que os três fossem morar comigo, já que a casa deles, além de se localizar em um bairro com gangue, tinha também o fato de que a casa trazia lembranças dos filhos que eles haviam perdido recentemente.
Grace e Carrick não aceitaram, mas incentivaram o filho a ter o canto dele, então Christian passou a morar comigo, se tornando o meu “Namorido” como eu gostava de chamá-lo. Eu me sentia tão amada, tanto na cama quanto fora dela e achei que não poderia existir amor maior que esse. Engano meu.
Quatros meses depois que Christian veio morar comigo, eu descobri que estava grávida, dando jus ao ditado “Quando o amor entre duas pessoas não cabe mais no peito. Deus envia uma nova vida”. Foi até estranho o modo como eu descobri.
Estava eu em um consultório dermatológico para uma seção de um novo tratamento para pessoas com cicatrizes na pele, quando a médica me perguntou de quantas semanas eu me encontrava. É claro que na hora eu disse que não estava grávida, porque além de ter menstruado, eu também não havia sentido nenhum dos sintomas característicos de gravidez.
Entretanto, a médica me informou que tinha casos em que as gestantes não apresentavam os sintomas iniciais e que a menstruação poderia ter sido o óvulo se prendendo à parede do útero. Ela me aconselhou a fazer um teste de farmácia, pois o pé da minha barriga se encontrava meio duro, um sinal bem distinto de gravidez, segundo a mesma informou.
Mesmo não acreditando, naquele mesmo dia eu fiz o teste e deu positivo. Fiquei tão feliz, mas então me bateu a dúvida em como eu iria contar para o Christian que ele iria ser pai. A primeira pessoa para quem eu contei a novidade foi para o Sr. Taylor, meu vizinho e pai da Leila e do Jack.
Ele sempre me ajudou durante minha recuperação após o acidente e quando me isolei de todos, transferindo o seu amor paterno para mim, depois da perda dos seus filhos. O Sr. Taylor me deu uma ideia e assim o fiz. Marquei minha primeira consulta com uma obstetra e uma semana depois, eu fui me consultar e fazer o primeiro ultrassom.
Foi muito emocionante e eu chorei muito ao ouvir os batidos cardíacos do nosso filho pela primeira vez. Então, pedi para que a médica salvasse em um pendrive que eu havia levado. Quando cheguei em casa, preparei tudo e esperei Christian chegar da faculdade.
— Amor, cheguei – ouvi ele dizer, fechando a porta em seguida.
— Estou aqui na sala, querido – anunciei e Christian logo apareceu, deixando sua mochila numa poltrona e vindo se sentar ao meu lado no sofá.
— Como está a minha princesa linda?
— Feliz. Muito feliz – murmurei, sorrindo.
— É? E porque está muito feliz? – ele indagou, me dando um beijo em seguida.
— Você vai ver, amor – falei, me levantando e ligando a TV, já reproduzindo a parte do meu ultrassom que mostrava os batimentos do bebê.
Christian demorou um pouco para entender tudo aquilo e ficou olhando para a televisão com o olhar bem fixo.
— Você de Namorido, foi promovido a Papai, amor – informei, me aproximando dele, já ficando emocionada – Parabéns.
— Você está grávida? – ele inquiriu, surpreso, até que a ficha finalmente caiu e o mesmo começou a chorar.
Segundos depois, ele se levantou do sofá, abraçando minha cintura, já me levantando do chão, rodopiando-me, dizendo que me amava, fazendo com que eu sorrisse feliz.
— Eu vou ser pai! Meu Deus! Estou tão feliz! – Christian exclamava, à medida que me colocava no chão.
Ele então se ajoelhou e começou a beijar minha barriga, por sobre o vestido, enquanto eu chorava copiosamente.
— Obrigado, meu amor, por me fazer o homem mais feliz do mundo – Christian disse, se levantando e me beijando carinhosamente – Mas, e agora? Com o nosso filho vindo, eu vou ter que trancar minha faculdade e arrumar outro emprego para nos sustentar.
— Amor, a gente vai dar um jeito. Se Deus mandou esse bebê agora, foi para completar a nossa felicidade.
— Você tem razão, meu amor – ele disse, sorrindo, já se sentando no sofá, me puxando para o seu colo e pedindo que eu reproduzisse novamente o som do coração do nosso filho.
Minha vida havia se tornado mais alegre, após eu ter conhecido o Christian. Ele era um cara incrível, além de amoroso e respeitoso comigo, era também muito batalhador. Com certeza, Luke aprovaria o Christian se o mesmo estivesse vivo.
Dias depois do baile, me sentido um pouco mais confiante, acompanhei Christian até o hospital para visitarmos o pai dele. Foi muito difícil ver os olhares de pena das pessoas enquanto seguíamos rumo ao quarto da enfermaria e também dos pais de Christian ao me verem.
Todavia, pela primeira vez desde o acidente, eu consegui suportar os olhares e conversar com eles, oferecendo minha casa para que os três fossem morar comigo, já que a casa deles, além de se localizar em um bairro com gangue, tinha também o fato de que a casa trazia lembranças dos filhos que eles haviam perdido recentemente.
Grace e Carrick não aceitaram, mas incentivaram o filho a ter o canto dele, então Christian passou a morar comigo, se tornando o meu “Namorido” como eu gostava de chamá-lo. Eu me sentia tão amada, tanto na cama quanto fora dela e achei que não poderia existir amor maior que esse. Engano meu.
Quatros meses depois que Christian veio morar comigo, eu descobri que estava grávida, dando jus ao ditado “Quando o amor entre duas pessoas não cabe mais no peito. Deus envia uma nova vida”. Foi até estranho o modo como eu descobri.
Estava eu em um consultório dermatológico para uma seção de um novo tratamento para pessoas com cicatrizes na pele, quando a médica me perguntou de quantas semanas eu me encontrava. É claro que na hora eu disse que não estava grávida, porque além de ter menstruado, eu também não havia sentido nenhum dos sintomas característicos de gravidez.
Entretanto, a médica me informou que tinha casos em que as gestantes não apresentavam os sintomas iniciais e que a menstruação poderia ter sido o óvulo se prendendo à parede do útero. Ela me aconselhou a fazer um teste de farmácia, pois o pé da minha barriga se encontrava meio duro, um sinal bem distinto de gravidez, segundo a mesma informou.
Mesmo não acreditando, naquele mesmo dia eu fiz o teste e deu positivo. Fiquei tão feliz, mas então me bateu a dúvida em como eu iria contar para o Christian que ele iria ser pai. A primeira pessoa para quem eu contei a novidade foi para o Sr. Taylor, meu vizinho e pai da Leila e do Jack.
Ele sempre me ajudou durante minha recuperação após o acidente e quando me isolei de todos, transferindo o seu amor paterno para mim, depois da perda dos seus filhos. O Sr. Taylor me deu uma ideia e assim o fiz. Marquei minha primeira consulta com uma obstetra e uma semana depois, eu fui me consultar e fazer o primeiro ultrassom.
Foi muito emocionante e eu chorei muito ao ouvir os batidos cardíacos do nosso filho pela primeira vez. Então, pedi para que a médica salvasse em um pendrive que eu havia levado. Quando cheguei em casa, preparei tudo e esperei Christian chegar da faculdade.
— Amor, cheguei – ouvi ele dizer, fechando a porta em seguida.
— Estou aqui na sala, querido – anunciei e Christian logo apareceu, deixando sua mochila numa poltrona e vindo se sentar ao meu lado no sofá.
— Como está a minha princesa linda?
— Feliz. Muito feliz – murmurei, sorrindo.
— É? E porque está muito feliz? – ele indagou, me dando um beijo em seguida.
— Você vai ver, amor – falei, me levantando e ligando a TV, já reproduzindo a parte do meu ultrassom que mostrava os batimentos do bebê.
Christian demorou um pouco para entender tudo aquilo e ficou olhando para a televisão com o olhar bem fixo.
— Você de Namorido, foi promovido a Papai, amor – informei, me aproximando dele, já ficando emocionada – Parabéns.
— Você está grávida? – ele inquiriu, surpreso, até que a ficha finalmente caiu e o mesmo começou a chorar.
Segundos depois, ele se levantou do sofá, abraçando minha cintura, já me levantando do chão, rodopiando-me, dizendo que me amava, fazendo com que eu sorrisse feliz.
— Eu vou ser pai! Meu Deus! Estou tão feliz! – Christian exclamava, à medida que me colocava no chão.
Ele então se ajoelhou e começou a beijar minha barriga, por sobre o vestido, enquanto eu chorava copiosamente.
— Obrigado, meu amor, por me fazer o homem mais feliz do mundo – Christian disse, se levantando e me beijando carinhosamente – Mas, e agora? Com o nosso filho vindo, eu vou ter que trancar minha faculdade e arrumar outro emprego para nos sustentar.
— Amor, a gente vai dar um jeito. Se Deus mandou esse bebê agora, foi para completar a nossa felicidade.
— Você tem razão, meu amor – ele disse, sorrindo, já se sentando no sofá, me puxando para o seu colo e pedindo que eu reproduzisse novamente o som do coração do nosso filho.

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