ANASTASIA
Depois que Christian saiu tentei dormir novamente, mas estava com tanta raiva dele que não consegui pregar os olhos. De repente senti uma pequena pontada na barriga como se minha bexiga estivesse cheia então levantei e fui ao banheiro.
Quando voltava para a cama, outra pontada mais forte me acertou. Automaticamente levei uma das mãos à boca para sufocar um grito enquanto que a outra foi para a barriga. Senti que algo queira descer então levantei a camisola e passei a mão entre minhas pernas.
— Não! De novo não! – exclamei assustada ao ver minha mão melada de sangue.
Corri de volta para o banheiro e tentei achar algo para estancar o sangue. Encontrei uma toalhinha pequena então a dobrei e coloquei sobre a calcinha. Novamente senti outra pontada que me fez morder o lábio e segurar a beirada da pia com força.
— Por favor, meu Deus! Eu não quero perder os meus bebês – choraminguei enquanto voltava para o quarto.
Sai andando devagar pelo corredor e gritei por Taylor várias vezes até que ele apareceu, me amparando.
— Senhora? O que houve?
— Por favor... me leva para o hospital... – eu já chorava pela hipótese de que podia estar perdendo meus filhos.
Ele conduziu-me até o elevador e enquanto esperava as portas se abrirem Taylor correu de volta para dentro do apartamento e logo retornou usando uma calça jeans e uma blusa preta. Ele me pegou no colo bem na hora que as portas do elevador se abriram.
— A senhora parece que está tendo contrações então quando elas vierem em hipótese nenhuma faça forma ao invés disso grite – ele me orientou enquanto descíamos os andares até o estacionamento.
— Como sabe disso tudo?
— Minha ex-mulher também passou por isso, senhora, e foi isso que o médico orientou ela a fazer.
Outra contração veio então gritei contra o ombro dele e foi assim até que Taylor me colocasse cuidadosamente no banco do passageiro do meu carro. Em seguida já estávamos em meio ao trânsito noturno de Seattle indo rumo ao hospital da família Grey.
No caminho, pedi para que Taylor ligasse para o Dr. Dickens então ele conectou o seu celular no painel do Tesla e eu digitei o número de Brian que me atendeu meio sonolento depois do quinto toque.
— Alô...
— Brian... – falei ofegante e inesperadamente senti uma contração que me fez gritar.
— Anastasia? O que está acontecendo?
— Estou tendo contrações. Já estou indo para o hospital. Liga para a Dra. Greene e para a Dra. Roberts e vão os três para... – gritei novamente depois respirei fundo – Vão os três para lá rápido! Eu não quero perder os meus bebês!
— Já estou me vestindo. Quando as contrações vierem, tente não empurrar...
— Eu já sei disso, Brian! Se veste logo, caramba! – gritei com ele e novamente outra contração me atingiu em cheio me fazendo gritar e apertar a beirada do banco.
Assim que chegamos ao hospital, o único que eu vi foi o Dr. Dickens e ele estava acompanhado de mais dois médicos. Brian me informou que não havia conseguido falar nem com a Dra. Greene e nem com a Dra. Roberts então ele solicitou ajuda ao obstetra e ao pediatra de plantão.
Eles me deitaram em uma maca e implorei para que Taylor ficasse ao meu lado segurando minha mão, pois estava com muito medo.
Taylor tentava me acalmar dizendo que os médicos sabiam o que estavam fazendo, mas eu não conseguia me tranquilizar apenas chorava e gritava muito devido às contrações que passaram a ser mais frequentes e mais fortes.
A primeira coisa que o obstetra fez assim que me levaram para um quarto da enfermaria foi me aplicar um sedativo depois disso as imagens começaram a ficar turvas e eu conseguia apenas ver os borrões dos médicos trabalhando a minha volta até que tudo ficou escuro.
Quando abri os olhos novamente, vi Taylor dormindo sentado na cadeira ao lado da cama e ele ainda segurava minha mão. Tentei me soltar dele sem que o despertasse, mas Taylor acabou acordando.
— Senhora – ele disse, se soltando de mim e se levantando.
— Oi, Taylor – sorri, meio entorpecida.
— Vou chamar o Dr. Dickens.
Apenas assenti com a cabeça e fechei meus olhos de novo.
— Como está minha paciente mais linda do mundo? – Brian perguntou entrando no quarto minutos depois, sendo seguido por Taylor.
— Sonolenta e com muita vontade de matar meu querido marido – falei enquanto tentava me manter acordada – E os bebês, como eles estão?
— Com o passar das horas o efeito do sedativo vai diminuir – ele me informou, tirando a agulha do soro conectada ao meu braço direito depois ele me encarou e sua expressão ficou séria – O ultrassom mostrou que os bebês estão bem, mas um deles sofreu uma leve DPP.
— O que é DPP? – perguntei já angustiada.
— Deslocamento prematuro de placenta, mas não fique preocupada porque foram apenas alguns milímetros. Por isso que você teve as contrações e o sangramento.
Passei uma das mãos sobre a barriga acariciando-a então olhei para Brian.
— O que causou isso?
— Não sei se a causa dessa pequena DPP foi a relação sexual praticada ou foi o estresse ou os dois juntos então te aconselho a se abster de tudo.
— Tudo? Como assim?
— Nada de sexo. Nada de situações estressante. Nada de carregar peso. Nada de exercício físico. Eu libero no máximo uma caminhada lenta de quinze minutos e nada mais. Estamos entendidos?
— Para conseguir fazer tudo isso só se eu virar monge e for morar no Tibet – debochei, rolando os olhos.
— Estou falando sério, Anastasia – ralhou Brian.
— Eu sei, mas só que é difícil não me estressar ficando presa o dia todo num apartamento sem fazer porra nenhuma e ainda aturar as atitudes mandonas de um marido. Até o Buda se estressaria com tudo isso, mas tem a minha palavra de que farei o impossível para não agravar mais a minha gestação.
— Ótimo. Entrarei em contato com a Dra. Hanky e juntos faremos uma nova dieta para você rica em vitaminas e ferro, pois nos seus exames também deu um pouco de anemia. Agora tenho duas notícias para te dar, ambas são boas. A primeira é que você já pode voltar para casa e a outra é que eu já consegui ver o sexo dos seus bebês.
— Sério?
— Sim. Quer saber agora ou quer deixar para a próxima consulta?
— Me conta logo – pedi ansiosa.
— São dois meninos.
— Dois meninos! Ai meu Deus! Finalmente posso começar a fazer o projeto do quarto deles. Tenho que comprar berços azuis e... – falava incontrolavelmente enquanto minha mente vagava pelas inúmeras decorações que eu poderia fazer no quarto dos meus menininhos até que notei que só eu e Taylor estávamos no quarto – Cadê o Brian? – perguntei.
— O Dr. Dickens saiu dizendo que iria buscar uma cadeira de rodas para a senhora ser levada até o carro.
— Ata. Cadê a minha roupa?
Ele me entregou uma sacola então olhei para a camisola azul de seda e a mesma estava rasgada e manchada de sangue. Suspirei triste e peguei apenas a calcinha que também estava com um pouco de sangue e mandei Taylor lavar ela na pia do banheiro.
— Aqui está senhora – ele disse, minutos depois.
— Obrigada – agradeci e a vesti por baixo da camisola do hospital – Agora me dá sua blusa emprestada.
Ele me olhou surpreso.
— Senhora?
— Eu não vou sair desse hospital vestida com esta camisola rasgada e suja de sangue. Me dá logo sua camisa. Anda, Taylor!
Ele suspirou fundo, tirou a blusa me entregando em seguida e virou para que eu me vestisse. Ela não ficou muito curta como eu pensei que ficaria. Taylor era robusto e um pouco alto então a bainha da camisa dele batia bem no meio das minhas coxas.
Eles me ajudaram a sentar assim que Brian apareceu empurrando uma cadeira de rodas e o mesmo nos informou que tinha colocado meu carro no lado da ala dos empregados, pois havia alguns fotógrafos em frente ao hospital.
Agradeci enquanto seguíamos rumo ao estacionamento privativo dos funcionários.
— Sra. Grey? – Taylor chamou me fazendo abrir os olhos e encará-lo – Eu gostaria de pedir permissão para trazer minhas filhas para morarem comigo. Elas residiam com a minha ex-sogra, mas ela infelizmente faleceu.
— Como elas se chamam?
— Rachel e Alaska, ambas são gêmeas e possuem seis anos.
— Tudo bem. Acho que suas filhas tornarão meus dias menos tediosos. Permissão dada, soldado – exclamei fazendo Taylor sorrir.
— Obrigado, senhor – ele falou rindo e bateu continência com uma das mãos enquanto esperávamos o sinal abrir.
Nunca tinha visto Taylor sorrir tanto daquele jeito. Parecia mais feliz e eu acho que sabia exatamente o motivo daquela felicidade. Com certeza, ele estava contente por poder ter as filhas ao seu lado.
Quando chegamos ao Escala, eu ainda estava meio sonolenta então ele me pegou no colo e brincou dizendo que eu iria ser os braços deles para digitar o código no painel do elevador e assim nós fizemos.
Minutos depois as portas do elevador se abriram para o hall da cobertura e entramos. Ele se inclinou um pouco para frente a fim de que eu pudesse alcançar a maçaneta da porta para abri-la.
— Formamos um corpo perfeito, ou quase perfeito – falei sorrindo encostando minha cabeça no ombro dele enquanto que Taylor seguia para o corredor – Tenho pernas muito grossas e cabeludas para uma mulher.
— E eu tenho braços muito delicados para um ex-fuzileiro, Sra. Grey.
Não aguentamos e acabamos sorrindo.
— Onde vocês estavam?
Olhei para a porta do quarto e vi Christian com uma expressão raivosa então eu e Taylor nos entreolhamos.
Depois que Christian saiu tentei dormir novamente, mas estava com tanta raiva dele que não consegui pregar os olhos. De repente senti uma pequena pontada na barriga como se minha bexiga estivesse cheia então levantei e fui ao banheiro.
Quando voltava para a cama, outra pontada mais forte me acertou. Automaticamente levei uma das mãos à boca para sufocar um grito enquanto que a outra foi para a barriga. Senti que algo queira descer então levantei a camisola e passei a mão entre minhas pernas.
— Não! De novo não! – exclamei assustada ao ver minha mão melada de sangue.
Corri de volta para o banheiro e tentei achar algo para estancar o sangue. Encontrei uma toalhinha pequena então a dobrei e coloquei sobre a calcinha. Novamente senti outra pontada que me fez morder o lábio e segurar a beirada da pia com força.
— Por favor, meu Deus! Eu não quero perder os meus bebês – choraminguei enquanto voltava para o quarto.
Sai andando devagar pelo corredor e gritei por Taylor várias vezes até que ele apareceu, me amparando.
— Senhora? O que houve?
— Por favor... me leva para o hospital... – eu já chorava pela hipótese de que podia estar perdendo meus filhos.
Ele conduziu-me até o elevador e enquanto esperava as portas se abrirem Taylor correu de volta para dentro do apartamento e logo retornou usando uma calça jeans e uma blusa preta. Ele me pegou no colo bem na hora que as portas do elevador se abriram.
— A senhora parece que está tendo contrações então quando elas vierem em hipótese nenhuma faça forma ao invés disso grite – ele me orientou enquanto descíamos os andares até o estacionamento.
— Como sabe disso tudo?
— Minha ex-mulher também passou por isso, senhora, e foi isso que o médico orientou ela a fazer.
Outra contração veio então gritei contra o ombro dele e foi assim até que Taylor me colocasse cuidadosamente no banco do passageiro do meu carro. Em seguida já estávamos em meio ao trânsito noturno de Seattle indo rumo ao hospital da família Grey.
No caminho, pedi para que Taylor ligasse para o Dr. Dickens então ele conectou o seu celular no painel do Tesla e eu digitei o número de Brian que me atendeu meio sonolento depois do quinto toque.
— Alô...
— Brian... – falei ofegante e inesperadamente senti uma contração que me fez gritar.
— Anastasia? O que está acontecendo?
— Estou tendo contrações. Já estou indo para o hospital. Liga para a Dra. Greene e para a Dra. Roberts e vão os três para... – gritei novamente depois respirei fundo – Vão os três para lá rápido! Eu não quero perder os meus bebês!
— Já estou me vestindo. Quando as contrações vierem, tente não empurrar...
— Eu já sei disso, Brian! Se veste logo, caramba! – gritei com ele e novamente outra contração me atingiu em cheio me fazendo gritar e apertar a beirada do banco.
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Assim que chegamos ao hospital, o único que eu vi foi o Dr. Dickens e ele estava acompanhado de mais dois médicos. Brian me informou que não havia conseguido falar nem com a Dra. Greene e nem com a Dra. Roberts então ele solicitou ajuda ao obstetra e ao pediatra de plantão.
Eles me deitaram em uma maca e implorei para que Taylor ficasse ao meu lado segurando minha mão, pois estava com muito medo.
Taylor tentava me acalmar dizendo que os médicos sabiam o que estavam fazendo, mas eu não conseguia me tranquilizar apenas chorava e gritava muito devido às contrações que passaram a ser mais frequentes e mais fortes.
A primeira coisa que o obstetra fez assim que me levaram para um quarto da enfermaria foi me aplicar um sedativo depois disso as imagens começaram a ficar turvas e eu conseguia apenas ver os borrões dos médicos trabalhando a minha volta até que tudo ficou escuro.
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Quando abri os olhos novamente, vi Taylor dormindo sentado na cadeira ao lado da cama e ele ainda segurava minha mão. Tentei me soltar dele sem que o despertasse, mas Taylor acabou acordando.
— Senhora – ele disse, se soltando de mim e se levantando.
— Oi, Taylor – sorri, meio entorpecida.
— Vou chamar o Dr. Dickens.
Apenas assenti com a cabeça e fechei meus olhos de novo.
— Como está minha paciente mais linda do mundo? – Brian perguntou entrando no quarto minutos depois, sendo seguido por Taylor.
— Sonolenta e com muita vontade de matar meu querido marido – falei enquanto tentava me manter acordada – E os bebês, como eles estão?
— Com o passar das horas o efeito do sedativo vai diminuir – ele me informou, tirando a agulha do soro conectada ao meu braço direito depois ele me encarou e sua expressão ficou séria – O ultrassom mostrou que os bebês estão bem, mas um deles sofreu uma leve DPP.
— O que é DPP? – perguntei já angustiada.
— Deslocamento prematuro de placenta, mas não fique preocupada porque foram apenas alguns milímetros. Por isso que você teve as contrações e o sangramento.
Passei uma das mãos sobre a barriga acariciando-a então olhei para Brian.
— O que causou isso?
— Não sei se a causa dessa pequena DPP foi a relação sexual praticada ou foi o estresse ou os dois juntos então te aconselho a se abster de tudo.
— Tudo? Como assim?
— Nada de sexo. Nada de situações estressante. Nada de carregar peso. Nada de exercício físico. Eu libero no máximo uma caminhada lenta de quinze minutos e nada mais. Estamos entendidos?
— Para conseguir fazer tudo isso só se eu virar monge e for morar no Tibet – debochei, rolando os olhos.
— Estou falando sério, Anastasia – ralhou Brian.
— Eu sei, mas só que é difícil não me estressar ficando presa o dia todo num apartamento sem fazer porra nenhuma e ainda aturar as atitudes mandonas de um marido. Até o Buda se estressaria com tudo isso, mas tem a minha palavra de que farei o impossível para não agravar mais a minha gestação.
— Ótimo. Entrarei em contato com a Dra. Hanky e juntos faremos uma nova dieta para você rica em vitaminas e ferro, pois nos seus exames também deu um pouco de anemia. Agora tenho duas notícias para te dar, ambas são boas. A primeira é que você já pode voltar para casa e a outra é que eu já consegui ver o sexo dos seus bebês.
— Sério?
— Sim. Quer saber agora ou quer deixar para a próxima consulta?
— Me conta logo – pedi ansiosa.
— São dois meninos.
— Dois meninos! Ai meu Deus! Finalmente posso começar a fazer o projeto do quarto deles. Tenho que comprar berços azuis e... – falava incontrolavelmente enquanto minha mente vagava pelas inúmeras decorações que eu poderia fazer no quarto dos meus menininhos até que notei que só eu e Taylor estávamos no quarto – Cadê o Brian? – perguntei.
— O Dr. Dickens saiu dizendo que iria buscar uma cadeira de rodas para a senhora ser levada até o carro.
— Ata. Cadê a minha roupa?
Ele me entregou uma sacola então olhei para a camisola azul de seda e a mesma estava rasgada e manchada de sangue. Suspirei triste e peguei apenas a calcinha que também estava com um pouco de sangue e mandei Taylor lavar ela na pia do banheiro.
— Aqui está senhora – ele disse, minutos depois.
— Obrigada – agradeci e a vesti por baixo da camisola do hospital – Agora me dá sua blusa emprestada.
Ele me olhou surpreso.
— Senhora?
— Eu não vou sair desse hospital vestida com esta camisola rasgada e suja de sangue. Me dá logo sua camisa. Anda, Taylor!
Ele suspirou fundo, tirou a blusa me entregando em seguida e virou para que eu me vestisse. Ela não ficou muito curta como eu pensei que ficaria. Taylor era robusto e um pouco alto então a bainha da camisa dele batia bem no meio das minhas coxas.
Eles me ajudaram a sentar assim que Brian apareceu empurrando uma cadeira de rodas e o mesmo nos informou que tinha colocado meu carro no lado da ala dos empregados, pois havia alguns fotógrafos em frente ao hospital.
Agradeci enquanto seguíamos rumo ao estacionamento privativo dos funcionários.
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— Sra. Grey? – Taylor chamou me fazendo abrir os olhos e encará-lo – Eu gostaria de pedir permissão para trazer minhas filhas para morarem comigo. Elas residiam com a minha ex-sogra, mas ela infelizmente faleceu.
— Como elas se chamam?
— Rachel e Alaska, ambas são gêmeas e possuem seis anos.
— Tudo bem. Acho que suas filhas tornarão meus dias menos tediosos. Permissão dada, soldado – exclamei fazendo Taylor sorrir.
— Obrigado, senhor – ele falou rindo e bateu continência com uma das mãos enquanto esperávamos o sinal abrir.
Nunca tinha visto Taylor sorrir tanto daquele jeito. Parecia mais feliz e eu acho que sabia exatamente o motivo daquela felicidade. Com certeza, ele estava contente por poder ter as filhas ao seu lado.
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Quando chegamos ao Escala, eu ainda estava meio sonolenta então ele me pegou no colo e brincou dizendo que eu iria ser os braços deles para digitar o código no painel do elevador e assim nós fizemos.
Minutos depois as portas do elevador se abriram para o hall da cobertura e entramos. Ele se inclinou um pouco para frente a fim de que eu pudesse alcançar a maçaneta da porta para abri-la.
— Formamos um corpo perfeito, ou quase perfeito – falei sorrindo encostando minha cabeça no ombro dele enquanto que Taylor seguia para o corredor – Tenho pernas muito grossas e cabeludas para uma mulher.
— E eu tenho braços muito delicados para um ex-fuzileiro, Sra. Grey.
Não aguentamos e acabamos sorrindo.
— Onde vocês estavam?
Olhei para a porta do quarto e vi Christian com uma expressão raivosa então eu e Taylor nos entreolhamos.

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