ANASTASIA
— Não está na hora de você ir amamentar nossos filhos? – perguntou Christian horas depois enquanto estávamos deitados no chão da biblioteca perto da lareira, a mesma estava acessa e também era a única fonte de luz do lugar.
— Não. Eles já mamaram antes de eu vir para cá então a próxima mamada deles será só às quatro da manhã – respondi.
Me sentei e a manta que nos cobria deslizou sobre meu colo revelando meus seios e observei que o olhar de Christian estava novamente sobre eles. Baixei o olhar para meu busto e notei que uma pequena gota de leite saía de um dos mamilos.
— Quer mamar em mim? – perguntei de repente e ele se sentou me olhando assustado então tratei logo de me explicar – Eu descobri uma prática chamada de Amamentação Adulta e li que quando se amamenta seu companheiro é como se um elo de carinho e amor se formasse entre eles então eu tive essa ideia de pedir isso para você, mas estava com medo de que você não acei... – fui interrompida por ele que me deu um beijo doce, calmo e apaixonado.
— É sua forma de dizer que me ama? – ele indagou roçando nossos lábios e eu acabei sorrindo emocionada.
— Sim, querido – assenti com um aceno de cabeça – Isso é só enquanto não consigo dizer aquelas benditas palavras.
— Tudo bem, minha querida, eu aceito esse seu lindo gesto de amor.
Me recostei no sofá, peguei uma almofada e coloquei sobre as pernas então ele se deitou em meu colo e eu o aconcheguei em meus braços. Ofereci o seio para ele que passou primeiro a língua sobre o mamilo para depois começar a sugá-lo, não com grosseria e sim com carinho.
“Se eu não conseguir me declarar em palavras para o Christian, isso aqui seria então o nosso elo de amor” pensei passando a mão sobre seu cabelo e rosto enquanto ele mamava e brincava com meu seio.
— Que coisinhas mais gostosas da mamãe – exclamei dando um cheiro em Thobias e outro no Theodore.
Terminei de arrumá-los e os coloquei de volta nos bercinhos então fiquem observando eles um pouco e sorri lembrando o primeiro Natal dos meus menininhos. Foi maravilhoso ter reunido nossas famílias numa ceia alegre e com muitas surpresas, pois descobrimos que Luke e Elliot serão papais em breve.
“É... quem diria que as irmãs Steele que um dia temeram casamentos e filhos estariam como estão hoje”
Eu, casada e com dois filhos recém-nascidos, Andrea grávida prestes a ir morar com Luke e Kate que também está grávida e mais louquinha do que nunca, pois ela já avisou para o meu cunhado que não pretende se casar com ele nesta vida.
Nosso pai até que tentou dá um sermão nela, mas minha irmã rebateu dizendo que ele não era a pessoa mais indicada para falar sobre casamento, pois ele já estava em seu quarto matrimônio. Ajeitei a manta do Teddy e a do Ben depois sai do quarto deles voltando para o meu. Deitei na cama e me aconcheguei novamente nos braços de Christian que me abraçou.
— Na próxima, será minha vez – ele sussurrou e eu apenas assenti com um aceno de cabeça.
— Ah, esqueci de te dizer que amanhã meu pai vem aqui para irmos ao Escala – informei o encarando de repente – Você pode ir com a gente?
— O que vocês vão fazer no seu apartamento?
— Eu não mencionei que iríamos ao meu apartamento e sim ao Escala. Meu pai quer conhecer sua masmorra e como não posso entrar sozinha com outro homem naquele lugar, eu estou convidando você para ir junto com a gente.
— Tudo bem, eu irei acompanhá-los. Quero só vê a cara do meu sogro quando ele entrar naquele lugar.
— Podíamos fazer uma réplica no porão aqui da mansão. É bem espaçoso.
— Eu pensei que você não quisesse.
— É claro que quero. Vou amar planejar e decorar o nosso paraíso particular, meu Mestre gostoso – comentei com um sorriso e dando um beijo nele.
CHRISTIAN
Assim que chegamos à minha cobertura no Escala, Ana se sentou no sofá e pegou uma revista.
— Filha, você não vem? – ouvi meu sogro perguntar.
— Não, pai. Uma das regras como submissa do Mestre Grey é que não posso entrar na masmorra com outro homem então o senhor irá entrar com o Christian.
— Ok, já entendi.
Seguimos pelo corredor até pararmos em frente à porta do quarto que logo tratei de destrancar. Assim que adentrei liguei a luz e convidei meu sogro para entrar também. Raymond olhava atentamente todos os instrumentos dispersos pelo lugar. Às vezes me dava vontade de rir da cara de espanto quando meu sogro apontava ou pegava um instrumento e eu explicava para que aquele objeto servia.
— Então pai, o que o senhor achou? – perguntou Anastasia assim que retornamos para a sala de estar.
— Ainda acho tudo isso esquisito demais, mas se você, ou melhor, se vocês gostam disso, não sou eu que serei do contra – disse Raymond que abraçou Ana carinhosamente depois se virou para mim – E você rapaz cuide bem da minha filha, por que se eu souber que você a machucou como fez no passado, juro que te coloco pessoalmente a sete palmos debaixo da terra.
— Pai!
— Deixa querida, seu pai está no direito dele. Não se preocupe senhor, eu nunca mais vou machucar a Anastasia.
— Ok. Agora eu preciso ir.
— O senhor não quer almoçar com a gente? – perguntei.
— Infelizmente eu não posso, pois tenho um almoço marcado com a Carla, ela disse que tem uma surpresa para mim.
— Tenho uma leve impressão de que o senhor vai gostar dessa surpresa – comentou Ana sorrindo, com certeza ela estava sabendo de alguma coisa.
— Você sabe de alguma coisa, mocinha?
— É claro que não, pai. Vem, eu acompanho o senhor até a porta.
— Peça para o Taylor levar o senhor – falei enquanto eles saíam da sala.
Minutos depois, Anastasia retornou então perguntei o que ela gostaria de pedir do restaurante da Olivia, pois íamos almoçar ali no Escala. Vi ela sorrir de um jeito pervertido e rapidamente enlacei sua cintura colando seu corpo no meu.
— Eu quero almoçar você – Ana sussurrou no meu ouvido então de repente senti sua mão sobre minha calça começando a massagear meu membro – Masmorra, meu Mestre?
— Não. Tenha uma ideia melhor. Vamos para cozinha. Você vai comer salsicha com ovos.
— Salsicha, Christian? O seu está mais para salame.
Eu não me aguentei e acabei rindo do comentário dela. Rapidamente puxei o vestido por cima de sua cabeça e comecei a tirar sua lingerie de renda preta enquanto que ela ia tirando a minha roupa. Acabamos nem indo para a cozinha. O nosso fogo era tanto que eu a fodi ali mesmo no tapete da sala de estar.
“Essa mulher ia me acabar um dia de tão gostosa que era”
Seus gemidos luxuriosos eram como gasolina sendo jogada em meu fogo, me incendiando e me incentivando a ir mais rápido e mais forte. Gritamos o nome de cada um enquanto que nossos gozos se misturavam em seu interior.
— Não está na hora de você ir amamentar nossos filhos? – perguntou Christian horas depois enquanto estávamos deitados no chão da biblioteca perto da lareira, a mesma estava acessa e também era a única fonte de luz do lugar.
— Não. Eles já mamaram antes de eu vir para cá então a próxima mamada deles será só às quatro da manhã – respondi.
Me sentei e a manta que nos cobria deslizou sobre meu colo revelando meus seios e observei que o olhar de Christian estava novamente sobre eles. Baixei o olhar para meu busto e notei que uma pequena gota de leite saía de um dos mamilos.
— Quer mamar em mim? – perguntei de repente e ele se sentou me olhando assustado então tratei logo de me explicar – Eu descobri uma prática chamada de Amamentação Adulta e li que quando se amamenta seu companheiro é como se um elo de carinho e amor se formasse entre eles então eu tive essa ideia de pedir isso para você, mas estava com medo de que você não acei... – fui interrompida por ele que me deu um beijo doce, calmo e apaixonado.
— É sua forma de dizer que me ama? – ele indagou roçando nossos lábios e eu acabei sorrindo emocionada.
— Sim, querido – assenti com um aceno de cabeça – Isso é só enquanto não consigo dizer aquelas benditas palavras.
— Tudo bem, minha querida, eu aceito esse seu lindo gesto de amor.
Me recostei no sofá, peguei uma almofada e coloquei sobre as pernas então ele se deitou em meu colo e eu o aconcheguei em meus braços. Ofereci o seio para ele que passou primeiro a língua sobre o mamilo para depois começar a sugá-lo, não com grosseria e sim com carinho.
“Se eu não conseguir me declarar em palavras para o Christian, isso aqui seria então o nosso elo de amor” pensei passando a mão sobre seu cabelo e rosto enquanto ele mamava e brincava com meu seio.
★ ★ ★ ★ ★
QUATRO DIAS DEPOIS
— Que coisinhas mais gostosas da mamãe – exclamei dando um cheiro em Thobias e outro no Theodore.
Terminei de arrumá-los e os coloquei de volta nos bercinhos então fiquem observando eles um pouco e sorri lembrando o primeiro Natal dos meus menininhos. Foi maravilhoso ter reunido nossas famílias numa ceia alegre e com muitas surpresas, pois descobrimos que Luke e Elliot serão papais em breve.
“É... quem diria que as irmãs Steele que um dia temeram casamentos e filhos estariam como estão hoje”
Eu, casada e com dois filhos recém-nascidos, Andrea grávida prestes a ir morar com Luke e Kate que também está grávida e mais louquinha do que nunca, pois ela já avisou para o meu cunhado que não pretende se casar com ele nesta vida.
Nosso pai até que tentou dá um sermão nela, mas minha irmã rebateu dizendo que ele não era a pessoa mais indicada para falar sobre casamento, pois ele já estava em seu quarto matrimônio. Ajeitei a manta do Teddy e a do Ben depois sai do quarto deles voltando para o meu. Deitei na cama e me aconcheguei novamente nos braços de Christian que me abraçou.
— Na próxima, será minha vez – ele sussurrou e eu apenas assenti com um aceno de cabeça.
— Ah, esqueci de te dizer que amanhã meu pai vem aqui para irmos ao Escala – informei o encarando de repente – Você pode ir com a gente?
— O que vocês vão fazer no seu apartamento?
— Eu não mencionei que iríamos ao meu apartamento e sim ao Escala. Meu pai quer conhecer sua masmorra e como não posso entrar sozinha com outro homem naquele lugar, eu estou convidando você para ir junto com a gente.
— Tudo bem, eu irei acompanhá-los. Quero só vê a cara do meu sogro quando ele entrar naquele lugar.
— Podíamos fazer uma réplica no porão aqui da mansão. É bem espaçoso.
— Eu pensei que você não quisesse.
— É claro que quero. Vou amar planejar e decorar o nosso paraíso particular, meu Mestre gostoso – comentei com um sorriso e dando um beijo nele.
CHRISTIAN
Assim que chegamos à minha cobertura no Escala, Ana se sentou no sofá e pegou uma revista.
— Filha, você não vem? – ouvi meu sogro perguntar.
— Não, pai. Uma das regras como submissa do Mestre Grey é que não posso entrar na masmorra com outro homem então o senhor irá entrar com o Christian.
— Ok, já entendi.
Seguimos pelo corredor até pararmos em frente à porta do quarto que logo tratei de destrancar. Assim que adentrei liguei a luz e convidei meu sogro para entrar também. Raymond olhava atentamente todos os instrumentos dispersos pelo lugar. Às vezes me dava vontade de rir da cara de espanto quando meu sogro apontava ou pegava um instrumento e eu explicava para que aquele objeto servia.
— Então pai, o que o senhor achou? – perguntou Anastasia assim que retornamos para a sala de estar.
— Ainda acho tudo isso esquisito demais, mas se você, ou melhor, se vocês gostam disso, não sou eu que serei do contra – disse Raymond que abraçou Ana carinhosamente depois se virou para mim – E você rapaz cuide bem da minha filha, por que se eu souber que você a machucou como fez no passado, juro que te coloco pessoalmente a sete palmos debaixo da terra.
— Pai!
— Deixa querida, seu pai está no direito dele. Não se preocupe senhor, eu nunca mais vou machucar a Anastasia.
— Ok. Agora eu preciso ir.
— O senhor não quer almoçar com a gente? – perguntei.
— Infelizmente eu não posso, pois tenho um almoço marcado com a Carla, ela disse que tem uma surpresa para mim.
— Tenho uma leve impressão de que o senhor vai gostar dessa surpresa – comentou Ana sorrindo, com certeza ela estava sabendo de alguma coisa.
— Você sabe de alguma coisa, mocinha?
— É claro que não, pai. Vem, eu acompanho o senhor até a porta.
— Peça para o Taylor levar o senhor – falei enquanto eles saíam da sala.
Minutos depois, Anastasia retornou então perguntei o que ela gostaria de pedir do restaurante da Olivia, pois íamos almoçar ali no Escala. Vi ela sorrir de um jeito pervertido e rapidamente enlacei sua cintura colando seu corpo no meu.
— Eu quero almoçar você – Ana sussurrou no meu ouvido então de repente senti sua mão sobre minha calça começando a massagear meu membro – Masmorra, meu Mestre?
— Não. Tenha uma ideia melhor. Vamos para cozinha. Você vai comer salsicha com ovos.
— Salsicha, Christian? O seu está mais para salame.
Eu não me aguentei e acabei rindo do comentário dela. Rapidamente puxei o vestido por cima de sua cabeça e comecei a tirar sua lingerie de renda preta enquanto que ela ia tirando a minha roupa. Acabamos nem indo para a cozinha. O nosso fogo era tanto que eu a fodi ali mesmo no tapete da sala de estar.
“Essa mulher ia me acabar um dia de tão gostosa que era”
Seus gemidos luxuriosos eram como gasolina sendo jogada em meu fogo, me incendiando e me incentivando a ir mais rápido e mais forte. Gritamos o nome de cada um enquanto que nossos gozos se misturavam em seu interior.

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