CHRISTIAN
Estava um pouco nervoso, não pelo fato de estar me casando novamente e sim porque Anastasia havia feito um grande mistério sobre seu vestido de noiva. Até que tentei investigar para não ser pego de surpresa, mas infelizmente não descobri nada.
Em apenas um mês havíamos conseguido organizar tudo para a realização do nosso casamento. Tanto a cerimônia quanto à festa seria num luxuoso clube aqui em Seattle onde os Grey eram sócios.
Tentei convencê-la de chamar sua família para o casamento, mas Ana disse que não, então tive que respeitar a decisão dela. De repente o som da marcha nupcial invadiu o salão do clube e as portas se abriram.
Meu queixo caiu em choque, igualmente como os de todos os presentes quando Anastasia ergueu o olhar para mim e adentrou o local, andando devagar até o pequeno altar.
Ela usava um vestido de noiva preto de um ombro só, justo e drapeado na parte de cima até abaixo do quadril e rodado na parte de baixo. Em suas mãos jazia um buquê feito de flores brancas.
Anastasia não estava usando véu, seu cabelo se encontrava preso em um coque displicente com alguns fios soltos emoldurando seu lindo rosto que sustentava um leve sorriso travesso.
Meu choque inicial não se deu por causa da cor escolhida para o vestido e sim pelas fileiras de pedrinhas cintilantes que formavam uma sutil coleira de diamantes ao redor do seu pescoço e que era a única joia, com exceção do anel de noivado, que ela usava.
Ana entregou o seu buquê para Mia que era sua madrinha depois se aproximou de mim.
— Gostou da surpresa... Mestre? – ela sussurrou baixinho enquanto nos posicionávamos em frente ao padre.
— Sim, mas por que o vestido preto?
— Alguém uma vez me disse que branco não combinava comigo – ela murmurou, sorrindo.
Dei uma risada baixa e em seguida o padre começou com a cerimônia. Após os votos, a troca das alianças e a assinatura dos papéis, finalmente o padre me permitiu beijar a linda mulher que estava ao meu lado.
Enlacei a cintura dela puxando-a para mim e dei apenas um beijo rápido em Anastasia, porque senão o clima esquentaria e provavelmente deveria ser pecado transar em frente de um padre.
Em seguida, nos viramos para os presentes e convidamos a todos para ir até o outro salão onde seria a recepção.
— Cara, você está me ouvindo?
Olhei para Elliot, o mesmo estava ao meu lado com uma de suas mãos repousada sobre meu ombro e a outra se encontrava segurando uma taça de champanhe.
— Desculpe, mas o que você estava dizendo mesmo? – indaguei.
— Perguntei se você endoidou de vez.
O encarei sério e o vi sorrindo enquanto bebia seu champanhe.
— Por quê? – inquiri com uma das sobrancelhas erguida.
— Cara, você casou de novo!
— E?
— E que você é louco. Totalmente louco.
Rolei os olhos.
— Quando encontrar alguém que você amar muito, eu duvido que não vá querer se casar com ela.
— Está completamente enganado, Christian. Para a sua informação, eu já encontrei a garota perfei...
— Você não está falando da Kate, está? – indaguei o cortando.
— Isso mesmo. Cara, essa mulher é minha alma gêmea. Ela pensa igual a mim e temos os mesmos interesses: Amamos curtir e fazer sexo sem compromisso. E por falar em sexo, espero que minha cunhadinha seja tão boa na cama quanto a Kate é.
— Você não faz nem ideia – falei sorrindo.
Observei Ana que estava do outro lado do salão conversando com um grupo de pessoas, mas assim que seu olhar se encontrou com o meu, ela deu um leve sorriso, murmurou algo para os convidados e começou a vir em nossa direção.
— Ih, a patroa está vindo aí. Fui – Elliot exclamou e foi embora.
— O que o senhor e meu cunhado estavam falando sobre mim? – ela perguntou me enlaçando pela cintura.
— Não estávamos falando sobre a senhora – informei antes de selar nossos lábios.
— É bom mesmo. Acho que está na hora da nossa valsa, Christian.
A conduzi até o meio da pista e lentamente começamos a dançar.
— Tenho outra surpresa para você – ela disse segundos depois e a encarei já meio desconfiado – Não me olha assim. Você vai gostar.
— Fale então.
— Anteontem eu fiz um ultrassom...
— Por que não me avisou? Eu teria ido com você – falei e me afastei um pouco para fazê-la girar depois a puxei novamente para mim.
— Vai me deixar falar ou vai ficar brigando comigo?
— Tudo bem. Continue.
— Como estava dizendo, anteontem eu fiz um ultrassom e descobri que estou esperando... trigêmeos.
— O quê?
O choque da notícia me fez parar de dançar subitamente.
“Trigêmeos”
Ainda estava tentando absorver a ideia de que teria um filho e a Anastasia acaba me jogando mais essa bomba agora.
Se eu pensava que um filho já seria complicado, pois teria que levantar de madrugada com o choro, dar mamadeira, trocar fralda e mais outras coisas, imagina isso tudo multiplicado por três.
“Porra! Eu estou fodido”
— Tio Christian?
— Filho? Você está bem?
A voz de Mollie e Grace me trouxeram de volta à realidade. Notei que estava sentado em uma cadeira e que minha família juntamente com mais alguns convidados se encontravam ao meu redor.
De repente, escutei um choro, então me levantei e vi Olivia e Mia inclinadas sobre alguém que se encontrava debruçada sobre a mesa chorando, pelo vestido reconheci que era Ana então fui até lá.
Ignorei as acusações de Mia e fiz minha esposa se levantar, trazendo-a para os meus braços.
— Me desculpa... Você... – ela soluçava sem parar contra o meu ombro – Você não... gostou da notícia... e vai me deixar...
— Calma. Eu não vou te deixar – sussurrei em seu ouvido e ela ergueu o olhar para mim.
— Nunca?
— Nunca – murmurei enquanto enxugava gentilmente seu rosto com minhas mãos.
— Alguém pode me explicar o que aconteceu aqui? – Elliot perguntou, segundos depois, meio confuso então respirei fundo e encarei todos os convidados.
— Pessoal, eu fiquei em choque após a Anastasia me dizer que está grávida de trigêmeos e ela estava chorando por causa dos hormônios da gravidez – resumi de uma forma rápida e todos me olharam atônitos, depois vieram nos parabenizar.
UM MÊS DEPOIS
Estava um pouco nervoso, não pelo fato de estar me casando novamente e sim porque Anastasia havia feito um grande mistério sobre seu vestido de noiva. Até que tentei investigar para não ser pego de surpresa, mas infelizmente não descobri nada.
Em apenas um mês havíamos conseguido organizar tudo para a realização do nosso casamento. Tanto a cerimônia quanto à festa seria num luxuoso clube aqui em Seattle onde os Grey eram sócios.
Tentei convencê-la de chamar sua família para o casamento, mas Ana disse que não, então tive que respeitar a decisão dela. De repente o som da marcha nupcial invadiu o salão do clube e as portas se abriram.
Meu queixo caiu em choque, igualmente como os de todos os presentes quando Anastasia ergueu o olhar para mim e adentrou o local, andando devagar até o pequeno altar.
Ela usava um vestido de noiva preto de um ombro só, justo e drapeado na parte de cima até abaixo do quadril e rodado na parte de baixo. Em suas mãos jazia um buquê feito de flores brancas.
Ana entregou o seu buquê para Mia que era sua madrinha depois se aproximou de mim.
— Gostou da surpresa... Mestre? – ela sussurrou baixinho enquanto nos posicionávamos em frente ao padre.
— Sim, mas por que o vestido preto?
— Alguém uma vez me disse que branco não combinava comigo – ela murmurou, sorrindo.
Dei uma risada baixa e em seguida o padre começou com a cerimônia. Após os votos, a troca das alianças e a assinatura dos papéis, finalmente o padre me permitiu beijar a linda mulher que estava ao meu lado.
Enlacei a cintura dela puxando-a para mim e dei apenas um beijo rápido em Anastasia, porque senão o clima esquentaria e provavelmente deveria ser pecado transar em frente de um padre.
Em seguida, nos viramos para os presentes e convidamos a todos para ir até o outro salão onde seria a recepção.
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— Cara, você está me ouvindo?
Olhei para Elliot, o mesmo estava ao meu lado com uma de suas mãos repousada sobre meu ombro e a outra se encontrava segurando uma taça de champanhe.
— Desculpe, mas o que você estava dizendo mesmo? – indaguei.
— Perguntei se você endoidou de vez.
O encarei sério e o vi sorrindo enquanto bebia seu champanhe.
— Por quê? – inquiri com uma das sobrancelhas erguida.
— Cara, você casou de novo!
— E?
— E que você é louco. Totalmente louco.
Rolei os olhos.
— Quando encontrar alguém que você amar muito, eu duvido que não vá querer se casar com ela.
— Está completamente enganado, Christian. Para a sua informação, eu já encontrei a garota perfei...
— Você não está falando da Kate, está? – indaguei o cortando.
— Isso mesmo. Cara, essa mulher é minha alma gêmea. Ela pensa igual a mim e temos os mesmos interesses: Amamos curtir e fazer sexo sem compromisso. E por falar em sexo, espero que minha cunhadinha seja tão boa na cama quanto a Kate é.
— Você não faz nem ideia – falei sorrindo.
Observei Ana que estava do outro lado do salão conversando com um grupo de pessoas, mas assim que seu olhar se encontrou com o meu, ela deu um leve sorriso, murmurou algo para os convidados e começou a vir em nossa direção.
— Ih, a patroa está vindo aí. Fui – Elliot exclamou e foi embora.
— O que o senhor e meu cunhado estavam falando sobre mim? – ela perguntou me enlaçando pela cintura.
— Não estávamos falando sobre a senhora – informei antes de selar nossos lábios.
— É bom mesmo. Acho que está na hora da nossa valsa, Christian.
A conduzi até o meio da pista e lentamente começamos a dançar.
— Tenho outra surpresa para você – ela disse segundos depois e a encarei já meio desconfiado – Não me olha assim. Você vai gostar.
— Fale então.
— Anteontem eu fiz um ultrassom...
— Por que não me avisou? Eu teria ido com você – falei e me afastei um pouco para fazê-la girar depois a puxei novamente para mim.
— Vai me deixar falar ou vai ficar brigando comigo?
— Tudo bem. Continue.
— Como estava dizendo, anteontem eu fiz um ultrassom e descobri que estou esperando... trigêmeos.
— O quê?
O choque da notícia me fez parar de dançar subitamente.
“Trigêmeos”
Ainda estava tentando absorver a ideia de que teria um filho e a Anastasia acaba me jogando mais essa bomba agora.
Se eu pensava que um filho já seria complicado, pois teria que levantar de madrugada com o choro, dar mamadeira, trocar fralda e mais outras coisas, imagina isso tudo multiplicado por três.
“Porra! Eu estou fodido”
— Tio Christian?
— Filho? Você está bem?
A voz de Mollie e Grace me trouxeram de volta à realidade. Notei que estava sentado em uma cadeira e que minha família juntamente com mais alguns convidados se encontravam ao meu redor.
De repente, escutei um choro, então me levantei e vi Olivia e Mia inclinadas sobre alguém que se encontrava debruçada sobre a mesa chorando, pelo vestido reconheci que era Ana então fui até lá.
Ignorei as acusações de Mia e fiz minha esposa se levantar, trazendo-a para os meus braços.
— Me desculpa... Você... – ela soluçava sem parar contra o meu ombro – Você não... gostou da notícia... e vai me deixar...
— Calma. Eu não vou te deixar – sussurrei em seu ouvido e ela ergueu o olhar para mim.
— Nunca?
— Nunca – murmurei enquanto enxugava gentilmente seu rosto com minhas mãos.
— Alguém pode me explicar o que aconteceu aqui? – Elliot perguntou, segundos depois, meio confuso então respirei fundo e encarei todos os convidados.
— Pessoal, eu fiquei em choque após a Anastasia me dizer que está grávida de trigêmeos e ela estava chorando por causa dos hormônios da gravidez – resumi de uma forma rápida e todos me olharam atônitos, depois vieram nos parabenizar.

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