ANASTASIA
Christian não me ligou no dia seguinte. Mandei um e-mail para ele, mas não me respondeu então ficou claro que ele não queria mais falar comigo. Passei o resto da semana focada em terminar a decoração que já estava na reta final com apenas o jardim para concluir.
Assim que terminasse o serviço poderia me ver livre de Christian, depois que isso acontecesse eu venderia meu apartamento e sairia da cidade. Luke, Andrea e Kate já tinham retornado para Vancouver então o apartamento havia voltado a ser só meu, novamente.
No sábado, acordei bem cedo, tomei um banho, botei uma lingerie azul depois vesti uma blusa cinza, um shortinho jeans meio surrado e calcei um par de sapatilhas na cor lilás. Após o café da manhã, peguei o celular, óculos escuros, as chaves do meu carro e saí rumo à mansão Grey.
Fiquei o dia todo mexendo no jardim e estava terminando de colocar os últimos vasos de flores quando escutei ao longe o som de um carro parando, em seguida Christian passou pela porta dos fundos e se aproximou de mim.
Permaneci parada olhando-o, melhor dizendo, o admirando, pois o mesmo estava de tênis, calça jeans escura e camisa cinza. Nem parecia ser o Christian que sempre andava com ternos caríssimos.
— Oi, Anastasia.
Não respondi e virei voltando ao meu trabalho. Iria ignorá-lo do mesmo jeito que ele havia feito comigo esta semana.
“Olho por olho, dente por dente. Este seria o jogo a partir de agora”
— Não vai falar comigo?
Novamente fiquei calada enquanto tirava as luvas de borracha, então me virei, o encarando por alguns segundos, depois passei por ele para poder entrar na mansão, mas Christian agarrou-me o braço e me puxou fazendo com que meu corpo se chocasse contra o dele.
Rapidamente, Christian me ergueu do chão, colocando-me por sobre o seu ombro.
— Me coloca no chão! – gritei, batendo em sua costa enquanto ele entrava na mansão.
— Nós vamos conversar, você querendo ou não – ele disse à medida que subia as escadas.
— Eu não tenho nada para conversar com você! Me coloca no chão, Christian!
Logo adentramos um dos quartos, então ele me jogou na cama e eu o fuzilei com o olhar. Christian trancou a porta e me mostrou a chave.
— Se quiser isto aqui para sair terá que merecê-la primeiro – dizendo isso, colocou a chave no bolso de sua calça.
Ele foi em direção do banheiro e assim que entrou aproveitei para correr até a porta. Tinha que ter algum jeito de abri-la, mas para o meu desânimo não havia outro jeito a não ser com a própria chave.
“Maldição” esbravejei, mentalmente.
A passos lentos me dirigi até o divã existente na suíte e me sentei esperando Christian voltar do banheiro. Minutos depois, ele adentrou o quarto então bati a mão do meu lado convidando-o para se sentar.
— Decidiu conversar civilizadamente? – Christian indagou sentando-se no divã e eu assenti – Posso saber por que está me ignorando?
— Eu? Te ignorando? – exclamei incrédula – Você é que está me ignorando a semana toda.
— Problemas na empresa – ele disse meio evasivo então levantei e comecei a andar de um lado para o outro até que, de repente, parei na frente dele com as mãos na cintura.
— Olha aqui, Christian. Eu coloquei as nossas famílias em risco quando te contei sobre os Dixon então não me venha com esse papo de “problemas na empresa”, porque eu não caio nessa, ouviu bem?
— Eu sei – ele falou estendendo sua mão e me puxando para o seu colo, onde me aninhou em seus braços – Fico muito feliz que tenha me contado, mas essa semana tive que ir às pressas para Portugal, pois houve um acidente em um dos meus hotéis.
O olhei desconfiada.
— Por que não respondeu o meu e-mail?
— Não estava tendo tempo nem para comer, imagina olhar e-mail.
— E de noite? – indaguei não acreditando em nenhuma palavra dele.
— Chegava cansado e preferia ir para a cama do que mexer no celular. Só fui ver seu e-mail hoje pela manhã.
— E como soube que eu estava aqui?
— Isto é uma conversa ou é um interrogatório? Está bem, não precisa me fuzilar com esse olhar. Sei de cada passo que você dá.
— Como? – perguntei atônita e ele sorriu.
— Seu celular tem GPS. Pensei que soubesse disso.
— Eu vi o ícone dele na tela, mas não pensei que você fosse tão controlador ao ponto de invadir minha privacidade, me perseguindo através da tecnologia. Não sei como sua esposa te aguentava.
— Leila era bem recompensada quando estávamos na cama – disse colocando sua mão no meu joelho.
Ao sentir o toque, meu corpo se contraiu por dentro em plena luxúria.
— E você, Anastasia? Se acostumaria a essa vida também? – Christian sussurrou no meu ouvido enquanto o sentia subir sua mão vagarosamente pela parte interna da minha coxa.
Arfei quando ele me tocou por cima do short então enterrei as mãos em seu cabelo capturando-lhe os lábios. Me ajeitei melhor colocando minhas pernas, uma em cada lado do seu corpo.
Christian pegou meu rosto entre suas mãos e me afastou para podermos respirar um pouco. Seus olhos eram puro desejo e luxúria.
Puxei a camisa dele por cima da cabeça e ele fez o mesmo com a minha blusa, em seguida foi a vez do sutiã e o resto das roupas, segundos depois ambos estávamos nus.
Me ergui um pouco e o guiei colocando bem na minha entrada que latejava de vontade de tê-lo ali dentro e comecei a rebolar bem devagar sobre a cabeça do seu pau.
— Por acaso está me provocando? – Christian indagou com sua voz carregada de desejo.
— Sim. Por você ter me ignorado esta semana.
— Então isso aqui é para você aprender a nunca mais me provocar – ele disse agarrando meu quadril, descendo-o ferozmente sobre seu pau.
— Oh... Está... tão fundo... – ofeguei e mordi o lábio sorrindo.
Christian apertou forte minhas nádegas, me fazendo começar um sobe e desce alucinante, logo meu orgasmo veio sendo seguido pelo dele, que mordeu um dos meus mamilos no exato momento em que se liberava me preenchendo com seu sêmen.
— Você não me respondeu – Christian declarou à medida que eu o abraçava e encostava minha cabeça na curva do seu pescoço, inalando o nosso cheiro pós coito.
— Respondeu o quê?
— Se acostumaria com meu jeito controlador?
— Se a recompensa for uma foda maravilhosa como essa, com certeza eu me acostumaria sim.
— Então aceitaria o meu convite de ir morar comigo no meu apartamento?
— Como submissa ou como namorada? – perguntei e Christian ficou calado por alguns segundos, então levantei a cabeça e o encarei – Para ser sua sub, eu aceitaria o convite e me mudaria hoje mesmo se quisesse, mas se me quer como namorada, infelizmente a resposta é não. O que vai ser?
— Acho melhor comemorarmos – ele disse sorrindo pervertidamente.
— Comemorar o quê?
— Minha nova submissa.
Sorri e comecei a mexer meu quadril envolta do seu membro que ainda continuava dentro de mim.
— O que o Mestre tem em mente para a nossa comemoração?
— Uma foda alucinante dentro de uma banheira.
O abracei enquanto ele se levantava do divã comigo ainda em seu colo e nos conduzia até o banheiro.
UMA SEMANA DEPOIS
Christian não me ligou no dia seguinte. Mandei um e-mail para ele, mas não me respondeu então ficou claro que ele não queria mais falar comigo. Passei o resto da semana focada em terminar a decoração que já estava na reta final com apenas o jardim para concluir.
Assim que terminasse o serviço poderia me ver livre de Christian, depois que isso acontecesse eu venderia meu apartamento e sairia da cidade. Luke, Andrea e Kate já tinham retornado para Vancouver então o apartamento havia voltado a ser só meu, novamente.
No sábado, acordei bem cedo, tomei um banho, botei uma lingerie azul depois vesti uma blusa cinza, um shortinho jeans meio surrado e calcei um par de sapatilhas na cor lilás. Após o café da manhã, peguei o celular, óculos escuros, as chaves do meu carro e saí rumo à mansão Grey.
Fiquei o dia todo mexendo no jardim e estava terminando de colocar os últimos vasos de flores quando escutei ao longe o som de um carro parando, em seguida Christian passou pela porta dos fundos e se aproximou de mim.
Permaneci parada olhando-o, melhor dizendo, o admirando, pois o mesmo estava de tênis, calça jeans escura e camisa cinza. Nem parecia ser o Christian que sempre andava com ternos caríssimos.
— Oi, Anastasia.
Não respondi e virei voltando ao meu trabalho. Iria ignorá-lo do mesmo jeito que ele havia feito comigo esta semana.
“Olho por olho, dente por dente. Este seria o jogo a partir de agora”
— Não vai falar comigo?
Novamente fiquei calada enquanto tirava as luvas de borracha, então me virei, o encarando por alguns segundos, depois passei por ele para poder entrar na mansão, mas Christian agarrou-me o braço e me puxou fazendo com que meu corpo se chocasse contra o dele.
Rapidamente, Christian me ergueu do chão, colocando-me por sobre o seu ombro.
— Me coloca no chão! – gritei, batendo em sua costa enquanto ele entrava na mansão.
— Nós vamos conversar, você querendo ou não – ele disse à medida que subia as escadas.
— Eu não tenho nada para conversar com você! Me coloca no chão, Christian!
Logo adentramos um dos quartos, então ele me jogou na cama e eu o fuzilei com o olhar. Christian trancou a porta e me mostrou a chave.
— Se quiser isto aqui para sair terá que merecê-la primeiro – dizendo isso, colocou a chave no bolso de sua calça.
Ele foi em direção do banheiro e assim que entrou aproveitei para correr até a porta. Tinha que ter algum jeito de abri-la, mas para o meu desânimo não havia outro jeito a não ser com a própria chave.
“Maldição” esbravejei, mentalmente.
A passos lentos me dirigi até o divã existente na suíte e me sentei esperando Christian voltar do banheiro. Minutos depois, ele adentrou o quarto então bati a mão do meu lado convidando-o para se sentar.
— Decidiu conversar civilizadamente? – Christian indagou sentando-se no divã e eu assenti – Posso saber por que está me ignorando?
— Eu? Te ignorando? – exclamei incrédula – Você é que está me ignorando a semana toda.
— Problemas na empresa – ele disse meio evasivo então levantei e comecei a andar de um lado para o outro até que, de repente, parei na frente dele com as mãos na cintura.
— Olha aqui, Christian. Eu coloquei as nossas famílias em risco quando te contei sobre os Dixon então não me venha com esse papo de “problemas na empresa”, porque eu não caio nessa, ouviu bem?
— Eu sei – ele falou estendendo sua mão e me puxando para o seu colo, onde me aninhou em seus braços – Fico muito feliz que tenha me contado, mas essa semana tive que ir às pressas para Portugal, pois houve um acidente em um dos meus hotéis.
O olhei desconfiada.
— Por que não respondeu o meu e-mail?
— Não estava tendo tempo nem para comer, imagina olhar e-mail.
— E de noite? – indaguei não acreditando em nenhuma palavra dele.
— Chegava cansado e preferia ir para a cama do que mexer no celular. Só fui ver seu e-mail hoje pela manhã.
— E como soube que eu estava aqui?
— Isto é uma conversa ou é um interrogatório? Está bem, não precisa me fuzilar com esse olhar. Sei de cada passo que você dá.
— Como? – perguntei atônita e ele sorriu.
— Seu celular tem GPS. Pensei que soubesse disso.
— Eu vi o ícone dele na tela, mas não pensei que você fosse tão controlador ao ponto de invadir minha privacidade, me perseguindo através da tecnologia. Não sei como sua esposa te aguentava.
— Leila era bem recompensada quando estávamos na cama – disse colocando sua mão no meu joelho.
Ao sentir o toque, meu corpo se contraiu por dentro em plena luxúria.
— E você, Anastasia? Se acostumaria a essa vida também? – Christian sussurrou no meu ouvido enquanto o sentia subir sua mão vagarosamente pela parte interna da minha coxa.
Arfei quando ele me tocou por cima do short então enterrei as mãos em seu cabelo capturando-lhe os lábios. Me ajeitei melhor colocando minhas pernas, uma em cada lado do seu corpo.
Christian pegou meu rosto entre suas mãos e me afastou para podermos respirar um pouco. Seus olhos eram puro desejo e luxúria.
Puxei a camisa dele por cima da cabeça e ele fez o mesmo com a minha blusa, em seguida foi a vez do sutiã e o resto das roupas, segundos depois ambos estávamos nus.
Me ergui um pouco e o guiei colocando bem na minha entrada que latejava de vontade de tê-lo ali dentro e comecei a rebolar bem devagar sobre a cabeça do seu pau.
— Por acaso está me provocando? – Christian indagou com sua voz carregada de desejo.
— Sim. Por você ter me ignorado esta semana.
— Então isso aqui é para você aprender a nunca mais me provocar – ele disse agarrando meu quadril, descendo-o ferozmente sobre seu pau.
— Oh... Está... tão fundo... – ofeguei e mordi o lábio sorrindo.
Christian apertou forte minhas nádegas, me fazendo começar um sobe e desce alucinante, logo meu orgasmo veio sendo seguido pelo dele, que mordeu um dos meus mamilos no exato momento em que se liberava me preenchendo com seu sêmen.
— Você não me respondeu – Christian declarou à medida que eu o abraçava e encostava minha cabeça na curva do seu pescoço, inalando o nosso cheiro pós coito.
— Respondeu o quê?
— Se acostumaria com meu jeito controlador?
— Se a recompensa for uma foda maravilhosa como essa, com certeza eu me acostumaria sim.
— Então aceitaria o meu convite de ir morar comigo no meu apartamento?
— Como submissa ou como namorada? – perguntei e Christian ficou calado por alguns segundos, então levantei a cabeça e o encarei – Para ser sua sub, eu aceitaria o convite e me mudaria hoje mesmo se quisesse, mas se me quer como namorada, infelizmente a resposta é não. O que vai ser?
— Acho melhor comemorarmos – ele disse sorrindo pervertidamente.
— Comemorar o quê?
— Minha nova submissa.
Sorri e comecei a mexer meu quadril envolta do seu membro que ainda continuava dentro de mim.
— O que o Mestre tem em mente para a nossa comemoração?
— Uma foda alucinante dentro de uma banheira.
O abracei enquanto ele se levantava do divã comigo ainda em seu colo e nos conduzia até o banheiro.

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