ANASTASIA
Graças a Deus estávamos voltando para casa. Eu já não aguentava mais aquela convenção, pois me encontrava no estado de “quase virando fã” daquelas coisas todas de nerd. Não que isso fosse algum problema, mas eu não me via tendo paixão por aquilo lá, como o Christian.
Eu estava mesmo era ansiosa para chegar logo em Seattle e ver como tudo se encontrava para o casamento. Marina já havia me mandado fotos de como estava ficando toda a decoração do salão de festas e do altar, mas não era a mesma coisa do que está lá e ver pessoalmente.
Como tínhamos saído de San Diego logo após o almoço, desembarcamos em Seattle era por volta das três horas da tarde, o que nos dava umas duas horas e meia para nos arrumarmos, pois o casamento estava marcado no convite para se iniciar às cinco e meia da tarde.
— Eu me diverti muito esses dias, meu amor. Sem sombra de dúvida, esse foi o melhor presente do mundo – Christian disse, enquanto seguíamos, meio abraçados, depois de termos pegado nossa bagagem.
— Ainda falta a parte dois e três do seu presente, querido – falei, sorrindo travessa e logo vi minha irmã no saguão de desembarque, com uma plaquinha escrito “GÊMEA DO MAL E CUNHADO GOSTOSÃO”, o que fez Christian sorrir e eu rolar os olhos – Que eu saiba a gêmea do mal é você, Ella. E que história é essa de chamar o meu homem de “gostosão”? Você já tem o seu, oh sua assanhada!
— Preciso variar o cardápio, maninha. Sabe como é? Nada pessoal – Anabella murmurou, rindo, já me abraçando apertado.
— Você não tem medo de morrer não, né gaiata? – inquiri, retribuindo o abraço dela à medida que eu ouvia Christian se acabar de rir ao nosso lado.
Ela se desvencilhou de mim e abraçou ele, já perguntando como tinha sido a nossa viagem. Christian, ainda super animado, desandou a conversar com a minha irmã sobre a convenção de nerds enquanto seguíamos para fora do aeroporto, rumo aonde Ella tinha estacionado o carro. Após colocarmos nossas malas no veículo, adentramos o mesmo e Anabella seguiu, como o combinado, para o Seattle Golf Club, onde aconteceria a cerimônia e a festa do casamento.
— Para onde estamos indo? – escutei Christian perguntar, então o encarei de relance e ele se inclinou para perto de mim – Amor, acho que a Ella está sequestrando a gente – ele sussurrou no meu ouvido, fazendo-me rir.
— Não, querido. Ela está nos levando para o clube de golfe, onde vamos nos casar daqui a pouco – falei e Christian me olhou bem confuso – Surpresa! Essa é a parte dois do seu presente, amor – informei, já tirando o meu cinto e me aproximando mais dele, o beijando intensamente.
— Nada de transar aí atrás vocês dois – ouvi minha irmã ralhar e acabamos sorrindo um contra a boca do outro, nos encarando por alguns segundos, antes de voltarmos a nos beijar – Ei?! Olha a safadeza aí atrás!
— Deixa a gente transar aqui em paz, mana – murmurei, segurando o riso à medida que colocava a mão do Christian em minha coxa, fingindo que gemia alto o nome dele.
— Ah, vão a merda, vocês! – Anabella bufou com raiva, fechando a cara.
Nós dois caímos na risada e eu voltei para o meu lugar, colocando o cinto novamente.
— É sério que a gente vai se casar hoje, amor? – Christian indagou, segurando minha mão e beijando o dorso dela.
— Sim, querido. Mas não se preocupe, porque eu cuidei de tudo – garanti.
— E os meus votos? Eu não fiz nada.
— Eu também não fiz os meus, mas podemos falar o que sentimos ou o que vier à mente. Isso é só um detalhe, amor.
— Tudo bem, meu amor – ele murmurou, sorrindo.
Assim que chegamos no clube de golfe, Etienne e Elliot estavam nos esperando no saguão da recepção e logo raptaram Christian o levando para onde, segundo Ella informou, eles iriam se arrumar para a cerimônia. Ela, por sua vez, atracou no meu braço e me guiou para outra área, adentrando uma sala ampla onde vi a mãe, a filha, a prima, as irmãs e as sobrinhas do Christian que se encontravam ali já se maquiando e se arrumando.
Tomei um banho rápido no banheiro em anexo a sala e vesti o meu robe, que era igual aos delas, só que na cor branca e com o nome “Noiva” em glitter atrás. Depois me sentei em uma cadeira e logo uma mulher começou a mexer no meu cabelo.
— Beba, maninha. Um pouco de vinhozinho para passar o nervosismo – Anabella falou, estendendo uma taça de vinho branco em minha direção enquanto ela degustava outra taça.
— Não estou nervosa e acho melhor não bebermos vinho, Ella – ressaltei, séria e minha irmã logo me encarou com cara fechada.
— Só bebe cacete! Três dedos de vinho não vai matar ninguém não. Prometo. Vai.
Suspirei e peguei a taça da mão dela, bebericando de vez em quando à medida que ia me arrumando.
QUATRO DIAS DEPOIS
Graças a Deus estávamos voltando para casa. Eu já não aguentava mais aquela convenção, pois me encontrava no estado de “quase virando fã” daquelas coisas todas de nerd. Não que isso fosse algum problema, mas eu não me via tendo paixão por aquilo lá, como o Christian.
Eu estava mesmo era ansiosa para chegar logo em Seattle e ver como tudo se encontrava para o casamento. Marina já havia me mandado fotos de como estava ficando toda a decoração do salão de festas e do altar, mas não era a mesma coisa do que está lá e ver pessoalmente.
Como tínhamos saído de San Diego logo após o almoço, desembarcamos em Seattle era por volta das três horas da tarde, o que nos dava umas duas horas e meia para nos arrumarmos, pois o casamento estava marcado no convite para se iniciar às cinco e meia da tarde.
— Eu me diverti muito esses dias, meu amor. Sem sombra de dúvida, esse foi o melhor presente do mundo – Christian disse, enquanto seguíamos, meio abraçados, depois de termos pegado nossa bagagem.
— Ainda falta a parte dois e três do seu presente, querido – falei, sorrindo travessa e logo vi minha irmã no saguão de desembarque, com uma plaquinha escrito “GÊMEA DO MAL E CUNHADO GOSTOSÃO”, o que fez Christian sorrir e eu rolar os olhos – Que eu saiba a gêmea do mal é você, Ella. E que história é essa de chamar o meu homem de “gostosão”? Você já tem o seu, oh sua assanhada!
— Preciso variar o cardápio, maninha. Sabe como é? Nada pessoal – Anabella murmurou, rindo, já me abraçando apertado.
— Você não tem medo de morrer não, né gaiata? – inquiri, retribuindo o abraço dela à medida que eu ouvia Christian se acabar de rir ao nosso lado.
Ela se desvencilhou de mim e abraçou ele, já perguntando como tinha sido a nossa viagem. Christian, ainda super animado, desandou a conversar com a minha irmã sobre a convenção de nerds enquanto seguíamos para fora do aeroporto, rumo aonde Ella tinha estacionado o carro. Após colocarmos nossas malas no veículo, adentramos o mesmo e Anabella seguiu, como o combinado, para o Seattle Golf Club, onde aconteceria a cerimônia e a festa do casamento.
— Para onde estamos indo? – escutei Christian perguntar, então o encarei de relance e ele se inclinou para perto de mim – Amor, acho que a Ella está sequestrando a gente – ele sussurrou no meu ouvido, fazendo-me rir.
— Não, querido. Ela está nos levando para o clube de golfe, onde vamos nos casar daqui a pouco – falei e Christian me olhou bem confuso – Surpresa! Essa é a parte dois do seu presente, amor – informei, já tirando o meu cinto e me aproximando mais dele, o beijando intensamente.
— Nada de transar aí atrás vocês dois – ouvi minha irmã ralhar e acabamos sorrindo um contra a boca do outro, nos encarando por alguns segundos, antes de voltarmos a nos beijar – Ei?! Olha a safadeza aí atrás!
— Deixa a gente transar aqui em paz, mana – murmurei, segurando o riso à medida que colocava a mão do Christian em minha coxa, fingindo que gemia alto o nome dele.
— Ah, vão a merda, vocês! – Anabella bufou com raiva, fechando a cara.
Nós dois caímos na risada e eu voltei para o meu lugar, colocando o cinto novamente.
— É sério que a gente vai se casar hoje, amor? – Christian indagou, segurando minha mão e beijando o dorso dela.
— Sim, querido. Mas não se preocupe, porque eu cuidei de tudo – garanti.
— E os meus votos? Eu não fiz nada.
— Eu também não fiz os meus, mas podemos falar o que sentimos ou o que vier à mente. Isso é só um detalhe, amor.
— Tudo bem, meu amor – ele murmurou, sorrindo.
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Assim que chegamos no clube de golfe, Etienne e Elliot estavam nos esperando no saguão da recepção e logo raptaram Christian o levando para onde, segundo Ella informou, eles iriam se arrumar para a cerimônia. Ela, por sua vez, atracou no meu braço e me guiou para outra área, adentrando uma sala ampla onde vi a mãe, a filha, a prima, as irmãs e as sobrinhas do Christian que se encontravam ali já se maquiando e se arrumando.
Tomei um banho rápido no banheiro em anexo a sala e vesti o meu robe, que era igual aos delas, só que na cor branca e com o nome “Noiva” em glitter atrás. Depois me sentei em uma cadeira e logo uma mulher começou a mexer no meu cabelo.
— Não estou nervosa e acho melhor não bebermos vinho, Ella – ressaltei, séria e minha irmã logo me encarou com cara fechada.
— Só bebe cacete! Três dedos de vinho não vai matar ninguém não. Prometo. Vai.
Suspirei e peguei a taça da mão dela, bebericando de vez em quando à medida que ia me arrumando.

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