CHRISTIAN
— Vamos dividir assim. Eu e Elliot vamos ficar com este berço. Luke e Walfred ficarão com aquele, e Raymond e Daniel ficarão com a montagem da cama – falei e todos assentiram então começamos a trabalhar.
— Cara, que desculpa esfarrapada você contou para a Anastasia acreditar e te perdoar? – meu irmão perguntou sorrindo, tempo depois.
— Não dei nenhuma desculpa esfarrapada e fala menos e trabalha mais, Elliot, por que isso aqui está pesando – reclamei enquanto sustentava uma peça para que meu irmão parafusasse a outra nela.
— Compartilha aí com a gente – pediu Walfred já mais enturmado com o pessoal.
— Não compartilho.
— Deixa de ser sovina, Christian. Conta aí, cara.
— Meninos, deixem de importunar o Christian – meu sogro falou terminando de ajudar Daniel com a montagem da cama depois veio me auxiliar – Mas só por curiosidade, o que mesmo você fez?
— Até o senhor? – perguntei incrédulo.
Ninguém se aguentou e todos começaram a rir.
— Tudo bem, gente. Eu vou falar o que eu fiz. Apenas expressei meus sentimentos escrevendo uma carta de desculpa para a Ana.
— E o que você escreveu na carta? – perguntou Daniel.
— Aí vocês já querem saber de mais. Vamos terminar logo isso daqui e descer.
Era por volta das cinco e meia da tarde quando Elena e Walfred se despediram de nós. Pedi para que Taylor os levassem até o aeroporto, pois o piloto do avião da empresa já estava esperando por eles.
Às seis da tarde, os Steele e os Grey também foram embora então eu e Annie ficamos sentados no sofá da varanda dos fundos enquanto o sol ia se pondo aos poucos.
— Obrigada por convencer a mamãe a vim passar a tarde aqui comigo, Christian.
— Não foi nada. Annie. Agora me conta, como é que eu faço para amolecer o coração da Rose?
— Quando a Anastasia voltar, pergunte a ela sobre uma moça chamada Isabela.
— Isabela Morrison?
— Isso mesmo. Como sabe disso?
— Elena me mandou procurar por essa moça, pois parece que ela é a pessoa mais indicada para falar da Rose.
— Sim, ela é. Não sei muita coisa sobre ela. Só sei apenas que Anastasia e Isabela foram amigas durante a faculdade e que a Rose possui algum tipo de relação com ela. Agora para fazer a Anastasia passar essa raiva. Você amanhã vai acordar bem cedo e preparar um delicioso café da manhã depois leva para ela na cama. Dê também uma rosa a cada dia do ano.
— Como pode saber de tudo isso se é apenas uma criança?
— Dos filmes românticos, é claro – Annie sorriu com seu jeitinho inocente então a ajudei a se levantar do sofá e adentramos a mansão.
ANASTASIA
Assim que acordei encontrei um par de olhos azuis acinzentados me encarando. Christian estava sentando no chão ao lado da cama, me olhando com um sorriso estampado no rosto.
— Por que está me encarando? – perguntei desconfiada.
— Não vou ganhar nem um bom dia primeiro? – ele disse fazendo um bico.
Não me aguentei e sorri dele que estava lindo daquele jeito, mas de repente parei de sorrir, pois notei algo estranho em mim. Eu não estava com dor de cabeça.
— Que foi? – ele perguntou preocupado.
— Não é nada. Bom dia, Christian.
— Bom dia, Ana.
— Agora que já demos bom dia um para o outro, pode me dizer o porquê de estar me encarando quando eu acordei?
— Estava apenas te observando dormir. Você é linda dormindo, sabia?
— Não, eu não sabia, pois não consigo me enxergar dormindo.
— Vou ignorar essa sua frase sarcástica e vou entregar um dos quatro presentes que te darei hoje.
— Tudo isso é para tentar compensar o fato de que você esqueceu o meu aniversário?
— Não esqueci do seu aniversário, Anastasia. Apenas me atrasei para a festa.
— É claro que se atrasou, pois estava fazendo coisas importantíssimas, não é?
— Eu estava terminando com a Lydia se é isso que quer saber.
— E precisou de um dia inteiro para fazer isso? – perguntei irônica.
— Ana, por favor, eu não quero que a gente brigue.
— Tudo bem – falei e sorri tentando mudar o clima tenso do quarto – Vai lá, me dar os presentes.
— O primeiro é este aqui – ele disse e me entregou uma linda rosa vermelha.
— Só uma rosa?
— Sim.
— Sei que você tem dinheiro o suficiente para comprar um buquê enorme.
— Qual é a graça de eu dar um buquê com várias rosas num só dia se posso dar uma rosa para você a cada dia do ano.
— Sério mesmo? Você realmente vai fazer isso? – o olhei com uma das sobrancelhas erguida.
— Claro que vou e prometo fazer isso até que a gente esteja bem velhinhos.
— Duvido.
— Está me desafiando, Sra. Grey?
— Sim eu estou, Sr. Grey. Agora me ajuda a levantar, por favor, por que eu quero fazer xixi.
Ele se levantou do chão e primeiramente me ajudou a sentar na cama depois a ficar em pé. Notei que em cima do divã cinza existente no quarto havia uma bandeja de comida.
— Café da manhã na cama? – inquiri, olhando para Christian.
— Seu segundo presente.
Voltei minha atenção para a bandeja novamente e foi então que eu os vi.
— Cupcakes! – exclamei e dei alguns passos rumo ao divã, mas Christian segurou meu braço, impedindo-me de continuar.
— Você precisa esvaziar sua bexiga senão pode ficar com infecção urinária, lembra?
— Mas eu adoro cupcakes.
— Eles não vão criar pernas e sair andando, Ana.
— Mas...
— Anastasia. Banheiro. Agora – ele ordenou apontando para a porta.
— Está bem.
— Vamos dividir assim. Eu e Elliot vamos ficar com este berço. Luke e Walfred ficarão com aquele, e Raymond e Daniel ficarão com a montagem da cama – falei e todos assentiram então começamos a trabalhar.
— Cara, que desculpa esfarrapada você contou para a Anastasia acreditar e te perdoar? – meu irmão perguntou sorrindo, tempo depois.
— Não dei nenhuma desculpa esfarrapada e fala menos e trabalha mais, Elliot, por que isso aqui está pesando – reclamei enquanto sustentava uma peça para que meu irmão parafusasse a outra nela.
— Compartilha aí com a gente – pediu Walfred já mais enturmado com o pessoal.
— Não compartilho.
— Deixa de ser sovina, Christian. Conta aí, cara.
— Meninos, deixem de importunar o Christian – meu sogro falou terminando de ajudar Daniel com a montagem da cama depois veio me auxiliar – Mas só por curiosidade, o que mesmo você fez?
— Até o senhor? – perguntei incrédulo.
Ninguém se aguentou e todos começaram a rir.
— Tudo bem, gente. Eu vou falar o que eu fiz. Apenas expressei meus sentimentos escrevendo uma carta de desculpa para a Ana.
— E o que você escreveu na carta? – perguntou Daniel.
— Aí vocês já querem saber de mais. Vamos terminar logo isso daqui e descer.
★ ★ ★ ★ ★
Era por volta das cinco e meia da tarde quando Elena e Walfred se despediram de nós. Pedi para que Taylor os levassem até o aeroporto, pois o piloto do avião da empresa já estava esperando por eles.
Às seis da tarde, os Steele e os Grey também foram embora então eu e Annie ficamos sentados no sofá da varanda dos fundos enquanto o sol ia se pondo aos poucos.
— Obrigada por convencer a mamãe a vim passar a tarde aqui comigo, Christian.
— Não foi nada. Annie. Agora me conta, como é que eu faço para amolecer o coração da Rose?
— Quando a Anastasia voltar, pergunte a ela sobre uma moça chamada Isabela.
— Isabela Morrison?
— Isso mesmo. Como sabe disso?
— Elena me mandou procurar por essa moça, pois parece que ela é a pessoa mais indicada para falar da Rose.
— Sim, ela é. Não sei muita coisa sobre ela. Só sei apenas que Anastasia e Isabela foram amigas durante a faculdade e que a Rose possui algum tipo de relação com ela. Agora para fazer a Anastasia passar essa raiva. Você amanhã vai acordar bem cedo e preparar um delicioso café da manhã depois leva para ela na cama. Dê também uma rosa a cada dia do ano.
— Como pode saber de tudo isso se é apenas uma criança?
— Dos filmes românticos, é claro – Annie sorriu com seu jeitinho inocente então a ajudei a se levantar do sofá e adentramos a mansão.
ANASTASIA
Assim que acordei encontrei um par de olhos azuis acinzentados me encarando. Christian estava sentando no chão ao lado da cama, me olhando com um sorriso estampado no rosto.
— Por que está me encarando? – perguntei desconfiada.
— Não vou ganhar nem um bom dia primeiro? – ele disse fazendo um bico.
Não me aguentei e sorri dele que estava lindo daquele jeito, mas de repente parei de sorrir, pois notei algo estranho em mim. Eu não estava com dor de cabeça.
— Que foi? – ele perguntou preocupado.
— Não é nada. Bom dia, Christian.
— Bom dia, Ana.
— Agora que já demos bom dia um para o outro, pode me dizer o porquê de estar me encarando quando eu acordei?
— Estava apenas te observando dormir. Você é linda dormindo, sabia?
— Não, eu não sabia, pois não consigo me enxergar dormindo.
— Vou ignorar essa sua frase sarcástica e vou entregar um dos quatro presentes que te darei hoje.
— Tudo isso é para tentar compensar o fato de que você esqueceu o meu aniversário?
— Não esqueci do seu aniversário, Anastasia. Apenas me atrasei para a festa.
— É claro que se atrasou, pois estava fazendo coisas importantíssimas, não é?
— Eu estava terminando com a Lydia se é isso que quer saber.
— E precisou de um dia inteiro para fazer isso? – perguntei irônica.
— Ana, por favor, eu não quero que a gente brigue.
— Tudo bem – falei e sorri tentando mudar o clima tenso do quarto – Vai lá, me dar os presentes.
— O primeiro é este aqui – ele disse e me entregou uma linda rosa vermelha.
— Só uma rosa?
— Sim.
— Sei que você tem dinheiro o suficiente para comprar um buquê enorme.
— Qual é a graça de eu dar um buquê com várias rosas num só dia se posso dar uma rosa para você a cada dia do ano.
— Sério mesmo? Você realmente vai fazer isso? – o olhei com uma das sobrancelhas erguida.
— Claro que vou e prometo fazer isso até que a gente esteja bem velhinhos.
— Duvido.
— Está me desafiando, Sra. Grey?
— Sim eu estou, Sr. Grey. Agora me ajuda a levantar, por favor, por que eu quero fazer xixi.
Ele se levantou do chão e primeiramente me ajudou a sentar na cama depois a ficar em pé. Notei que em cima do divã cinza existente no quarto havia uma bandeja de comida.
— Café da manhã na cama? – inquiri, olhando para Christian.
— Seu segundo presente.
Voltei minha atenção para a bandeja novamente e foi então que eu os vi.
— Cupcakes! – exclamei e dei alguns passos rumo ao divã, mas Christian segurou meu braço, impedindo-me de continuar.
— Você precisa esvaziar sua bexiga senão pode ficar com infecção urinária, lembra?
— Mas eu adoro cupcakes.
— Eles não vão criar pernas e sair andando, Ana.
— Mas...
— Anastasia. Banheiro. Agora – ele ordenou apontando para a porta.
— Está bem.

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