ANASTASIA
Minha segunda-feira foi bem corrida, pois estava tentando adiantar o máximo dos meus atendimentos, devido eu ter pedido para Sammy comprar duas passagens aéreas para sexta-feira à tarde. Eu havia decidido que iríamos fazer uma pré-lua de mel, de dois dias, viajando esse final de semana para os Alpes Suíços. Só eu, Christian e a natureza ao nosso redor.
Também já tinha escolhido o que eu daria de presente para ele. Enquanto pesquisava sobre possíveis presentes, acabei por ver que haveria uma convenção de nerds em San Diego e como Christian gostava dessas coisas, comprei os ingressos para irmos.
Entre um atendimento e outro, ao longo do dia, também consegui organizar a parte burocrática do meu casamento, referente à preenchimento online de formulários de solicitações no Tribunal Municipal de Seattle para obtermos a declaração de casamento, após a cerimônia.
Como eu estava pensando em casar antes dos trigêmeos nascerem e antes que minha barriga ficasse enorme, me programei para que o casamento acontecesse daqui a vinte e cinco dias, assim que voltássemos de San Diego.
Seria uma surpresa para Christian, então ele não poderia me ajudar a decidir alguns detalhes. Devido a isso, contratei a esposa do Etienne, que era assessora de casamentos antes de se casar e virar dona de casa, para me ajudar a fazer um casamento perfeito e em pouco tempo.
Passava um pouco das sete, quando finalizei o último atendimento do dia e acompanhei meus novos pacientes até a recepção, encontrando meu noivo gostoso conversando com a Samantha.
“Espero que ela não tenha aberto a boca e contado à ele” pensei enquanto me aproximava.
— Sammy, veja a minha agenda e marque o retorno deles para a próxima semana – pedi e pelo canto de olho vi Christian, que se encontrava escorado no final do balcão, me mandar um beijo no ar, fazendo-me sorrir meio boba.
— Sim, senhora.
— Até semana que vem, Sr. e Sra. Allen – falei e o casal assentiu, agradecendo-me novamente por eu tê-los atendido de última hora – Não foi nada demais. Até amanhã, Samantha.
— Até. E aquele negócio foi confirmado, viu? Recebi o e-mail quase agora.
Sorri em afirmação e chamei o meu noivo para irmos embora.
— Que negócio é esse que foi confirmado? – Christian perguntou enquanto adentrávamos o carro dele, pois o meu havia ficado sem gasolina e tinha esquecido de abastecer ontem.
— Nada, querido – respondi, evasiva.
Minha intenção era anunciar a novidade da nossa viagem de pré-lua de mel durante o jantar, mas assim que chegamos em nossa casa, nos ocupamos com a preparação do jantar e acabei esquecendo, lembrando só mais tarde naquela noite.
— Amor, acabei de lembrar. Tenho um presente para você – anunciei enquanto voltava do banheiro, já me aninhando naquele corpo suado pela nossa recente foda.
— Ainda falta alguns dias para o meu aniversário e eu já te disse que não gosto de você me dando presente.
Bufei de raiva e o encarei, sentando-me na cama.
— Esse presente não era só seu, e sim nosso, Christian. Eu tinha programado uma viagem para passarmos esse final de semana juntos nos Alpes Suíços. Mas quer saber? Eu vou viajar sozinha – anunciei, emburrada.
Me deitei de costas para ele, puxando o edredom mais para mim.
— Se o insensível do meu noivo quiser me acompanhar, tenho uma passagem disponível – comentei – Se ele não quiser, vai ficar aqui, olhando para o teto enquanto eu me divirto com os instrutores de esqui, que são super gatos e bem musculosos. Vai lá que eu encontre um com um pau maior que 22 centímetros. Se isso acontecer, eu caso com o cara lá na hora.
— Você não faria isso – escutei Christian falar, então me virei um pouco para ele.
— Nunca subestime uma grávida com raiva, meu filho – alertei e voltei a minha posição de antes – Agora vou dormir, porque amanhã tenho muita coisa para fazer bem cedo.
— Você disse que ia trabalhar amanhã só a tarde, Ana.
— Vai se foder, Christian! Me deixa dormir! – resmunguei, fechando os olhos.
Entretanto, segundos depois o senti colar seu corpo ao meu, abraçando-me por trás e fazendo-me notar que o mesmo estava de pau duro.
— Amor... – ele sussurrou no meu pé do ouvido, o que fez os pelos do meu corpo se arrepiarem.
— Eu espero que isso aí seja uma lanterna, Christian.
— É a minha lanterna especial que a uso para explorar uma certa caverninha apertadinha, úmida e deliciosa – o safado disse, já apertando o bico do meu seio, fazendo-me soltar um gemido, a contragosto.
“Oh desgraça! Como eu fico com raiva desse infeliz, com ele fazendo isso em mim, hein Senhor?”
“Foda-se! Partiu para o meu pau gostoso”
Me virei e subi em cima dele, já o beijando ferozmente, porém o maldito do celular do Christian passou a tocar. Ele então se levantou da cama e foi atender.
— Mais já começou?... Ah sim, entendi... Ok, cara. Nós já estamos indo para aí. Meus parabéns, irmão.
— Quem era? – inquiri assim que Christian desligou o aparelho.
— Elliot. Kate entrou em trabalho de parto.
— Que bom para ela. Agora volta pra cama, amor – pedi manhosa, mas o safado entrou no closet.
O mesmo voltou segundos depois com uma blusa e um short, jogando-os ao pé do colchão, o que me fez franzir o cenho na hora.
— Aonde você pensa que vai, Christian? – perguntei, cruzando os braços sobre o busto.
— Nós vamos para a casa dos meus pais – ele disse adentrando o banheiro.
— Nós quem?
— Você e eu! Agora vem tomar um banho rápido para se vestir! – Christian gritou lá do banheiro.
— Eu não vou arredar o meu pé daqui não – falei, emburrada, num tom de voz um pouco mais alto, para que ele pudesse me ouvir.
Segundos depois, Christian apareceu na porta com a escova de dente na mão.
— Ana, por favor. Eu sempre estive presente nos nascimentos dos meus irmãos e sobrinhos, então isso é muito importante para mim e eu quero você ao meu lado, vivenciando isso comigo.
— Está bem – murmurei, fazendo ele sorrir e voltar a escovar os dentes.
“Porra! não tinha outra hora para esse bebê nascer não? Tinha que nascer já empatando a foda dos outros, né Deus?” resmunguei mentalmente, me levantando da cama.
Minha segunda-feira foi bem corrida, pois estava tentando adiantar o máximo dos meus atendimentos, devido eu ter pedido para Sammy comprar duas passagens aéreas para sexta-feira à tarde. Eu havia decidido que iríamos fazer uma pré-lua de mel, de dois dias, viajando esse final de semana para os Alpes Suíços. Só eu, Christian e a natureza ao nosso redor.
Também já tinha escolhido o que eu daria de presente para ele. Enquanto pesquisava sobre possíveis presentes, acabei por ver que haveria uma convenção de nerds em San Diego e como Christian gostava dessas coisas, comprei os ingressos para irmos.
Entre um atendimento e outro, ao longo do dia, também consegui organizar a parte burocrática do meu casamento, referente à preenchimento online de formulários de solicitações no Tribunal Municipal de Seattle para obtermos a declaração de casamento, após a cerimônia.
Como eu estava pensando em casar antes dos trigêmeos nascerem e antes que minha barriga ficasse enorme, me programei para que o casamento acontecesse daqui a vinte e cinco dias, assim que voltássemos de San Diego.
Seria uma surpresa para Christian, então ele não poderia me ajudar a decidir alguns detalhes. Devido a isso, contratei a esposa do Etienne, que era assessora de casamentos antes de se casar e virar dona de casa, para me ajudar a fazer um casamento perfeito e em pouco tempo.
Passava um pouco das sete, quando finalizei o último atendimento do dia e acompanhei meus novos pacientes até a recepção, encontrando meu noivo gostoso conversando com a Samantha.
— Sammy, veja a minha agenda e marque o retorno deles para a próxima semana – pedi e pelo canto de olho vi Christian, que se encontrava escorado no final do balcão, me mandar um beijo no ar, fazendo-me sorrir meio boba.
— Sim, senhora.
— Até semana que vem, Sr. e Sra. Allen – falei e o casal assentiu, agradecendo-me novamente por eu tê-los atendido de última hora – Não foi nada demais. Até amanhã, Samantha.
— Até. E aquele negócio foi confirmado, viu? Recebi o e-mail quase agora.
Sorri em afirmação e chamei o meu noivo para irmos embora.
— Que negócio é esse que foi confirmado? – Christian perguntou enquanto adentrávamos o carro dele, pois o meu havia ficado sem gasolina e tinha esquecido de abastecer ontem.
— Nada, querido – respondi, evasiva.
★ ★ ★ ★ ★
Minha intenção era anunciar a novidade da nossa viagem de pré-lua de mel durante o jantar, mas assim que chegamos em nossa casa, nos ocupamos com a preparação do jantar e acabei esquecendo, lembrando só mais tarde naquela noite.
— Amor, acabei de lembrar. Tenho um presente para você – anunciei enquanto voltava do banheiro, já me aninhando naquele corpo suado pela nossa recente foda.
— Ainda falta alguns dias para o meu aniversário e eu já te disse que não gosto de você me dando presente.
Bufei de raiva e o encarei, sentando-me na cama.
— Esse presente não era só seu, e sim nosso, Christian. Eu tinha programado uma viagem para passarmos esse final de semana juntos nos Alpes Suíços. Mas quer saber? Eu vou viajar sozinha – anunciei, emburrada.
Me deitei de costas para ele, puxando o edredom mais para mim.
— Se o insensível do meu noivo quiser me acompanhar, tenho uma passagem disponível – comentei – Se ele não quiser, vai ficar aqui, olhando para o teto enquanto eu me divirto com os instrutores de esqui, que são super gatos e bem musculosos. Vai lá que eu encontre um com um pau maior que 22 centímetros. Se isso acontecer, eu caso com o cara lá na hora.
— Você não faria isso – escutei Christian falar, então me virei um pouco para ele.
— Nunca subestime uma grávida com raiva, meu filho – alertei e voltei a minha posição de antes – Agora vou dormir, porque amanhã tenho muita coisa para fazer bem cedo.
— Você disse que ia trabalhar amanhã só a tarde, Ana.
— Vai se foder, Christian! Me deixa dormir! – resmunguei, fechando os olhos.
Entretanto, segundos depois o senti colar seu corpo ao meu, abraçando-me por trás e fazendo-me notar que o mesmo estava de pau duro.
— Amor... – ele sussurrou no meu pé do ouvido, o que fez os pelos do meu corpo se arrepiarem.
— Eu espero que isso aí seja uma lanterna, Christian.
— É a minha lanterna especial que a uso para explorar uma certa caverninha apertadinha, úmida e deliciosa – o safado disse, já apertando o bico do meu seio, fazendo-me soltar um gemido, a contragosto.
“Oh desgraça! Como eu fico com raiva desse infeliz, com ele fazendo isso em mim, hein Senhor?”
“Foda-se! Partiu para o meu pau gostoso”
Me virei e subi em cima dele, já o beijando ferozmente, porém o maldito do celular do Christian passou a tocar. Ele então se levantou da cama e foi atender.
— Mais já começou?... Ah sim, entendi... Ok, cara. Nós já estamos indo para aí. Meus parabéns, irmão.
— Quem era? – inquiri assim que Christian desligou o aparelho.
— Elliot. Kate entrou em trabalho de parto.
— Que bom para ela. Agora volta pra cama, amor – pedi manhosa, mas o safado entrou no closet.
O mesmo voltou segundos depois com uma blusa e um short, jogando-os ao pé do colchão, o que me fez franzir o cenho na hora.
— Aonde você pensa que vai, Christian? – perguntei, cruzando os braços sobre o busto.
— Nós vamos para a casa dos meus pais – ele disse adentrando o banheiro.
— Nós quem?
— Você e eu! Agora vem tomar um banho rápido para se vestir! – Christian gritou lá do banheiro.
— Eu não vou arredar o meu pé daqui não – falei, emburrada, num tom de voz um pouco mais alto, para que ele pudesse me ouvir.
Segundos depois, Christian apareceu na porta com a escova de dente na mão.
— Ana, por favor. Eu sempre estive presente nos nascimentos dos meus irmãos e sobrinhos, então isso é muito importante para mim e eu quero você ao meu lado, vivenciando isso comigo.
— Está bem – murmurei, fazendo ele sorrir e voltar a escovar os dentes.
“Porra! não tinha outra hora para esse bebê nascer não? Tinha que nascer já empatando a foda dos outros, né Deus?” resmunguei mentalmente, me levantando da cama.

Nenhum comentário:
Postar um comentário