ANASTASIA
O observei se levantar empunhando a caixa sob um dos braços então ele estendeu a outra mão para mim.
— Venha comigo.
Rapidamente repousei minha mão sobre a dele e fui conduzida por um corredor até pararmos em frente a uma porta e entrarmos em um belíssimo quarto, o mesmo era em tons de marrom, branco e dourado.
A cama era adornada por lençóis brancos com desenhos dourados já a janela tomava conta de toda a parede detrás de duas poltronas marrons e de uma mesinha.
— Fique de joelhos aqui – ele ordenou.
Me abaixei ao lado da porta ao qual o Mestre havia trancado e tirado a chave. Ele andou até a janela fechou as cortinas douradas e se sentou na poltrona que estava do outro lado do quarto de frente para mim. Depositou a caixa do kit na mesinha entre as duas poltronas e me olhou novamente.
— Venha até mim. Não. Não. De quatro. Engatinhando igual a uma cachorrinha. Isso mesmo.
Fiz todo o percurso sem desviar meu olhar do dele. Parei e fiquei sentada sobre minhas pernas, de frente ao Mestre esperando por mais ordens suas.
— Dispa-se e mostre-me o que sabe – ele ordenou olhando para mim depois para a sua calça.
Tirei a lingerie com movimentos lentos e provocativos depois engatinhei até ele ficando entre suas pernas e assim que toquei no fecho do cinto senti seu membro duro sob a calça jeans. Acabei me atrapalhando com a pressa de abrir o cinto e o Mestre pegou minhas mãos travando-as no lugar.
— Devagar, minha pequena. Temos a noite toda.
Recomecei o processo quando ele retirou suas mãos e logo consegui abrir o cinto que parecia ser de um couro legítimo. Ele ergueu o quadril para me ajudar quando puxei a calça juntamente com a cueca boxer. Arfei ao ver a extensão de seu membro e comecei a me sentir molhada.
— Gosta do que vê?
Em resposta, o segurei. Gemidos cálidos e sutis saíam da boca do meu Mestre enquanto o massageava com minhas mãos então para agradá-lo ainda mais me inclinei e tomei-o em minha boca.
— Assim... Oh... Perfeito... Continue... Isso... – ele gemia ofegante.
Eu queria surpreender o Mestre então me ajeitei melhor entre suas pernas e engoli de uma só vez todo o membro dele sentindo-o tocar no fundo da garganta.
— Oh, Anastasia!
Ao ouvi-lo pronunciar meu nome fiquei ainda mais excitada. Mentalmente sorri de excitação e continuei explorando cada centímetro daquele pedaço de carne viril e pulsante.
Quando me agarrou os cabelos com força, percebi que ele estava próximo do seu orgasmo então intensifiquei o movimento estimulando-o cada vez mais. Segundos depois, o Mestre se liberou dentro da minha boca e eu engoli todo o líquido por ele oferecido.
Sentei sobre minhas pernas e ele ficou me observando por um tempo. Inicialmente atônito depois um sorriso de contentamento se fez presente em seus lábios. Ele estendeu a mão e me puxou para o seu colo começando a beijar-me o pescoço enquanto que suas mãos acariciavam minha cintura.
— Foi uma boa garota, por isso irei recompensá-la agora – ele sussurrou-me ao pé do ouvido.
Senti sua respiração abrasadora milésimos de segundos antes de seus dentes cravarem gentilmente no lóbulo da minha orelha, puxando-o de um jeito provocativo fazendo com que todos os pelos do meu corpo se arrepiassem.
Movendo seus dedos para dentro de mim, o Mestre começou a fazer círculos alucinantes em sincronia com sua língua que estava sobre um dos meus seios, me deixando em um estado de êxtase total.
Fechei os olhos e mordi o lábio para não gemer quando involuntariamente gozei, mas foi em vão, pois do fundo do meu peito emergiu um som então olhei assustada para o Mestre.
Ele me encarava com seus olhos azuis que agora se encontravam bem escuros e neles eu podia ver uma mistura de desejo e raiva. Esperei pelo meu castigo, mas este não ocorreu ao invés disso o Mestre circulou mais uma vez seus dedos dentro de mim e os tirou.
— Quer mais? – ele perguntou.
— Sim.
— Sim, o quê?
“Oh meu Deus, esqueci de falar a palavra Mestre”
— Sim, Mestre.
— Boa menina.
Arfei quando ele retornou seus dedos para o mesmo lugar de antes me proporcionando outro orgasmo incrível. O Mestre tirou novamente os dedos e ao invés de colocá-los em minha boca ele começou a chupá-los.
— Você é doce. Prove.
Senti o meu próprio gosto misturado com o gosto da boca do meu Mestre.
— Agora quero você de joelhos ali em cima. De frente para mim.
Me levantei de seu colo, andei até a cama e fiquei na posição em que ele havia mandado. O Mestre ficou me observando por alguns segundos em seguida pegou de dentro da caixa a algema para as mãos e uma das máscaras e levantou encaminhando-se até onde eu me encontrava.
Ele se posicionou atrás de mim e vendou-me, depois algemou minhas mãos para trás. O senti se mover pela cama depois tudo ficou quieto. Ouvi a porta ser aberta e em seguida ser fechada.
“Será que o Mestre vai me deixar aqui desse jeito pelo resto da noite?” pensei apreensiva.
Minha ansiedade era como ácido que corroía-me a cada segundo que se passava. Minutos depois a porta do quarto foi novamente aberta depois fechada e logo o colchão se afundou indicando que ele estava ao meu lado.
— Ficou quietinha? Que boa menina! Merece mais uma recompensa por ser tão obediente – o Mestre sussurrou no meu ouvido e desceu beijando a linha do meu queixo até chegar à minha boca onde ele mordeu de leve meu lábio inferior – Irei te soltar. Quero que se apoie. Depois vou foder você e só é para gozar quando eu mandar. Entendeu?
— Sim, Mestre.
“Como ia conseguir fazer aquilo? Eu não sabia, mas daria um jeito. Não podia decepcionar o meu Mestre”
Cada movimento dele era extremamente vagaroso, o que só aumentava ainda mais a minha ansiedade. Quando o Mestre finalmente tirou a algema, me inclinei ficando de quatro em cima da cama. Inesperadamente senti um tapa forte sobre uma das minhas nádegas e gritei assustada.
— Sua bunda é tão linda e branquinha que não consegui resistir.
— Bata-me de novo, Mestre – pedi.
— Gostou de apanhar?
— O Mestre gostou de me bater e estou aqui para satisfazê-lo.
— Não foi isso que perguntei – notei que sua voz soou séria e ligeiramente aborrecida – Você gostou da sensação que a dor do tapa lhe proporcionou?
Hesitei por um instante avaliando a pergunta do Mestre. O local estava dolorido, mas não sei por que, o meu cérebro estava me dizendo que aquela sensação era boa.
— Gostei, Mestre – murmurei em um tom baixo, quase um sussurro.
— Ótimo, mas não irei te bater hoje. Deixaremos para outra ocasião. Morda isso – ele exclamou segundos antes de eu sentir uma espécie de pacote sobre os lábios.
“Camisinha? Não precisávamos usar aquilo, pois minha ex-mentora me fazia tomar pílula”
— Morda! – o Mestre exclamou já meio irritado.
Travei os dentes no pacote e puxei, abrindo-o. Meu corpo se projetou para frente quando fui penetrada de uma só vez e não consegui conter os gemidos à medida que o Mestre se movimentava dentro de mim.
Quando senti meu corpo dá sinal de que estava chegando ao seu limite, tentei pensar em outra coisa, pois se gozasse sem sua permissão, o Mestre me castigaria.
— Mestre, por favor! – supliquei minutos depois não conseguindo mais me segurar.
Enlaçando-me os cabelos, ele me puxou para trás fazendo-me chocar-se contra seu peito.
— Tem minha permissão. Goze... – ele sussurrou no meu ouvido, meio ofegante, mas autoritário enquanto aumentava suas estocadas então deixei que viesse.
Arqueei meu corpo para trás apoiando a cabeça no ombro dele enquanto que meu corpo explodia como se fossem os fogos de artifícios de 04 de Julho. O Mestre deu sua última estocada forte e se liberou gemendo contra a pele do meu pescoço.
Caímos exaustos sobre a cama então ele tirou a venda dos meus olhos e acariciou-me, passando lentamente as pontas dos dedos em meu rosto tirando as mechas de cabelo de minha testa completamente molhada de suor.
— Obrigado, minha menina. Este foi o melhor presente que eu poderia ganhar hoje.
Aquela havia sido a primeira de muitas fodas e no decorrer dos meses nós evoluímos juntos. A cada dia Christian se tornava um exímio Dominador, bastante exigente e muito rígido em seus castigos enquanto que a mim em pleno meus dezessete anos, já havia virado uma submissa quase nata.
Christian foi meu Mestre durante um ano e sete meses. Tínhamos um contrato e até uma “safeword” (palavra de segurança), que não me ajudou em nada na primeira e última vez que a usei.
— Que foi? – ouvi Christian dizer me trazendo de volta ao presente e percebi que ele sorria – Está gostando do que vê?
“Fala sério” pensei rolando os olhos e virei o rosto para a janela, mas de repente ele freou o carro bruscamente no meio da pista e só não passei pelo para-brisa do Tesla por que estava usando o cinto de segurança.
— Mas que droga, Christian! – ralhei com raiva e ele logo agarrou meu queixo, fazendo-me encará-lo nos olhos.
— Se fizer isso de novo, eu juro que te bato – ameaçou-me então bati no pulso dele me libertando.
— Trisque mais uma vez o dedo em mim e eu juro que nem o melhor advogado do mundo te tira da cadeia.
Fuzilamos um ao outro com olhares de ódio por alguns instantes até que nos assustamos com outro carro que buzinou quando passou do nosso lado. Christian se endireitou na cadeira dele e eu fiz o mesmo.
O observei se levantar empunhando a caixa sob um dos braços então ele estendeu a outra mão para mim.
— Venha comigo.
Rapidamente repousei minha mão sobre a dele e fui conduzida por um corredor até pararmos em frente a uma porta e entrarmos em um belíssimo quarto, o mesmo era em tons de marrom, branco e dourado.
A cama era adornada por lençóis brancos com desenhos dourados já a janela tomava conta de toda a parede detrás de duas poltronas marrons e de uma mesinha.
— Fique de joelhos aqui – ele ordenou.
Me abaixei ao lado da porta ao qual o Mestre havia trancado e tirado a chave. Ele andou até a janela fechou as cortinas douradas e se sentou na poltrona que estava do outro lado do quarto de frente para mim. Depositou a caixa do kit na mesinha entre as duas poltronas e me olhou novamente.
— Venha até mim. Não. Não. De quatro. Engatinhando igual a uma cachorrinha. Isso mesmo.
Fiz todo o percurso sem desviar meu olhar do dele. Parei e fiquei sentada sobre minhas pernas, de frente ao Mestre esperando por mais ordens suas.
— Dispa-se e mostre-me o que sabe – ele ordenou olhando para mim depois para a sua calça.
Tirei a lingerie com movimentos lentos e provocativos depois engatinhei até ele ficando entre suas pernas e assim que toquei no fecho do cinto senti seu membro duro sob a calça jeans. Acabei me atrapalhando com a pressa de abrir o cinto e o Mestre pegou minhas mãos travando-as no lugar.
— Devagar, minha pequena. Temos a noite toda.
Recomecei o processo quando ele retirou suas mãos e logo consegui abrir o cinto que parecia ser de um couro legítimo. Ele ergueu o quadril para me ajudar quando puxei a calça juntamente com a cueca boxer. Arfei ao ver a extensão de seu membro e comecei a me sentir molhada.
— Gosta do que vê?
Em resposta, o segurei. Gemidos cálidos e sutis saíam da boca do meu Mestre enquanto o massageava com minhas mãos então para agradá-lo ainda mais me inclinei e tomei-o em minha boca.
— Assim... Oh... Perfeito... Continue... Isso... – ele gemia ofegante.
Eu queria surpreender o Mestre então me ajeitei melhor entre suas pernas e engoli de uma só vez todo o membro dele sentindo-o tocar no fundo da garganta.
— Oh, Anastasia!
Ao ouvi-lo pronunciar meu nome fiquei ainda mais excitada. Mentalmente sorri de excitação e continuei explorando cada centímetro daquele pedaço de carne viril e pulsante.
Quando me agarrou os cabelos com força, percebi que ele estava próximo do seu orgasmo então intensifiquei o movimento estimulando-o cada vez mais. Segundos depois, o Mestre se liberou dentro da minha boca e eu engoli todo o líquido por ele oferecido.
Sentei sobre minhas pernas e ele ficou me observando por um tempo. Inicialmente atônito depois um sorriso de contentamento se fez presente em seus lábios. Ele estendeu a mão e me puxou para o seu colo começando a beijar-me o pescoço enquanto que suas mãos acariciavam minha cintura.
— Foi uma boa garota, por isso irei recompensá-la agora – ele sussurrou-me ao pé do ouvido.
Senti sua respiração abrasadora milésimos de segundos antes de seus dentes cravarem gentilmente no lóbulo da minha orelha, puxando-o de um jeito provocativo fazendo com que todos os pelos do meu corpo se arrepiassem.
Movendo seus dedos para dentro de mim, o Mestre começou a fazer círculos alucinantes em sincronia com sua língua que estava sobre um dos meus seios, me deixando em um estado de êxtase total.
Fechei os olhos e mordi o lábio para não gemer quando involuntariamente gozei, mas foi em vão, pois do fundo do meu peito emergiu um som então olhei assustada para o Mestre.
Ele me encarava com seus olhos azuis que agora se encontravam bem escuros e neles eu podia ver uma mistura de desejo e raiva. Esperei pelo meu castigo, mas este não ocorreu ao invés disso o Mestre circulou mais uma vez seus dedos dentro de mim e os tirou.
— Quer mais? – ele perguntou.
— Sim.
— Sim, o quê?
“Oh meu Deus, esqueci de falar a palavra Mestre”
— Sim, Mestre.
— Boa menina.
Arfei quando ele retornou seus dedos para o mesmo lugar de antes me proporcionando outro orgasmo incrível. O Mestre tirou novamente os dedos e ao invés de colocá-los em minha boca ele começou a chupá-los.
— Você é doce. Prove.
Senti o meu próprio gosto misturado com o gosto da boca do meu Mestre.
— Agora quero você de joelhos ali em cima. De frente para mim.
Me levantei de seu colo, andei até a cama e fiquei na posição em que ele havia mandado. O Mestre ficou me observando por alguns segundos em seguida pegou de dentro da caixa a algema para as mãos e uma das máscaras e levantou encaminhando-se até onde eu me encontrava.
Ele se posicionou atrás de mim e vendou-me, depois algemou minhas mãos para trás. O senti se mover pela cama depois tudo ficou quieto. Ouvi a porta ser aberta e em seguida ser fechada.
“Será que o Mestre vai me deixar aqui desse jeito pelo resto da noite?” pensei apreensiva.
Minha ansiedade era como ácido que corroía-me a cada segundo que se passava. Minutos depois a porta do quarto foi novamente aberta depois fechada e logo o colchão se afundou indicando que ele estava ao meu lado.
— Ficou quietinha? Que boa menina! Merece mais uma recompensa por ser tão obediente – o Mestre sussurrou no meu ouvido e desceu beijando a linha do meu queixo até chegar à minha boca onde ele mordeu de leve meu lábio inferior – Irei te soltar. Quero que se apoie. Depois vou foder você e só é para gozar quando eu mandar. Entendeu?
— Sim, Mestre.
“Como ia conseguir fazer aquilo? Eu não sabia, mas daria um jeito. Não podia decepcionar o meu Mestre”
Cada movimento dele era extremamente vagaroso, o que só aumentava ainda mais a minha ansiedade. Quando o Mestre finalmente tirou a algema, me inclinei ficando de quatro em cima da cama. Inesperadamente senti um tapa forte sobre uma das minhas nádegas e gritei assustada.
— Sua bunda é tão linda e branquinha que não consegui resistir.
— Bata-me de novo, Mestre – pedi.
— Gostou de apanhar?
— O Mestre gostou de me bater e estou aqui para satisfazê-lo.
— Não foi isso que perguntei – notei que sua voz soou séria e ligeiramente aborrecida – Você gostou da sensação que a dor do tapa lhe proporcionou?
Hesitei por um instante avaliando a pergunta do Mestre. O local estava dolorido, mas não sei por que, o meu cérebro estava me dizendo que aquela sensação era boa.
— Gostei, Mestre – murmurei em um tom baixo, quase um sussurro.
— Ótimo, mas não irei te bater hoje. Deixaremos para outra ocasião. Morda isso – ele exclamou segundos antes de eu sentir uma espécie de pacote sobre os lábios.
“Camisinha? Não precisávamos usar aquilo, pois minha ex-mentora me fazia tomar pílula”
— Morda! – o Mestre exclamou já meio irritado.
Travei os dentes no pacote e puxei, abrindo-o. Meu corpo se projetou para frente quando fui penetrada de uma só vez e não consegui conter os gemidos à medida que o Mestre se movimentava dentro de mim.
Quando senti meu corpo dá sinal de que estava chegando ao seu limite, tentei pensar em outra coisa, pois se gozasse sem sua permissão, o Mestre me castigaria.
— Mestre, por favor! – supliquei minutos depois não conseguindo mais me segurar.
Enlaçando-me os cabelos, ele me puxou para trás fazendo-me chocar-se contra seu peito.
— Tem minha permissão. Goze... – ele sussurrou no meu ouvido, meio ofegante, mas autoritário enquanto aumentava suas estocadas então deixei que viesse.
Arqueei meu corpo para trás apoiando a cabeça no ombro dele enquanto que meu corpo explodia como se fossem os fogos de artifícios de 04 de Julho. O Mestre deu sua última estocada forte e se liberou gemendo contra a pele do meu pescoço.
Caímos exaustos sobre a cama então ele tirou a venda dos meus olhos e acariciou-me, passando lentamente as pontas dos dedos em meu rosto tirando as mechas de cabelo de minha testa completamente molhada de suor.
— Obrigado, minha menina. Este foi o melhor presente que eu poderia ganhar hoje.
Aquela havia sido a primeira de muitas fodas e no decorrer dos meses nós evoluímos juntos. A cada dia Christian se tornava um exímio Dominador, bastante exigente e muito rígido em seus castigos enquanto que a mim em pleno meus dezessete anos, já havia virado uma submissa quase nata.
Christian foi meu Mestre durante um ano e sete meses. Tínhamos um contrato e até uma “safeword” (palavra de segurança), que não me ajudou em nada na primeira e última vez que a usei.
— Que foi? – ouvi Christian dizer me trazendo de volta ao presente e percebi que ele sorria – Está gostando do que vê?
“Fala sério” pensei rolando os olhos e virei o rosto para a janela, mas de repente ele freou o carro bruscamente no meio da pista e só não passei pelo para-brisa do Tesla por que estava usando o cinto de segurança.
— Mas que droga, Christian! – ralhei com raiva e ele logo agarrou meu queixo, fazendo-me encará-lo nos olhos.
— Se fizer isso de novo, eu juro que te bato – ameaçou-me então bati no pulso dele me libertando.
— Trisque mais uma vez o dedo em mim e eu juro que nem o melhor advogado do mundo te tira da cadeia.
Fuzilamos um ao outro com olhares de ódio por alguns instantes até que nos assustamos com outro carro que buzinou quando passou do nosso lado. Christian se endireitou na cadeira dele e eu fiz o mesmo.

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