CHRISTIAN
— Quero só os Grey naquele sofá para tirar uma foto com os gêmeos – Ana pediu, ou melhor, ela mandou.
Minha família então se sentou no sofá. Grace estava no meio segurando os netos em seu colo. Elliot e Mia estavam à direita da nossa mãe e eu à esquerda. Já Daniel, Olivia e Kayleigh se encontravam atrás.
Mollie pediu colo para sua mãe, mas seu pai disse que era para a filha se sentar no sofá porque ela já era grandinha demais para ficar pedindo colo então a chamei e sentei Mollie em minhas pernas. Estávamos prontos.
— Agora quero que todos olhem para cá, sorriam para a câmera e digam...
— Xis – disse meu irmão sorrindo e Anastasia fez uma cara de brava para ele.
— Não, Elliot. Todos vão dizer... A Olivia está grávida!
Olhamos surpresos para Olivia que era a única que sorria então de repente escutamos o som do flash. Daniel não se aguentou de emoção e desmaiou. Tirei rapidamente Mollie do meu colo e peguei os gêmeos dos braços da minha mãe que em seguida foi socorrer o genro.
Minha irmã Olivia começou a chorar, graças aos hormônios, enquanto que Kayleigh e Mollie a abraçavam felizes. Passei um dos meus filhos para Carla e fui até onde a Ana estava juntamente com Elliot, Kate e Luke. Os quatro sorriam olhando a câmera que se encontrava nas mãos da minha esposa.
— Christian, sua cara foi a mais engraçada – comentou meu irmão já vermelho de tanto rir.
— E a do Daniel. Coitado dele. Se com o anúncio da gravidez ele já desmaiou imagina quando a irmã de vocês estiver tendo o bebê – Luke falou tentando, em vão, conter uma risada.
— Querida, vou subir e trocar a fralda do Theodore, pois acho que está molhada.
— Christian trocando uma fralda? Ah essa eu quero ver – disse meu irmão, debochado.
— Daniel vem com a gente – convidei o rapaz que já tinha voltado a si e estava beijando minha irmã – Logo você também vai entrar para o time dos pais.
— De novo – completou Elliot sorrindo.
— Christian, não se esquece de passar a pomada contra as assaduras – alertou-me Ana enquanto íamos em direção da porta.
— Não se preocupe, querida. Eu ainda me lembro de como você fez essa tarde – disse tranquilizando-a.
— Foi por isso que você e Olivia sumiram naquela hora, não foi? – perguntei assim que Anastasia se deitou na cama e ela sorriu.
— Foi. Olivia queria contar para todo mundo que estava grávida, mas queria que fosse de um jeito diferente então ela me pediu ajuda.
— Estou feliz pela minha irmã. Essa nova fase na vida do casal é simplesmente maravilhosa.
— Christian?
Ana se apoiou sobre um dos cotovelos me olhando séria então fiquei de lado e ergui a mão para colocar uma mecha de cabelo atrás de sua orelha.
— Sim, querida.
— Durante o jantar eu fiquei pensando sobre hoje mais cedo quando você me pediu para termos mais um filho e... eu aceito.
— Sério? – perguntei extremamente feliz então a beijei.
— Mas... – ela sussurrou entre nossas bocas fazendo-me se afastar um pouco e a encará-la.
— Mas, o quê?
— Mas não será agora. Só daqui a alguns anos. O que você acha?
— Eu acho que podíamos já começar a treinar desde agora – falei beijando seu pescoço fazendo com que ela se deitasse.
— Infelizmente não vai dar, querido. Preciso dormir porque com certeza os gêmeos irão acordar de madrugada.
— Tudo bem.
Deitei ao seu lado novamente, Anastasia se esticou um pouco e apagou a luz do abajur depois se aconchegou em mim e a abracei sussurrando um boa noite.
ANASTASIA
Acordei por volta das sete da manhã e não encontrei Christian do meu lado ao invés disso uma rosa e um bilhete jazia em cima do seu travesseiro. Sorri pegando a rosa e inspirei seu delicioso aroma. Eu estava realmente impressionada com o Christian, pois ele estava mesmo cumprindo a promessa de me dar todo dia uma rosa.
Peguei o bilhete e nele meu marido me informava que teve que sair cedo por causa de uma reunião com o gerente do Hotel Lescaut, mas ele não havia se esquecido da minha rosa diária. Christian também pedia desculpas por não acordar do meu lado, mas me prometeu que eu seria bem recompensada hoje à noite.
“Só espero que isso não atrapalhe sua vingança” olhei para Rose que estava parada no meio do quarto de braços cruzados.
“Ela não vai mais se vingar do Christian. Não é, Anastasia?” Annie me olhou com olhos em súplica.
— Bom... – comecei a falar, mas parei.
“É, pelo visto alguém gosta de ser corna mesmo. Meu consolo é que os homens são todos iguais. Em breve aquele idiota vai te trair de novo e eu vou assistir de camarote. E nem vá achando que eu vou pedir para assumir o controle porque isso não vai acontecer. Você mesma terá que lidar com isso” Rose falou e desapareceu então Annie sorriu para mim, acenou um tchau e também sumiu.
Me levantei, pois comecei a ouvir o choro de um dos meus filhos. Era Teddy que estava com a fralda molhada. O troquei rapidinho depois tentei dar o peito, mas ele recusou então o coloquei no bercinho novamente e Theodore logo voltou a dormir.
Peguei Ben no colo que tinha acabado de começar a chorar e também fiz o mesmo que havia feito com o irmãozinho dele, mas Thobias também não quis o peito então após colocá-lo de volta ao seu berço, limpei os seios, me sentei na poltrona e comecei a coletar o leite nas mamadeiras.
Assim que terminei, desci e entreguei as mamadeiras para Gail. Retornei ao meu quarto, tirei a camisola, tomei um banho em seguida botei uma lingerie preta e comecei a me arrumar. Escovei os cabelos deixando-os meio ondulados. Vesti uma calça skinny preta.
Coloquei uma regata com estampa de onça e como ela ficava um pouco folgada botei uma parte da bainha da frente para dentro da calça e a parte de trás ficou solta. Calcei um scarpin Jimmy Choo preto, pus algumas pulseiras douradas e assim que terminei de me maquiar peguei minha bolsa preta da Dior e sai do quarto.
Passei no quarto dos meus filhos que dormiam tranquilamente e fiz um carinho em cada um depois desci e informei à Gail que só iria chegar perto da hora do almoço. Peguei as chaves do meu carro e fui para a garagem. Assim que entrei no meu Tesla dei um beijo no volante.
— Estava com saudade de você, bebê – admiti sorrindo enquanto colocava o cinto, minutos depois, já me encontrava saindo da estrada que dava acesso à mansão e entrava na rodovia principal indo rumo à Seattle.
— Quero só os Grey naquele sofá para tirar uma foto com os gêmeos – Ana pediu, ou melhor, ela mandou.
Minha família então se sentou no sofá. Grace estava no meio segurando os netos em seu colo. Elliot e Mia estavam à direita da nossa mãe e eu à esquerda. Já Daniel, Olivia e Kayleigh se encontravam atrás.
Mollie pediu colo para sua mãe, mas seu pai disse que era para a filha se sentar no sofá porque ela já era grandinha demais para ficar pedindo colo então a chamei e sentei Mollie em minhas pernas. Estávamos prontos.
— Agora quero que todos olhem para cá, sorriam para a câmera e digam...
— Xis – disse meu irmão sorrindo e Anastasia fez uma cara de brava para ele.
— Não, Elliot. Todos vão dizer... A Olivia está grávida!
Olhamos surpresos para Olivia que era a única que sorria então de repente escutamos o som do flash. Daniel não se aguentou de emoção e desmaiou. Tirei rapidamente Mollie do meu colo e peguei os gêmeos dos braços da minha mãe que em seguida foi socorrer o genro.
Minha irmã Olivia começou a chorar, graças aos hormônios, enquanto que Kayleigh e Mollie a abraçavam felizes. Passei um dos meus filhos para Carla e fui até onde a Ana estava juntamente com Elliot, Kate e Luke. Os quatro sorriam olhando a câmera que se encontrava nas mãos da minha esposa.
— Christian, sua cara foi a mais engraçada – comentou meu irmão já vermelho de tanto rir.
— E a do Daniel. Coitado dele. Se com o anúncio da gravidez ele já desmaiou imagina quando a irmã de vocês estiver tendo o bebê – Luke falou tentando, em vão, conter uma risada.
— Querida, vou subir e trocar a fralda do Theodore, pois acho que está molhada.
— Christian trocando uma fralda? Ah essa eu quero ver – disse meu irmão, debochado.
— Daniel vem com a gente – convidei o rapaz que já tinha voltado a si e estava beijando minha irmã – Logo você também vai entrar para o time dos pais.
— De novo – completou Elliot sorrindo.
— Christian, não se esquece de passar a pomada contra as assaduras – alertou-me Ana enquanto íamos em direção da porta.
— Não se preocupe, querida. Eu ainda me lembro de como você fez essa tarde – disse tranquilizando-a.
★ ★ ★ ★ ★
— Foi por isso que você e Olivia sumiram naquela hora, não foi? – perguntei assim que Anastasia se deitou na cama e ela sorriu.
— Foi. Olivia queria contar para todo mundo que estava grávida, mas queria que fosse de um jeito diferente então ela me pediu ajuda.
— Estou feliz pela minha irmã. Essa nova fase na vida do casal é simplesmente maravilhosa.
— Christian?
Ana se apoiou sobre um dos cotovelos me olhando séria então fiquei de lado e ergui a mão para colocar uma mecha de cabelo atrás de sua orelha.
— Sim, querida.
— Durante o jantar eu fiquei pensando sobre hoje mais cedo quando você me pediu para termos mais um filho e... eu aceito.
— Sério? – perguntei extremamente feliz então a beijei.
— Mas... – ela sussurrou entre nossas bocas fazendo-me se afastar um pouco e a encará-la.
— Mas, o quê?
— Mas não será agora. Só daqui a alguns anos. O que você acha?
— Eu acho que podíamos já começar a treinar desde agora – falei beijando seu pescoço fazendo com que ela se deitasse.
— Infelizmente não vai dar, querido. Preciso dormir porque com certeza os gêmeos irão acordar de madrugada.
— Tudo bem.
Deitei ao seu lado novamente, Anastasia se esticou um pouco e apagou a luz do abajur depois se aconchegou em mim e a abracei sussurrando um boa noite.
ANASTASIA
Acordei por volta das sete da manhã e não encontrei Christian do meu lado ao invés disso uma rosa e um bilhete jazia em cima do seu travesseiro. Sorri pegando a rosa e inspirei seu delicioso aroma. Eu estava realmente impressionada com o Christian, pois ele estava mesmo cumprindo a promessa de me dar todo dia uma rosa.
Peguei o bilhete e nele meu marido me informava que teve que sair cedo por causa de uma reunião com o gerente do Hotel Lescaut, mas ele não havia se esquecido da minha rosa diária. Christian também pedia desculpas por não acordar do meu lado, mas me prometeu que eu seria bem recompensada hoje à noite.
“Só espero que isso não atrapalhe sua vingança” olhei para Rose que estava parada no meio do quarto de braços cruzados.
“Ela não vai mais se vingar do Christian. Não é, Anastasia?” Annie me olhou com olhos em súplica.
— Bom... – comecei a falar, mas parei.
“É, pelo visto alguém gosta de ser corna mesmo. Meu consolo é que os homens são todos iguais. Em breve aquele idiota vai te trair de novo e eu vou assistir de camarote. E nem vá achando que eu vou pedir para assumir o controle porque isso não vai acontecer. Você mesma terá que lidar com isso” Rose falou e desapareceu então Annie sorriu para mim, acenou um tchau e também sumiu.
Me levantei, pois comecei a ouvir o choro de um dos meus filhos. Era Teddy que estava com a fralda molhada. O troquei rapidinho depois tentei dar o peito, mas ele recusou então o coloquei no bercinho novamente e Theodore logo voltou a dormir.
Peguei Ben no colo que tinha acabado de começar a chorar e também fiz o mesmo que havia feito com o irmãozinho dele, mas Thobias também não quis o peito então após colocá-lo de volta ao seu berço, limpei os seios, me sentei na poltrona e comecei a coletar o leite nas mamadeiras.
Assim que terminei, desci e entreguei as mamadeiras para Gail. Retornei ao meu quarto, tirei a camisola, tomei um banho em seguida botei uma lingerie preta e comecei a me arrumar. Escovei os cabelos deixando-os meio ondulados. Vesti uma calça skinny preta.
Coloquei uma regata com estampa de onça e como ela ficava um pouco folgada botei uma parte da bainha da frente para dentro da calça e a parte de trás ficou solta. Calcei um scarpin Jimmy Choo preto, pus algumas pulseiras douradas e assim que terminei de me maquiar peguei minha bolsa preta da Dior e sai do quarto.
Passei no quarto dos meus filhos que dormiam tranquilamente e fiz um carinho em cada um depois desci e informei à Gail que só iria chegar perto da hora do almoço. Peguei as chaves do meu carro e fui para a garagem. Assim que entrei no meu Tesla dei um beijo no volante.
— Estava com saudade de você, bebê – admiti sorrindo enquanto colocava o cinto, minutos depois, já me encontrava saindo da estrada que dava acesso à mansão e entrava na rodovia principal indo rumo à Seattle.

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