CHRISTIAN
Estava próximo da janela saboreando uma taça de vinho enquanto que Ana era o centro das atenções num pequeno grupo de mulheres, algumas eram amigas da minha mãe, já outras eram de Olivia.
Elliot já havia saído da festa com o intuito de localizar Mia e Kayleigh que tinham fugido do clube, segundo informações passadas por Mollie.
Repentinamente, minha atenção se voltou para o lado de fora. Ou estava ficando louco ou era o efeito da bebida, mas achava que tinha acabado de ver Leila no jardim.
Fui até lá para constatar se era mesmo verdade ou não, porém quando cheguei ao jardim não havia ninguém.
— Christian, você já bebeu demais por hoje – adverti para mim mesmo.
De repente lá estava ela de novo, os raios do sol se pondo dava a Leila um ar quase angelical enquanto me olhava parcialmente escondida atrás de uma árvore.
— Christian? – ouvi Ana chamar então me virei, mas olhei de relance para trás a fim de ver a garota de novo, porém ela já havia sumido – O que foi, querido?
— Pensei que tinha visto alguém, mas foi só impressão minha mesmo. Por que estava me chamando, Sra. Grey?
— Por que está na hora de irmos comemorar a nossa lua-de-mel, Sr. Grey.
Sorri, enlacei a cintura dela trazendo seu corpo para perto de mim e a beijei, saboreando aqueles lábios tão gostosos que agora eram meus.
Após nos despedimos dos convidados entramos na minha Ferrari branca e fomos rumo ao Escala para trocamos de roupa.
Enquanto Anastasia terminava de se vestir dentro do closet fui até a masmorra com uma maleta preta em mãos. Peguei tudo o que precisava depois voltei para a suíte.
— Como estou? – ela perguntou e deu um giro em volta de si mesma, fazendo seu curto vestido azul escuro flutuar ao seu redor.
— Você está me fazendo em quase desistir da nossa lua-de-mel em Paris de tão gostosa que está vestida, principalmente agora mordendo esse lábio.
De repente Ana parou de sorrir, cruzou os braços e me olhou com raiva.
— E essa maleta, Christian? Não me diga que vai trabalhar em plena a nossa lua-de-mel? Era só o que faltava.
Ela nem sequer me deixou dizer o que eu havia colocado dentro da pasta e passou por mim bufando de raiva. Assim que Anastasia saiu do quarto apenas sorri da minha querida esposa que não imaginava o que eu tinha planejado para ela.
— Não sei porque estamos indo para Paris em um voo comercial se você tem um avião particular – Ana resmungou uma hora depois de termos decolado – Ainda por cima me escolhe o pior lugar do avião.
Para mim a última fila de poltronas duplas da classe econômica não era o pior lugar do avião, não para o que eu tinha em mente. Olhei de relance para ela que estava com o olhar fixo na paisagem de sua janela então abri discretamente a maleta e tirei uma caixinha.
— Anastasia?
— O que é, Christian? Estou com raiva de você, não percebeu ainda?
— Tome.
Ela me encarou e estreitou o olhar.
— O que é isso?
— Vá até o banheiro e coloque isto em você – ordenei em um tom baixo.
— Por quê?
Peguei em seu queixo e aproximei meu rosto do dela.
— Por que seu Mestre está mandando – sussurrei depois a soltei.
Anastasia me olhou desconfiada e hesitou um pouco antes de pegar a caixinha retangular de minhas mãos. A acompanhei com o olhar até que entrasse dentro do banheiro.
Minutos depois, ela voltou e sentou novamente ao meu lado me entregando a caixinha.
— Está com ele?
— Sim – ela disse emburrada – Posso saber o que pretende fazer?
— Agora nada, minha querida.
Ana virou-se para a janela novamente então tirei o celular de dentro do bolso da calça e comecei a mexer nele. Aquele era um vibrador lançado recentemente no mercado.
Com apenas um aplicativo instalado no celular, poderia ligar e desligar o aparelho e ainda controlar a intensidade de sua vibração.
Meu plano era ver se Anastasia conseguia gozar em público sem chamar a atenção. Esperei passar meia hora, sorri pervertidamente e cliquei no aplicativo fazendo ela se sobressaltar em sua poltrona.
— Christian! – Ana advertiu-me num sussurro então aumentei a intensidade do vibrador.
Ela se recostou na poltrona soltando um gemido e logo apertou os lábios. Vê-la tentando se controlar para não gemer em público era uma visão muito excitante.
De repente, uma aeromoça se aproximou e perguntou se Anastasia estava passando mal.
— Não se preocupe, senhorita. Minha esposa está apenas um pouco nervosa, pois ela tem medo de andar de avião – falei calmamente.
— A senhora quer um pouco de água?
Ana negou com a cabeça e apertou ainda mais os lábios tornando-os uma linha fina. A aeromoça se afastou de nós então Anastasia fechou os olhos e apertou o braço da poltrona se tremendo discretamente, provavelmente ela tinha gozado.
Apertei o botão, desligando o vibrador e a vi relaxando aos poucos, abrindo os olhos e a boca lentamente, ela virou o rosto, encarando-me meio grogue, então me inclinei e a beijei.
— Boa menina – sussurrei entre nossos lábios e a fiz repousar sua cabeça em meu ombro.
— Vai ter o troco, Christian. Pode apostar que vai – ameaçou-me Ana, me fazendo sorrir.
Chegamos por volta das oito da noite no Palace Chateou Royale, um dos quatros hotéis de luxo que eu possuía em Paris.
Entramos no saguão e Anastasia ficou tão maravilhada com a decoração em tons de dourado do prédio, que precisei puxá-la pela cintura para poder nos conduzir até a recepção onde me deram as chaves da suíte presidencial.
Assim que adentramos a sala de estar da suíte, ela já me puxou pela camisa, mas a adverti sobre o empregado que terminava de colocar as nossas malas em algum canto da sala.
Mal fechei a porta assim que o rapaz saiu e Ana já se aproximou de mim sorrindo pervertidamente então começamos a nos despir, ali mesmo na porta da suíte, sem interromper os nossos beijos ardentes.
— Sabia que eu estou até gostando de estar grávida, principalmente de trigêmeos?
— Por quê? – indaguei beijando-lhe o pescoço enquanto sentia sua pele nua de encontro com a minha, o que me deixava mais excitado do que já estava.
— Dizem que o desejo sexual aumenta. Agora multiplica esse desejo por três. É tesão demais para uma pessoa só.
Sorri.
— Então vamos diminuir um pouco esse fogo, minha buchudinha gostosa – a ergui do chão e ela logo enlaçou minha cintura com suas pernas então conduzi a gente até o sofá onde a deitei.
— Não vamos para o quarto?
— Não vou conseguir chegar até o quarto, preciso te foder aqui e agora – confessei já invadindo-a com meu pau que não parava de latejar de tanto tesão.
Comecei a me movimentar e Anastasia gemia pedindo mais e mais. Continuei com o ritmo intenso das minhas estocadas até gozarmos juntos.
— Que tal um banho, meu Mestre gostoso? – ela insinuou maliciosamente arranhando-me com suas unhas.
— Um banho? Porque não começamos no quarto e finalizamos na banheira? – sugeri e beijei-lhe um dos seios que já estavam um pouquinho maiores por causa da gravidez.
— Ótima ideia, Mestre – ela gemeu sob mim.
Estava próximo da janela saboreando uma taça de vinho enquanto que Ana era o centro das atenções num pequeno grupo de mulheres, algumas eram amigas da minha mãe, já outras eram de Olivia.
Elliot já havia saído da festa com o intuito de localizar Mia e Kayleigh que tinham fugido do clube, segundo informações passadas por Mollie.
Repentinamente, minha atenção se voltou para o lado de fora. Ou estava ficando louco ou era o efeito da bebida, mas achava que tinha acabado de ver Leila no jardim.
Fui até lá para constatar se era mesmo verdade ou não, porém quando cheguei ao jardim não havia ninguém.
— Christian, você já bebeu demais por hoje – adverti para mim mesmo.
De repente lá estava ela de novo, os raios do sol se pondo dava a Leila um ar quase angelical enquanto me olhava parcialmente escondida atrás de uma árvore.
— Christian? – ouvi Ana chamar então me virei, mas olhei de relance para trás a fim de ver a garota de novo, porém ela já havia sumido – O que foi, querido?
— Pensei que tinha visto alguém, mas foi só impressão minha mesmo. Por que estava me chamando, Sra. Grey?
— Por que está na hora de irmos comemorar a nossa lua-de-mel, Sr. Grey.
Sorri, enlacei a cintura dela trazendo seu corpo para perto de mim e a beijei, saboreando aqueles lábios tão gostosos que agora eram meus.
Após nos despedimos dos convidados entramos na minha Ferrari branca e fomos rumo ao Escala para trocamos de roupa.
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Enquanto Anastasia terminava de se vestir dentro do closet fui até a masmorra com uma maleta preta em mãos. Peguei tudo o que precisava depois voltei para a suíte.
— Como estou? – ela perguntou e deu um giro em volta de si mesma, fazendo seu curto vestido azul escuro flutuar ao seu redor.
— Você está me fazendo em quase desistir da nossa lua-de-mel em Paris de tão gostosa que está vestida, principalmente agora mordendo esse lábio.
De repente Ana parou de sorrir, cruzou os braços e me olhou com raiva.
— E essa maleta, Christian? Não me diga que vai trabalhar em plena a nossa lua-de-mel? Era só o que faltava.
Ela nem sequer me deixou dizer o que eu havia colocado dentro da pasta e passou por mim bufando de raiva. Assim que Anastasia saiu do quarto apenas sorri da minha querida esposa que não imaginava o que eu tinha planejado para ela.
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— Não sei porque estamos indo para Paris em um voo comercial se você tem um avião particular – Ana resmungou uma hora depois de termos decolado – Ainda por cima me escolhe o pior lugar do avião.
Para mim a última fila de poltronas duplas da classe econômica não era o pior lugar do avião, não para o que eu tinha em mente. Olhei de relance para ela que estava com o olhar fixo na paisagem de sua janela então abri discretamente a maleta e tirei uma caixinha.
— Anastasia?
— O que é, Christian? Estou com raiva de você, não percebeu ainda?
— Tome.
Ela me encarou e estreitou o olhar.
— O que é isso?
— Vá até o banheiro e coloque isto em você – ordenei em um tom baixo.
— Por quê?
Peguei em seu queixo e aproximei meu rosto do dela.
— Por que seu Mestre está mandando – sussurrei depois a soltei.
Anastasia me olhou desconfiada e hesitou um pouco antes de pegar a caixinha retangular de minhas mãos. A acompanhei com o olhar até que entrasse dentro do banheiro.
Minutos depois, ela voltou e sentou novamente ao meu lado me entregando a caixinha.
— Está com ele?
— Sim – ela disse emburrada – Posso saber o que pretende fazer?
— Agora nada, minha querida.
Ana virou-se para a janela novamente então tirei o celular de dentro do bolso da calça e comecei a mexer nele. Aquele era um vibrador lançado recentemente no mercado.
Com apenas um aplicativo instalado no celular, poderia ligar e desligar o aparelho e ainda controlar a intensidade de sua vibração.
Meu plano era ver se Anastasia conseguia gozar em público sem chamar a atenção. Esperei passar meia hora, sorri pervertidamente e cliquei no aplicativo fazendo ela se sobressaltar em sua poltrona.
— Christian! – Ana advertiu-me num sussurro então aumentei a intensidade do vibrador.
Ela se recostou na poltrona soltando um gemido e logo apertou os lábios. Vê-la tentando se controlar para não gemer em público era uma visão muito excitante.
De repente, uma aeromoça se aproximou e perguntou se Anastasia estava passando mal.
— Não se preocupe, senhorita. Minha esposa está apenas um pouco nervosa, pois ela tem medo de andar de avião – falei calmamente.
— A senhora quer um pouco de água?
Ana negou com a cabeça e apertou ainda mais os lábios tornando-os uma linha fina. A aeromoça se afastou de nós então Anastasia fechou os olhos e apertou o braço da poltrona se tremendo discretamente, provavelmente ela tinha gozado.
Apertei o botão, desligando o vibrador e a vi relaxando aos poucos, abrindo os olhos e a boca lentamente, ela virou o rosto, encarando-me meio grogue, então me inclinei e a beijei.
— Boa menina – sussurrei entre nossos lábios e a fiz repousar sua cabeça em meu ombro.
— Vai ter o troco, Christian. Pode apostar que vai – ameaçou-me Ana, me fazendo sorrir.
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Chegamos por volta das oito da noite no Palace Chateou Royale, um dos quatros hotéis de luxo que eu possuía em Paris.
Entramos no saguão e Anastasia ficou tão maravilhada com a decoração em tons de dourado do prédio, que precisei puxá-la pela cintura para poder nos conduzir até a recepção onde me deram as chaves da suíte presidencial.
Assim que adentramos a sala de estar da suíte, ela já me puxou pela camisa, mas a adverti sobre o empregado que terminava de colocar as nossas malas em algum canto da sala.
Mal fechei a porta assim que o rapaz saiu e Ana já se aproximou de mim sorrindo pervertidamente então começamos a nos despir, ali mesmo na porta da suíte, sem interromper os nossos beijos ardentes.
— Sabia que eu estou até gostando de estar grávida, principalmente de trigêmeos?
— Por quê? – indaguei beijando-lhe o pescoço enquanto sentia sua pele nua de encontro com a minha, o que me deixava mais excitado do que já estava.
— Dizem que o desejo sexual aumenta. Agora multiplica esse desejo por três. É tesão demais para uma pessoa só.
Sorri.
— Então vamos diminuir um pouco esse fogo, minha buchudinha gostosa – a ergui do chão e ela logo enlaçou minha cintura com suas pernas então conduzi a gente até o sofá onde a deitei.
— Não vamos para o quarto?
— Não vou conseguir chegar até o quarto, preciso te foder aqui e agora – confessei já invadindo-a com meu pau que não parava de latejar de tanto tesão.
Comecei a me movimentar e Anastasia gemia pedindo mais e mais. Continuei com o ritmo intenso das minhas estocadas até gozarmos juntos.
— Que tal um banho, meu Mestre gostoso? – ela insinuou maliciosamente arranhando-me com suas unhas.
— Um banho? Porque não começamos no quarto e finalizamos na banheira? – sugeri e beijei-lhe um dos seios que já estavam um pouquinho maiores por causa da gravidez.
— Ótima ideia, Mestre – ela gemeu sob mim.

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