ANASTASIA
Infelizmente o dia para executar o plano havia chegado. Me levantei bem cedo e fui pegar a última caixa com meus pertences do meu antigo apartamento. Naquele mesmo sábado, após voltarmos da mansão de Christian, eu fui morar com ele.
Assim que entrei novamente no apartamento, o encontrei tomando seu café da manhã. Christian se encontrava sensualmente impecável em um terno cinza, o que me pareceu estranho, já que hoje era domingo.
— Onde estava? – ele perguntou sério.
Esses últimos dias, Christian havia se tornado muito controlador em relação as minhas saídas. Não que o mesmo não fosse antes, mas agora ele se encontrava bem mais paranóico com isso.
Christian queria que eu o informasse de tudo. Acho que até se pisasse numa formiga era para comunicá-lo, mas eu acabava esquecendo toda essa paranoia dele quando estávamos no quarto de jogos.
Antes eu considerava aquele lugar um inferno, mas agora o via novamente como o meu paraíso particular, ansiando sempre para estar nele.
— Fui pegar isso aqui – informei, balançando sutilmente a caixa em meus braços.
— Poderia ter pedido ao Taylor para fazer isso.
— Não vou explorar seus empregados por algo que eu mesma posso fazer, Christian – falei, já me virando para ir rumo ao meu quarto.
Entretanto, mal dei três passos, que ele me chamou para comer, então virei novamente, dizendo que iria primeiro deixar a caixa no quarto depois voltaria.
— Vem comer, Anastasia.
— Cinco minutos a mais ou cinco minutos a menos não vai fazer diferença.
— Para mim faz. Largue essa caixa aí e venha comer agora.
Bufei de raiva, então deixei a caixa em cima do sofá e fui me sentar à mesa.
— Pronto. Estou aqui. Satisfeito? – perguntei, emburrada.
— Só ficarei satisfeito quando você estiver comendo.
Ele mesmo pegou um prato e começou a montar minha refeição.
— Já que eu é que irei comer, posso ter pelo menos o direito de escolher o que colocarei na boca?
Christian parou e me encarou, erguendo um dos cantos de sua boca num meio sorriso. Logo percebi que ele estava pensando besteira, o que me fez revirar os olhos.
— Por acaso a senhorita não está revirando os olhos para mim, está?
— Eu!? – exclamei, fingindo está chocada – Nunca ousaria afrontar o grande Mestre Grey – falei, sorrindo inocentemente.
Christian então olhou a hora em seu relógio de pulso e se levantou, abotoando o paletó do terno. Deu a volta na mesa, já parando ao meu lado, se inclinou, segurou firme meu queixo para que pudesse olhá-lo e depositou um beijo rápido em meus lábios.
— Pode ter certeza que mais tarde vou tirar esse seu sorriso cínico, minha querida.
— Estarei esperando ansiosa por isso... Mestre – eu disse, sedutoramente, enquanto tirava a mão dele do meu queixo – Vai trabalhar hoje?
— Tenho que resolver uns assuntos – ele informou, me dando um beijo na testa, antes de ir embora.
Como aos domingos, a Sra. Jones não trabalhava, então lavei a louça do café da manhã e estava preparando o almoço quando Christian me ligou para avisar que não almoçaria e nem jantaria em casa, pois ficaria no trabalho até às onze da noite.
Era por volta das duas da tarde, quando chegaram três pacotes para mim.
Em um deles tinha um vestido longo tomara-que-caia, na cor azul escuro. No segundo pacote havia um par de scarpin preto e no terceiro continha um conjunto de colar e brincos, em pérolas.
Li o bilhete que havia vindo com as caixas e descobri que aqueles presentes eram de Paul, que me mandou usá-los na festa de hoje.
Às nove da noite em ponto, Dylan me passou uma mensagem dizendo que já se encontrava em frente ao Escala, então dei uma última olhada no espelho e desci.
— Dentro deste anel há duas pastilhas – Dylan me informou, entregando-me um anel assim que entrei no carro – Coloque uma pastilha em cada um dos copos e dê para os dois beberem.
A festa estava acontecendo em um dos luxuosos clubes da família Dixon. Haviam diversos seguranças, tanto na entrada quanto ao longo do interior. Mal adentramos o enorme salão de festas e imediatamente vimos Sebastian a alguns metros então nos dirigimos até ele.
— Vovô! – exclamou Dylan, com o sorriso mais falso do mundo.
Ele pegou a mão de Sebastian, beijando o anel localizado no dedo anelar, pois esse era uma tradição entre eles. Um tipo de demonstração de respeito pelo mais velho da família.
— Quem é esta bela moça que lhe acompanha, meu neto?
— Lembra-se da Anastasia, vovô?
— Anastasia?! Oh, minha querida! Está linda como sempre.
Ele me abraçou e eu senti um remorso muito grande por atentar contra a vida dele, que sempre foi bom comigo, mas teria que fazer isso, pela minha família, pelos Grey e pelo Christian, ou todos morreríamos, inclusive eu.
— Obrigada, Sebastian.
— Dylan, posso roubar sua acompanhante por esta noite?
— Claro, vovô. O senhor quem manda – disse Dylan que saiu de perto de nós, mas virou a alguns metros e piscou discretamente para mim.
— Venha, minha querida. Mikael ficará feliz em te ver.
Andamos pela festa e de vez em quando parávamos para que Sebastian cumprimentasse alguém. Não demorou muito e nós encontramos seu filho Mikael. Ele estava conversando com algumas pessoas até que Sebastian o chamou e Mikael se virou.
— Pai – ele murmurou, se aproximou de nós – Boa noite, senhorita...?
— Senhor, vejo que já me esqueceu – falei, sorrindo – Já se passaram mais de seis anos, não é, Mika?
Ao ouvir o apelido do qual eu o chamava na época em que ficávamos, Mikael sorriu e pegou minha mão, beijando-a suavemente.
— Sempre tão encantadora, Ana.
— Deixarei os dois a sós – murmurou Sebastian.
— Por que não vamos os três para um lugar mais reservado? Adoraria conversar com vocês a sós – falei e ambos se entreolharam, depois sorriram assentindo.
Subimos para o segundo andar onde entramos numa sala bem ampla.
— Que tal um drinque? – sugeri enquanto ia rumo à mesa, onde havia várias garrafas de bebidas.
— Antes de bebermos, quero te apresentar um novo amigo Ana. Acho que vocês até já se conhecem – disse Mikael, indo até uma porta lateral e a abrindo.
Paralisei e meu queixo caiu quando vi a pessoa que passou pela porta.
— C-Christian?! – gaguejei, em choque.
— Oi, Anastasia – ele falou, parando ao lado de Mikael e Sebastian.
— O que está fazendo aqui?
— Eu disse que cuidaria de você, não disse? Depois que me contou sobre os Dixon e o que Paul pretendia fazer, a primeira coisa que fiz foi investigar. Finalmente, acabei conhecendo Sebastian e Mikael, então contei a eles o que você havia me dito.
Me sentei no sofá e encarei os três.
— Christian, não era para você ter feito isso. Se Paul descobrir, ele vai nos matar – comentei, pensativa, olhando para um ponto distante do carpete.
— Não se preocupe, minha querida – Sebastian se sentou ao meu lado e pegou minha mão entre as suas – Mikael já está cuidando de Paul a um bom tempo.
— Como?
— Meu filho provará de seu próprio veneno. Há uma pessoa de nossa confiança no círculo de amizade dele.
— Posso saber quem é?
— Hayl...
De repente, começamos a ouvir tiros e gritos vindo do andar de baixo então Taylor e dois seguranças dos Dixon entraram na sala e fizeram sinal para que os seguíssemos.
— Vocês três saíam daqui – ordenou Mikael à medida que mais seguranças apareciam no corredor.
— E vocês dois? – perguntei, angustiada.
— Essa briga é nossa, Ana. Agora vão.
— Por aqui! – exclamou Taylor então Christian pegou na minha mão e o seguimos, correndo.
Quando viramos em outro corredor, fomos surpreendidos por tiros disparados por alguns homens, que provavelmente trabalhavam para o Paul ou Dylan.
Christian e eu recuamos a mando de Taylor, então me escorei na parede, ofegante, tanto pela corrida quanto pelo medo de morrer ali mesmo naquele lugar.
— Ana? – ouvi Christian me chamar.
Olhei para o lado, assustando-me ao ver uma mancha de sangue na camisa dele que aumentava a cada segundo.
— Meu Deus, Christian! – exclamei, começando imediatamente a fazer pressão no local – Aguenta firme. Vai ficar tudo bem. Taylor, me ajuda aqui! – gritei, bastante aflita, e ele logo veio me ajudar a amparar Christian.
Passamos pelo corredor, agora com os corpos mortos dos homens estendidos no chão, descemos uma pequena escada e chegamos a uma porta lateral que dava acesso para um beco.
Encostamos Christian na parede, depois Taylor saiu para ir buscar o carro. Quando voltou, ele me ajudou a colocar Christian no banco de trás e em seguida, já estávamos indo em direção ao hospital.
— Ana... eu preciso te contar... uma coisa... antes de morrer – Christian falava, já bastante fraco e pálido devido à perda de sangue.
— Deixa de falar besteira. Você não vai morrer. Vaso ruim não quebra. Trinca talvez, mas não quebra – comentei, fazendo ele sorrir, mas logo em seguida o mesmo fez uma careta de dor – Vai mais rápido, Taylor! – gritei, pressionando ainda mais o ferimento.
— Estou indo o mais rápido que posso, senhorita.
— Ana... Eu te a...
— Cala a boca, Christian!
DIAS DEPOIS
Infelizmente o dia para executar o plano havia chegado. Me levantei bem cedo e fui pegar a última caixa com meus pertences do meu antigo apartamento. Naquele mesmo sábado, após voltarmos da mansão de Christian, eu fui morar com ele.
Assim que entrei novamente no apartamento, o encontrei tomando seu café da manhã. Christian se encontrava sensualmente impecável em um terno cinza, o que me pareceu estranho, já que hoje era domingo.
— Onde estava? – ele perguntou sério.
Esses últimos dias, Christian havia se tornado muito controlador em relação as minhas saídas. Não que o mesmo não fosse antes, mas agora ele se encontrava bem mais paranóico com isso.
Christian queria que eu o informasse de tudo. Acho que até se pisasse numa formiga era para comunicá-lo, mas eu acabava esquecendo toda essa paranoia dele quando estávamos no quarto de jogos.
Antes eu considerava aquele lugar um inferno, mas agora o via novamente como o meu paraíso particular, ansiando sempre para estar nele.
— Fui pegar isso aqui – informei, balançando sutilmente a caixa em meus braços.
— Poderia ter pedido ao Taylor para fazer isso.
— Não vou explorar seus empregados por algo que eu mesma posso fazer, Christian – falei, já me virando para ir rumo ao meu quarto.
Entretanto, mal dei três passos, que ele me chamou para comer, então virei novamente, dizendo que iria primeiro deixar a caixa no quarto depois voltaria.
— Vem comer, Anastasia.
— Cinco minutos a mais ou cinco minutos a menos não vai fazer diferença.
— Para mim faz. Largue essa caixa aí e venha comer agora.
Bufei de raiva, então deixei a caixa em cima do sofá e fui me sentar à mesa.
— Pronto. Estou aqui. Satisfeito? – perguntei, emburrada.
— Só ficarei satisfeito quando você estiver comendo.
Ele mesmo pegou um prato e começou a montar minha refeição.
— Já que eu é que irei comer, posso ter pelo menos o direito de escolher o que colocarei na boca?
Christian parou e me encarou, erguendo um dos cantos de sua boca num meio sorriso. Logo percebi que ele estava pensando besteira, o que me fez revirar os olhos.
— Por acaso a senhorita não está revirando os olhos para mim, está?
— Eu!? – exclamei, fingindo está chocada – Nunca ousaria afrontar o grande Mestre Grey – falei, sorrindo inocentemente.
Christian então olhou a hora em seu relógio de pulso e se levantou, abotoando o paletó do terno. Deu a volta na mesa, já parando ao meu lado, se inclinou, segurou firme meu queixo para que pudesse olhá-lo e depositou um beijo rápido em meus lábios.
— Pode ter certeza que mais tarde vou tirar esse seu sorriso cínico, minha querida.
— Estarei esperando ansiosa por isso... Mestre – eu disse, sedutoramente, enquanto tirava a mão dele do meu queixo – Vai trabalhar hoje?
— Tenho que resolver uns assuntos – ele informou, me dando um beijo na testa, antes de ir embora.
Como aos domingos, a Sra. Jones não trabalhava, então lavei a louça do café da manhã e estava preparando o almoço quando Christian me ligou para avisar que não almoçaria e nem jantaria em casa, pois ficaria no trabalho até às onze da noite.
★ ★ ★ ★ ★
Era por volta das duas da tarde, quando chegaram três pacotes para mim.
Em um deles tinha um vestido longo tomara-que-caia, na cor azul escuro. No segundo pacote havia um par de scarpin preto e no terceiro continha um conjunto de colar e brincos, em pérolas.
Li o bilhete que havia vindo com as caixas e descobri que aqueles presentes eram de Paul, que me mandou usá-los na festa de hoje.
★ ★ ★ ★ ★
Às nove da noite em ponto, Dylan me passou uma mensagem dizendo que já se encontrava em frente ao Escala, então dei uma última olhada no espelho e desci.
— Dentro deste anel há duas pastilhas – Dylan me informou, entregando-me um anel assim que entrei no carro – Coloque uma pastilha em cada um dos copos e dê para os dois beberem.
A festa estava acontecendo em um dos luxuosos clubes da família Dixon. Haviam diversos seguranças, tanto na entrada quanto ao longo do interior. Mal adentramos o enorme salão de festas e imediatamente vimos Sebastian a alguns metros então nos dirigimos até ele.
— Vovô! – exclamou Dylan, com o sorriso mais falso do mundo.
Ele pegou a mão de Sebastian, beijando o anel localizado no dedo anelar, pois esse era uma tradição entre eles. Um tipo de demonstração de respeito pelo mais velho da família.
— Quem é esta bela moça que lhe acompanha, meu neto?
— Lembra-se da Anastasia, vovô?
— Anastasia?! Oh, minha querida! Está linda como sempre.
Ele me abraçou e eu senti um remorso muito grande por atentar contra a vida dele, que sempre foi bom comigo, mas teria que fazer isso, pela minha família, pelos Grey e pelo Christian, ou todos morreríamos, inclusive eu.
— Obrigada, Sebastian.
— Dylan, posso roubar sua acompanhante por esta noite?
— Claro, vovô. O senhor quem manda – disse Dylan que saiu de perto de nós, mas virou a alguns metros e piscou discretamente para mim.
— Venha, minha querida. Mikael ficará feliz em te ver.
Andamos pela festa e de vez em quando parávamos para que Sebastian cumprimentasse alguém. Não demorou muito e nós encontramos seu filho Mikael. Ele estava conversando com algumas pessoas até que Sebastian o chamou e Mikael se virou.
— Pai – ele murmurou, se aproximou de nós – Boa noite, senhorita...?
— Senhor, vejo que já me esqueceu – falei, sorrindo – Já se passaram mais de seis anos, não é, Mika?
Ao ouvir o apelido do qual eu o chamava na época em que ficávamos, Mikael sorriu e pegou minha mão, beijando-a suavemente.
— Sempre tão encantadora, Ana.
— Deixarei os dois a sós – murmurou Sebastian.
— Por que não vamos os três para um lugar mais reservado? Adoraria conversar com vocês a sós – falei e ambos se entreolharam, depois sorriram assentindo.
Subimos para o segundo andar onde entramos numa sala bem ampla.
— Que tal um drinque? – sugeri enquanto ia rumo à mesa, onde havia várias garrafas de bebidas.
— Antes de bebermos, quero te apresentar um novo amigo Ana. Acho que vocês até já se conhecem – disse Mikael, indo até uma porta lateral e a abrindo.
Paralisei e meu queixo caiu quando vi a pessoa que passou pela porta.
— C-Christian?! – gaguejei, em choque.
— Oi, Anastasia – ele falou, parando ao lado de Mikael e Sebastian.
— O que está fazendo aqui?
— Eu disse que cuidaria de você, não disse? Depois que me contou sobre os Dixon e o que Paul pretendia fazer, a primeira coisa que fiz foi investigar. Finalmente, acabei conhecendo Sebastian e Mikael, então contei a eles o que você havia me dito.
Me sentei no sofá e encarei os três.
— Christian, não era para você ter feito isso. Se Paul descobrir, ele vai nos matar – comentei, pensativa, olhando para um ponto distante do carpete.
— Não se preocupe, minha querida – Sebastian se sentou ao meu lado e pegou minha mão entre as suas – Mikael já está cuidando de Paul a um bom tempo.
— Como?
— Meu filho provará de seu próprio veneno. Há uma pessoa de nossa confiança no círculo de amizade dele.
— Posso saber quem é?
— Hayl...
De repente, começamos a ouvir tiros e gritos vindo do andar de baixo então Taylor e dois seguranças dos Dixon entraram na sala e fizeram sinal para que os seguíssemos.
— Vocês três saíam daqui – ordenou Mikael à medida que mais seguranças apareciam no corredor.
— E vocês dois? – perguntei, angustiada.
— Essa briga é nossa, Ana. Agora vão.
— Por aqui! – exclamou Taylor então Christian pegou na minha mão e o seguimos, correndo.
Quando viramos em outro corredor, fomos surpreendidos por tiros disparados por alguns homens, que provavelmente trabalhavam para o Paul ou Dylan.
Christian e eu recuamos a mando de Taylor, então me escorei na parede, ofegante, tanto pela corrida quanto pelo medo de morrer ali mesmo naquele lugar.
— Ana? – ouvi Christian me chamar.
Olhei para o lado, assustando-me ao ver uma mancha de sangue na camisa dele que aumentava a cada segundo.
— Meu Deus, Christian! – exclamei, começando imediatamente a fazer pressão no local – Aguenta firme. Vai ficar tudo bem. Taylor, me ajuda aqui! – gritei, bastante aflita, e ele logo veio me ajudar a amparar Christian.
Passamos pelo corredor, agora com os corpos mortos dos homens estendidos no chão, descemos uma pequena escada e chegamos a uma porta lateral que dava acesso para um beco.
Encostamos Christian na parede, depois Taylor saiu para ir buscar o carro. Quando voltou, ele me ajudou a colocar Christian no banco de trás e em seguida, já estávamos indo em direção ao hospital.
— Ana... eu preciso te contar... uma coisa... antes de morrer – Christian falava, já bastante fraco e pálido devido à perda de sangue.
— Deixa de falar besteira. Você não vai morrer. Vaso ruim não quebra. Trinca talvez, mas não quebra – comentei, fazendo ele sorrir, mas logo em seguida o mesmo fez uma careta de dor – Vai mais rápido, Taylor! – gritei, pressionando ainda mais o ferimento.
— Estou indo o mais rápido que posso, senhorita.
— Ana... Eu te a...
— Cala a boca, Christian!

Nenhum comentário:
Postar um comentário