ANASTASIA
Meu corpo todo tremia enquanto sentia a mão de Christian descer da minha nuca, passando por um dos meus seios coberto pelo sutiã e indo para minha cintura. Logo minha blusa foi tirada e a boca dele voltou a tomar a minha à medida que o mesmo me fazia deitar sobre o chão felpudo.
Todos os pelos do meu corpo se arrepiaram quando senti a barba de Christian juntamente com seus lábios roçarem em meu pescoço. Ofeguei enquanto minha boceta se contraía em desejo. Ele então tirou o meu sutiã, revelando meus seios levemente intumescidos.
— Lindos – Christian murmurou, sorrindo, já se colocando entre minhas pernas, deitando-se parcialmente sobre mim e segurando meus seios.
Um gemido profundo saiu da minha garganta quando ele passou a língua por sobre meus mamilos que se encontravam durinhos, pincelando-os antes de começar a chupá-los, intercalando entre um e outro.
Christian era gentil e selvagem ao mesmo tempo. Ele beijava meus seios para em seguida suga-los bem forte, então os lambia para num segundo depois mordiscar e raspar sua barba sobre eles, causando pequenos espasmos de prazer. Nunca tinha me sentindo assim antes, com nenhum dos meus antigos peguetes.
Minha primeira vez foi às pressas, dentro de uma baia no estábulo de cavalos na fazenda do meu pai, com um cara que trabalhava ajudando ele. Já minhas outras experiências foram com garotos imaturos e inexperientes da minha idade e que estudavam comigo.
De repente, fui tirada de meus pensamentos quando vi Christian se ajoelhar e abrir minha calça, já tirando a mesma juntamente com a minha calcinha. Fiquei um pouco envergonhada, mas ele logo me elogiou, falando que eu era linda à medida que se levantava.
— Você é virgem? – Christian inquiriu enquanto se despia à minha frente, fazendo-me admirar seu corpo que se revelava a cada peça de roupa tirada.
Ele era muito gostoso, do tipo sarado, meio trincado, que provavelmente era um desses homens viciados em ir à academia.
— Não sou não, mas faz tanto tempo que fiquei com um homem que acho que meu hímen se colou e eu fiquei virgem de novo – falei, fazendo Christian rir.
Me peguei mordendo o canto do lábio quando ele tirou sua cueca e seu pau saltou em riste.
— Talvez esteja um pouco apertado o seu canal, mas virgem não – Christian comentou se abaixando de novo e vindo para cima de mim, distribuindo beijos em meu pescoço – Mas não se preocupe, eu vou bem devagar – sussurrou em meu ouvido com a voz grossa.
— Uhum... – consegui murmurar em meio aquela excitação toda.
Sem parar um novo beijo, ele se ajeitou entre minhas pernas, então instintivamente enfiei meu braço entre a gente e o segurei, gemendo contra os lábios dele à medida que o conduzia para se encaixar em mim.
— Quer ele dentro de você? – Christian indagou, me encarando com o olhar cheio de desejo.
— Quero – respondi, num sussurro, já o sentindo me invadir devagar, fazendo-me arfar.
Ele começou a se movimentar lentamente, saindo quase todo de mim para em seguida voltar de encontro ao meu quadril. Entretanto, depois de alguns minutos, suas investidas passaram a ser mais fortes e intensas o que me fizeram agarrar em seus braços, gemendo mais alto, totalmente entregue ao prazer.
Não pronunciávamos nenhuma palavra sequer, apenas nossos gemidos e o som dos nossos corpos se chocando ecoavam pela tenda. De repente, senti meus pés começarem a adormecer enquanto que algo, que eu não sabia explicar, crescia em meu interior, até que meu corpo passou a tremer de forma involuntária à medida que minha boceta se contraía compulsivamente.
Apenas descobri que a sensação prazerosa que eu tinha acabado de experimentar era um orgasmo, porque Christian anunciou que estava perto de gozar também, já intensificando seus movimentos, me fazendo senti-lo pulsar dentro de mim. Ele rosnou e me beijou, mordendo de leve meu lábio inferior.
Christian então foi parando de se mover, gradativamente, e assim que o mesmo ficou parado sobre mim, o beijei intensamente, nos deixando ainda mais sem fôlego.
— Gozar é muito bom – comentei e ele sorriu.
— Você nunca havia gozado antes, minha linda?
— Não.
— Pois se quiser eu posso te fazer gozar muito – Christian disse em meu ouvido, numa voz rouca, antes de morder o lóbulo da minha orelha, me deixando excitada novamente.
Após eu sussurrar um “Quero” em tom de gemido, Christian foi descendo, beijando todo meu corpo, até se instalar deitado entre minhas pernas com a cabeça a centímetros da minha boceta. Me ergui um pouco, apoiando-me nos antebraços e o vi sorrir para mim antes de me envolver com a boca.
A sensação de sentir a língua dele me explorar em lugares que eu nem sabia que podia me dar prazer, fez com que eu me deitasse novamente e fechasse os olhos. Acabei movendo meu quadril de encontro a boca de Christian, querendo que o mesmo fosse mais fundo em mim.
Todavia, logo ele se afastou e eu gemi frustrada, abrindo os olhos, já o encarando e vendo-o sorrir.
— Se vire e fique de quatro, minha querida – Christian pediu e eu o fiz, me ajeitando na posição, então o mesmo puxou um travesseiro para perto de nós – Agora repousa sua cabeça no travesseiro e deixe seu quadril erguido. Isso mesmo...
Mal Christian terminou de falar e já atacou minha boceta de novo. Acabei por empurrar o travesseiro para longe, pois estava me atrapalhando, e repousei minha cabeça no chão mesmo, empinando mais o meu quadril.
Um novo orgasmo me atingiu de forma violenta, fazendo meu corpo ir para frente, mas Christian não permitiu, segurando firme minhas pernas, ainda me chupando fortemente. Meu prazer foi para um outro nível quando, ainda sentindo os choques elétricos do meu gozo, ele penetrou minha boceta de uma só vez, arrancando-me uma espécie de grito misturado a gemido.
Christian segurou meu quadril e me fodeu naquela posição por alguns minutos, com direito a puxão de cabelo e chupada na orelha e mordidinhas no meu pescoço e ombros, nos proporcionando tempo depois uma nova onda orgástica, e totalmente simultânea.
Cai para frente, extremamente cansada, sentindo apenas o vazio que o pau dele tinha deixado em minha boceta quando saiu da mesma. Escutei Christian falar algo sobre irmos embora, pois já se encontrava um pouco tarde e ele não queria que minha amiga achasse que o mesmo tivesse me raptado.
— Pode me raptar essa noite... Eu deixo... – murmurei de olhos fechados e sentir seus lábios sobre minha orelha, beijando-a, fazendo-me sorrir.
— Muito tentador, minha querida. Mas, já iremos passar o final de semana juntos, lembra?
Me virei e o encarei, sorrindo, enquanto ele me abraçava.
— Não vejo a hora.
— Eu também, minha linda – Christian sorriu, antes de roçar seu nariz ao meu e tomar meus lábios em um beijo.

Cadê o bombeiro pra pagar esse fogo todo? Q capítulo SENSACIONAL eINCRÍVEL. O capítulo foi totalmente fodastico e perfeito como sempre. Continua logo por favor.
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