ANASTASIA
Eu não poderia me esconder dele por muito tempo. Respirei fundo enquanto pensava numa desculpa muito mais convincente do que estar doente.
Christian se sentou e chamou o garçom que anotou o seu pedido e saiu. Ele ficou me encarando sério por um bom tempo e eu comecei a ficar incomodada com isso.
— Oi – ousei falar.
— Oi – seu tom de voz foi ríspido.
— Como foi a reunião com Luke?
— Se está tão interessada na reunião deveria ter ido.
— Ok, eu merecia essa.
Estava tão nervosa com a presença dele e com a nossa inevitável conversa que acabei deixando um pouco de refrigerante cair sobre minha mão.
Tive que limpar com o guardanapo o que fez a base sair revelando assim o hematoma do meu pulso esquerdo. Christian segurou meu braço e o puxou para si.
— Quem fez isso com você? – ele indagou me olhando preocupado.
— Ninguém.
Tentei puxar meu braço de volta, mas ele era mais forte. Christian só me soltou quando o garçom se aproximou para entregar o suco que ele tinha pedido e logo partiu nos deixando a sós novamente.
— Tem a ver com Lakewood? O que você foi fazer lá?
— Por favor, não faça perguntas que eu não posso responder – pedi empurrando meu prato para o lado, pois minha fome havia desaparecido completamente – Precisamos conversar, mas não aqui. Vamos dar uma volta no parque?
Ele me encarou por um momento depois assentiu então tirou algumas notas da carteira e deixou em cima da mesa. Peguei as sacolas de compras que não eram muitas, apenas quatro e saímos da lanchonete. Taylor estava encostado no Tesla e se endireitou quando nos aproximamos.
— Srta. Steele – ele me cumprimentou com um sorriso enquanto abria a porta.
— Oi, Taylor. Como você está?
— Bem e a senhorita?
— Bem... na medida do possível – respondi entrando no carro.
Ele fechou a porta, colocou as sacolas no porta-malas e deu a volta.
— Para onde, senhor? – Taylor perguntou assim que entrou.
— Green Lake Park – informou Christian friamente.
Fiquei olhando para a janela enquanto seguimos para o parque. De repente meu celular começou a vibrar dentro da bolsa então o atendi.
— Alô.
— Oi, gostosa.
Fechei os olhos e respirei fundo antes de responder.
— O que foi?
— Estou chegando a Seattle e preciso te ver. É sobre o plano.
— Vou te passar o endereço do lugar para a gente se encontrar. Tchau.
— Ah só isso gatinha, quero um adeus mais caloroso ou conto para o meu primo que você não está sendo boa comigo.
Suspirei profundamente e tentei transmitir na minha voz algum tipo de desejo quando voltei a respondê-lo.
— Tchau, querido. Não vejo a hora de nos encontrarmos de novo. Beijo naquele lugar.
— Assim está melhor. Tchau, gatinha.
Quando Dylan desligou tratei logo de passar uma mensagem de texto informando-o para que ele me encontrasse na entrada do Green Lake Park em meia hora.
Depois guardei o celular na bolsa e notei que Christian me olhava, mas não consegui distinguir o que ele estava sentindo, pois sua expressão era imparcial.
— Chegamos, senhor.
Taylor saiu do carro e veio abrir a porta para mim.
— Poderia pegar minhas sacolas, por favor?
— Claro, senhorita.
Assim que entramos no parque e seguimos por uma trilha que dava acesso ao lago. Havia várias pessoas aproveitando o final de tarde, algumas passavam por nós fazendo caminhada, já outras andavam com seus animais de estimação e crianças brincavam na grama ou andavam de patins.
Seguimos até quando encontramos um banco vazio e nos sentamos. Ficamos observando em silêncio o lago por alguns minutos. Não sabia por onde começar aquela conversa, mas eu teria que começá-la de algum jeito.
— Christian... Eu cometi um erro quando me entreguei novamente a você como sua submissa – falei ainda encarando o lago à nossa frente.
— Encontrou alguém, não foi? – ele inquiriu.
— Sim – assenti, mentindo.
— Foi ele quem te ligou àquela hora?
— Foi.
— Você o ama?
“Por que Christian queria saber se eu estava apaixonada por alguém? Ele não era assim. Será que Christian havia se tornado sentimental devido o casamento e o luto? Acho que não” pensei enquanto encarava minhas mãos extremamente incomodada com a pergunta dele.
— Você o ama, Anastasia? – ele indagou novamente.
Ergui o olhar e virei o rosto para ele. Christian me observava com aqueles olhos azuis acinzentados que me faziam sentir seduzida por ele então desviei o olhar antes de responder.
— Sim – menti novamente sentindo todo o peso da mentira sobre meus ombros.
— Espero que seja feliz, assim como eu fui com a Leila – ele desejou-me.
O olhei de relance e sua expressão estava neutra como sempre. De repente, meu celular vibrou. Era uma mensagem de Dylan dizendo que já estava no Green Lake Park.
— Obrigada por compreender meu lado, Christian – me levantei e peguei as sacolas colocando todas só num braço – Espero que você encontre outra garota para ser sua sub.
— Com certeza, encontrarei – ele disse sério enquanto se levantava do banco.
Voltamos em silêncio até a entrada do parque. Dylan estava ao telefone, mas quando nos viu encerrou a ligação e se aproximou de mim.
— Fazendo compras, gatinha?
— Sim.
Dylan fez sinal para seu motorista que veio pegar minhas sacolas e em seguida saiu.
— Não vai me apresentar seu amigo? – Dylan indagou me encarando desconfiado.
— Sou Christian Grey.
Ele estendeu a mão que o outro apertou firmemente.
— Prazer. Sou Dylan Sawyer.
— É parente de Luke Sawyer? – Christian perguntou me olhando por um instante, então tratei logo de desviar o olhar para o chão e comecei a torcer nervosa minhas mãos.
— Então o senhor conhece meu honesto irmãozinho? – de repente o telefone de Dylan tocou e ele se afastou para atender – Vamos logo, Anastasia! – ele exclamou com raiva depois voltou a brigar ao celular.
— Adeus, Christian.
Ele não respondeu apenas deu meia volta e foi para onde o Tesla estava estacionado e entrou. Acenei para Taylor que acenou de volta, então respirei fundo, andei a passos lentos até o Volvo XC90 Preto e me sentei ao lado de Dylan que ainda falava ao celular.
Suspirei triste olhando a paisagem enquanto íamos para algum lugar, com certeza seria um daqueles motéis de luxo.
Quando o carro parou, notei que havia me enganado quando pensei que Dylan iria levar-me para algum motel, em vez disso estávamos em um dos bairros mais afastados de Seattle, parados em frente a uma mansão bem vigiada por diversos seguranças.
Entramos na residência e Dylan me conduziu por um corredor até uma enorme sala que parecia uma espécie de biblioteca. Cinco pessoas estavam presente naquele lugar.
— Carne nova, Dylan? – exclamou uma garota de cabelo meio encaracolado me olhando de cima a baixo.
— Pessoal, esta é Anastasia – ele apresentou – Anastasia, esta é a sua equipe.
— Minha equipe? – o olhei incrédula.
— Sim. Eles vão te dar cobertura enquanto realiza sua tarefa. Logan, Alison, Brady, Karin e Hayley – disse Dylan enquanto apontava para cada um deles então cumprimentei os cinco e eles acenaram de volta.
— Por que exatamente estamos aqui? – perguntou Logan.
— E onde está o Paul? – Hayley indagou.
— Ele não pode pisar em Seattle até que tenha assumido o posto do tio Mikael – Dylan informou e Hayley fez uma cara de poucos amigos – E foi eu que convoquei vocês aqui, porque o plano sofreu uma alteração.
— Que tipo de alteração? – perguntei o olhando de lado.
— O plano era para acontecer daqui a quatro semanas durante a virada de ano em Paris, mas surgiu uma oportunidade antes do previsto então a agarramos. No dia quinze deste mês meu avô e meu tio estarão aqui em Seattle...
— O que eles vão fazer aqui? – ouvi Karin, a garota de cabelo meio encaracolado, perguntar.
— Negociação com um traficante local. Também estarei na reunião. Depois haverá uma pequena festa e é aí que você entra, minha querida – ele disse apontando para mim.
— Que explicação irei dar para aparecer depois de seis anos e convidar os dois para uma festinha particular?
— Não se faça de burra – exclamou Dylan – Sei que meu avô te adora e meu tio quase se casou com você naquela época.
— Isso foi naquela época, Dylan. Seis anos se passaram.
— Use seu charme de prostituta.
— Não sou mais uma prostituta.
— Pensa em algo. Se vira, garota!
Permanecemos mais algumas horas conversando sobre como íamos executar o plano até que Dylan deu por encerrada a reunião. Fiquei com muito medo dele tentar algo, mas para o meu alívio sua atenção foi para Karin e os dois saíram abraçados.
Brady, que havia ficado quieto durante toda a reunião, me ofereceu uma carona e eu aceitei. Ele era um cara bem enigmático, o que me fazia lembrar de Christian. Voltei à realidade quando senti meu celular vibrar.
— Alô.
— Vai demorar muito para chegar em casa? – indagou Kate.
— Não. Daqui uns quinze minutos estou chegando aí. Vai sair?
— Vou levar o casalzinho meloso para uma balada. Sem hora para voltarmos. Hoje o apartamento é todo seu, irmãzinha. Aproveita a vontade viu. Tchau – Kate disse sorrindo e desligou.
“Minha irmã estava aprontando alguma coisa, mas o que seria?” pensei enquanto Brady parava em um sinal vermelho.
Eu não poderia me esconder dele por muito tempo. Respirei fundo enquanto pensava numa desculpa muito mais convincente do que estar doente.
Christian se sentou e chamou o garçom que anotou o seu pedido e saiu. Ele ficou me encarando sério por um bom tempo e eu comecei a ficar incomodada com isso.
— Oi – ousei falar.
— Oi – seu tom de voz foi ríspido.
— Como foi a reunião com Luke?
— Se está tão interessada na reunião deveria ter ido.
— Ok, eu merecia essa.
Estava tão nervosa com a presença dele e com a nossa inevitável conversa que acabei deixando um pouco de refrigerante cair sobre minha mão.
Tive que limpar com o guardanapo o que fez a base sair revelando assim o hematoma do meu pulso esquerdo. Christian segurou meu braço e o puxou para si.
— Quem fez isso com você? – ele indagou me olhando preocupado.
— Ninguém.
Tentei puxar meu braço de volta, mas ele era mais forte. Christian só me soltou quando o garçom se aproximou para entregar o suco que ele tinha pedido e logo partiu nos deixando a sós novamente.
— Tem a ver com Lakewood? O que você foi fazer lá?
— Por favor, não faça perguntas que eu não posso responder – pedi empurrando meu prato para o lado, pois minha fome havia desaparecido completamente – Precisamos conversar, mas não aqui. Vamos dar uma volta no parque?
Ele me encarou por um momento depois assentiu então tirou algumas notas da carteira e deixou em cima da mesa. Peguei as sacolas de compras que não eram muitas, apenas quatro e saímos da lanchonete. Taylor estava encostado no Tesla e se endireitou quando nos aproximamos.
— Srta. Steele – ele me cumprimentou com um sorriso enquanto abria a porta.
— Oi, Taylor. Como você está?
— Bem e a senhorita?
— Bem... na medida do possível – respondi entrando no carro.
Ele fechou a porta, colocou as sacolas no porta-malas e deu a volta.
— Para onde, senhor? – Taylor perguntou assim que entrou.
— Green Lake Park – informou Christian friamente.
Fiquei olhando para a janela enquanto seguimos para o parque. De repente meu celular começou a vibrar dentro da bolsa então o atendi.
— Alô.
— Oi, gostosa.
Fechei os olhos e respirei fundo antes de responder.
— O que foi?
— Estou chegando a Seattle e preciso te ver. É sobre o plano.
— Vou te passar o endereço do lugar para a gente se encontrar. Tchau.
— Ah só isso gatinha, quero um adeus mais caloroso ou conto para o meu primo que você não está sendo boa comigo.
Suspirei profundamente e tentei transmitir na minha voz algum tipo de desejo quando voltei a respondê-lo.
— Tchau, querido. Não vejo a hora de nos encontrarmos de novo. Beijo naquele lugar.
— Assim está melhor. Tchau, gatinha.
Quando Dylan desligou tratei logo de passar uma mensagem de texto informando-o para que ele me encontrasse na entrada do Green Lake Park em meia hora.
Depois guardei o celular na bolsa e notei que Christian me olhava, mas não consegui distinguir o que ele estava sentindo, pois sua expressão era imparcial.
— Chegamos, senhor.
Taylor saiu do carro e veio abrir a porta para mim.
— Poderia pegar minhas sacolas, por favor?
— Claro, senhorita.
Assim que entramos no parque e seguimos por uma trilha que dava acesso ao lago. Havia várias pessoas aproveitando o final de tarde, algumas passavam por nós fazendo caminhada, já outras andavam com seus animais de estimação e crianças brincavam na grama ou andavam de patins.
Seguimos até quando encontramos um banco vazio e nos sentamos. Ficamos observando em silêncio o lago por alguns minutos. Não sabia por onde começar aquela conversa, mas eu teria que começá-la de algum jeito.
— Christian... Eu cometi um erro quando me entreguei novamente a você como sua submissa – falei ainda encarando o lago à nossa frente.
— Encontrou alguém, não foi? – ele inquiriu.
— Sim – assenti, mentindo.
— Foi ele quem te ligou àquela hora?
— Foi.
— Você o ama?
“Por que Christian queria saber se eu estava apaixonada por alguém? Ele não era assim. Será que Christian havia se tornado sentimental devido o casamento e o luto? Acho que não” pensei enquanto encarava minhas mãos extremamente incomodada com a pergunta dele.
— Você o ama, Anastasia? – ele indagou novamente.
Ergui o olhar e virei o rosto para ele. Christian me observava com aqueles olhos azuis acinzentados que me faziam sentir seduzida por ele então desviei o olhar antes de responder.
— Sim – menti novamente sentindo todo o peso da mentira sobre meus ombros.
— Espero que seja feliz, assim como eu fui com a Leila – ele desejou-me.
O olhei de relance e sua expressão estava neutra como sempre. De repente, meu celular vibrou. Era uma mensagem de Dylan dizendo que já estava no Green Lake Park.
— Obrigada por compreender meu lado, Christian – me levantei e peguei as sacolas colocando todas só num braço – Espero que você encontre outra garota para ser sua sub.
— Com certeza, encontrarei – ele disse sério enquanto se levantava do banco.
Voltamos em silêncio até a entrada do parque. Dylan estava ao telefone, mas quando nos viu encerrou a ligação e se aproximou de mim.
— Fazendo compras, gatinha?
— Sim.
Dylan fez sinal para seu motorista que veio pegar minhas sacolas e em seguida saiu.
— Não vai me apresentar seu amigo? – Dylan indagou me encarando desconfiado.
— Sou Christian Grey.
Ele estendeu a mão que o outro apertou firmemente.
— Prazer. Sou Dylan Sawyer.
— É parente de Luke Sawyer? – Christian perguntou me olhando por um instante, então tratei logo de desviar o olhar para o chão e comecei a torcer nervosa minhas mãos.
— Então o senhor conhece meu honesto irmãozinho? – de repente o telefone de Dylan tocou e ele se afastou para atender – Vamos logo, Anastasia! – ele exclamou com raiva depois voltou a brigar ao celular.
— Adeus, Christian.
Ele não respondeu apenas deu meia volta e foi para onde o Tesla estava estacionado e entrou. Acenei para Taylor que acenou de volta, então respirei fundo, andei a passos lentos até o Volvo XC90 Preto e me sentei ao lado de Dylan que ainda falava ao celular.
Suspirei triste olhando a paisagem enquanto íamos para algum lugar, com certeza seria um daqueles motéis de luxo.
★ ★ ★ ★ ★
Quando o carro parou, notei que havia me enganado quando pensei que Dylan iria levar-me para algum motel, em vez disso estávamos em um dos bairros mais afastados de Seattle, parados em frente a uma mansão bem vigiada por diversos seguranças.
Entramos na residência e Dylan me conduziu por um corredor até uma enorme sala que parecia uma espécie de biblioteca. Cinco pessoas estavam presente naquele lugar.
— Carne nova, Dylan? – exclamou uma garota de cabelo meio encaracolado me olhando de cima a baixo.
— Pessoal, esta é Anastasia – ele apresentou – Anastasia, esta é a sua equipe.
— Minha equipe? – o olhei incrédula.
— Sim. Eles vão te dar cobertura enquanto realiza sua tarefa. Logan, Alison, Brady, Karin e Hayley – disse Dylan enquanto apontava para cada um deles então cumprimentei os cinco e eles acenaram de volta.
— Por que exatamente estamos aqui? – perguntou Logan.
— E onde está o Paul? – Hayley indagou.
— Ele não pode pisar em Seattle até que tenha assumido o posto do tio Mikael – Dylan informou e Hayley fez uma cara de poucos amigos – E foi eu que convoquei vocês aqui, porque o plano sofreu uma alteração.
— Que tipo de alteração? – perguntei o olhando de lado.
— O plano era para acontecer daqui a quatro semanas durante a virada de ano em Paris, mas surgiu uma oportunidade antes do previsto então a agarramos. No dia quinze deste mês meu avô e meu tio estarão aqui em Seattle...
— O que eles vão fazer aqui? – ouvi Karin, a garota de cabelo meio encaracolado, perguntar.
— Negociação com um traficante local. Também estarei na reunião. Depois haverá uma pequena festa e é aí que você entra, minha querida – ele disse apontando para mim.
— Que explicação irei dar para aparecer depois de seis anos e convidar os dois para uma festinha particular?
— Não se faça de burra – exclamou Dylan – Sei que meu avô te adora e meu tio quase se casou com você naquela época.
— Isso foi naquela época, Dylan. Seis anos se passaram.
— Use seu charme de prostituta.
— Não sou mais uma prostituta.
— Pensa em algo. Se vira, garota!
Permanecemos mais algumas horas conversando sobre como íamos executar o plano até que Dylan deu por encerrada a reunião. Fiquei com muito medo dele tentar algo, mas para o meu alívio sua atenção foi para Karin e os dois saíram abraçados.
Brady, que havia ficado quieto durante toda a reunião, me ofereceu uma carona e eu aceitei. Ele era um cara bem enigmático, o que me fazia lembrar de Christian. Voltei à realidade quando senti meu celular vibrar.
— Alô.
— Vai demorar muito para chegar em casa? – indagou Kate.
— Não. Daqui uns quinze minutos estou chegando aí. Vai sair?
— Vou levar o casalzinho meloso para uma balada. Sem hora para voltarmos. Hoje o apartamento é todo seu, irmãzinha. Aproveita a vontade viu. Tchau – Kate disse sorrindo e desligou.
“Minha irmã estava aprontando alguma coisa, mas o que seria?” pensei enquanto Brady parava em um sinal vermelho.

Nenhum comentário:
Postar um comentário