CHRISTIAN
Depois que Lydia saiu, voltei para o escritório e terminei de arrumar minhas coisas dentro da pasta. Peguei o celular com a intenção de chamar a Ana para jantarmos fora, mas quando girei a cadeira e olhei pela janela, notei que tinha começado a chover e pelo jeito não ia passar tão cedo.
— Oi, meu CEO gostosão – ela atendeu numa voz bem sexy me fazendo rir.
— Oi, minha buchudinha gostosa.
Agora foi a vez dela sorrir no outro lado da linha.
— Porque está me ligando, Christian?
— Não sabia que precisava de um motivo para falar com a minha esposa?
— Oh desculpe, querido. Fale então.
— Eu liguei para te convidar para jantarmos no restaurante da Olivia, mas parece que o tempo não está ao nosso favor.
— Não se preocupe, Christian, estou preparando um jantar à dois, pois tenho uma surpresa para você.
— Não gosto de surpresa, Sra. Grey – a adverti, sério.
— Também não gosto, Sr. Grey, mas acho que dessa surpresa o senhor irá gostar, quer dizer, nós vamos gostar.
— Anastasia, olha lá o que você vai aprontar.
— Christian, por favor! Não sou nenhuma criança de três anos que precisa ser repreendida por um velho!
— Por acaso está me chamando de velho?
— E se eu tiver chamado sim, algum problema com isso, seu velho tarado?
— Você adora me provocar só porque eu não posso te castigar – falei de uma forma bem ameaçadora e ela riu.
— Além de velho tarado, é louco. Tchau.
Ana simplesmente desligou na minha cara. Fiquei com raiva por um momento, mas depois passou, pois aquele era o jeito dela e eu não podia fazer nada... por enquanto. Liguei para o Taylor avisando-o de que iria sair mais cedo e ele informou que já estava no térreo me esperando.
Olhei o relógio e passava um pouco das seis e meia quando fechei a porta da minha sala, dei tchau para Natasha e Amber e desci a fim de ir embora.
Taylor me esperava na recepção, já com um guarda-chuva em mãos. Fazia alguns minutos que estávamos no trânsito quando notei uma figura bem familiar virando a esquina.
— Taylor pare o carro mais ali na frente e me espere.
— Sim senhor.
Peguei o guarda-chuva, sai do carro e atravessei a rua.
— Lydia! – gritei e ela logo se virou parando no meio da calçada – Está indo para onde nessa chuva? – inquiri me aproximando dela que estava toda ensopada e abraçava a si mesma.
— Para casa, Sr. Grey.
— E porque não pegou um táxi?
— Não tenho condições de pegar um táxi.
— Posso te dar uma carona então? – perguntei e a vi hesitar um pouco – Juro que não mordo.
— Foi assim que o senhor conquistou a minha irmã? A seguindo depois dando carona para ela? – Lydia perguntou meio sarcástica.
Não me contive e gargalhei.
— Conheci sua irmã na festa de inauguração de uma das minhas galerias de artes em Boston. Leila era curadora de uma outra galeria e tinha ido prestigiar a festa, mas não se preocupe, não vou atacá-la. Sou muito bem casado – falei, erguendo minha mão, mostrando a aliança.
— Não sou cega, Sr. Grey. Eu vi que o senhor era casado na hora que entrei em seu escritório.
— Ótimo. Agora vamos. Meu carro está ali.
Tentei segurar no braço dela, mas ela recuou.
— Eu não aceitei ir com o senhor.
— Lydia Adams não me faça perder a paciência com você ou...
— Ou o quê, Sr. Grey? – ela perguntou.
Meu lado Dominador estava se segurando para não dar umas boas palmadas nela bem ali no meio da calçada, mas eu não podia e nunca faria isso, uma vez que Lydia não era minha submissa.
No entanto, eu nem precisava mais disso por que tinha a minha Ana que além de esposa era também minha submissa, às vezes.
— Nada – falei abrindo minha mão que estava fechada em punho – A senhorita vai entrar naquele carro junto comigo. E isso é uma ordem!
Lydia me olhou assustada então acenou um sim com a cabeça. A conduzi até o Tesla estacionado do outro lado da rua e a apresentei para Taylor que ficou meio assustado, mas logo se recompôs e colocou o carro para funcionar.
Ela disse o nome do bairro onde morava e ele a olhou pelo retrovisor meio preocupado.
— O que foi, Taylor? – perguntei.
— Nada senhor.
Quando ia insistir para que ele falasse notei que Lydia estava se tremendo de frio.
— Taylor, desligue o ar condicionado – ordenei enquanto tirava o meu paletó e colocava sobre os ombros dela – Está melhor?
— Um pouco. Obrigada, Sr. Grey.
— Você mora aqui? – perguntei, incrédulo, olhando o prédio velho que se erguia à frente, se duvidasse aquele era o pior bairro de Seattle.
— Infelizmente é isso que posso pagar, senhor. Depois do tratamento contra o câncer de pulmão da minha mãe, nós ficamos quase sem recursos financeiros e o resto eu usei para vim atrás da minha família biológica – ela deu um meio sorriso triste e tirou meu paletó – Obrigada pela carona. Até amanhã.
Me ofereci para acompanhá-la até a porta, mas Lydia recusou então mandei Taylor esperar até que ela entrasse no prédio para podermos partir.
Assim que adentrei a cobertura, Ana apareceu na sala apenas vestida com um robe cinza acetinado e se aproximou de mim me dando um selinho.
— Oi, Christian.
— Oi, querida.
— Sr. e Sra. Grey. Estou indo me recolher – informou Taylor e acabei notando que ele e Anastasia trocaram um sorriso cúmplice, o que me deixou com muito ciúme – Tenham uma excelente noite, com licença.
— O que está rolando entre vocês? – indaguei assim que ele sumiu de vista.
— Já vai começar com o ciúme? É só o Taylor. Agora me diz o que aconteceu com o seu paletó? Você pegou chuva por acaso?
— Longa história. Te conto depois.
— Tudo bem. Está com fome?
— Muita – disse olhando para suas belas pernas que estavam à mostra por causa do comprimento bem curto do seu robe.
— Eu perguntei de comida, não de sexo.
— Ah, claro. Estou com muita fome – falei rindo enquanto me sentava à mesa.
Ana havia feito refogado de camarão e estava uma delícia, mas a tal da surpresa ainda estava me tirando o sossego.
— E a surpresa? – perguntei pela milésima vez.
— Depois, Christian. Quando eu disse depois do jantar é por que será depois do jantar. Agora termina de comer.
— Tão mandona.
— Tão controlador.
— Tão gostosa.
— Tão bom de lábia.
— Palavra errada, minha querida. Acho que você deveria ter dito que sou bom de língua – dei uma piscadinha para ela, que caiu na risada.
— Ai Christian, você não presta.
Anastasia se levantou e veio se sentar no meu colo.
— Vai me dizer a surpresa? – perguntei acariciando sua barriga.
— Não.
— Ana, não brinca com fogo.
— Por quê? Se eu adoro me queimar, mas você me convenceu. Vamos para o quarto.
No meio do corredor, a puxei pela cintura colando minha boca na dela em um beijo gostoso e incendiário. Quando entramos no quarto, ela se separou de mim e foi se sentar na cama.
— Tira a roupa – Anastasia pediu, ou melhor, ela ordenou. Sorri e fiz o que ela mandou – Agora vem aqui brincar com a gente.
— Com a gente?
Ela se aproximou de mim me enlaçando pelo pescoço então repousei minhas mãos em seu quadril.
— Sim, Christian, com a gente... Eu e os bebês – Ana disse antes de colar nossos lábios.
Enquanto andávamos rumo à cama, nossas línguas disputavam uma pequena guerra íntima onde ambas seriam vencedoras. Quando dei por mim, já estava deitado e sendo amarrado à cama pela Anastasia.
— O que... – tentei protestar, mas ela me beijou impedindo-me de falar alguma coisa.
Ana saiu da cama, tirou o robe depois foi a vez da sua lingerie preta. Tive vontade de chupar, morder e sugar aqueles lindos seios, mas eu estava amarrado.
Ela subiu na cama de novo e sentou sobre meu abdômen me dando beijos no pescoço, no tórax e assim foi descendo. Gemi quando senti sua boca quente me envolvendo, me excitando cada vez mais, mas ela parou bem no momento que eu estava prestes a gozar e se posicionou em cima de mim.
— Ana! – exclamei assustado quando percebi para qual entrada ela guiava meu membro.
— Calma, querido. Hoje à tarde eu recebi bandeira verde do médico para fazer isso.
— Você tem certeza?
Em resposta, ela sentou em mim de uma só vez e começou a mexer o quadril em volta do meu pau, me mastigando, o que fez com que eu gozasse bem rápido, mas ela não parou de rebolar.
Nossos gemidos se misturavam ao som da chuva que caía fortemente do lado de fora. Não demorou muito outro orgasmo veio, mas esse foi mais intenso porque Ana gozou junto comigo.
— Gostou da surpresa? – ela indagou ofegante.
— Muito.
Anastasia me desamarrou, então a abracei e ela repousou sua cabeça em meu peito.
— Christian?
— Que foi?
— Estava pensando... Será que os nossos filhos vão ser viciados em sexo igual a nós?
— Eu espero que não, porque senão iremos ter problemas.
— Como assim? – ela perguntou me olhando.
— Pensa comigo. Se forem duas meninas, teremos que mandá-las para um colégio interno onde só estude garotas porque eu não estou afim de ser avô cedo. Se for dois meninos, teremos que mandá-los para um colégio interno onde só estude garotos porque eu também não estou afim de ser avô cedo. E se for um casal...
— Espera. Deixa eu adivinhar... Colégio interno para os dois.
— Sra. Grey, a senhora está rindo do quê mesmo?
— De nada, querido. Vamos dormir.
Depois que Lydia saiu, voltei para o escritório e terminei de arrumar minhas coisas dentro da pasta. Peguei o celular com a intenção de chamar a Ana para jantarmos fora, mas quando girei a cadeira e olhei pela janela, notei que tinha começado a chover e pelo jeito não ia passar tão cedo.
— Oi, meu CEO gostosão – ela atendeu numa voz bem sexy me fazendo rir.
— Oi, minha buchudinha gostosa.
Agora foi a vez dela sorrir no outro lado da linha.
— Porque está me ligando, Christian?
— Não sabia que precisava de um motivo para falar com a minha esposa?
— Oh desculpe, querido. Fale então.
— Eu liguei para te convidar para jantarmos no restaurante da Olivia, mas parece que o tempo não está ao nosso favor.
— Não se preocupe, Christian, estou preparando um jantar à dois, pois tenho uma surpresa para você.
— Não gosto de surpresa, Sra. Grey – a adverti, sério.
— Também não gosto, Sr. Grey, mas acho que dessa surpresa o senhor irá gostar, quer dizer, nós vamos gostar.
— Anastasia, olha lá o que você vai aprontar.
— Christian, por favor! Não sou nenhuma criança de três anos que precisa ser repreendida por um velho!
— Por acaso está me chamando de velho?
— E se eu tiver chamado sim, algum problema com isso, seu velho tarado?
— Você adora me provocar só porque eu não posso te castigar – falei de uma forma bem ameaçadora e ela riu.
— Além de velho tarado, é louco. Tchau.
Ana simplesmente desligou na minha cara. Fiquei com raiva por um momento, mas depois passou, pois aquele era o jeito dela e eu não podia fazer nada... por enquanto. Liguei para o Taylor avisando-o de que iria sair mais cedo e ele informou que já estava no térreo me esperando.
Olhei o relógio e passava um pouco das seis e meia quando fechei a porta da minha sala, dei tchau para Natasha e Amber e desci a fim de ir embora.
Taylor me esperava na recepção, já com um guarda-chuva em mãos. Fazia alguns minutos que estávamos no trânsito quando notei uma figura bem familiar virando a esquina.
— Taylor pare o carro mais ali na frente e me espere.
— Sim senhor.
Peguei o guarda-chuva, sai do carro e atravessei a rua.
— Lydia! – gritei e ela logo se virou parando no meio da calçada – Está indo para onde nessa chuva? – inquiri me aproximando dela que estava toda ensopada e abraçava a si mesma.
— Para casa, Sr. Grey.
— E porque não pegou um táxi?
— Não tenho condições de pegar um táxi.
— Posso te dar uma carona então? – perguntei e a vi hesitar um pouco – Juro que não mordo.
— Foi assim que o senhor conquistou a minha irmã? A seguindo depois dando carona para ela? – Lydia perguntou meio sarcástica.
Não me contive e gargalhei.
— Conheci sua irmã na festa de inauguração de uma das minhas galerias de artes em Boston. Leila era curadora de uma outra galeria e tinha ido prestigiar a festa, mas não se preocupe, não vou atacá-la. Sou muito bem casado – falei, erguendo minha mão, mostrando a aliança.
— Não sou cega, Sr. Grey. Eu vi que o senhor era casado na hora que entrei em seu escritório.
— Ótimo. Agora vamos. Meu carro está ali.
Tentei segurar no braço dela, mas ela recuou.
— Eu não aceitei ir com o senhor.
— Lydia Adams não me faça perder a paciência com você ou...
— Ou o quê, Sr. Grey? – ela perguntou.
Meu lado Dominador estava se segurando para não dar umas boas palmadas nela bem ali no meio da calçada, mas eu não podia e nunca faria isso, uma vez que Lydia não era minha submissa.
No entanto, eu nem precisava mais disso por que tinha a minha Ana que além de esposa era também minha submissa, às vezes.
— Nada – falei abrindo minha mão que estava fechada em punho – A senhorita vai entrar naquele carro junto comigo. E isso é uma ordem!
Lydia me olhou assustada então acenou um sim com a cabeça. A conduzi até o Tesla estacionado do outro lado da rua e a apresentei para Taylor que ficou meio assustado, mas logo se recompôs e colocou o carro para funcionar.
Ela disse o nome do bairro onde morava e ele a olhou pelo retrovisor meio preocupado.
— O que foi, Taylor? – perguntei.
— Nada senhor.
Quando ia insistir para que ele falasse notei que Lydia estava se tremendo de frio.
— Taylor, desligue o ar condicionado – ordenei enquanto tirava o meu paletó e colocava sobre os ombros dela – Está melhor?
— Um pouco. Obrigada, Sr. Grey.
★ ★ ★ ★ ★
— Você mora aqui? – perguntei, incrédulo, olhando o prédio velho que se erguia à frente, se duvidasse aquele era o pior bairro de Seattle.
— Infelizmente é isso que posso pagar, senhor. Depois do tratamento contra o câncer de pulmão da minha mãe, nós ficamos quase sem recursos financeiros e o resto eu usei para vim atrás da minha família biológica – ela deu um meio sorriso triste e tirou meu paletó – Obrigada pela carona. Até amanhã.
Me ofereci para acompanhá-la até a porta, mas Lydia recusou então mandei Taylor esperar até que ela entrasse no prédio para podermos partir.
★ ★ ★ ★ ★
Assim que adentrei a cobertura, Ana apareceu na sala apenas vestida com um robe cinza acetinado e se aproximou de mim me dando um selinho.
— Oi, Christian.
— Oi, querida.
— Sr. e Sra. Grey. Estou indo me recolher – informou Taylor e acabei notando que ele e Anastasia trocaram um sorriso cúmplice, o que me deixou com muito ciúme – Tenham uma excelente noite, com licença.
— O que está rolando entre vocês? – indaguei assim que ele sumiu de vista.
— Já vai começar com o ciúme? É só o Taylor. Agora me diz o que aconteceu com o seu paletó? Você pegou chuva por acaso?
— Longa história. Te conto depois.
— Tudo bem. Está com fome?
— Muita – disse olhando para suas belas pernas que estavam à mostra por causa do comprimento bem curto do seu robe.
— Eu perguntei de comida, não de sexo.
— Ah, claro. Estou com muita fome – falei rindo enquanto me sentava à mesa.
Ana havia feito refogado de camarão e estava uma delícia, mas a tal da surpresa ainda estava me tirando o sossego.
— E a surpresa? – perguntei pela milésima vez.
— Depois, Christian. Quando eu disse depois do jantar é por que será depois do jantar. Agora termina de comer.
— Tão mandona.
— Tão controlador.
— Tão gostosa.
— Tão bom de lábia.
— Palavra errada, minha querida. Acho que você deveria ter dito que sou bom de língua – dei uma piscadinha para ela, que caiu na risada.
— Ai Christian, você não presta.
Anastasia se levantou e veio se sentar no meu colo.
— Vai me dizer a surpresa? – perguntei acariciando sua barriga.
— Não.
— Ana, não brinca com fogo.
— Por quê? Se eu adoro me queimar, mas você me convenceu. Vamos para o quarto.
No meio do corredor, a puxei pela cintura colando minha boca na dela em um beijo gostoso e incendiário. Quando entramos no quarto, ela se separou de mim e foi se sentar na cama.
— Tira a roupa – Anastasia pediu, ou melhor, ela ordenou. Sorri e fiz o que ela mandou – Agora vem aqui brincar com a gente.
— Com a gente?
Ela se aproximou de mim me enlaçando pelo pescoço então repousei minhas mãos em seu quadril.
— Sim, Christian, com a gente... Eu e os bebês – Ana disse antes de colar nossos lábios.
Enquanto andávamos rumo à cama, nossas línguas disputavam uma pequena guerra íntima onde ambas seriam vencedoras. Quando dei por mim, já estava deitado e sendo amarrado à cama pela Anastasia.
— O que... – tentei protestar, mas ela me beijou impedindo-me de falar alguma coisa.
Ana saiu da cama, tirou o robe depois foi a vez da sua lingerie preta. Tive vontade de chupar, morder e sugar aqueles lindos seios, mas eu estava amarrado.
Ela subiu na cama de novo e sentou sobre meu abdômen me dando beijos no pescoço, no tórax e assim foi descendo. Gemi quando senti sua boca quente me envolvendo, me excitando cada vez mais, mas ela parou bem no momento que eu estava prestes a gozar e se posicionou em cima de mim.
— Ana! – exclamei assustado quando percebi para qual entrada ela guiava meu membro.
— Calma, querido. Hoje à tarde eu recebi bandeira verde do médico para fazer isso.
— Você tem certeza?
Em resposta, ela sentou em mim de uma só vez e começou a mexer o quadril em volta do meu pau, me mastigando, o que fez com que eu gozasse bem rápido, mas ela não parou de rebolar.
Nossos gemidos se misturavam ao som da chuva que caía fortemente do lado de fora. Não demorou muito outro orgasmo veio, mas esse foi mais intenso porque Ana gozou junto comigo.
— Gostou da surpresa? – ela indagou ofegante.
— Muito.
Anastasia me desamarrou, então a abracei e ela repousou sua cabeça em meu peito.
— Christian?
— Que foi?
— Estava pensando... Será que os nossos filhos vão ser viciados em sexo igual a nós?
— Eu espero que não, porque senão iremos ter problemas.
— Como assim? – ela perguntou me olhando.
— Pensa comigo. Se forem duas meninas, teremos que mandá-las para um colégio interno onde só estude garotas porque eu não estou afim de ser avô cedo. Se for dois meninos, teremos que mandá-los para um colégio interno onde só estude garotos porque eu também não estou afim de ser avô cedo. E se for um casal...
— Espera. Deixa eu adivinhar... Colégio interno para os dois.
— Sra. Grey, a senhora está rindo do quê mesmo?
— De nada, querido. Vamos dormir.

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